Curadoria Semanal: Principais Informações do Mundo Agro! 25 a 31 de maio de 2024

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Curadoria Semanal: Principais informações sobre o mundo do agronegócio. Atualize-se e compartilhe!

GERAIS

Ações do Mapa para a reconstrução do agro no Rio Grande do Sul

 

Fonte: TV Pampa 29/05/2024

Após a instalação do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Rio Grande do Sul, o ministro Carlos Fávaro anunciou que a Embrapa iniciará um trabalho de mapeamento e consultoria aos produtores atingidos, começando em 10 de junho.  Fávaro detalhou as ações federais para a reconstrução do agronegócio no estado, incluindo o Programa Emergencial de Reconstrução do Agronegócio (PERSul), e a autorização do Conselho Monetário Nacional para prorrogar parcelas de crédito rural até 15 de agosto.

Fávaro explicou que o plano de reconstrução será dividido em duas fases: suspensão imediata dos débitos dos produtores e posterior reconstituição e repactuação dos mesmos, seguida por investimentos para recompor perdas causadas pelas chuvas.

Além disso, Fávaro mencionou a medida provisória para a compra de até 300 mil toneladas de arroz importado, visando controlar preços e evitar especulação. O governo também está trabalhando na descentralização da produção agrícola para enfrentar mudanças climáticas, com reforço no próximo Plano Safra 2024/25, que incluirá mais recursos e subvenções para seguros rurais e apoio à comercialização. Fávaro destacou ainda a abertura de 124 novos mercados em 51 países, e os avanços nas relações diplomáticas, como a certificação do Brasil livre de febre aftosa e novas habilitações para exportações à China, enfatizando o bom momento da agropecuária brasileira no cenário internacional.

Fonte da reportagem: MAPA 29/05/2024

FAO, CEPAL, WFP e IICA: Não erradicar a fome e a má nutrição tem um custo superior ao das soluções

 

Fome aumenta na América Latina e Caribe, segundo estudo da ONU

Fonte: Observatório 3 setor 29/05/2024

O novo relatório “Financiamento para a Segurança Alimentar e Nutrição na América Latina e no Caribe”, elaborado pela FAO, CEPAL, WFP e IICA, adverte que não combater a fome e a má nutrição pode ser mais caro do que as soluções para garantir a segurança alimentar. Estima-se que a inércia diante da fome e má nutrição custa em média 6,4% do PIB dos países estudados, enquanto o custo médio para fechar a lacuna de renda e garantir acesso a alimentação saudável é de 1,5% do PIB.

O relatório identifica quatro tipos de financiamento relacionados à segurança alimentar e nutrição: consumo e produção de alimentos, gasto público em despesas agropecuárias e proteção social, fluxos internacionais de desenvolvimento e financiamento do sistema bancário e mercados de capitais. Investir na agricultura e realizar outras intervenções é crucial para reduzir a insegurança alimentar, que resulta mais da falta de acesso do que da escassez de alimentos, especialmente em áreas rurais pobres. É essencial estimar os custos das políticas e melhorar a coleta de informações sobre os fluxos de financiamento.

Mario Lubetkin, da FAO, destaca a importância de alinhar políticas sociais, econômicas e comerciais para melhorar a segurança alimentar, especialmente quando os gastos com alimentos representam 22% do PIB regional. Intervenções abrangentes que abordem renda e acesso a alimentos nutritivos, preferências dos consumidores, regulamentações sobre rotulagem nutricional e apoio à agricultura familiar são necessárias.

José Manuel Salazar-Xirinachs, da CEPAL, menciona que a pobreza extrema na região foi de 11,4% em 2023, afetando mais de 70 milhões de pessoas, especialmente mulheres, indígenas e residentes em áreas rurais. Políticas públicas inclusivas e um melhor foco nos gastos públicos são imperativos para impactar diretamente as populações vulneráveis. Lola Castro, do WFP, observa que a falta de renda para acessar uma alimentação saudável é uma das principais causas da fome na região, que tem a alimentação saudável mais cara do mundo. Manuel Otero, do IICA, afirma que análises nacionais devem ser realizadas para fortalecer os sistemas alimentares com uma clara estimativa de custos e seu financiamento.

Fonte: MAPA 29/05/2024

Quadro Estratégico da FAO 2022-2023: Um mundo sustentável e seguro em termos alimentares para todos

O Quadro Estratégico da FAO  (Food and Agriculture Organization of the United Nations) 2022-2031 foi desenvolvido para enfrentar desafios globais e regionais, incluindo a pandemia de COVID-19, com um processo inclusivo e transparente. Adotado em junho de 2021, o quadro orienta a FAO em apoiar a Agenda 2030, visando transformar os sistemas agroalimentares para serem mais eficientes, inclusivos, resilientes e sustentáveis, e garantir que ninguém seja deixado para trás.

Objetivos e as quatro melhorias:

  • Contribuir para os ODS 1 (sem pobreza), ODS 2 (fome zero) e ODS 10 (redução das desigualdades).
  • Aplicar quatro aceleradores: tecnologia, inovação, dados e governança.
  • Focar em temas transversais: gênero, juventude e inclusão.
  • Modelo Operacional:

Fonte: Ecoaliza 29/05/2024

Melhor Produção: Foco em cadeias de abastecimento alimentar sustentáveis e resilientes. Prioridades: Inovação agrícola sustentável, transformação azul, One Health, agricultura digital.

Melhor Nutrição: Erradicação da fome e promoção de dietas saudáveis.Prioridades: Dietas saudáveis, nutrição para vulneráveis, alimentos seguros, redução de desperdício alimentar, mercados transparentes.

Melhor Ambiente: Proteção e uso sustentável dos ecossistemas. Prioridades: Sistemas agroalimentares adaptados às mudanças climáticas, bioeconomia, biodiversidade para alimentação.

Uma Vida Melhor: Crescimento econômico inclusivo e redução das desigualdades. Prioridades: Igualdade de gênero, transformação rural inclusiva, emergências agrícolas, sistemas agroalimentares resilientes, intensificação dos investimentos.

Princípios Organizadores: Tornar a FAO uma organização inclusiva, ágil, transparente, inovadora, responsável e eficaz, com impacto significativo para a transformação necessária.

Fonte: FAO 29/05/2024

Governo Federal organiza doação de 2 milhões de quilos de carne para famílias do Rio Grande do Sul

Na segunda-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniram com representantes do setor de proteína animal para discutir ações de apoio ao Rio Grande do Sul. Durante o encontro, empresários anunciaram a doação de 2 milhões de quilos de carne bovina, suína e de frango, além de ovos, para complementar as cestas básicas das famílias afetadas por chuvas e enchentes.

Lula expressou gratidão ao setor por aceitar a convocação para ações de solidariedade, destacando a união em prol dos necessitados. Participaram do encontro a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Fávaro explicou que as dificuldades logísticas impedem a chegada de alimentos perecíveis às famílias afetadas. A reunião visou criar um grupo de trabalho para atender a demanda de proteína no estado, com expectativa de beneficiar 590 cozinhas solidárias. Ele enfatizou que os empresários estavam dispostos a ajudar mais, oferecendo produtos e logística, e que a iniciativa atenderá a população pelo tempo necessário.

Fonte: MAPA 29/05/2024

Governo Federal autoriza compra de até 300 mil toneladas de arroz beneficiado importado

 

Em uma edição extra do Diário Oficial da União, na terça-feira (28), o Governo Federal publicou a Portaria Interministerial MDA/MAPA/MF N° 4, autorizando a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a adquirir até 300 mil toneladas de arroz beneficiado importado. Essa medida visa mitigar as consequências sociais e econômicas de eventos climáticos extremos no Rio Grande do Sul.

A portaria define os parâmetros para a importação e distribuição do arroz em regiões metropolitanas, direcionando-o para pequenos varejistas, supermercados, atacarejos e outros estabelecimentos, incluindo equipamentos públicos de abastecimento. As despesas de aquisição estão limitadas a R$ 1,7 bilhão, enquanto as de equalização de preços para a venda são limitadas a R$ 630 milhões, conforme a Medida Provisória nº 1.225/2024. O arroz será vendido ao consumidor final por R$ 4 por quilo, com a logomarca do Governo Federal, e a importação será realizada por leilão público.

Historicamente, devido às chuvas intensas que afetaram a produção de arroz no Sul, o governo adotou várias medidas, incluindo a autorização para a Conab importar até um milhão de toneladas de arroz e a publicação de portarias e medidas provisórias para garantir o abastecimento alimentar e estabilizar os preços. Além disso, a Camex aprovou a isenção do imposto de importação para três tipos de arroz, atendendo a solicitações do Mapa e da Conab. Recentemente, o governo liberou um total de R$ 7,2 bilhões para a compra de arroz estrangeiro.

PRODUÇÃO

 

Receitas estimulam aproveitamento integral de abóbora e inhame

Foto: Elias Rodrigues

Elias Rodrigues - A ideia dos pesquisadores e nutricionistas foi criar preparos culinários diferenciados

 Agricultores familiares em Alagoas agora têm novas receitas para diversificar seus cardápios com abóbora, inhame branco e inhame roxo, desenvolvidas por uma equipe do IFAL e Embrapa, com apoio do MDA. Essas receitas incluem empadinhas, bolinhos, pães, biscoitos e até suco de inhame, utilizando integralmente as hortaliças para reduzir desperdício e aumentar a geração de renda.

O inhame, rico em fibras e vitaminas, é conservável por longos períodos e pode ser congelado. A abóbora, fonte de fibras, minerais e vitaminas, também é durável e pode ser congelada. O projeto visa não só diversificar a alimentação e aumentar a nutrição, mas também preservar variedades tradicionais e melhorar as práticas de cultivo.

Oficinas técnicas e gastronômicas foram realizadas para ensinar boas práticas de manejo e processamento dos alimentos, beneficiando a economia local e fortalecendo a segurança alimentar. As novas receitas são vistas como uma maneira de agregar valor aos produtos locais e expandir o mercado interno de inhame e abóbora em Alagoas.

Fonte: Embrapa 29/05/2024

Técnicos da Conab debatem impactos econômicos da ferrugem asiática na cultura da soja

 

Ferrugem-asiática da soja e as estratégias para enfrentá-la – PET AgronomiaA Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foi convidada para debater os impactos econômicos da ferrugem asiática na cultura da soja. O evento ocorreu na quarta-feira (29), das 8h às 12h, no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) do Acre, voltado para produtores rurais, técnicos e estudantes.

Atualmente, a ferrugem asiática é considerada um dos principais problemas da produção de soja. Quando não controlada, a doença pode provocar perdas de até 90% do total de uma plantação do grão. Isso representa um prejuízo para a economia. Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a ferrugem surgiu no Brasil pela primeira vez na safra 2001/2002.

Entre os assuntos que serão tratados estão os danos, sintomas, ciclo e dispersão da doença, as medidas a serem tomadas e como estabelecer um programa de controle efetivo. A Conab será representada pela superintendente Regional no Acre, Alessandra Ferraz Cavalcante, e pelo engenheiro agrônomo e técnico da Gerência de Acompanhamento de Safras da Companhia, Marco Chaves. Além disso, a Conab está em pesquisa de campo no estado para a realização do 9º levantamento da safra de grãos 23/24, cujo anúncio ocorrerá no dia 13 de junho. Nestas visitas são coletadas informações sobre área plantada, estádio de desenvolvimento das culturas, percentual colhido, produtividade e qualidade do produto. Além disso, também são avaliadas as condições das lavouras, condições climáticas, seus reflexos, entre outras variáveis.

Fonte (imagem): UFSM 29/05/2024          Fonte (reportagem): Conab 29/05/2024

Após exportação recorde de algodão, Abrapa chega à China para fortalecer parcerias

 

Foto grátis planta de algodão macio no prado dourado do pôr do sol gerado por ia

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) está promovendo uma missão na China de 28 de maio a 6 de junho para fortalecer as relações comerciais. A delegação brasileira, incluindo membros da Abrapa e da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea), busca consolidar o recorde de exportações de algodão brasileiro, que atingiu 1,2 milhão de toneladas de agosto de 2023 a abril de 2024, podendo dobrar o recorde de 2020/21.

A missão inclui reuniões com grandes empresas chinesas como a Chinatex, China National Cotton Exchange (CNCE), e China National Cotton Group Corporation (CNCGC). A agenda contempla um jantar de negócios, participação no “2024 China Cotton Industry Development Summit” e visitas técnicas a fiações e indústrias têxteis em Xangai e Ningbo.

A comitiva também participará da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), onde destacará o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB). A missão é organizada pelo Cotton Brazil, uma iniciativa global da Abrapa, com apoio da Apex-Brasil e Anea.

Fonte: Abrapa 29/05/2024

Vespa é capaz de controlar a broca-das-pontas do cajueiro

 

Foto: Ariane Soares (Broca, inseto adulto)

A Embrapa Agroindústria Tropical, em colaboração com a Universidade Federal de Alagoas, identificou o uso potencial de vespas parasitoides do gênero Goniozus legneri para controlar a broca-das-pontas do cajueiro, uma séria ameaça à cultura devido aos danos nos ramos frutíferos. Essa descoberta abre caminho para fortalecer práticas de controle biológico na cajucultura brasileira, promovendo saúde e sustentabilidade na produção.

O estudo é de autoria da pesquisadora da Embrapa Agroindústria Tropical Nívia Dias e tem como coautores Ariane Soares e Jakeline Maria dos Santos, da AgroServ Proteção de Cultivos, e o professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Celso Azevedo.

As vespas parasitoides são pequenos insetos que desempenham um papel crucial no controle natural de pragas. Elas recebem essa classificação porque colocam seus ovos dentro do inseto hospedeiro (pragas prejudiciais à agricultura), matando-o. Geralmente, são altamente especializadas, com espécies diferentes para pragas específicas e, por isso, muito eficazes na redução da população de insetos nocivos, sem prejudicar insetos benéficos, animais e o meio ambiente.

Nívia Dias, entomologista e pesquisadora, defende o controle biológico como uma estratégia promissora a ser utilizada no manejo integrado de pragas (MIP) do cajueiro. No entanto, é indispensável que seja realizada a identificação das espécies de inimigos naturais de uma determinada área, assim como as pragas e culturas às quais eles estão associados.

O estudo identificou pela primeira vez no Brasil a espécie Goniozus legneri como um parasitoide eficaz da broca-das-pontas do cajueiro. Essa descoberta é significativa, pois sugere o potencial do controle biológico como uma técnica segura e sustentável para o manejo integrado de pragas na agricultura.

Fonte: Embrapa 29/05/2024

Monitoramento semanal das condições das lavouras

Atualizado em 27 de maio

Foto grátis arroz cozido em um copo vermelho colocado no chão de madeira compensada.
Arroz– A colheita de grãos está avançada em várias regiões do Brasil. No Rio Grande do Sul, cerca de 95% da área está colhida, com a expectativa de melhores condições climáticas e drenagem do solo para avançar ainda mais. No Maranhão, o clima mais seco tem facilitado as operações, principalmente nas áreas em sequeiro. Em Goiás, a ausência de chuvas tem beneficiado a maturação e secagem dos grãos. No Tocantins, a redução das chuvas tem colaborado com a evolução da maturação e secagem dos grãos. Em Mato Grosso, a colheita já foi finalizada.

 

 

Foto grátis planta de algodão macio no prado dourado do pôr do sol gerado por ia

Algodão  – A colheita está em estágio inicial em várias regiões do país. Em Mato Grosso, apenas 0,7% da área foi colhida, mas as lavouras apresentam bom desenvolvimento, sanidade regular e formação de maçãs satisfatória. Na Bahia, a colheita começou. Em Mato Grosso do Sul, também iniciou-se a colheita, com a observação da incidência do bicudo-do-algodoeiro em lavouras mais tardias. No Maranhão, as lavouras estão em boas condições durante a abertura de capulhos e formação de maçãs, com início da desfolha em algumas áreas. Em Goiás, a colheita começou, com lavouras de sequeiro em estágio de formação de maçãs e abertura de capulho, enquanto as irrigadas estão no início de floração. Em Minas Gerais, a colheita começou nas lavouras de sequeiro. Em São Paulo, a colheita está concentrada na região de Riolândia. No Piauí, as lavouras estão se desenvolvendo em boas condições..

 

Foto grátis foto de foco seletivo de uma planta verde no campo

 

Feijão 1ª safra – 98% colhido. Na BA, a colheita do feijão cores foi concluída no Oeste e restam apenas algumas áreas de feijão caupi

 

 

 

Foto grátis amora feijão romano na mesa escuraFeijão 2ª safra – No Paraná, a escassez de chuvas e as temperaturas mais baixas estão impulsionando o avanço da colheita. Em Santa Catarina, a frente fria, juntamente com as chuvas e as temperaturas baixas, estão impactando negativamente o progresso da colheita, resultando em uma redução na qualidade dos grãos devido à umidade durante a maturação das lavouras. No Rio Grande do Sul, o excesso de umidade está prejudicando a colheita, com as lavouras apresentando grãos de baixa qualidade, incluindo grãos germinados e a presença de fungos, sendo as maiores perdas observadas na região central. Na Bahia, as chuvas no nordeste do estado estão beneficiando o desenvolvimento das culturas, especialmente do feijão caupi em sequeiro, enquanto a semeadura do feijão cores irrigado foi concluída em boas condições.

 

Foto grátis colheita de milho de prado verde céu azul colheita fresca gerada pela ia

Milho 1ª Safra 78,4% colhido. Em Minas Gerais, os produtores estão aguardando a redução da umidade dos grãos para concluir a colheita. No Rio Grande do Sul, as lavouras estão enfrentando perdas devido ao excesso de chuvas nos grãos maduros, falta de insolação e erosão dos nutrientes necessários para o enchimento dos grãos. Na Bahia, algumas áreas na região Centro-Sul estão sendo destinadas à silagem devido ao baixo rendimento dos grãos. No Piauí, a colheita está avançando na região do Cerrado. No Maranhão, a colheita da primeira safra está progredindo em quase todo o estado, exceto na região Norte. Em Goiás, o clima seco tem favorecido a colheita.

 

Foto grátis vista de perto do milho ainda em sua cascaMilho 2ª SafraCom apenas 1,1% colhido, a situação da safra varia em diferentes regiões do país. Em Mato Grosso, a colheita está concentrada nas áreas irrigadas, enquanto outras áreas estão no estágio de enchimento de grãos e maturação. Em Mato Grosso do Sul, o retorno das chuvas beneficiou algumas regiões, mas não conseguiu reverter completamente as perdas em outras áreas. Em Goiás, o clima seco está impactando as lavouras em enchimento de grãos, especialmente nas áreas tardias. São Paulo enfrenta uma redução no potencial produtivo devido à falta de precipitações. Minas Gerais também sofre com a ausência de chuvas, afetando a produtividade em parte do estado. No Tocantins, as lavouras estão em fase de maturação. No Maranhão, a maioria das áreas está no estágio de enchimento de grãos, mas algumas foram prejudicadas pela redução das chuvas. No Piauí, muitas lavouras foram afetadas pelo menor volume de precipitações. No Pará, a maioria das lavouras está em boas condições.

Feijão de soja em saco de saco isolado no fundo brancoSoja – Com 8,1% colhido, a situação da safra varia em diferentes regiões do país. Em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Piauí, a colheita foi finalizada. No Rio Grande do Sul, as operações de colheita têm enfrentado dificuldades devido à alta umidade do solo, problemas logísticos e demora na recepção e secagem dos grãos nos armazéns. Isso tem causado perdas quantitativas e qualitativas, como debulha das vagens, germinação dos grãos e presença de fungos. No Maranhão, a colheita foi finalizada no Sul e está em andamento nas demais regiões. Em Santa Catarina, o atraso na colheita resultou em perdas devido à germinação dos grãos nas vagens. No Pará, a redução das precipitações permitiu um grande avanço na colheita.

 

Fonte: CONAB – Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras. Atualizado em 27 de maio de 2024

 

MERCADO

INDICADORES CEPEA (Atualizados entre 24 a 31 de maio)

Foto grátis campos de trigo dourados brilham ao pôr do sol gerados por ia

MILHO: COLHEITA COMEÇA A GANHAR RITMO, MAS PREÇO SEGUE FIRME.A colheita da segunda safra de milho começa a ganhar ritmo em algumas regiões, sobretudo nas de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Ainda assim, pesquisadores do Cepea indicam que a oferta do cereal tem sido limitada no spot nacional por produtores, que, por sua vez, estão atentos aos possíveis impactos do clima quente e seco sobre a produção. Vendedores consultados pelo Cepea indicam que, se, de fato, as próximas estimativas oficiais apontarem reajustes negativos na colheita nacional, demandantes tendem a elevar a procura, já que os volumes em estoques podem diminuir. Segundo o Cepea, por enquanto, compradores têm apenas acompanhado o mercado e priorizado o consumo de estoques. Muitos estão à espera de que o avanço da colheita resulte em desvalorizações do milho para que, então, possam adquirir novos lotes. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Campos agrícolas coloridos de cima de centeio e milho de trigo girassol

SOJA: PREÇOS VOLTAM A OPERAR NOS MAIORES PATAMARES DO ANO. Os preços da soja subiram no mercado brasileiro ao longo da última semana, impulsionados pela valorização externa, pela alta nos prêmios de exportação e pela taxa cambial (R$/US$). Com isso, levantamento do Cepea mostra que os valores de negociação da soja em grão nos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), principais canais de exportação de soja do Brasil, voltaram a operar nos maiores patamares do ano. No campo, a colheita da safra 2023/24 no Brasil segue para a reta final. De acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), 97% dos 45,7 milhões de hectares cultivados haviam sido colhidos até o dia 20 de maio, restando praticamente apenas os estados do Maranhão e do Rio Grande do Sul para finalizarem as atividades de campo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis poluição por óleo na água criada com a tecnologia generative ai

ETANOL: OFERTA ELEVADA MANTÉM PREÇO EM QUEDA. A moagem de cana-de-açúcar segue firme, e o volume de etanol ofertado no spot paulista, elevado. Nesse cenário, entre 20 e 24 de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou em R$ 2,2534/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), queda de 2,89% frente ao período anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 2,6231/litro (líquido de PIS/Cofins), recuo de 1,28% na última semana frente ao período anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, além da moagem em ritmo acelerado, o aumento na oferta foi reforçado pela necessidade de “fazer caixa” por parte de algumas unidades produtoras. Do lado comprador, pesquisadores do Cepea indicam que a proximidade do ferido de Corpus Christi nesta quinta-feira, 30, e a sequência de boa vantagem do biocombustível nas bombas frente à gasolina C geraram a necessidade de aquisição de novos volumes. Apesar disso, a demanda ainda esteve abaixo da oferta. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis bela foto de um campo branco com céu nubladoTRIGO: CENÁRIO EXTERNO ELEVA PREÇOS NO BRASIL.Os preços do trigo estão subindo com certa força nos mercados externos e interno. Pesquisadores do Cepea indicam que, no mercado internacional, agentes estão atentos ao clima desfavorável em importantes regiões produtoras da Rússia, país que, vale lembrar, é o maior exportador mundial de trigo. Esse cenário traz preocupações quanto à oferta global do cereal. Atentos a esse contexto, triticultores brasileiros consultados pelo Cepea procuraram segurar as vendas, especialmente de lotes de trigo de melhor qualidade, aguardando ofertas de valores maiores. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, neste período de entressafra, o volume em estoque é menor e isso fortalece a posição vendedora. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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AÇÚCAR: INDICADOR OSCILA NESTE ENCERRAMENTO DE MAIO. Os preços médios do açúcar cristal branco praticados no mercado spot do estado de São Paulo vêm registrando variações acentuadas nestas últimas semanas de maio, oscilando entre R$ 135,00 e R$ 139,00 por saca de 50 kg. Segundo pesquisadores do Cepea, essas diferenças nos patamares de negociação podem estar atreladas à qualidade do cristal predominante no spot a cada dia. Levantamento do Cepea mostra que, com o avanço na produção do açúcar da safra 2024/25, o cristal tipo Icumsa 180 tem sido vendido pelas usinas a preços mais baixos, devido à maior disponibilidade. Já para o tipo Icumsa 150, o cenário é diferente, tendo em vista que grande parte da produção desse açúcar é vendida por meio de contratos aos mercados interno e externo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Flores de algodão

ALGODÃO: ALTA EXTERNA SUSTENTA VALORES NO BRASIL. Os bons registros de exportações de algodão norte-americanas neste mês de maio evidenciam que o mercado externo está demandando mais pluma. Os preços físicos no Extremo Oriente deram um salto, alavancando os valores do algodão na Bolsa de Nova York (ICE Futures). Diante disso, no Brasil, levantamento do Cepea indica que as cotações tiveram suporte da maior paridade de exportação, mas o avanço da colheita da temporada 2023/24, que deve registrar boa produção, limitou as altas domésticas. De acordo com pesquisadores do Cepea, a recuperação nos preços internacionais estimulou também a realização de novos contratos a termo, tanto a valores fixos como a fixar posteriormente. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis arroz moído em uma tigela e uma colher de pau no chão de cimento preto.ARROZ: PREÇOS SEGUEM FIRMES, MAS LIQUIDEZ DIMINUI. O Rio Grande do Sul continua enfrentando um cenário desafiador. Levantamento do Cepea mostra que, no início da semana passada, as condições climáticas favoráveis permitiram a continuidade da colheita do cereal – que havia sido interrompida pelas fortes chuvas –, e novos players voltaram a negociar. Esse cenário resultou em reações mais intensas nos preços naquele período. Contudo, a partir da quarta-feira, 22, o estado foi atingido novamente por fortes chuvas e rajadas de vento, o que dificultou a logística de escoamento e deixou agentes mais receosos. Segundo pesquisadores do Cepea, as precipitações impediram o carregamento da matéria-prima comercializada em semanas anteriores, adiando novas negociações. Dificuldades para emitir notas fiscais também influenciam a menor liquidez. Além disso, o cancelamento do leilão de compra por parte da Conab e toda a polêmica gerada com a intervenção do governo reforçaram o menor ritmo de negócios. O governo zerou a TEC (Tarifa Externa Comum) para importação de arroz de fora do Mercosul até final de 2024. Essas ocorrências atípicas têm deixado muitos colaboradores consultados pelo Cepea receosos sobre o futuro do mercado do arroz em casca. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis vacas em um campo verde em um dia ensolaradoBOI: NEGÓCIOS SEGUEM LENTOS E PREÇOS, EM QUEDA. O ritmo de negócios envolvendo boi gordo no mercado físico nacional está lento, e a pressão sobre os valores de animais para abate se mantém, resultando em novas baixas diárias nos preços da arroba nas diferentes praças acompanhas pelo Cepea. Com clima mais seco na maior parte das regiões, pecuaristas consultados pelo Cepea que ainda têm lotes prontos para venda têm tido dificuldade para resistir aos valores menores propostos pela indústria. Na parcial de maio (até o dia 21), o Indicador do Boi Gordo CEPEA/B3, que tem como referência o mercado paulista, acumula queda de 1,85%. Quanto às exportações de carne bovina in natura, estas vêm registrando bom desempenho neste mês de maio, conforme apontam dados da Secex. Os embarques diários apresentam média de 10,694 mil toneladas até o dia 17 deste mês, totalizando 128,33 mil toneladas no período. O atual ritmo de escoamento está acima do observado em abril/24, quando os embarques diários tiveram média de 9,456 mil toneladas, e também do de maio do ano passado, quando esteve em 7,656 mil toneladas. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis visão da xícara de caféCAFÉ: CONDIÇÕES PRODUTIVAS NO VIETNÃ ELEVAM PREÇOS NO BRASIL.  Apesar de a colheita de café ter sido iniciada no Brasil – cenário que, geralmente, acaba pressionando os valores de negociação –, o mercado doméstico tem apresentado reação nos preços. Segundo pesquisadores do Cepea, a influência vem do contexto internacional, em especial das condições produtivas do Vietnã. Pesquisadores do Cepea indicam que o país asiático, que é o maior produtor mundial de robusta, tem atravessado um período de clima seco, e isso deve resultar em importantes consequências para a colheita local. E a possibilidade de a disponibilidade total de café ao fim da safra 2024/25 ficar aquém do necessário, por sua vez, tem elevado os preços do café brasileiro. No Brasil, o clima tem ajudado no andamento da colheita, que ainda está ganhando ritmo – levantamento do Cepea mostra que, até o momento, o total colhido equivale a menos de 20% da produção esperada. Tanto para o arábica quanto para o robusta, os relatos de grãos mais miúdos e com problemas de formação têm sido muito frequentes, mas essas condições podem melhorar conforme a colheita avançar. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis vista superior de frango cozido temperado com batatas na superfície escuraFRANGO: CAI PODER DE COMPRA DE AVICULTOR FRENTE AO FARELO. Os preços médios do frango vivo em maio estão abaixo dos observados em abril, ao passo que os do farelo de soja, importante insumo da atividade, apresentam forte alta. Diante disso, cálculos do Cepea mostram que o poder de compra do avicultor frente ao derivado de soja está em queda e já é o menor desde dezembro do ano passado. Dados do Cepea indicam que, nesta parcial de maio (até o dia 22), com a venda de um quilo de frango vivo, o avicultor consegue comprar 2,28 quilos de farelo de soja, expressiva retração de 13,1% frente à quantidade possível de ser adquirida em abril e o menor volume deste ano. Segundo pesquisadores do Cepea, a desvalorização do animal vivo se deve ao enfraquecimento no ritmo de vendas da proteína e ao aumento da disponibilidade interna. Com isso, muitos agentes de frigoríficos estiveram mais afastados das aquisições de novos lotes, evitando elevar os volumes de carne em estoque. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

 

CLIMA

PREVISÃO DE CHUVA 

(27 de maio e 12 de junho de 2024)

Primeira semana – 27/05/2024 a 3/06/2024

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) concluiu na segunda-feira (27), a previsão do tempo para as próximas duas semanas. Na primeira, entre os dias 27 de maio a 3 de junho, a semana poderá apresentar acumulados de chuva que poderão ultrapassar 60 mm (tons em laranja), principalmente em áreas das Regiões Norte. Isso se deve à combinação do calor e alta umidade que continua influenciando as instabilidades nas regiões.

Região Norte: a combinação do calor e alta umidade irá provocar pancadas de chuvas no decorrer da semana, com valores maiores que 60,0 mm em áreas do centro-norte do Amazonas e do Pará, bem como nos estados de Roraima e Amapá. Nas demais áreas, não se descartam pancadas de chuvas isoladas com menores acumulados.

Região Nordeste: há previsão de chuva, especialmente entre os Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco a partir de terça-feira, dia 28. As instabilidades nestas áreas são provocadas devido ao transporte de umidade do oceano para o continente que favorecerão a ocorrência de chuvas, podendo superar os 40 mm. Não se descartam pancadas de chuvas isoladas em áreas da faixa norte, desde o Maranhão até o Rio Grande do Norte. Enquanto no interior da região, a previsão é de tempo quente e sem chuva.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste: não há previsão de chuvas, exceto em áreas do sul de Minas Gerais, bem como na parte leste dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, onde deve ocorrer chuvas rápidas e passageiras devido a passagem de um sistema frontal.

Região Sul: a semana começa com chuvas intensas devido a passagem de um sistema frontal, além de rajadas de vento que podem superar 60 km. Mas a partir do dia 29, a previsão é de tempo bom e sem chuva. Além disto, a previsão indica queda nas temperaturas, principalmente no início da semana.

Figura 1: Previsão para a 1ª semana (27/05/2024 a 3/06/2024):

Segunda semana (04/06/2024 a 12/06/2024):

A figura 2 apresenta a previsão de chuva para a segunda semana, entre os dias 04 e 12 de junho de 2024. De acordo com o modelo de previsão numérica, a semana poderá apresentar volumes de chuva maiores que 70 mm no norte da Região Norte e costa leste da Região Nordeste.

Região Norte: os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no noroeste do Amazonas, norte do Pará, além de áreas do oeste do Acre, Roraima e Amapá, com acumulados que podem superar 60 mm. Nas demais áreas, os volumes devem ser inferiores a 30 mm.

Região Nordeste: a previsão é de chuvas em forma de pancadas que podem superar os 60 mm. Entre os Estados do Maranhão e o Rio Grande do Norte, não se descartam pancadas de chuvas isoladas com menores acumulados. Já no interior da região, a previsão é de tempo quente e seco.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste: segue com previsão de tempo seco e quente, exceto em áreas do Espírito Santo, onde podem ocorrer chuvas rápidas e passageiras, com volumes inferiores a 30 mm.

Região Sul: a previsão é de tempo seco e quente, exceto no extremo sul do Rio Grande do Sul, onde podem ocorrer chuvas rápidas e passageiras.

Figura 2: Previsão para a 2ª semana (04/06/2024 a 12/06/2024)

Fonte: INMET – INFORMATIVO METEOROLÓGICO N°20/2024

EVENTOS E CURSOS AGRO

Confira aqui e aproveite a oportunidade!

DATA DE INÍCIO: 4 de junho de 2024 08:00
DATA FINAL: 6 de junho de 2024 18:00
CATEGORIA: Conferência
ENDEREÇO: CENTRO DE CONVENÇÕES GOIÂNIA R. 4, 1400 – St. Central, Goiânia – GO, 74025-020 –
Mais informações e inscrições (Preços variados): Agroagenda 29/05/2024
Evento Presencial
DATA DE INÍCIO: 11 de junho de 2024 08:00
DATA FINAL: 13 de junho de 2024 18:00
CATEGORIA: Congresso
ENDEREÇO: Parque D. Pedro – Campinas-SP
TELEFONE: (43) 3025-5121
Mais informações e inscrições (preços variados): Agroagenda 29/05/2024
Evento Presencial
DATA DE INÍCIO: 13 de junho de 2024 08:00
DATA FINAL: 15 de junho de 2024 18:00
CATEGORIA: Encontro
ENDEREÇO: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo – Campo Grande – MS
Mais informações e inscrições (preços variados): Agroagenda 23/05/2024
Evento presencial
DATA DE INÍCIO: 4 de junho de 2024 08:00
DATA FINAL: 6 de junho de 2024 17:00
CATEGORIA: Feira agro
ENDEREÇO: Aeroporto de Três Pontas Avenida Ipiranga | Altura do nº 1.745 Santana – Três Pontas | MG
TELEFONE: (11) 3586-2233 / (11) 94114-0160
Mais informações e inscrições: Agroagena 29/05/2024
Evento presencial e gratuito
                               
DATA DE INÍCIO: 6 de junho de 2024 08:00
DATA DE TÉRMINO: 8 de junho de 2024 18:00
CATEGORIA: Feira agro
ENDEREÇO: Centro de Eventos do Ceará – Av. Washington Soares, 999 – Edson Queiroz, Fortaleza – CE
Mais informações e inscrições: Agroagenda 23/05/2024
TELEFONE(85) 3535-8000
Evento presencial e gratuito 
DATA DE INÍCIO: 4 de junho de 2024 19:00
DATA DE TÉRMINO: 4 de junho de 2024 20:00
CATEGORIA: Palestra
Mais informações e inscrições: Agroagenda 29/05/2023
Evento on-line e gratuíto 

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