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NOTÍCIAS DA SEMANA (17/07/21 a 23/07/21)

Noticias da Semana

Veja as principais notícias da semana no mundo Agro.

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GERAIS

Sistema de Inteligência Logística para Agropecuária Brasileira proporciona economia de R$ 150 milhões

O Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária Brasileira (SITE-MLog) está disponível há 3 anos no Portal Embrapa e já foi acessado por mais de 100 mil usuários.

Estima-se que o impacto econômico promovido pela plataforma é de aproximadamente R$ 150 milhões, contando a redução do tempo gasto pelos usuários para obter as informações e a diminuição de custos para o setor agropecuário.

O SITE-MLog reúne dados dispersos em mais de 20 órgãos e instituições. A equipe responsável pelo desenvolvimento padronizou, categorizou e espacializou as informações. Com isso, a plataforma permite gerar 500 mil mapas, além de fazer o download, em diferentes formatos, de dados sobre a logística dos dez produtos agropecuários que respondem por cerca de 90% das cargas no Brasil.

Fonte: Embrapa

Certificado de Cadastro de Imóvel Rural de 2021 já pode ser emitido

O documento ficou disponível a partir do dia 19/07. O Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) de 2021, pode ser acessado pelos proprietários de imóveis rurais a partir de banner indicativo no site do Incra ou diretamente no endereço https://sncr.serpro.gov.br/ccir/emissao

O CCIR comprova a inscrição das propriedades e as posses rurais junto ao Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR).

No total, 6.799.659 imóveis rurais devem emitir o CCIR e pagar a taxa de serviço, cujo valor mínimo é de R$ 4,40 – para áreas com até 25 hectares.

A apresentação do certificado é obrigatória quando o produtor solicitar crédito agrícola em bancos e instituições financeiras.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Conab: Perspectivas para agricultura familiar

A partir do dia 19/07/2021, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estará disponibilizando uma nova opção para se buscar informações sobre a agricultura familiar no Brasil. Trata-se do Boletim da Agricultura Familiar, que trará uma análise sobre os principais macro temas do setor, abordando também as perspectivas, cenários, desafios e oportunidades.

O documento será dividido em macro temas, com espaços destinados às questões de crédito, análise de mercado dos principais produtos, além de entrevistas com os próprios produtores a fim de trazer uma visão de quem vivencia os desafios e as oportunidades existentes.

Através de uma linguagem acessível, o Boletim ainda trará um artigo com informações sobre temas diversos afetos à agricultura familiar.

O Boletim da Agricultura Familiar será publicado a cada dois meses e o primeiro já pode ser acessado na íntegra clicando aqui.

Fonte: Conab

PRODUÇÃO

Mapa publicou novas Especificações de Referência (ER) para o registro produtos fitossanitários para a agricultura orgânica

Os dois ingredientes ativos inéditos são os agentes biológicos de controle Trichospilus diatraeae (ER 49) e Palmistichus elaeisis (ER 50), que atuam sobre um alvo biológico também estreante em ER, a Thyrinteina arnobia, conhecida como lagarta-de-cor-parda. Essa espécie se alimenta das folhas de eucalipto e é considerada uma das principais pragas desses cultivos no Brasil pela intensa desfolha que provoca, podendo atingir até 100% do plantio.

A Thyrinteina arnobia não foi o único alvo biológico novo nas especificações da Portaria nº 363. Na republicação da ER 21, do agente biológico Chrysoperla externa, houve um acréscimo de 130% no número de alvos que saltou de três para sete. Além de Bemisia tabaci biótipo B (mosca-branca), Myzus persicae (pulgão-verde-claro) e Schizaphis graminum (pulgão-verde-dos-cereais), que já figuravam na publicação original, foram acrescentados mais quatro, todos inéditos em ER: Macrosiphum euphorbiae (pulgão-das-solanáceas), Macrosiphum rosae (pulgão-roxo-da-roseira), Rhodobium porosum (pulgão-amarelo-da-roseira) e Aphis gossypii (pulgão-do-algodoeiro).

Outra ER republicada foi a número 19, do fungo Trichoderma asperellum, isolado URM-5911. Neste caso, os alvos biológicos permaneceram os mesmos da versão anterior, mas as novas substâncias abriram caminho para o registro de um tipo de formulação que ainda não havia aparecido em ER, pó para tratamento a seco de sementes (DS).

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

A ameaças das moscas-das-frutas à fruticultura do Brasil foi tema de Webinar

No dia 21/07 foi discutida a ameaça das moscas-das-frutas à fruticultura brasileira, no Webinar “Moscas-das-frutas – ameaça à fruticultura nacional”, promovido pela Embrapa Mandioca e Fruticultura e transmitido simultaneamente pelo Canal da Embrapa no Youtube e Facebook.

O evento marca a preocupação das instituições de pesquisa e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em relação a manutenção da ausência de duas espécies de moscas-das-frutas no país: a Bactrocera dorsalis e a Anastrepha curvicauda.

Para falar sobre a importância da vigilância sanitária e como impedir a entrada desses dois insetos no Brasil, o convidado foi o pesquisador Marcelo Lopes, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que abordou os principais aspectos a respeito das duas moscas-das-frutas que não existem no país.

Também foram palestrantes, os pesquisadores Antônio Nascimento, da Embrapa Mandioca e Fruticultura e Cristiane Ramos de Jesus, da Embrapa Amapá. Nascimento abordou as espécies de moscas-das-frutas presentes no território nacional (Ceratitis capitata e Anastrepha spp.) e como se tornou possível o acesso de frutos de manga a mercados internacionais. A espécie de mosca-das-frutas sob controle oficial, a Bactrocera carambolae, também conhecida como mosca-da-carambola, foi o tema da palestra da pesquisadora Cristiane Barbosa.

Vejas as palestras:

Fonte: Embrapa

O zoneamento agrícola do maracujá foi publicado

No dia 21/07, foi publicado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) o novo Zoneamento Agrícola de Risco Climático para a cultura do maracujá (Zarc Maracujá).

O Zarc Maracujá, considera para a análise de riscos, a disponibilidade hídrica para a cultura, a ocorrência de geadas e a ocorrência de temperaturas muito elevadas no período de florescimento. Cada um desses fatores é avaliado conforme a fase do ciclo da cultura, que pode apresentar maior ou menor sensibilidade aos eventos adversos.

O estudo foi realizado pela Embrapa, com apoio do MAPA e Banco Central, e contou com a colaboração de participantes de todo Brasil.

A observância das datas de plantio preconizadas pelo Zarc é obrigatória para os produtores que desejam acessar o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e o Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR).

As informações do Zarc, podem ser acessadas por meio de tablets e smartphones, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos:  iOS e Android

Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma  “Painel de Indicação de Riscos”  e nas portarias de Zarc por Estado.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

SUSTENTABILIDADE

Estudo indica que a seca extrema e os incêndios na Amazônia resultaram na emissão de grande quantidade de carbono

O estudo intitulado ‘Rastreando os impactos da seca pelo El Niño e do fogo nas florestas amazônicas modificadas antropicamente’, publicado pela PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences dos Estados Unidos da América), foi conduzido por uma equipe internacional de cientistas no âmbito da Rede Amazônia Sustentável (RAS) e projetos parceiros, sendo realizado antes, durante e depois da seca do El Niño em 2015 e no início de 2016.

O estudo relevou que plantas em florestas afetadas pelo evento climático e pelas queimadas induzidas pelo homem continuaram morrendo a uma taxa acima do normal por até três anos, liberando mais gás carbônico na atmosfera.

A seca extrema provocada pelo El Niño de 2015 e 2016, associada às queimadas florestais na Amazônia, causaram a morte de cerca de 2,5 bilhões de árvores e emitiram 495 milhões de toneladas de gás carbônico para a atmosfera, em uma área que representa apenas 1% por cento de toda a floresta amazônica brasileira. Isso significa que a floresta, cuja função vital é fixar o carbono nas plantas, quando perturbada pela degradação e pelo fogo, pode ser uma das maiores fontes de emissão de gases de efeito estufa do planeta.

Para acessar o artigo completo (em inglês), clique aqui.

Fonte: Embrapa

Estudo indica que terras Indígenas podem gerar créditos de carbono

Os resultados de uma pesquisa desenvolvida na Terra Indígena (TI) Poyanawa mostram que é possível promover serviços ambientais e garantir créditos de carbono por meio da relação harmoniosa que esse povo mantém com a floresta.

O estudo “Desmatamento Evitado na Terra Indígena Poyanawa, Mâncio Lima, AC, Brasil”, realizado por pesquisadores da Embrapa do Acre (Rio Branco) e Pará (Belém) e outras instituições, indica caminhos para o alinhamento de estratégias para aproveitamento das emissões evitadas nesse território protegido pelo programa jurisdicional do estado do Acre.

A pesquisa observou que o povo Poyanawa tem priorizado as atividades agrícolas em áreas já alteradas e investido na recomposição de áreas degradadas e na implantação e fortalecimento de quintais agroflorestais. Essas ações reforçam a cultura local, aumentam e diversificam a produção agroflorestal e conservam o meio ambiente, gerando um ciclo de retroalimentação. Dessa forma, também contribuem para o alcance de metas estaduais de redução de gases de efeito estufa, uma vez que garantem a manutenção da floresta.

Fonte: Embrapa

MERCADO

Indicadores Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada

Produto Panorama da última semana
Soja O indicador da soja Esalq/BM&FBovespa (Paranaguá) fechou em R$ 173,11 a saca de 60 kg, no dia 21/07.
Algodão Os preços do algodão seguem em alta no Brasil, influenciados pelos aumentos externos e pela restrição de vendedores no mercado doméstico. Além disso, os estoques da temporada anterior são considerados baixos, com maior disponibilidade de produto de qualidade inferior, o que dificulta as negociações. Entretanto, indústrias brasileiras estiveram mais ativas nos últimos dias, elevando os valores ofertados pela pluma, na tentativa de atrair vendedores. Nesse cenário, o Indicador CEPEA/ESALQ, fechou a R$ 5,0826/lp nessa terça-feira, 21, alta de 0,82% frente ao fechamento do dia 13. Na parcial do mês (até o dia 20), o aumento é de 8,34%.
Milho Os preços do milho continuam em alta no mercado brasileiro. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa fechou a R$ 97,34/saca de 60 kg nessa sexta-feira, 16, altas de 1,17% frente à sexta-feira anterior, 9, e de 8,67% na parcial de julho. Com o baixo estoque da produção de verão e as preocupações com a produtividade das lavouras de segunda safra que estão sendo colhidas, produtores seguem limitado a oferta de milho no spot nacional e priorizando as entregas dos lotes negociados antecipadamente. No geral, os negócios no spot são pontuais, ocorrendo de acordo com a necessidade de compradores, que precisam ceder aos preços pedidos por vendedores.
Etanol A demanda por etanol hidratado seguiu baixa, mas as unidades produtoras se mantiveram firmes quanto aos valores pedidos, focadas no comércio de açúcar e de etanol anidro para suprir suas necessidades de recursos financeiros. Já a procura por etanol anidro esteve mais aquecida. Entre 12 e 16 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 2,9618/litro, avanço de 1,31% frente ao período anterior. No caso do etanol anidro, a elevação foi de 1,42%, com o Indicador CEPEA/ESALQ a R$ 3,3848/litro. A média dos valores diários do Indicador ESALQ/BM&FBovespa teve alta de 1,97% na comparação com a semana anterior.
Açúcar Os preços médios do açúcar cristal praticados no mercado spot registraram pequena queda no balanço da última semana. Dificuldades relacionadas à logística de armazenamento influenciaram usinas a baixarem as cotações. De 12 a 16 de julho, a média do Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 115,53/saca de 50 kg, leve queda de 0,36% em relação à da semana anterior (de R$ 115,95/sc).
Arroz Na última semana, houve maior procura por parte das indústrias que destinam arroz à parboilização, que demandaram a matéria-prima de diferentes rendimentos, uma vez que a oferta do cereal com qualidade inferior está baixa. Quanto aos preços, no geral, seguem firmes há três semanas. Entre 13 e 20 de julho, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, avançou 3,4%, fechando a R$ 73,02/sc de 50 kg nessa terça-feira, 20. Em julho, a valorização é de 5,37%, porém, a média parcial do mês ainda está 3,7% inferior à de junho (que foi de R$ 73,15/sc), a R$ 70,45/sc de 50 kg.
Boi A escalada nas exportações brasileiras de carne bovina aos Estados Unidos vem surpreendendo o setor pecuário nacional. O país, inclusive, já se configura como o 3º maior destino da proteína brasileira, atrás apenas da China e de Hong Kong, superando a posição que vinha sendo ocupada pelo Chile. O Real desvalorizado frente ao dólar deixa a carne nacional bastante competitiva e atrativa aos norte-americanos. De janeiro a junho de 2021, os envios de carne bovina aos Estados Unidos somaram 42,48 mil toneladas, um recorde, mais que o dobro do volume exportado na primeira metade de 2020 (de 20,1 mil toneladas) e bem acima das 16,9 mil toneladas do mesmo período de 2019.

O indicador do boi gordo Cepea/B3 fechou em R$ 314,50 pela arroba de 15 kg, na última quarta (21/07).

Fonte: www.cepea.esalq.usp.br

CLIMA

Geada e temperaturas negativas em São Paulo e Mato Grosso do Sul

O ar frio e seco de origem polar vindo do sul do continente provocou acentuada queda nas temperaturas na madrugada de segunda-feira (19), com formação de geadas em diversas áreas do estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

No estado de São Paulo a menor temperatura foi registrada em Rancharia, no sudoeste, com -1°C, enquanto que no noroeste chegou a 0,7°C em Valparaíso. No Mato Grosso do Sul, o frio foi intenso do centro para o sul do estado, especialmente, com temperatura negativa em Rio Brilhante com -1,5°C.

Fonte: INMET

Previsão de chuva para os próximos dias

De acordo com o modelo numérico do INMET, os acumulados de chuvas deverão ser mais significativos em parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Região Previsão
Sul Não há previsão de chuvas significativas.
Sudeste Não há previsão de chuvas significativas.
Nordeste Os maiores acumulados estão previstos para o norte do estado do Maranhão, alcançando os 20 mm e na faixa litorânea da Bahia, com acumulados inferiores a 20 mm.
Centro-Oeste Não há previsão de chuvas significativas.
Norte Os maiores acumulados de chuva podem variar entre 50 e 100 mm. Com maiores concentrações de chuva na faixa noroeste e nordeste da região, incluindo, Amazonas e Roraima, com destaque para região próxima à cabeça de cachorro, no Amazonas, podendo alcançar 100 mm.
MATOPIBA Não há previsão de chuvas significativas.

*Informativo Meteorológico Semanal N° 28 (previsão de 20 de julho a 04 de agosto de 2021).

Previsão de acumulado de chuva entre os dias 20 e 26 de junho de 2021.

 Veja a previsão de chuva para a sua região clicando aqui.

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