Curadoria Semanal: Principais Informações do Mundo Agro! 10 a 14 de junho de 2024

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Curadoria Semanal: Principais informações sobre o mundo do agronegócio. Atualize-se e compartilhe!

GERAIS

Governo Federal anula leilão de arroz beneficiado importado

Um novo leilão mais moderno e transparente será realizado para garantir que o cereal chegue a um preço justo na mesa dos brasileiros

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Governo Federal, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), anunciou nesta terça-feira (11) a anulação do leilão público para a compra de arroz beneficiado importado, realizado na última quinta-feira (6), devido a questionamentos sobre as capacidades técnicas e financeiras por parte das empresas vencedoras. A decisão foi tomada após reunião nesta manhã no Palácio do Planalto.

A partir da anulação, os mecanismos para a realização de leilão serão revistos pela Conab, com apoio da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU). Com isso, o governo busca assegurar que as empresas participantes tenham a solidez que uma operação deste porte exige. “Nós temos hoje a clareza que precisa ser aperfeiçoado o edital e a forma deste leilão, e será feito com todo o conjunto governamental para dar o suporte. Nós vamos construir mecanismos para que a gente possa avaliar antes quem vai participar, exigir capacidade financeira das empresas e experiência na área”, disse o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Um novo processo será realizado para a compra do cereal, ainda sem data prevista. O objetivo é dar continuidade a retomada da política de estoques reguladores por partes do governo e, assim, evitar qualquer especulação no preço do arroz, diante das dificuldades enfrentadas pelos produtores gaúchos após tragédia climática que atingiu o estado. “Nenhum centavo do dinheiro público foi gasto até agora. A segurança jurídica e o zelo com o dinheiro público são princípios inegociáveis. É isso que justifica a decisão tomada”, afirma o presidente da Conab, Edegar Pretto. “O presidente Lula quer o arroz e os demais alimentos a um preço justo, que caiba no salário do povo brasileiro. Não haverá recuo dessa decisão”, explicou o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.

PREÇO JUSTO – Ao todo, a Conab está autorizada a comprar até 1 milhão de toneladas de arroz, mas os leilões serão realizados de acordo com a necessidade da população. O produto será comercializado nas regiões do país com maior índice de insegurança alimentar, em embalagem específica e com valor máximo de R$ 4 o quilo, de forma que o preço final não ultrapasse R$ 20 pelo pacote de cinco quilos.

Fonte: MAPA 12/06/2024

CONAB INFORMA: Bolsas devem comprovar capacidade técnica e financeira em 24 horas

CONAB INFORMA: Bolsas devem comprovar capacidade técnica e financeira em 24 horas - Agro NoticiaA Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) enviou no dia 10/06 ofício à Bolsa de Cereais e Mercadorias de Londrina (BCML) e à Bolsa de Mercadorias do Mato Grosso (BMT) requisitando a sua documentação comprobatória de capacidade técnica e financeira, bem como das empresas arrematantes dos lotes do leilão de compra de arroz beneficiado importado. O prazo máximo para apresentação dos documentos é 24 horas a partir do recebimento do ofício. Os documentos exigidos pela Conab são: capacidade técnica dos arrematantes; capacidade financeira dos arrematantes, com as demonstrações financeiras dos exercícios de 2022 e 2023; regularidade legal para enquadramento nas regras do leilão da Bolsa e dos arrematantes e participação dos sócios da Bolsa e dos arrematantes dos lotes em outras sociedades.

Fonte: CONAB 12/06/2024

Temperatura nas florestas tropicais está aumentando, diz estudo na Nature Climate Change

 

Alexander Lees - Mesmo as mais conservadas florestas tropicais em todo o mundo apresentam alterações climáticas em decorrência do aquecimento global

Alterações Climáticas em Florestas Tropicais

As florestas tropicais em todo o mundo, mesmo as mais preservadas, já apresentam alterações climáticas decorrentes do aquecimento global. Essa constatação vem de um estudo de modelagem do microclima, que analisou a temperatura média em aproximadamente 9 milhões de quilômetros quadrados nas últimas três décadas.

O estudo, intitulado Novel temperatures are already widespread beneath the world’s tropical forest canopies e publicado na revista Nature Climate Change, contou com a participação de pesquisadores brasileiros e estrangeiros. A análise envolveu dados microclimáticos e pesquisa de campo em 300 mil pontos de coleta em regiões tropicais como Brasil, Peru, Uganda, República Democrática do Congo e Malásia. O trabalho utilizou dados da Rede Amazônia Sustentável (RAS), um coletivo internacional de pesquisa sobre sustentabilidade dos usos da terra, coordenado pela Embrapa Amazônia Oriental (PA).

Os pesquisadores quantificaram a temperatura abaixo da copa das árvores, a 5 centímetros acima do solo, de hora em hora entre 1990 e 2019. Descobriu-se que o regime de temperatura nos últimos 14 anos (2005-2019) está fora da faixa registrada entre 1990 e 2004.

Impactos das Alterações Climáticas

Temperatura nas florestas tropicais está aumentando, diz estudo na Nature Climate Change - Portal Embrapa

A maioria das florestas tropicais não perturbadas experimentou condições climáticas diferentes das médias históricas, com muitas áreas apresentando temperaturas médias totalmente novas. Essas mudanças afetam parques nacionais, reservas indígenas e grandes áreas ecologicamente preservadas.

Alexander Lees, pesquisador da Universidade Metropolitana de Manchester e co-autor do artigo, destaca que o estudo desafia a noção de que as copas das florestas tropicais mitigam os impactos das mudanças climáticas. A temperatura é crucial para a distribuição das espécies e a função ecológica das florestas.

América Latina e o Bioma Amazônico

A América Latina, especialmente o sul da Amazônia e os Andes, experimentou as maiores mudanças em termos de temperatura cumulativa e média anual, variação diurna e sazonalidade. No bioma amazônico, 27% da floresta não perturbada apresentaram novos regimes de temperatura anual e 31% novas faixas de temperatura média diurna. Globalmente, a queima de combustíveis fósseis e, na Amazônia, o desmatamento e as queimadas são as principais causas dessas mudanças.

Conservação e Restauração

Temperatura nas florestas tropicais está aumentando, diz estudo na Nature Climate Change - Portal EmbrapaAté recentemente, as temperaturas no interior das florestas permaneciam estáveis, permitindo que a biodiversidade evoluísse dentro de uma faixa estreita de temperaturas. As mudanças no microclima podem impactar diretamente a biodiversidade e as funções ecológicas. As florestas tropicais são os ecossistemas terrestres mais diversos, abrigando mais de 62% das espécies de vertebrados e 75% das espécies de plantas com flores. Brittany Trew, pesquisadora da Universidade de Exeter e principal autora do estudo, enfatiza que essas florestas são particularmente sensíveis a pequenas mudanças climáticas e precisam ser protegidas contra a ação humana.

Resiliência das Florestas Fragmentadas

As mudanças climáticas foram mais acentuadas em florestas conservadas do que em florestas fragmentadas e degradadas. Florestas fragmentadas, especialmente na África, mostraram maior resistência às variações climáticas e devem ser consideradas refúgios climáticos cruciais para esforços de restauração e conservação. Grandes áreas na Amazônia também são importantes refúgios climáticos.

Ação Urgente

Para Alexander Lees, além da redução global das emissões de carbono, é vital priorizar e proteger os refúgios climáticos e restaurar florestas ameaçadas para mitigar maiores danos aos ecossistemas florestais tropicais. Joice Ferreira, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental, reforça a necessidade de mudar nossa abordagem frente ao problema das mudanças climáticas, destacando a urgência de agir para resolver essa crise ambiental.

Essas evidências das mudanças climáticas globais, incluindo na Amazônia, implicam em uma cascata de perda de biodiversidade e aquecimento global, agravada pela perda de integridade das florestas. As perdas humanas, como observadas no Rio Grande do Sul, reforçam a necessidade de discutir amplamente o problema e adotar um modo de vida mais sustentável.

Fonte: Embrapa 12/06/2024

Fotos: Alexander Lees (floresta) Adam Roman (queimada) e Vinícius Braga (floresta-várzea)

Novas oportunidades para o agro brasileiro!

Buscando fortalecer laços, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, liderou comitiva para a Arábia Saudita e China. Entre os resultados está a abertura de novo mercado e promoção do café brasileiro

Aerial view coffee plantation in Minas Gerais state - Brazil

Plantação de Café em MG: Freepik

Com foco em estreitar laços, estabelecer cooperação e abrir mercados para produtos brasileiro, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, embarcou no dia 1º de junho para Arábia Saudita e China em missão oficial liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin. A delegação contou também com representantes da equipe técnica do Mapa, outros ministros de Estado e empresários, todos dispostos a trazer novas oportunidades para os brasileiros.

A missão teve início na Arábia Saudita, com reunião com o ministro de Investimentos da Arábia Saudita, Khalid Al Falih e com empresários e fundos de investimento dos dois países. O ministro Fávaro destacou que o país é o principal parceiro do Brasil do Oriente Médio. “Só da agropecuária brasileira foram exportados, em 2023, US$ 2,9 bilhões. Entre os principais produtos estão frango, açúcar, carne bovina e grãos. Mas, as oportunidades são ainda maiores, podemos e devemos diversificar, por exemplo com café e frutas”, disse.

Já na China, no ano em que é celebrado 50 anos de relações diplomáticas entre o Brasil e a China, o ministro Carlos Fávaro participou da VII Sessão Plenária da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (COSBAN), em Pequim. A comissão é o principal mecanismo de diálogo bilateral regular com a China. Na ocasião, foram firmados 8 instrumentos intergovernamentais e anunciados 30 resultados, além de 11 atos do setor privado, em diversas áreas.

Entre os atos assinados está a aprovação dos requisitos sanitários e de quarentena relacionados à qualidade das pecans brasileiras. A partir de agora, o Brasil poderá exportar noz-pecã para a China. A estimativa é que a abertura do mercado chinês poderá representar negócios acima de US$ 1 milhão.

Ainda durante a missão oficial, o Governo Federal fechou acordo para a promoção do café brasileiro na maior rede de cafeterias chinesa. Por meio da parceria, a empresa se compromete a promover e comercializar ativamente o café brasileiro para seus clientes e parceiros. O acordo assinado prevê a compra de aproximadamente 120 mil toneladas de café brasileiro pela rede, no valor cerca de U$ 500 milhões. “Há três anos o Brasil exportava apenas US$ 80 milhões em café para China. O ano passado saltou para US$ 280 milhões. Agora, só essa empresa formalizou mais US$ 500 milhões. Com isso surge oportunidade para os brasileiros. É mais emprego e mais renda”, explicou Fávaro.

Também foi realizada reunião com a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco dos Brics, Dilma Rousseff, e, na ocasião, foi anunciado US$ 100 milhões para a reconstrução da infraestrutura agrícola no estado gaúcho, como por exemplo, em projetos de armazenagem e de logística. O ministro Fávaro também participou do Seminário Empresarial Brasil-China: os próximos 50 anos, em Pequim. Em discurso, destacou a importância do encontro e o potencial brasileiro para produzir cada vez mais de forma sustentável. “É determinação do presidente Lula o estreitamento das relações diplomáticas. Já são perceptíveis os resultados. O avanço das relações comerciais, das oportunidades de negócio e de prosperidade para o povo chinês e para o povo brasileiro já são eficientes. Isso já reflete na economia dos dois países”, pontuou.

Fonte: MAPA 12/06/2024

Conab adere à Carta de Compromisso voltada aos direitos indígenas

Foto grátis retrato de um velho em vista frontal

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é uma das instituições que assinaram a Carta de Adesão e Compromisso para a constituição do Fórum Institucional de Promoção de Direitos Indígenas no Rio Grande do Norte (FOINPDI/RN). A Conab foi representada pelo Superintendente Regional, Arruda Júnior. O objetivo do fórum é reunir instituições de diversos setores relevantes da sociedade para promover o diálogo e a colaboração mútua na busca de soluções democráticas e inclusivas voltadas aos problemas enfrentados pelas comunidades indígenas do estado. A expectativa é que essas discussões contribuam para a promoção e a implementação de políticas públicas voltadas a este segmento.

A Conab foi convidada em razão da sua proximidade com os povos originários do estado, entre eles os indígenas. A Companhia é reconhecida pelo trabalho que desempenha na operacionalização do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), da agricultura familiar. Entre os segmentos beneficiados está a população indígena, que recebe alimentos adquiridos a preços justos pelos agricultores familiares locais.

A Companhia poderá ajudar na orientação da produção local dos indígenas, avaliar que medidas podem ser tomadas para otimizar essa produção e incentivar, acima de tudo, a comercialização e a distribuição desses alimentos nas escolas da comunidade. Entre as instituições que aderiram à iniciativa estão representantes e lideranças indígenas do Rio Grande do Norte, instituições do sistema de Justiça nas esferas federal, estadual e municipal e membros de universidades.

Fonte: CONAB 12/06/2024

 

PRODUÇÃO

 

Abrapa reúne especialistas para discutir contaminação do algodão brasileiro

Plantas de algodão ainda vivas

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) convocou oito especialistas em qualidade da pluma para uma reunião, realizada em 10 de junho, na Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton) da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa). O objetivo foi promover uma discussão detalhada sobre a contaminação da pluma brasileira. Nos próximos dias, as conclusões e recomendações desse encontro serão consolidadas em uma nota técnica, que será amplamente distribuída entre os produtores da fibra. Conduzida pelos profissionais do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), a reunião contou com a presença de representantes da Embrapa, Amipa, Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa), do Senai de Blumenau (SC), da Olam Brasil, além de um produtor.

Atualmente, o maior desafio enfrentado pelo setor do algodão é a contaminação por plástico, sead coat e pegajosidade. Estes fatores exigem monitoramento constante para promover a melhoria da qualidade do algodão brasileiro. “Eles são os principais contaminantes que, quando presentes, resultam em descontos no preço do algodão. Portanto, é crucial conscientizar e alertar os produtores sobre esses aspectos”, afirmou Edson Mizoguchi, gestor do programa de Qualidade da Abrapa. O grupo alinhou conceitos e desenvolveu materiais de conscientização para os produtores, visando garantir a melhoria contínua das características extrínsecas da fibra.

Fonte: Embrapa 06/06/2024

Pesquisa desenvolve salsicha, patê e “apresuntado” de tilápia

Foto: Ângela Aparecida lemos Furtado

Ângela Aparecida lemos Furtado - Os novos produtos agregam valor á cadeia produtiva do pescado. Na foto, apresuntado de tilápia

Pesquisadores da Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) desenvolveram uma variedade de produtos alimentícios a partir da tilápia (Oreochromis niloticus), o peixe mais cultivado no Brasil. Entre esses produtos estão hidrolisado proteico, salsicha com fibra de abacaxi, patê com fibra de abacaxi e embutido de carne tipo apresuntado. A Embrapa busca parceiros privados para comercializar esses produtos, contribuindo para agregar valor à cadeia produtiva da tilápia.

O projeto também foca na utilização de resíduos da produção, promovendo sustentabilidade e reduzindo desperdícios. A cadeia do pescado gera grande quantidade de resíduos, e seu crescimento pode resultar em problemas ambientais. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a perda na cadeia produtiva do pescado chega a 35%, o que é o dobro da perda na produção de carne bovina.

Em outra iniciativa, a Embrapa Agroindústria Tropical (CE) está desenvolvendo hidrogéis e nanoemulsões a partir da gelatina de tilápia, produtos que podem ser utilizados pela indústria biomédica como biocurativos e também pela indústria de cosméticos. O pesquisador Men de Sá Moreira explica que esses produtos possuem propriedades antioxidantes e potencial de aplicação tópica. Para ilustrar a quantidade de resíduos, o filé, principal produto da tilápia, representa apenas 30% do peixe. Os outros 70%, considerados de baixo valor comercial, são usados principalmente na fabricação de farinha de peixe e ração.

A pesquisadora Angela Furtado, da Embrapa, ressalta que o objetivo da pesquisa é gerar produtos que aumentem a rentabilidade e contribuam para a sustentabilidade ambiental. “Utilizando os resíduos do processo de filetagem da tilápia, chegamos a um hidrolisado com alto teor proteico, que pode ser amplamente utilizado em diferentes produtos, como alimentos, cosméticos, nutracêuticos e suplementos alimentares”, afirma Furtado.

Produtos da tecnologia do pescado

Patê de tilápia com fibra de abacaxi: Preparado a partir de carne mecanicamente separada de tilápia e fibra de abacaxi. É comercialmente estéril quando oferecido em latas e mantido em temperatura ambiente. De fácil digestão, é ideal para o público infantil e a terceira idade, que necessitam de proteína animal e tendem a rejeitar o pescado inteiro.

Hidrolisado de gelatina de tilápia: Altamente proteico, utilizado como ingrediente em produtos alimentícios, cosméticos, em cápsulas ou em pó como produto natural, nutracêutico ou suplemento alimentar. Reconhecido por suas propriedades regeneradoras dérmicas e de cartilagem.

Embutido de carne de tilápia tipo apresuntado: Feito de carne mecanicamente separada de tilápia na forma sólida, moldado em forma cilíndrica com filme plástico cook-in, cozido e conservado sob refrigeração. Pode ser consumido fatiado, similar a mortadela ou presunto.

Salsicha de tilápia com fibra de abacaxi: Processada a partir de carne mecanicamente separada de tilápia-do-nilo e farinha de resíduo de abacaxi, com teor reduzido de sódio e sem corantes. É um alimento que pode ser consumido diretamente.

Projeto BRS Aqua

As pesquisas para o melhor aproveitamento do pescado fazem parte do Projeto BRS Aqua, uma parceria entre Embrapa, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Coordenado pela Embrapa Pesca e Aquicultura (TO), o projeto envolve mais de 240 empregados de 23 unidades da Embrapa e mais de 60 parceiros públicos e privados. A indústria do pescado tem registrado aumentos no faturamento anualmente. Um estudo da Embrapa Pesca e Aquicultura (TO), em parceria com a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), revelou que as exportações da piscicultura brasileira aumentaram 15% em faturamento em 2022, alcançando US$ 23,8 milhões.

Fonte (reportagem): Conab 06/06/2024

Mapa intercepta praga quarentenária em importação de pêssegos no aeroporto de Guarulhos

Laudo foi divulgado nesta terça (11), confirmando a presença da Anarsia lineatella em carga da fruta que veio dos Estados Unidos

Uma carga com 576 quilos de pêssegos importados dos Estados Unidos foi barrada pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. O laudo com o resultado do exame laboratorial foi recebido nesta terça (11) pelos auditores fiscais, já com o alerta de Praga Quarentenária Ausente (PQA), de acordo com a atual lista publicada na Portaria SDA nº 617/2022.

De acordo com o auditor fiscal federal agropecuário, Guilherme Farias, os pêssegos chegaram ao aeroporto na sexta-feira, dia 7. Ao analisar o material, o Vigiagro constatou a presença da lagarta, mas foi preciso enviar para análise laboratorial visando a identificação precisa da espécie. O exame foi feito pelo laboratório de diagnóstico fitossanitário Agronômica, de Porto Alegre.

O laudo indica que a praga é a Anarsia lineatella, um tipo de broca da ordem Lepidoptera e ausente no Brasil. Ainda não se sabe os riscos que esse inseto poderia provocar ao país, mas de acordo com Guilherme é até difícil calcular, porque sempre que uma praga inexistente entra no país as consequências da introdução na fruticultura nacional são imprevisíveis. As frutas importadas seriam distribuídas para pontos de venda.

De acordo com a chefe do Vigiagro em Guarulhos, Sandra Kunieda, a carga agora passará por uma fumigação, tipo de tratamento químico para mitigar os riscos de escape e introdução da Anarsia lineatella no Brasil. Em seguida, ela será encaminhada para destruição por incineração. A interceptação de pragas pelo Vigiagro é algo frequente, mas nem sempre são espécies ausentes no país, que são os maiores alvos na atuação deste serviço. O Vigiagro atua em pontos de fronteira do país, seja em portos, aeroportos ou fronteiras secas. Graças à atuação dos servidores do Mapa, essas fiscalizações conseguem proteger a agropecuária do Brasil.

Fonte: MAPA 12/06/2024

 

Monitoramento semanal das condições das lavouras

Atualizado em 10 de junho

Foto grátis arroz cozido em um copo vermelho colocado no chão de madeira compensada.
ArrozBrasil: 99,2% da colheita concluída. Rio Grande do Sul (RS): Colheita totalmente finalizada. No entanto, lavouras mais tardias sofreram danos quantitativos e/ou qualitativos, e algumas áreas menores não foram colhidas devido aos alagamentos. Maranhão (MA): Colheita na fase final, com cerca de 90% da área total colhida. Goiás (GO): Restam apenas pequenas áreas sob pivô para a conclusão da colheita. Tocantins (TO): O clima estável tem favorecido o encerramento da colheita.

 

 

Foto grátis planta de algodão macio no prado dourado do pôr do sol gerado por ia

Algodão  – Brasil: 1,7% da colheita concluída. Mato Grosso (MT): A colheita começou em algumas áreas do Oeste e Sudeste. As lavouras estão em bom desenvolvimento. Bahia (BA): A colheita foi iniciada. Mato Grosso do Sul (MS): O clima tem favorecido a aplicação de maturadores, permitindo o avanço da colheita. aranhão (MA): As lavouras de primeira safra estão sendo colhidas, enquanto as de segunda safra estão na fase de formação de maçãs e abertura dos primeiros capulhos. Goiás (GO): A colheita está avançando na região Sul. As áreas irrigadas estão na fase de formação de maçãs e as áreas de sequeiro estão em maturação. Minas Gerais (MG): A colheita está em progresso.

 

Foto grátis foto de foco seletivo de uma planta verde no campo
Feijão 2ª safra – Brasil: 1,7% da colheita concluída. Paraná (PR): O clima seco favoreceu o avanço da colheita, que está em fase final. As demais lavouras estão em maturação, com uma pequena parcela ainda em enchimento de grãos. Bahia (BA): O estresse hídrico continua afetando as áreas de feijão-caupi, que estão em fase crítica de enchimento de grãos. As lavouras irrigadas de feijão cores estão com bom desenvolvimento vegetativo. Santa Catarina (SC): A colheita está sendo concluída. A condição geral dos grãos é satisfatória, com tamanho e qualidade adequados. As áreas colhidas mais tarde apresentam algumas perdas devido aos dias nublados e alta umidade, e houve casos pontuais de vagens acometidas por antracnose. Rio Grande do Sul (RS): Os dias secos permitiram o avanço da colheita, que atingiu 97% da área total. As lavouras tardias apresentam perdas de qualidade e rendimento devido ao excesso de umidade. Mato Grosso (MT): A colheita começou em algumas áreas do Oeste e Sudeste. As lavouras estão em bom desenvolvimento. Mato Grosso do Sul (MS): O clima tem favorecido a aplicação de maturadores, permitindo o avanço da colheita. Maranhão (MA): As lavouras de primeira safra estão sendo colhidas, enquanto as de segunda safra estão na fase de formação de maçãs e abertura dos primeiros capulhos. Goiás (GO): A colheita está avançando na região Sul. As áreas irrigadas estão na fase de formação de maçãs e as áreas de sequeiro estão em maturação. Minas Gerais (MG): A colheita evoluiu pouco, apesar do clima seco. A restrição hídrica tem afetado o potencial produtivo das lavouras em floração e enchimento de grãos. São Paulo (SP): O clima seco está beneficiando a colheita, que já alcançou 90% da área. Piauí (PI): As lavouras estão se desenvolvendo em boas condições..

Foto grátis colheita de milho de prado verde céu azul colheita fresca gerada pela ia

Milho 1ª Safra – A colheita no Brasil atingiu 85,2% de conclusão. Em Minas Gerais, restam apenas lavouras pontuais para serem colhidas. No Rio Grande do Sul, a colheita foi retomada após a finalização da colheita da soja, favorecida pela redução das chuvas, mas as produtividades estão abaixo do esperado devido às enchentes. No Piauí, a colheita avança com boas produtividades. No Maranhão, a colheita progride lentamente.

 

 

Foto grátis vista de perto do milho ainda em sua casca

Milho 2ª SafraA colheita de milho no Brasil está em 3,7% de sua totalidade. Em Mato Grosso (MT), a colheita avança e registra boas produtividades. No Paraná (PR), as precipitações favoreceram as lavouras nos estágios reprodutivos. Em Mato Grosso do Sul (MS), as chuvas beneficiaram as lavouras do Sudoeste e Leste, mas não reverteram as perdas já consolidadas. Em Goiás (GO), a interrupção das chuvas durante a fase reprodutiva encurtou o ciclo de parte das lavouras, e a colheita foi iniciada no Sudoeste. Em Minas Gerais (MG), a falta de umidade no solo está causando perdas no potencial produtivo. Em São Paulo (SP), o retorno das chuvas não reverteu as perdas já efetivadas. Na Bahia (BA), a falta de chuvas está limitando o desenvolvimento no Oeste. No Maranhão (MA), a maioria das áreas estão em enchimento de grãos e a redução das chuvas está afetando o desempenho da cultura. No Piauí (PI), a redução das chuvas impactou negativamente o potencial produtivo em muitas áreas. No Tocantins (TO), a colheita foi iniciada com boas produtividades.

Feijão de soja em saco de saco isolado no fundo branco

 

Soja – A colheita no Brasil atingiu 99,8% de conclusão. No Rio Grande do Sul, as chuvas do final de abril e durante o mês de maio causaram perdas significativas, levando ao abandono de muitas lavouras. Os dias mais secos ajudaram na evolução da colheita, mas houve dificuldades nas operações devido às erosões provocadas pelas chuvas. O produto colhido ainda apresenta alta umidade e muitos grãos avariados. No Maranhão, a colheita está progredindo na região Leste.

 

Campo de trigo dourado

Trigo – A semeadura no Brasil atingiu 46,8% de conclusão. No Rio Grande do Sul, a semeadura foi iniciada na região Noroeste. No Paraná, o tempo seco permitiu o avanço da semeadura. Em São Paulo, a semeadura foi finalizada e a maioria das lavouras está em desenvolvimento vegetativo. Na Bahia, cerca de 50% da área foi semeada. Em Minas Gerais, as lavouras estão em bom desenvolvimento. Em Goiás, a colheita do trigo sequeiro avança com bons rendimentos, enquanto a semeadura das lavouras irrigadas está sendo finalizada. Em Mato Grosso do Sul, as chuvas favoreceram o final da semeadura.

 

 

Fonte: CONAB – Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras. Atualizado em 10 de junho de 2024

 

MERCADO

INDICADORES CEPEA 

Foto grátis campos de trigo dourados brilham ao pôr do sol gerados por ia

MILHO: MAIOR RITMO DE COLHEITA PRESSIONA COTAÇÕES. Os preços do milho caíram na última semana na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. De acordo com pesquisadores deste Centro, a pressão vem do avanço da colheita em um ritmo acima do verificado no ano anterior. De modo geral, as negociações estão lentas no spot. Segundo pesquisadores do Cepea, ainda que muitos produtores comecem a aumentar o volume disponibilizado, uma parcela, receosa quanto aos impactos do clima adverso sobre as lavouras, segue limitando a oferta. Do lado da demanda, conforme colaboradores consultados pelo Cepea, consumidores recebem lotes negociados antecipadamente ou priorizam a utilização dos estoques, adquirindo poucos lotes no spot, à espera de novas desvalorizações. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Campos agrícolas coloridos de cima de centeio e milho de trigo girassol

SOJA: DÓLAR SUSTENTA PREÇO INTERNO. Apesar da queda externa, os preços da soja seguiram firmes no mercado doméstico na última semana. Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte veio da valorização de 1% do dólar frente ao Real e da elevação dos prêmios de exportação. De modo geral, os negócios estão lentos. Pesquisadores do Cepea explicam que, enquanto vendedores seguem retraídos, à espera de cotações maiores, compradores acreditam que as desvalorizações externas serão repassadas ao Brasil. Além disso, agentes também estiveram atentos aos possíveis impactos para os preços e comercialização da edição da Medida Provisória nº 1.227 de 4 de junho de 2024, que promove restrições ao ressarcimento do PIS e Cofins. Quanto às exportações brasileiras de soja, foram embarcadas 13,45 milhões de toneladas em maio, volume 8,4% menor que o de abril e 13,7% inferior ao de maio/23, segundo dados da Secex. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis poluição por óleo na água criada com a tecnologia generative ai

ETANOL: INDICADORES INICIAM JUNHO ESTÁVEIS EM SP.Os preços do etanol no mercado spot do estado de São Paulo iniciaram junho praticamente estáveis. De acordo com pesquisadores do Cepea, distribuidoras realizaram poucos negócios na primeira semana do mês. A expectativa desses agentes era que a oferta de biocombustível aumentasse no período – dada a necessidade de parte das usinas de “fazer caixa” para pagamentos de salários – e os valores caíssem. No entanto, segundo levantamento do Cepea, a oferta até cresceu, mas não de forma generalizada e nem ao ponto de resultar em fortes reduções de preços. Vendedores estiveram firmes nas suas pedidas, atentos ao bom desempenho das vendas de etanol hidratado na ponta varejista e às atuais cotações do açúcar, ainda conforme pesquisadores do Cepea. Entre 3 e 7 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado fechou em R$ 2,3062/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), pequeno recuo de 0,06% frente ao período anterior. Para o anidro, o Indicador foi de R$ 2,6170/litro (líquido de PIS/Cofins), ligeira queda de 0,22% em igual comparativo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis bela foto de um campo branco com céu nubladoTRIGO: COTAÇÕES SOBEM COM MAIS FORÇA NESTE INÍCIO DE MÊS. Os preços internos do trigo vêm subindo com mais força neste começo de junho. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem dos menores estoques domésticos neste período de entressafra. Nem mesmo as desvalorizações externas na última semana frearam o movimento de alta. Pesquisadores do Cepea ressaltam que agentes de indústrias estiveram cautelosos nas compras de novos lotes, atentos às alterações relacionadas ao uso de créditos tributários do PIS/Confins, inseridas na última terça-feira, 4, por meio da Medida Provisória 1.227. Quanto às transações externas, dados da Secex apontam que, em maio, chegaram aos portos brasileiros 657,13 mil toneladas de trigo, 44,6% a mais que o volume importado em abril e 131,8% acima do de maio/23. Já as exportações se limitaram a 55,2 mil toneladas em maio, abaixo da quantidade de abril/23 (362,85 mil toneladas) e inferior à de maio/23 (71,04 mil toneladas). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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AÇÚCAR: COM AVANÇO DA MOAGEM, PREÇO TEM NOVAS QUEDAS. Os preços médios do açúcar cristal branco caíram na primeira semana de junho. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão continua vindo dos avanços da colheita e da moagem de cana-de-açúcar da safra 2024/25, com aumento na produção do cristal. Assim, o mercado spot paulista já conta com uma maior disponibilidade do adoçante, em especial para o Icumsa 180. A demanda, por sua vez, vem se mantendo estável. Conforme pesquisadores do Cepea, compradores têm negociado somente o necessário para consumo imediato por acreditarem em novas baixas de preços no curto prazo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Flores de algodão

ALGODÃO: PREÇO DA PLUMA INICIA JUNHO MAIS FIRME; EXPORTAÇÃO PODE ATINGIR RECORDE. A maior presença de agentes ativos no spot vem sustentando os preços internos do algodão em pluma neste início de junho. Segundo pesquisadores do Cepea, alguns compradores chegam a pagar valores maiores, especialmente em lotes de qualidade superior. Do lado vendedor, apenas uma parcela está mais flexível, atenta às desvalorizações internacionais. Houve, ainda, um maior ritmo de comercialização envolvendo a pluma da safra 2023/24 e também da 2024/25, conforme pesquisas do Cepea. Agentes continuam dando prioridade aos embarques da pluma já contratada anteriormente – os lotes são destinados aos mercados externo e interno. Pesquisadores do Cepea explicam que esse cenário atrelado aos preços atrativos das exportações mantêm intensas as vendas externas. Em apenas cinco dias úteis de junho, o Brasil já escoou 50,34 mil toneladas de algodão, se aproximando do volume exportado em todo junho/23 (60,3 mil toneladas) e sinalizando recorde para o mês – dados Secex. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Foto grátis visão da xícara de caféCAFÉ: INDICADOR DO ROBUSTA BATE NOVO RECORDE. As cotações do café robusta voltaram a subir no Brasil neste começo de junho, com o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, peneira 13 acima, atingindo R$ 1.247,17/saca de 60 kg na quinta-feira, 6, novo recorde real da série do Cepea, iniciada em novembro de 2001 – deflacionamento pelo IGP-DI de abril/24. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem de projeções indicando oferta mundial apertada da variedade, devido ao clima adverso no Vietnã, principal produtor de robusta. Apesar das recentes reações nos valores do café, poucos vendedores estão ativos no spot brasileiro. Atualmente, o foco de agentes tem sido a colheita de café da safra 2024/25, que está a todo o vapor. No Espírito Santo, maior estado produtor de robusta nacional, agentes consultados pelo Cepea apontam que aproximadamente 40% da produção estimada já foi colhida. Em Rondônia, outro importante estado produtor da variedade, a colheita está mais avançada, restando aproximadamente 25% da produção estimada para ser colhida. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

 

CLIMA

PREVISÃO DE CHUVA 

(10 e 26 de junho de 2024 )

Previsão para a 1ª semana (10/06/2024 a 17/06/2024)

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) concluiu, nesta segunda-feira (10), a previsão do tempo para as próximas duas semanas. Na primeira, entre os dias 10 e 17 de junho, a semana poderá apresentar acumulados de chuva que poderão ultrapassar 60 milímetros (tons em laranja), principalmente em áreas das Regiões Norte. Isso se deve à combinação do calor e alta umidade que continua influenciando as instabilidades nas regiões. Na faixa leste do País, as chuvas devem ser beneficiadas devido ao transporte de umidade do oceano para o continente.

Região Norte: a combinação do calor e alta umidade irá provocar pancadas de chuvas no decorrer da semana, com valores maiores que 60,0 milímetros (mm) em áreas do centro-norte do Amazonas e do Pará, bem como nos estados de Roraima e Amapá. Nas demais áreas, não se descartam pancadas de chuvas isoladas com menores acumulados.

Região Nordeste: há previsão de chuva na faixa leste da região, especialmente entre os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, bem como em áreas do Sealba (áreas dos estados de Sergipe, Alagoas e Bahia). As instabilidades nestas áreas são provocadas devido ao transporte de umidade do oceano para o continente que favorecerão a ocorrência de chuvas, podendo superar os 40 mm. Não se descartam pancadas de chuvas isoladas em áreas da faixa norte, desde o Maranhão até o Rio Grande do Norte. Enquanto no interior da região, a previsão é de tempo quente e sem chuva.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste: há previsão de tempo quente e seco, mas não se descarta a ocorrência de chuva fraca e isolada em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Região Sul: a semana começa com tempo bom e sem chuva. Mas no final da semana, a partir dia 16, deverá ocorrer chuvas no sul do Rio Grande do Sul devido a passagem de um sistema frontal.

Figura 1: Previsão para a 1ª semana (10/06/2024 a 17/06/2024):

Previsão para a 2ª semana (18/06/2024 a 26/06/2024):

Na segunda semana, entre os dias 18 e 26 de junho de 2024, a semana poderá apresentar volumes de chuva maiores que 70 mm no noroeste da Região Norte, leste da Região Nordeste e Região Sul.

Região Norte: os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no noroeste do Amazonas, norte do Pará, Roraima, além de áreas do leste do Amapá com acumulados que podem superar 60 mm. Nas demais áreas, os volumes devem ser inferiores a 40 mm.

Região Nordeste: a previsão é de chuvas em forma de pancadas que podem superar os 60 mm na faixa leste da região. Enquanto na faixa norte da região, há previsão de chuva com menores acumulados. Já no interior da região, a previsão é de tempo quente e seco.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste: segue com previsão de tempo seco e quente em grande parte das regiões, exceto em áreas de São Paulo e Rio de Janeiro, onde podem ocorrer chuvas rápidas e passageiras, com volumes inferiores a 40 mm.

Região Sul: a previsão é chuvas, com acumulados que podem superar os 70 mm, em áreas de Santa Catarina e Paraná.

Figura 2: Previsão para a 2ª semana (18/06/2024 a 26/06/2024)

Fonte: INMET – INFORMATIVO METEOROLÓGICO N°22/2024

EVENTOS E CURSOS AGRO

Confira aqui e aproveite a oportunidade!

DATA DE INÍCIO: 20 de junho de 2024 07:00
CATEGORIA: Curso
E-mail: [email protected]
Mais informações e inscrições: Agroagenda 12/06/2024
Evento on-line e gratuito
DATA DE INÍCIO: 26 de junho de 2024 08:00
DATA DE TÉRMINO: 27 de junho de 2024 08:00
CATEGORIA: Congresso
ENDEREÇO: Costão do Santinho Resort- Praia do – Estr. Ver. Onildo Lemos, 2505 – Santinho, Florianópolis – SC, 88058-700
Mais informações e inscrições: Agroagenda 12/06/2024
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DATA DE INÍCIO: 19 de junho de 2024 07:30
DATA DE TÉRMINO: 19 de junho de 2024 12:00
CATEGORIA: Dia de Campo
Mais informações e inscrições:  Agro Agenda 12/06/2024
Endereço: Fundação Chapadão – Rodovia BR 060, km 011 – Caixa Postal 039, Chapadão do Sul – MS
TELEFONE: (67) 3562-2032
Evento gratuito
DATA DE INÍCIO: 19 de junho de 2024 19:00
DATA FINAL: 19 de junho de 2024 20:00
CATEGORIA: Live
Mais informações e inscrições (preços variados): Agroagenda 12/06/2024
Evento on-line e gratuito
DATA DE INÍCIO: 19 de junho de 2024 19:00
CATEGORIA: Curso
Mais informações e inscrições: Agroagena 06/06/2024
Evento on-line

Preço à vista no boleto ou cartão: R$3.150,00 – 10% de desconto à vista e para empresas. Taxa de inscrição à vista de R$ 100,00

                         
DATA DE INÍCIO: 20 de junho de 2024 19:00
DATA DE TÉRMINO: 6 de agosto de 2024 21:00
CATEGORIA: Live
Mais informações e inscrições: Agroagenda 12/06/2024
Evento on-line e gratuito 

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