Curadoria Semanal: Principais Informações do Mundo Agro! 29 de junho a 05 de julho de 2024

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Curadoria Semanal: Principais informações sobre o mundo do agronegócio. Atualize-se e compartilhe!

GERAIS

Com mais recursos, Governo Federal lança Plano Safra 24/25

Evento acontece a quarta-feira (3) no Palácio do Planalto, em Brasília, às 15h

Na quarta-feira (3), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lançam o Plano Safra 2024/2025. A cerimônia será realizada em Brasília, no Palácio do Planalto, às 15h.

O Plano Safra oferece linhas de crédito, incentivos e políticas agrícolas para produtores rurais. No âmbito do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), estão o crédito rural e os programas destinados a médios e grandes produtores.

Fonte: Mapa 03/07/2024

Produção e preservação devem andar juntas

Foto grátis campo verde com o sol

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro se reuniu com a subsecretária-geral das Nações Unidas e diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Inger Andersen, e representantes do Ministério das Relações Exteriores, para dialogar sobre a agenda ambiental brasileira. O encontro ocorreu nesta terça-feira (2) na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília.

Na ocasião, o ministro Fávaro destacou a atuação do Governo Federal para o desenvolvimento do agronegócio com práticas sustentáveis. “Produzir e preservar são aditivos fundamentais, precisam caminhar juntos e estamos trabalhando nisso aqui no Brasil”, afirmou.

Para a diretora do PNUMA, o Brasil possui a oportunidade de combinar a vocação ambiental com a competência na agropecuária de forma estratégica, dados o capital natural – extensas áreas de vegetação, vasta biodiversidade, recursos hídricos, condições climáticas favoráveis –, as tecnologias e as cadeias produtivas estruturadas e o arcabouço de políticas públicas voltadas à sustentabilidade. “O trabalho que tem sido desenvolvido por esse Ministério, como o Plano ABC, reforça o compromisso contínuo da agricultura e o desenvolvimento sustentável”, elogiou Inger Andersen.

Após o ministro Fávaro pontuar o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD), Andersen demonstrou interesse em divulgar o programa para os demais parceiros das Nações Unidas. “O programa (PNCPD) é exatamente o que precisa ser feito -descarbonização e o aumento da sustentabilidade social e ambiental da atividade agropecuária. É o que estamos recomendando para os países ao redor do globo”, afirmou a diretora.

Fávaro ainda reforçou que o Plano Safra 2024/25, que será lançado nesta quarta-feira (3), continuará incentivando os produtores a utilizarem práticas sustentáveis, por meio do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, com vistas ao Desenvolvimento Sustentável (2020-2030) (Plano ABC+).

Na oportunidade, também foram tratados temas como a presidência brasileira do G20; o modelo de agricultura tropical, baseado em ciência, tecnologia e inovação implementado no Brasil e como ele servirá para ajudar países como a África e a Índia; o domínio do Brasil na produção de biofertilizantes e a representatividade do Brasil nos fóruns internacionais.

Também participaram da reunião a secretária de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo, Renata Miranda; o assessor especial do ministro Carlos Fávaro, Carlos Augustin; o diretor regional e representante do PNUMA na América Latina e Caribe, Juan Bello; o representante do PNUMA no Brasil, Alberto Pacheco Capella; a diretora do Departamento de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, Maria Angélica Ikeda; entre outros.

PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE

O PNUMA é a principal voz global sobre o meio ambiente. Fornece liderança e incentiva a parceria no cuidado com o meio ambiente, inspirando, informando e permitindo que nações e povos melhorem sua qualidade de vida sem comprometer a qualidade de vida das gerações futuras. A missão do PNUMA no Brasil é disseminar, entre parceiros e sociedade, informações sobre acordos ambientais, programas, metodologias e conhecimentos sobre temas ambientais relevantes da agenda global e regional e, também, promover uma maior participação e contribuição de especialistas e instituições brasileiras em foros, iniciativas e ações internacionais.

Fonte: Mapa 03/07/2024

Linha de crédito para fortalecimento da produção de orgânicos no país

Homem cultivando legumes em seu jardim interno

Com mais de 25,4 mil registros no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos, o setor ainda encontra espaço para crescer e se desenvolver. Em reunião sesta terça-feira (2) no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o ministro Carlos Fávaro discutiu a construção de propostas para o fortalecimento da agricultura orgânica brasileira com o presidente da Câmara Setorial Temática da Cadeia Produtiva da Agricultura Orgânica, Rogério Dias; o diretor da Fazenda Malunga, Joe Valle e o deputado federal Bohn Gass.

“Não podemos manter a ideia de que os alimentos orgânicos são para poucos. Já vimos que a agricultura orgânica apresentou aumento de produção e de produtividade com diminuição do custo de produção”, enfatizou o ministro.

Por isso, os pontos que serão desenvolvidos pelo Mapa, por meio das Secretarias de Defesa Agropecuária (SDA) e de Política Agrícola (SPA), estão a revigoração da Câmara Setorial e o debate nas normativas que regem o setor, além de ajustes para a viabilização de uma linha de crédito com juros diferenciados que incentivem e fomentem a produção orgânica.

De acordo com a Lei nº 10.831/2003, produto orgânico é aquele que é feito por meio de um sistema de produção agropecuária mediante a otimização do uso dos recursos naturais e socioeconômicos disponíveis, empregando, sempre que possível, métodos culturais, biológicos e mecânicos, em contraposição ao uso de materiais sintéticos, a eliminação do uso de organismos geneticamente modificados e radiações ionizantes, em qualquer fase do processo de produção, processamento, armazenamento, distribuição e comercialização, e a proteção do meio ambiente. Para a comercialização, os produtos orgânicos precisam ser certificados por organismos credenciados pelo Mapa.

Fonte: Mapa 03/07/2024

Workshop sobre impacto da poluição plástica está com inscrições abertas

Adobe Firefly -

Estão abertas as inscrições para participação no 1º Workshop da Rede Midas Mongaru: Circularidade na Cadeia de Plásticos, que será realizado nos dias 18 e 19 de julho, em São Carlos (SP). O evento é uma realização do INCT Midas, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e INCT Circularidade em Materiais Poliméricos, coordenado pela Embrapa Instrumentação, que vai sediar o workshop.

O objetivo do evento é gerar um debate que conecte academia, indústria, cooperativas, poder público e sociedade, incluindo educadores dedicados às questões da sustentabilidade e educação empreendedora, atores que podem ser potenciais colaboradores para minimizar o impacto da poluição plástica. Com formato interativo e colaborativo, o workshop será composto de seis painéis temáticos, com apresentação de alguns casos de sucesso e desafios envolvendo logística reversa, educação ambiental, legislação e políticas públicas, uso de plásticos biodegradáveis e de fontes renováveis, educação empreendedora, além do design para a circularidade. Ao final do evento, os organizadores pretendem formalizar um plano de ações e de compromissos para levar adiante propostas resolutivas apontadas durante os dois dias de discussões.

Girar a roda

De acordo com a professora Alessandra Lucas da UFSCar, uma das instituições promotoras do workshop, a partir dos casos de sucesso, muitos desafios serão apresentados e escolhidos para ações a curto, médio e longo prazo. “Planos de ação em âmbito local, regional e nacional serão traçados, de forma a direcionar as atividades da Rede Midas Mongaru e do INCT Circularidade em Materiais Poliméricos. Não queremos reinventar a roda da circularidade dos plásticos, mas fazê-la girar conectando atores importantes deste sistema”, afirma a professora.

Entre as presenças já confirmadas estão membros das cooperativas de coleta seletiva de São Carlos e Araraquara, além do presidente do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), Ronei Silva, e Telines Basílio, presidente da Coopercaps, uma cooperativa modelo em São Paulo.

Para realizar a inscrição, acessar o site do evento Midas Mongaru. Dúvidas poderão ser enviadas para o e-mail: [email protected]. O evento é apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Fundação de Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI-UFSCar) e Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa-UFSCar).

Rede e INCTs

A Rede Midas Mongaru foi criada por docentes do DEMa, integrantes do INCT Midas de Tecnologias Ambientais e também do INCT Circularidade em Materiais Poliméricos. Os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), criados em 2008, têm o objetivo de promover ações que fortaleçam colaborações com grupos de excelência de países líderes na respectiva área de atuação, facilitando a inserção da ciência e tecnologia brasileira no cenário internacional.

O programa é conduzido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), CNPq, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e diversas fundações de amparo à pesquisa estaduais. O INCT Circularidade em Materiais Poliméricos é apoiado pela Fapesp.-

Mapa estabelece diretrizes para retrabalho, revalidação e reprocessamento de produtos químicos

Foto grátis coquetéis multicoloridos com e sem álcool com canudinhoSecretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária publicou, na última quinta-feira (27), a Portaria SDA/Mapa nº 1.136, que estabelece novas diretrizes para os procedimentos de retrabalho, revalidação e reprocessamento (3Rs) de produtos formulados, produtos técnicos e pré-misturas de natureza química. Esta norma, elaborada em cumprimento ao art. 38 da Lei nº 14.785, de 27 de dezembro de 2023, visa instituir os mecanismos para a padronização dos procedimentos dos 3Rs no contexto da industrial garantindo a rastreabilidade, a segurança e a qualidade desses produtos.

A implementação desta portaria reforça o compromisso do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com a segurança e qualidade dos produtos químicos utilizados no setor agrícola, promovendo a sustentabilidade e a confiança nos processos produtivos. Alinhada aos ODS (objetivos de desenvolvimento sustentável) da Organização das Nações Unidas (ONU), esta norma visa contribuir para a mitigação das mudanças climáticas, promovendo práticas que reduzem a emissão de carbono e promovem um ambiente mais sustentável.

A medida pode contribuir para a redução da emissão de gases do efeito estufa por meio da redução da incineração de produtos que agora podem ser revalidados ou reprocessados com a preservação da especificação de registro comprovadas pela elaboração de estudos. A norma contou com a participação de servidores públicos do Mapa, Anvisa e Ibama, que harmonizaram os procedimentos técnicos. Além disso, a Portaria propõe que revalidação e reprocessamento sejam procedimentos extremamente controlados e excepcionais, promovendo uma melhor alternativa à incineração desses produtos, que hoje é considerada a destinação ambientalmente adequada.

Fonte: Mapa 03/07/2024

 

PRODUÇÃO

 

Embrapa e Acelen Renováveis iniciam domesticação da macaúba para combustível de aviação e e bioprodutos

Leandro Lobo -

Foto: Leandro Lobo

Uma reunião técnica, envolvendo lideranças científicas da Acelen Renováveis, da Embrapii e da Embrapa, deu início ao projeto de desenvolvimento tecnológico das espécies de palmeira macaúba para produção de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês), diesel verde (HVO, em inglês), energia térmica e outros coprodutos de alto valor agregado.  A parceria de inovação aberta visa contribuir para a domesticação da macaúba e a decorrente implantação de lavouras comerciais e o melhor aproveitamento dos frutos (casca, polpa, endocarpo e amêndoa) via processos mais eficazes para extração de óleos de alta qualidade e geração de bioprodutos.

O projeto, que terá a duração de cinco anos, está amparado em dois acordos de cooperação técnica firmados entre a Acelen Renováveis e a Embrapa Agroenergia, cujos investimentos somam R$ 13,7 milhões, com o apoio financeiro da Embrapii e do BNDES, e envolvem o aporte científico de outros quatro centros de pesquisa, as Embrapas Algodão, Florestas, Meio Norte e Recursos Genéticos e Biotecnologia.

O empreendimento da Acelen Renováveis está desenhado para atender o processo de transição energética, oferecendo combustíveis renováveis em larga escala, e tem claras orientações ambientais e sociais, na medida em que visa criar sistemas de produção descarbonizados em áreas de condição semiárida, criando novas opções econômicas para comunidades carentes, e o reaproveitamento de efluentes industriais. Espera-se a criação de 90 mil empregos diretos e indiretos e a geração anual de R$ 7,4 bilhões de renda para as populações envolvidas.

Fonte: Embrapa 03/07/2024

Aplicativo para exame andrológico de bovinos é o novo aliado da pecuária de corte no Brasil

Raquel Brunelli - O aplicativo é capaz de gerar um banco de dados com informações relevantes para o setor
Foto: Raquel Brunelli

A Embrapa apresenta ao mercado o primeiro aplicativo de exame andrológico do País. Em desenvolvimento desde 2022, a nova ferramenta tem potencial para incrementar a pecuária de corte no Brasil, uma vez que auxilia médicos-veterinários na seleção de reprodutores bovinos com melhor desempenho genético. Construída por equipes da Embrapa Pantanal (MS) e Embrapa Gado de Corte (MS), a plataforma é gratuita e pode ser usada em dispositivos móveis e computadores, em todo o território nacional. O app já está à disposição de parceiros para ampla adoção, em programas de melhoramento genético e por empresas de equipamentos veterinários.

“O aplicativo contém um conjunto de informações, organizadas e padronizadas, que auxiliam o médico-veterinário na realização de exames clínicos, físicos e morfológicos. Além disso, esses dados agilizam a emissão de laudos e o diagnóstico final para os proprietários, com base nos seguintes critérios: apto, apto para monta natural, inapto temporário ou inapto”, detalha a médica-veterinária Juliana Correa, coordenadora da iniciativa.

Um dos maiores ganhos de inovação, propiciado pelo app, é a padronização da qualidade. Aliado a isso, é capaz de gerar um banco de dados com informações relevantes para o setor, como quantidade de exames andrológicos realizados por ano, idade dos touros, quantidade de patologias, regiões que apresentam mais problemas relacionados a enfermidades espermáticas, entre outras. Os dados técnicos do animal serão disponibilizados pela Embrapa, a fim de contribuir com futuras demandas de pesquisa. Segundo Correa, para garantir a acurácia dos dados de entrada na plataforma, é fundamental que a coleta a campo seja feita por um médico-veterinário capacitado. Por isso, logo na tela de entrada, é preciso que o profissional insira o seu registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).

Fonte (reportagem): Embrapa 03/07/2024

Reunião Técnica da Cultura do Pessegueiro capacita produtores em comunidades agrícolas da região sul do RS

Reunião Técnica da Cultura do Pessegueiro acontece entre os dias 16 e 19 de julho em quatro encontros realizados pela tarde, das 13h30min às 17h. A reunião, voltada à safra de 2024, aborda os principais fatores que afetam a cultura, o acesso ao crédito e as características da região produtora em Morro Redondo (RS), Pelotas (RS) e Canguçu (RS).

Datas e locais:
16/07 – Auditório do Centro de Eventos – Morro Redondo
17/07 – Comunidade São Pedro, Vila Nova – Pelotas
18/07 – Comunidade São Mateus, São Manuel – Pelotas
19/07 – Centro Comunitário da Glória, Colônia Glória – Canguçu

O pesquisador Dori Edson Nava avalia a reunião como um momento de capacitação, com objetivo de transmitir “recomendações e informações voltadas para o sistema de produção do pêssego, incluindo o controle de pragas, a meteorologia, a apresentação de nova cultivar de pessegueiro e as normas para a requisição do Proagro”, disse.

A programação ministrada por pesquisadores da Embrapa Clima Temperado e extensionistas da Universidade Federal de Pelotas e Emater/RS – Ascar, conta com os temas: manejo de doenças: uso eficiente de fungicidas no controle de doenças; manejo de pragas: registro do dimetoato e controle de formigas; clima na região produtora de Pelotas; apresentação da cultivar de pessegueiro Jaspe e o uso do crédito agrícola.

A reunião técnica é promovida pela Embrapa Clima Temperado em parceria com a Emater/RS-Ascar, a Associação dos Produtores de Pêssego da Região de Pelotas (APPRP), o Sindicato das Indústrias de Doces e Conservas Alimentícias de Pelotas (Sindocopel), Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pelotas, Universidade Federal de Pelotas, Secretaria de Agricultura de Pelotas, Secretaria de Agricultura de Morro Redondo e a Secretaria de Agricultura de Canguçu.

 

Monitoramento semanal das condições das lavouras

Atualizado em 01 de julho

Foto grátis planta de algodão macio no prado dourado do pôr do sol gerado por ia

Algodão  – 9,5 % colhido. Em MT, a colheita está em andamento em condições climáticas favoráveis. Na BA, a colheita está em evolução nas lavouras de sequeiro, no Oeste e no Centro-Sul, e apresentam bom rendimento e qualidade de fibra. Em MS, o avanço da colheita nas regiões Centro-Norte e Leste tem permitido observar as perdas devidas ao excesso e escassez de chuvas durante o ciclo. No MA, em Gerais de Balsas, a colheita progride nas lavouras de primeira safra, favorecida pelo clima, enquanto as de segunda safra estão, em sua maioria, em maturação. Em GO, a colheita ocorre de forma pontual na região Sul e Leste, com bons resultados e qualidade de fibra. As áreas irrigadas estão em fase reprodutiva. Em MG, nas primeiras lavouras colhidas, verificam-se perdas ocorridas devido ao excesso de chuva durante a formação de maçãs. Em SP, a colheita está sendo finalizada.

Foto grátis foto de foco seletivo de uma planta verde no campo

Feijão 2ª safra – Em MT, a colheita está em andamento em condições climáticas favoráveis. Na BA, a colheita está em evolução nas lavouras de sequeiro, no Oeste e no Centro-Sul, e apresentam bom rendimento e qualidade de fibra. Em MS, o avanço da colheita nas regiões Centro-Norte e Leste tem permitido observar as perdas devidas ao excesso e escassez de chuvas durante o ciclo. No MA, em Gerais de Balsas, a colheita progride nas lavouras de primeira safra, favorecida pelo clima, enquanto as de segunda safra estão, em sua maioria, em maturação. Em GO, a colheita ocorre de forma pontual na região Sul e Leste, com bons resultados e qualidade de fibra. As áreas irrigadas estão em fase reprodutiva. Em MG, nas primeiras lavouras colhidas, verificam-se perdas ocorridas devido ao excesso de chuva durante a formação de maçãs. Em SP, a colheita está sendo finalizada. No PR, a colheita foi concluída. Registra-se perda de potencial produtivo, especialmente nas lavouras de plantio tardio, devido à escassez de chuvas nas fases mais críticas do ciclo. Na BA, as operações de colheita avançam nas lavouras de feijão-caupi. Os grãos obtidos apresentam boa qualidade e rendimento acima do esperado. O feijão-cores irrigado está em estágio de enchimento de grãos em ótimas condições. Em MG, a colheita está quase concluída, restando as lavouras de plantio mais tardio, principalmente no Sul. A elevada incidência de mosca-branca e as restrições hídricas têm gerado perda de rendimento e de qualidade nos grãos.

Foto grátis vapores de café fresco na mesa de madeira fecham a ia generativa

Café – Em MG, a colheita avançou, favorecida pelo clima seco e atingiu cerca de 35% da área total. A colheita iniciou
antecipadamente devido à florada mais precoce, no começo do ciclo, e pelas temperaturas elevadas durante a granação e maturação. Esta condição acelerou parte da fenologia da cultura, causando desuniformidade na maturação, nessas primeiras áreas, e elevado percentual de peneira baixa. O alto percentual de grãos verdes observados no início da colheita reduziram o potencial produtivo dessas lavouras mais precoces, devido à colheita de frutos imaturos e mais leves.

 

Foto grátis vista de perto do milho ainda em sua casca

Milho 2ª Safra – 47,9% colhido. Em MT, a colheita está acelerada e em algumas regiões está próxima da conclusão. As produtividades e a qualidade dos grãos são consideradas boas. No PR, a falta de chuvas tem prejudicado o desenvolvimento das lavouras tardias no Norte. Em MS, a estiagem prolongada tem prejudicado as lavouras mais tardias na região Sudoeste, mas favorece a colheita. Em GO, a colheita avança, principalmente no Sudoeste. Os grãos colhidos apresentam boa qualidade, mas o peso dos grãos está abaixo do esperado devido à restrição hídrica em grande parte das lavouras. Em SP, a colheita está em progresso e as produtividades estão abaixo das estimadas inicialmente. Em MG, a restrição hídrica durante a fase reprodutiva afetou boa parte das lavouras. No TO, a colheita evolui e os rendimentos são variáveis em função da época do plantio. No MA, a colheita ocorre especialmente no Sul. As lavouras semeadas tardiamente apresentam redução na produtividade devido à incidência de pragas e à redução das precipitações. No PI, a colheita foi iniciada. No PA, o clima seco permitiu o avanço da colheita nas regiões da BR-163 e de Redenção, onde se verificam boas produtividades e qualidade dos grãos. No polo de Paragominas, a redução das precipitações impacta o potencial produtivo das lavouras nos estágios reprodutivos. Na região de Santarém, as chuvas têm favorecido o desenvolvimento

Campo de trigo dourado

Trigo – 77,4% semeado. No RS, apesar dos poucos dias sem chuva, foi possível observar a evolução da semeadura que alcançou cerca de 60% da área estimada. O menor percentual semeado é na região Nordeste. No PR, a semeadura está em andamento, com a maior parte das lavouras em boas condições. Algumas lavouras iniciaram a fase de enchimento de grãos. As chuvas nos Campos Gerais, Centro-Sul, Sudeste e Região Metropolitana de Curitiba reduziram o ritmo da semeadura. Em SP, as altas temperaturas e a falta de chuva influenciam no desenvolvimento das lavouras. Em SC, de maneira geral, as áreas inicialmente implantadas apresentam bom estabelecimento e desenvolvimento vegetativo satisfatório. Na BA, as lavouras estão em bom desenvolvimento, favorecidas pela alta luminosidade e baixas temperaturas noturnas. Em MG, as lavouras de sequeiro apresentam produtividades abaixo do esperado inicialmente. Em GO, a colheita das lavouras de sequeiro avança na região Leste. Em MS, a restrição hídrica tem prejudicado muitas áreas e nota-se desuniformidade no estande de plantas.

Fonte: CONAB – Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras. Atualizado em 01 de julho de 2024

 

MERCADO

INDICADORES CEPEA 

Foto grátis campos de trigo dourados brilham ao pôr do sol gerados por ia

MILHO: MAIOR OFERTA MANTÉM PREÇOS EM QUEDA. Os preços do milho estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Um dos motivos é a colheita da segunda safra em ritmo mais adiantado neste ano, o que tem elevado a oferta do cereal em muitas praças, como Paraná e Mato Grosso. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores está mais flexível nas negociações de novos lotes, mas demandantes limitam as compras, priorizando o recebimento do milho já adquirido antecipadamente. Além disso, a disponibilidade global na atual temporada está elevada – tendo em vista as maiores produções nos Estados Unidos e na Argentina. Ainda conforme pesquisadores do Cepea, nem mesmo a valorização do dólar foi suficiente para conter os recuos no spot. Mesmo assim, o avanço da moeda norte-americana pode elevar a paridade de exportação e permitir altas nas cotações internas. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br).

Campos agrícolas coloridos de cima de centeio e milho de trigo girassol

SOJA: VALORIZAÇÃO CAMBIAL SUSTENTA PREÇOS. As cotações da soja caíram na última semana. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem sobretudo da maior oferta no mercado spot nacional, resultado do encerramento das atividades de campo da safra 2023/24 no Brasil e na Argentina. Diante disso, conforme pesquisas do Cepea, parte dos sojicultores mostrou interesse em negociar maiores lotes da temporada atual, até mesmo para liberar espaço nos armazéns para a entrada da segunda safra de milho. Além disso, a demanda externa pela soja brasileira diminuiu na última semana, influenciando também nas quedas dos prêmios de exportação e dos preços domésticos. Por outro lado, segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao Real limitou as baixas no Brasil. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis poluição por óleo na água criada com a tecnologia generative ai

ETANOL: PREÇOS SOBEM PELA 3ª SEMANA CONSECUTIVA. Os preços do etanol subiram pela terceira semana consecutiva. Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte vem sobretudo da postura ainda firme do vendedor, que mostrou baixo interesse de negociação. Além disso, agentes de usinas estão atentos à atratividade das vendas de açúcar ao mercado externo, impulsionadas, por sua vez, pela forte valorização do dólar frente ao Real. Assim, entre 24 e 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado fechou em R$ 2,4665/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), alta de 2,29% frente ao período anterior. Para o anidro, o Indicador foi de R$ 2,7348/litro (líquido de PIS/Cofins), acréscimo de 0,53% no mesmo comparativo. Quanto à safra sucroenergética 2024/25 no Centro-Sul, a colheita e a moagem de cana-de-açúcar vêm avançando favorecidas pelo clima. Do lado da demanda, a procura na ponta varejista, principalmente do estado de São Paulo, se mantém firme, sustentada pelo cenário vantajoso do biocombustível frente à gasolina. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis bela foto de um campo branco com céu nubladoTRIGO: BAIXA OFERTA E DÓLAR SUSTENTAM ALTA DE PREÇOS EM JUNHO. Os preços do trigo se mantiveram em alta ao longo de junho, período de entressafra e de baixa disponibilidade do cereal. Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao Real também deu suporte às cotações domésticas, à medida que encarece as importações do trigo. O ritmo de negociação, contudo, esteve lento em junho. Produtores voltaram as atenções à semeadura da próxima safra, e os vendedores ativos no spot pediram preços maiores em novos fechamentos. Do lado da demanda, muitos agentes de moinhos se mostraram abastecidos, sem necessidade de adquirir grandes volumes. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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AÇÚCAR: VENDAS INTERNAS PERDEM VANTAGEM SOBRE EXTERNAS. Enquanto os preços do açúcar cristal branco no mercado spot do estado de São Paulo encerraram junho em queda, as cotações externas subiram. Como resultado, levantamento do Cepea aponta que as vendas domésticas perderam vantagem sobre as exportações, cenário não era visto desde a primeira semana oficial da safra 2024/25, em abril. De 24 a 28 de junho, a média do Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, foi de R$ 134,31/saca de 50 kg, e a das cotações do contrato nº 11 da ICE Futures (vencimento Julho/24), de R$ 144,59/sc. Assim, as vendas externas remuneraram 7,65% a mais do que o spot paulista. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão sobre as cotações domésticas vem da demanda enfraquecida. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Flores de algodão

ALGODÃO: INDICADOR REAGE EM JUNHO. Após cair por três meses seguidos, o preço do algodão em pluma reagiu em junho. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso veio da posição firme vendedora e da maior procura, mesmo que pontual. No acumulado do mês, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 1,72%, fechando a R$ 3,9697/lp no dia 28. A média mensal foi de R$ 3,9317/lp em junho, superando em 1,94% a de maio/24, mas 3,29% abaixo da de junho/23, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de maio/24). Pesquisadores do Cepea explicam que a disponibilidade de pluma no spot ainda é restrita diante do encerramento da temporada 2022/23 e da chegada pontual de algodão da nova safra 2023/24. Do lado da demanda, alguns compradores buscam por novos lotes e chegam, inclusive, a ofertar valores superiores na tentativa de atrair vendedores. Outras indústrias estão abastecidas e/ou tentam adquirir a preços inferiores, ainda conforme pesquisadores do Cepea. Comerciantes, por sua vez, realizam negócios “casados” e/ou compram a pluma para atender aos contratos firmados anteriormente. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis visão da xícara de caféCAFÉ: PREÇOS ENCERRAM JUNHO EM ALTA. Os preços do café encerraram junho em alta no mercado spot nacional. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso veio dos aumentos externos e da desvalorização do Real juntamente ao aperto mundial de oferta. Para o robusta, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, peneira 13 acima, encerrou o dia 24 de junho a R$ 1.250,67/saca de 60 kg, o maior valor da série histórica do Cepea, iniciada em 2001, em termos reais. A média mensal da variedade foi de R$ 1.214,21/sc de 60 kg, também recorde real da série do Cepea e significativo avanço de 20,6% em relação à de maio/24. Quanto ao arábica, no acumulado de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, subiu 84,74 Reais/saca (ou 6,6%). A média mensal foi de R$ 1.349,21/sc, quase 15% acima da de maio/24 e a maior desde fevereiro/22, em termos reais (as médias mensais foram deflacionadas pelo IGP-DI de maio/24). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis detalhes de papel de parede de arroz em casca e arroz brancoARROZ – DEMANDA EXTERNA SUSTENTA COTAÇÕES NO BR. O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul encerrou junho com preços firmes, apesar do ritmo lento de negócios em meio ao cenário de incertezas. Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte veio sobretudo da demanda internacional aquecida, tendo em vista que as exportações continuam mais atrativas que as vendas internas. Por outro lado, as menores saídas de arroz beneficiado para grandes centros consumidores nacionais limitaram a liquidez e os aumentos nos valores da matéria-prima no final do último mês, ainda conforme pesquisas do Cepea. De modo geral, vendedores mantiveram suas propostas firmes, devido aos altos custos estimados. Além disso, as significativas perdas agrícolas causadas pelo El Niño levaram produtores a buscar maior valorização do casca. Do lado da demanda, pesquisas do Cepea apontam que muitos agentes optaram por trabalhar apenas com os volumes já estocados. Algumas indústrias adiaram suas compras, aguardando a chegada de navios com cereal importado, conforme explicam pesquisadores do Cepea. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

CLIMA

PREVISÃO CLIMÁTICA 

Julho: como será o clima no Brasil?

A previsão indica temperaturas acima da média em grande parte do País e chuva concentrada no norte da Região Norte, além de áreas pontuais de parte do litoral do Brasil

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o mês de julho, indica chuva acima da média na faixa norte da Região Norte, áreas pontuais do leste das regiões Nordeste, Sudeste e Sul (tons em azul no mapa da figura 1a). Já em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, sul da Região Norte, interior da Região Nordeste e oeste da Região Sul, é previsto chuva próxima e abaixo da média climatológica (tons em cinza e amarelo no mapa da figura 1a). Ressalta-se que, a redução da chuva em grande parte do Brasil nesta época do ano é devido à persistência de massas de ar seco, que ocasiona a diminuição da umidade relativa do ar, que consequentemente, favorece o aumento da incidência de queimadas e incêndios florestais, além do aumento de doenças respiratórias.

Considerando o prognóstico climático do Inmet para julho de 2024 e seus possíveis impactos nas principais culturas tem-se que, com a previsão de redução da chuva em grande parte do Brasil, esta poderá reduzir os níveis de umidade no solo, principalmente no Matopiba (área que abrange os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do centro-norte do Paraná. Este cenário poderá ocasionar restrição hídrica para as lavouras de milho segunda safra em estágio reprodutivo e trigo em desenvolvimento. Por outro lado, a falta de chuva no interior do Nordeste e Região Centro-Oeste, pode favorecer a maturação e colheita do algodão, e da cana-de açúcar e do café na Região Sudeste. A atenção deve ser para a previsão de chuva acima da média em áreas do leste da Região Sul, principalmente o nordeste do Rio Grande do Sul, que vem sendo atingido por fortes chuvas nos últimos meses, e que ainda poderão dificultar a semeadura do trigo.

Temperatura

Quanto às temperaturas, a previsão indica que deverão ser acima da média na parte centro-norte do País, principalmente na divisa do sul do Pará com Mato Grosso e Tocantins (tons em laranja no mapa da figura 1b), devido à redução das chuvas, com possibilidade de ocorrência de alguns dias de calor em excesso em algumas localidades, onde as temperaturas médias poderão ultrapassar os 26ºC. Em áreas pontuais do norte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do interior do Nordeste, as temperaturas devem ser próximas ou ligeiramente abaixo da média (tons em cinza e azul no mapa da figura 1b), variando entre 20ºC e 22ºC. Já na Região Sul, são previstos valores acima da média nos estados do Paraná e Santa Catarina, enquanto que, em grande parte do Rio Grande do Sul, as temperaturas devem permanecer próximas e ligeiramente abaixo da média (tons em cinza e azul no mapa da figura 1b). Já em áreas de maior altitude das regiões sul e sudeste, são previstas temperaturas próximas ou inferiores a 14ºC. Além disto, não se descartam a ocorrência de geadas em algumas localidades destas regiões, devido a entrada de massas de ar frio que podem provocar declínio de temperatura, muito comuns nesta época do ano.

 

Figura 1: Previsão de anomalias de (a) precipitação e (b) temperatura média do ar do modelo climático do INMET, para julho de 2024.
Fonte: INMET 04/07/2024

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