Curadoria Semanal: Principais Informações do Mundo Agro! 18 a 24 de maio de 2024

Noticias Agro

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Curadoria Semanal: Principais informações sobre o mundo do agronegócio. Atualize-se e compartilhe!

GERAIS

Brasil e Japão: compromisso com o programa de recuperação de áreas degradadas

 

Na segunda-feira (20), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se com o embaixador japonês, Teiji Hayashi, e a vice-presidente da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Sachiko Imoto, na Embaixada do Japão no Brasil. Eles discutiram os avanços do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD).

Fávaro destacou a importância da parceria com a JICA para a recuperação de áreas degradadas, visando a segurança alimentar e o respeito ao meio ambiente. Hayashi reforçou o valor da cooperação entre Japão e Brasil. A JICA será a primeira a contribuir com o PNCPD, que visa recuperar até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em dez anos, dobrando a produção de alimentos sem desmatamento.

A cooperação foi oficializada durante a visita do primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, ao Brasil, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o potencial de investimento no país.

A parceria com a JICA envolve:

Cooperação Financeira: Financiamento a produtores para conversão de pastagens, com juros entre 1,7% e 2,4%, prazo de pagamento entre 15 e 40 anos, e carência de 5 a 10 anos.
Cooperação Técnica: Definição de regiões alvo, pesquisa, inovação, e análise das pastagens degradadas.
A modelagem financeira será discutida e um anúncio oficial será feito na cúpula do G20, em novembro.

Fonte da reportagem: MAPA 22/05/2024

Governo zera tarifa de importação para garantir abastecimento de arroz

 

O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou nesta segunda-feira (20), em reunião extraordinária realizada remotamente, a proposta para zerar o imposto de importação de três tipos de arroz. Esta decisão inclui dois tipos de arroz não parboilizados e um tipo polido/brunido na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec).

A medida atende ao pedido do Ministério da Agricultura e Pecuária e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), visando a evitar a escassez nacional do produto devido às enchentes no Rio Grande do Sul, que é responsável por cerca de 70% da produção nacional de arroz.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou que a ação visa garantir a segurança alimentar e o bem-estar dos brasileiros, prevenindo problemas de desabastecimento ou aumento de preços devido à redução da oferta. A isenção das tarifas das NCMs 1006.10.92, 1006.20.20 e 1006.30.21 será válida a partir da publicação no Diário Oficial da União até 31 de dezembro deste ano. A Secretaria de Comércio Exterior do MDIC (Secex) monitorará a situação para possível reavaliação do período de vigência.

Atualmente, a maior parte das importações de arroz no Brasil vem do Mercosul, onde a alíquota já é zero. No entanto, há potencial para importações de outras origens, como a Tailândia, que representou 18,2% das importações de arroz até abril de 2024.

Fonte: MAPA 22/05/2024

 

Empresas brasileiras ampliam novos mercados na maior feira alimentar da América do Norte

 

Entre os dias 15 e 17 de maio de 2024, em Montreal, Canadá, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) coordenou o pavilhão Brasil na SIAL Canadá 2024, proporcionando a 19 empresas brasileiras do setor de alimentos e bebidas uma estrutura completa para a realização de reuniões com potenciais compradores, além da exposição e degustação de produtos.

Durante o evento, houve amplo destaque para a presença da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados) e do Invest Paraná, que promoveram a bioeconomia e a biodiversidade dos produtos do Estado do Paraná.

Os principais produtos brasileiros expostos foram frutas, mel, erva-mate, colágeno bovino, chocolates especiais, arroz, cebola e alho processados, e essências vegetais. Os expositores do Pavilhão Brasil realizaram negócios totalizando cerca de US$ 1 milhão durante a feira, com expectativa de alcançar US$ 30 milhões nos próximos 12 meses. Outras empresas nacionais também participaram da SIAL Canadá por meio da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, da ABIEC – Brazilian Beef (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), ou de estandes próprios, demonstrando a alta demanda pelo evento.

A SIAL Canadá, reconhecida como a maior feira de inovação alimentar da América do Norte, reúne mais de 800 expositores de 44 países. Em 2023, atraiu um público superior a 21 mil visitantes de mais de 60 países.

De acordo com o Departamento de Promoção Comercial e Investimentos da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, a participação do Brasil no evento proporcionou oportunidades significativas de contatos comerciais, negócios e abertura de novos mercados, contribuindo para o aumento do fluxo de comércio entre os dois países e a região. A próxima participação do Mapa no Canadá está agendada para 2025, em Toronto.

Fonte: MAPA 22/05/2024

Projeto investiga como minimizar desastres ambientais em serras da Mata Atlântica

 

Ana Paula Turetta - A área de estudo do projeto fica no município de Nova Friburgo (RJ), um dos mais afetados no megadesastre de 2011.

Entender a multifuncionalidade da paisagem é crucial no contexto de eventos climáticos extremos no Brasil, como ondas de calor, secas, chuvas intensas e enchentes. O projeto “Paisagens funcionais em tempo de mudanças climáticas” da Embrapa Solos, visa desenvolver soluções para o desenvolvimento urbano sustentável em regiões serranas da Mata Atlântica.

Os cientistas explicam que a multifuncionalidade da paisagem envolve a provisão simultânea de vários serviços ecossistêmicos, como infiltração de água no solo e redução da erosão, além de produção de alimentos. O projeto, que se estende até dezembro de 2024, resultará em um documento com diretrizes para a gestão de riscos climáticos e segurança hídrica e alimentar, além de um guia simplificado para tomadores de decisão.

O trabalho é realizado em parceria com diversas instituições, como a Embrapa Agrobiologia e universidades brasileiras, e é financiado pelo CNPq. A área de estudo é Nova Friburgo (RJ), que sofreu um megadesastre em 2011 devido a chuvas intensas. A pesquisadora Ana Paula Turetta destaca a necessidade de uma visão integrada para responder eficazmente às mudanças climáticas, considerando a complexidade dos usos da terra e suas interações. O IPCC aponta que a frequência de eventos extremos tem aumentado desde 1950, resultando em tragédias e prejuízos significativos no Brasil.

Os resultados preliminares do projeto indicam que soluções baseadas na natureza e práticas sustentáveis de uso do solo e água podem aumentar a resiliência das áreas vulneráveis. Também se observa a importância da agricultura urbana e periurbana na segurança alimentar e na redução das emissões de gases de efeito estufa.

A abordagem participativa adotada no projeto visa aumentar a conscientização sobre a adaptação às mudanças climáticas e a implementação das ações propostas. As comunidades locais reconhecem a necessidade de diversificação agrícola, conservação da água e solo, e políticas públicas voltadas à adaptação climática.

A educação em solos é destacada como uma ferramenta importante para desenvolver a consciência crítica sobre a conservação ambiental nas escolas e comunidades.

Fonte: EMBRAPA 22/05/2024

Pesquisadora consegue reproduzir planta do Cerrado em casa de vegetação

 

Cláudio Bezerra - Há espécies do Cerrado não disponíveis para venda em larga escala, pois ainda não foram melhoradas ou não existe pesquisa sobre técnicas de cultivo que se apliquem a elas

Foto: Cláudio Bezerra

Pela primeira vez, cientistas conseguiram cultivar a Paepalanthus acanthophyllus, conhecida como “chuveirinho”, em estufa. Este avanço, liderado por Dulce Alves da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, não só ajuda a preservar espécies do Cerrado, mas também abre novas oportunidades no mercado de plantas ornamentais e paisagismo urbano.

Alves ressalta que o Brasil tradicionalmente importa plantas para jardins, que muitas vezes não são adaptadas ao clima local. Poucas espécies do Cerrado são comercializadas em larga escala, sendo a maioria árvores como os ipês. Intrigada pela possibilidade de cultivar espécies herbáceas do Cerrado, Alves decidiu investigar, enfrentando ceticismo sobre a adaptabilidade dessas plantas a solos férteis.

A pesquisa revelou que muitas plantas do Cerrado têm grande potencial ornamental e podem ser cultivadas com sucesso em solos de boa qualidade, contradizendo a crença comum. Esse projeto é parte de um esforço maior para preservar espécies do Cerrado e explorar seu uso ornamental. Alves conseguiu cultivar não apenas o “chuveirinho”, mas também outras plantas da mesma família e a canela-de-ema.

A motivação de Alves surgiu durante a pandemia, quando observou a rápida perda de habitat de muitas espécies do Cerrado. Seu trabalho inicialmente focado em sementes expandiu para o cultivo de plantas inteiras, destacando o potencial de preservação e uso ornamental das espécies nativas do Cerrado.

Fonte: Embrapa 22/05/2024

 

Conab promove o fortalecimento da biodiversidade brasileira

 

Foto grátis foto de foco seletivo de um papagaio colorido na natureza

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destinou mais de R$ 26 milhões em 2023 para subvenções diretas a extrativistas, beneficiando cerca de 14 mil pessoas, incluindo povos indígenas e comunidades tradicionais. Essas subvenções, parte da Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPMBio), asseguram renda quando os produtos são vendidos abaixo do preço de referência, promovendo a conservação ambiental e ajudando a reduzir o desmatamento.

A PGPMBio abrange 17 produtos extrativistas importantes para a conservação dos biomas brasileiros, como açaí, andiroba, babaçu, baru, entre outros. Em 2023, quase 17 mil toneladas desses produtos foram comercializadas, com destaque para a castanha de babaçu e o pinhão, que representaram mais de 88% do total pago.

A Conab tem focado em fortalecer parcerias e ações na Amazônia brasileira, visando apoiar os modos de vida dos povos tradicionais e promover a biodiversidade. Silvio Porto, diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, destacou a importância de integrar experiências e colaborar com outras organizações governamentais para melhorar a PGPMBio. Extrativistas como Raquel Leal Andrade Ribeiro, de Minas Gerais, e Edson Antunes Barbosa, da comunidade de Sucuruiu, relataram melhorias significativas em suas vidas e comunidades graças ao apoio da PGPMBio.

Em Minas Gerais, a PGPMBio cresceu significativamente desde 2015, com uma previsão de cerca de 6 mil solicitações em 2024, especialmente para o pequi e o pinhão. No Maranhão, o babaçu é o principal produto subvencionado, beneficiando principalmente mulheres. Em 2023, R$ 14,2 milhões foram destinados a 7.345 extrativistas em 37 municípios, processando 6.457 toneladas de amêndoa de babaçu. Albeniza Barros da Costa dos Santos, de Zé Doca, no Maranhão, destacou como a PGPMBio transformou sua vida, permitindo-lhe melhorar as condições de vida de sua família.

No Dia Internacional da Biodiversidade, celebrado em 22 de maio, a PGPMBio se destaca como uma política pública que promove a conservação dos ecossistemas brasileiros e a valorização da sociobiodiversidade, alinhada aos interesses globais de preservação ambiental.

PRODUÇÃO

 

Plantio Direto e integração lavoura-pecuária aumentam diversidade microbiana do solo e protegem as plantas

 

Sebastião Araújo - Resultados da avaliação da microbiota em campos do Cerrado sob Sistema Plantio Direto (SPD) e em integração lavoura-pecuária (ILP) apontaram benefícios na composição de fungos e bactérias do solo

Pesquisas da Embrapa analisaram a microbiota do solo do Cerrado sob Sistema Plantio Direto (SPD) e integração lavoura-pecuária (ILP) por cinco e quinze anos, respectivamente. Resultados indicaram mudanças benéficas na composição de fungos e bactérias, importantes para o controle biológico de doenças. Na Fazenda Capivara, em Santo Antônio de Goiás (GO), a diversidade de fungos aumentou na ILP comparada à floresta nativa, evidenciando a capacidade da ILP de melhorar a saúde do solo ao preservar e incentivar a biodiversidade microbiana.

O estudo ocorreu em uma área de 95 hectares, dividida em parcelas irrigadas e não irrigadas, onde foram cultivados arroz, milho, soja e capim. Amostras de solo foram coletadas e analisadas para entender a estrutura das populações de fungos e bactérias e sua resposta ao manejo. Observou-se um aumento na diversidade de fungos, mas não de bactérias, sugerindo que a ILP afeta mais os fungos devido à rotação de culturas e à umidade do solo.

Em Planaltina (DF), um estudo de cinco anos avaliou o impacto das plantas de cobertura na diversidade microbiana do solo. Embora não tenha havido aumento na diversidade de fungos e bactérias, as plantas de cobertura mudaram os gêneros de microrganismos predominantes, alguns associados à supressão de doenças. Isso realça a importância da agricultura regenerativa, que visa manter a saúde e a vida no solo. Essas pesquisas fornecem dados valiosos para promover tecnologias sustentáveis como o SPD e a ILP, destacando seus benefícios para a diversidade microbiana do solo e incentivando a adoção de práticas agrícolas que melhoram os agroecossistemas.

Fonte: Embrapa 22/05/2024

Embrapa apresenta novas cultivares de girassol na AgroBrasília

 

Juliana Miura -

A Embrapa apresenta duas novas cultivares de girassol na AgroBrasília 2024, de 21 a 24 de maio, em Brasília: a BRS 422 e a BRS 323. Além do portfólio de cultivares, O destaque é o novo híbrido BRS 422, que combina alta produtividade e estabilidade, facilitando seu uso em diferentes sistemas de produção.

Este híbrido tem um alto teor de óleo (39-43%) e floresce entre 56 a 67 dias após a emergência, com maturação entre 85 a 107 dias. É indicado para cultivo em vários estados, incluindo Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e o Distrito Federal.

Renato Amabile, pesquisador da Embrapa Cerrados, destacou que o Cerrado tem potencial para cultivar girassol, podendo alcançar até 4,5 mil quilos por hectare em cultivo irrigado. O híbrido BRS 422 está em fase pré-comercial. A cultivar BRS 323 também será apresentada, destacando sua produtividade e precocidade, além de ser resistente a nematoides-das-galhas, uma praga comum na região. É indicada para um amplo número de estados brasileiros e está disponível no mercado.

Interessados nas cultivares podem se cadastrar no site da Embrapa e acompanhar o processo de oferta de sementes, que começará na safra 2024/2025. O girassol é adaptável às condições climáticas brasileiras e é uma opção viável para sistemas de rotação e sucessão de culturas. A Embrapa Soja desenvolveu o híbrido BRS 422 em parceria com outras unidades da Embrapa, incluindo Cerrados, Rondônia, Tabuleiros Costeiros, Clima Temperado, Meio Ambiente e Gado de Leite. A BRS 323 também foi desenvolvida em colaboração com várias unidades da Embrapa.

Além disso, na AgroBrasília, a Embrapa lançará novos temas na plataforma Ater+Digital, que apoia a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) com ferramentas e conteúdos sobre principais culturas alimentares. A plataforma possui hubs virtuais sobre cadeias produtivas e temas transversais. Durante o evento, foram destacados os hubs de batata-doce e suínos, com informações e ferramentas práticas para melhorar a produtividade e a qualidade da produção.

Fonte: Embrapa 22/05/2024

Indústria têxtil egípcia aprova algodão brasileiro e Turquia já percebe melhorias do ABR-LOG

 

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Durante oito dias, 12 brasileiros participaram de um intercâmbio técnico-comercial da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) no Egito e na Turquia. A “Missão Egito-Turquia” visava melhorar o diagnóstico da indústria têxtil egípcia e fortalecer laços com industriais turcos. Segundo Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa, o mercado egípcio reconhece a qualidade do algodão brasileiro e necessita dele para complementar seu mix de fibras, enquanto industriais turcos forneceram feedback positivo sobre o programa de certificação logística do algodão brasileiro.

A missão faz parte do Cotton Brazil, uma iniciativa global da Abrapa, realizada em parceria com a Apex-Brasil e a Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea). No Egito, a comitiva visitou a primeira fiação a importar algodão brasileiro, o grupo Bidewi, e recebeu feedback positivo sobre a qualidade e o rendimento operacional do algodão brasileiro. Eles também visitaram o Centro de Pesquisa Agrícola e discutiram cooperação técnica em melhoramento genético.

Nos seminários “Cotton Brazil Outlook” realizados no Egito e na Turquia, Marcelo Duarte, diretor de Relações Internacionais da Abrapa, apresentou o status da safra 2023/2024 e as perspectivas futuras, destacando a certificação socioambiental de mais de 80% da safra brasileira. No Cairo, o evento reuniu cerca de 70 participantes, e em Antalya, na Turquia, contou com 60 profissionais, permitindo a troca de informações e feedback dos importadores.

O ABR-LOG, protocolo de certificação para terminais logísticos desenvolvido pela Abrapa em parceria com a Anea, foi elogiado por melhorar a qualidade dos fardos exportados. No ciclo 2022/23, o Egito importou 99,5 toneladas de algodão brasileiro, aumentando para 8.521 toneladas de agosto de 2023 a março de 2024. A Turquia foi o quinto maior importador de algodão brasileiro em 2022/23, comprando 165 mil toneladas, o que representou 18% do market share brasileiro.

Fonte: Embrapa 23/05/2024

Monitoramento semanal das condições das lavouras – atualizado em 20 de maio

Foto grátis arroz cozido em um copo vermelho colocado no chão de madeira compensada.
Arroz–  A colheita está 87,0% concluída. No Rio Grande do Sul, a chuva prejudicou as lavouras, especialmente nas áreas de várzea, atrasando a colheita. Mesmo durante os períodos sem chuva, algumas áreas foram colhidas com umidade acima do ideal, resultando em perdas nos armazéns. Em Santa Catarina, a colheita foi finalizada. No Maranhão, metade da área produtiva está colhida, focando nas lavouras de sequeiro. Em Goiás, as lavouras de sequeiro foram colhidas e as áreas irrigadas estão em maturação. No Tocantins, a colheita avançou bem, faltando apenas 5% da área. Em Mato Grosso, a colheita está quase concluída.

 

Foto grátis planta de algodão macio no prado dourado do pôr do sol gerado por ia

Algodão  – A semeadura está 100% concluída. Em Mato Grosso, o clima estável favoreceu os manejos fitossanitários, especialmente para manchas foliares, mosca-branca e bicudo-do-algodoeiro. Na Bahia, as primeiras lavouras começaram a ser dessecadas em preparação para a colheita. No Mato Grosso do Sul, a região sudoeste já foi colhida, e o clima seco tem beneficiado as lavouras em estágios avançados. Em Goiás, as lavouras de sequeiro estão iniciando a fase de maturação e não foram significativamente afetadas pela escassez de chuvas, enquanto as lavouras irrigadas, que são mais tardias, estão em desenvolvimento vegetativo e recebendo irrigação suplementar.

 

Foto grátis foto de foco seletivo de uma planta verde no campo

 

Feijão 1ª safra – 95,5% colhido. Na BA, a colheita foi finalizada no Centro-Sul e, nas regiões CentroNorte e Oeste, a colheita está em fase final.

 

 

 

Foto grátis amora feijão romano na mesa escuraFeijão 2ª safra -No Paraná, as chuvas em algumas regiões produtoras reduziram o ritmo de colheita e aumentaram a umidade dos grãos maduros. No entanto, para as lavouras mais tardias, as condições foram favoráveis. Em Santa Catarina, a frente fria trouxe chuvas e redução de temperatura, desfavorecendo as lavouras em maturação e colheita. No Rio Grande do Sul, as chuvas prejudicaram as lavouras, resultando em grãos de baixa qualidade devido à alta umidade. Na Bahia, as chuvas esparsas no nordeste do estado beneficiaram o desenvolvimento das lavouras de feijão-caupi, que são manejadas em sequeiro

 

Foto grátis colheita de milho de prado verde céu azul colheita fresca gerada pela ia

Milho 1ª Safra72,4% colhido. Em Minas Gerais, a colheita está em andamento, mas os rendimentos são inferiores à safra anterior. No Rio Grande do Sul, as chuvas têm atrasado a colheita e a alta umidade prejudica a qualidade dos grãos, com estradas bloqueadas impactando a logística do escoamento. Na Bahia, a colheita avança no Extremo Oeste, mas observa-se queda no rendimento das lavouras mais tardias. No Piauí, a colheita está progredindo com bons rendimentos. No Maranhão, a colheita está em andamento no Sul e Leste, enquanto nas demais regiões, as lavouras estão em estágio de enchimento de grãos e se desenvolvendo bem.

 

Foto grátis vista de perto do milho ainda em sua cascaMilho 2ª Safra0,4% colhido. Em Mato Grosso, a colheita começou nas áreas irrigadas, enquanto as demais lavouras, em estágios reprodutivos, estão em boas condições. No Paraná, as chuvas e a redução da temperatura melhoraram a quantidade de água no solo, favorecendo a recuperação das lavouras em algumas regiões. Em Mato Grosso do Sul, a colheita foi iniciada e observa-se antecipação do ciclo devido ao clima seco e quente. Em Goiás, a falta de chuvas afeta o desenvolvimento das áreas tardias. Em São Paulo, a falta de precipitações compromete o desenvolvimento das lavouras. Em Minas Gerais, a maior parte das lavouras está em estágio reprodutivo. No Tocantins e Maranhão, a redução das precipitações impacta o desenvolvimento das áreas semeadas tardiamente. No Piauí, há déficit hídrico nas lavouras mais tardias. No Pará, as frequentes precipitações têm favorecido as áreas em enchimento de grãos.

Feijão de soja em saco de saco isolado no fundo brancoSoja – 97,0% colhido. No Rio Grande do Sul, as chuvas continuam a dificultar a colheita, prejudicando a produtividade e a qualidade dos grãos. A colheita é realizada nos dias sem chuvas, mas há problemas logísticos devido às estradas bloqueadas, más condições das vias e atrasos na recepção dos grãos. Em Santa Catarina, as baixas temperaturas e as chuvas impedem a redução da umidade dos grãos, limitando o avanço da colheita da safrinha. No Maranhão, a colheita foi finalizada no Sul. No Piauí, ainda há áreas a serem colhidas no Médio Parnaíba e na região Norte. No Pará, a redução das chuvas permitiu o avanço da colheita nos polos de Paragominas e Santarém.

 

Fonte: CONAB – Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras. Atualizado em 20 de maio de 2024

 

MERCADO

INDICADORES CEPEA (Atualizados entre 17 a 23 de maio)

Foto grátis campos de trigo dourados brilham ao pôr do sol gerados por ia

MILHO: Atenções seguem voltadas ao campo: retração vendedora sustenta preços. Produtores seguem atentos ao campo e aos possíveis impactos do clima sobre a produção de milho – enquanto as enchentes prejudicam lavouras no Rio Grande do Sul, o tempo quente e seco no Paraná, São Paulo e sul de Mato Grosso do Sul preocupam agricultores. Com isso, levantamento do Cepea mostra que poucos vendedores vêm disponibilizando novos lotes no spot, sustentando os preços do cereal em um cenário de demanda enfraquecida – a maior parte dos compradores está afastada, à espera da entrada de maiores volumes. A colheita de milho segunda safra começou no Paraná, Mato Grosso e Goiás e em algumas áreas de Minas Gerais e de São Paulo. Apesar de preocupações e de possibilidade de reajustes na oferta nacional, estimativas seguem apontando safra volumosa no Brasil. .  Fonte: Cepea (Cepea 23/05/2024). Crédito da imagem: freepik

Campos agrícolas coloridos de cima de centeio e milho de trigo girassol

SOJA: Greve na Argentina eleva demanda por derivados brasileiros. A greve na Argentina (maior exportadora mundial de farelo e de óleo de soja) tem direcionado importadores de derivados da oleaginosa para o Brasil (segundo maior abastecedor global desses produtos). Com isso, segundo pesquisadores do Cepea, consumidores domésticos vêm disputando as aquisições com os estrangeiros, resultando em aumento nos prêmios de exportação e nos preços internos. Quanto à produção brasileira de soja na safra 2023/24, a Conab estima queda, para 147,68 milhões de toneladas. Vale ressaltar que a Companhia indica que pode haver novos reajustes negativos, devido aos alagamentos no Rio Grande do Sul. Fonte: Cepea (Cepea 23/05/2024) Crédito imagem: freepik

Foto grátis poluição por óleo na água criada com a tecnologia generative ai

ETANOL: maior oferta pressiona indicadores. Os preços dos etanóis no mercado spot do estado de São Paulo caíram na última semana. Entre 13 e 17 de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado fechou em R$ 2,3205/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), queda de 1,24% frente ao do período anterior. Para o anidro, a baixa foi de 1,17%, com o Indicador a R$ 2,6572/litro (líquido de PIS/Cofins). Segundo pesquisadores do Cepea, com a moagem da cana-de-açúcar da safra 2024/25 ocorrendo praticamente sem interrupções, devido ao tempo seco, a disponibilidade do biocombustível tem crescido. Compradores, atentos a esse cenário, pressionaram os valores de negociação de novos lotes. Algumas unidades produtoras aumentaram o volume ofertado e venderam a preços menores; outras, porém, seguiram firmes, preferindo participar menos do spot, ainda conforme pesquisadores do Cepea  com força no mercado spot do estado de São Paulo. Diante de um cenário de começo das atividades agrícolas e industriais, a oferta do biocombustível foi baixa ao longo do mês. Além disso, o aquecimento da demanda por parte de distribuidoras e a postura firme de vendedores reforçaram o movimento de alta. Fonte: Cepea (Cepea 23/05/2024). Crédito imagem: freepik

Foto grátis bela foto de um campo branco com céu nubladoTRIGO: Margem menor ao produtor deve reduzir área com a cultura. Apesar da recente recuperação nos preços do trigo e da queda nos custos de produção frente ao ano anterior, as margens de produtores estão menores. Segundo cálculos da Equipe de Custos do Cepea, a receita estimada em abril/24 estava apenas em linha com o custo operacional, o que significa que, quando considerados os custos totais, as margens ficam negativas. Em 2023, as estimativas do Cepea apontavam margem positiva quando se comparavam receita bruta e custo operacional. Dados divulgados pela Conab evidenciam que agricultores não estão animados para cultivar trigo em 2024. A Companhia ampliou a redução de área com trigo prevista para a atual temporada, para 11,1% sobre 2023, totalizando 3,086 milhões de hectares. Já a produtividade pode crescer 26,2% no mesmo comparativo, o que resultaria em produção de 9,082 milhões de toneladas, avanço de 12,2% frente à safra finalizada em 2023. Fonte: Cepea (Cepea 23/05/2024). Crédito imagem: freepik

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AÇÚCAR: avanço da moagem mantém preços em queda. O avanço da moagem de cana-de-açúcar da atual safra (2024/25) vem resultando em maior oferta de açúcar cristal branco (sobretudo o Icumsa 180) para pronta-entrega a preços mais baixos. Diante disso, levantamento do Cepea aponta que a média de negociação da saca de 50 kg do cristal branco segue em queda no mercado spot do estado de São Paulo. Já no caso do cristal tipo Icumsa 150, pesquisas do Cepea indicam que os valores estão mais firmes, tendo em vista que agentes de usinas paulistas têm restringido as ofertas de açúcar desta qualidade para as vendas no spot. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário impede que o Indicador CEPEA/ESALQ registre quedas maiores. Quanto à moagem, dados da Unica mostram que, até a segunda quinzena de abril/24, a região Centro-Sul do Brasil havia produzido 2,558 milhões de toneladas de açúcar, expressivo aumento de 66% frente ao mesmo período de 2023. Fonte:  (Cepea 23/05/2024). Crédito imagem: freepik

Flores de algodão

ALGODÃO. Desacordo entre agentes limita liquidez no spot. A liquidez voltou a cair no mercado de algodão em pluma nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, a dificuldade de agentes em acordar preço e/ou aprovar a qualidade dos lotes disponibilizados vem limitando as negociações no spot. Levantamento do Cepea mostra, ainda, que esse cenário tem resultado em pequenas oscilações nos valores. Do lado vendedor, pesquisadores do Cepea explicam que alguns agentes estão mais flexíveis, por conta da desvalorização externa, especialmente os que buscam liquidar lotes da safra 2022/23 e/ou os que têm necessidade de fazer caixa. Já outros seguem firmes nos preços pedidos ou demostram pouco interesse em realizar novas vendas, dando prioridade aos embarques de contratos a termo. Quanto ao comprador, ainda conforme pesquisadores do Cepea, indústrias continuam adquirindo lotes para repor estoques e/ou atender à necessidade imediata – muitos relatam fraca demanda pelos manufaturados. Comerciantes também buscam realizar negócios “casados” ou adquirem a pluma para atender a programações firmadas anteriormente. Fonte: Cepea (Cepea 23/05/3034)

Foto grátis arroz moído em uma tigela e uma colher de pau no chão de cimento preto.ARROZ. Maior demanda e recuo vendedor reforçam alta de preços. Os preços do arroz em casca subiram com mais força nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem da maior presença de compradores, que buscam renovar seus estoques rapidamente com a retomada de parte das atividades, atrelada à postura retraída de vendedores, diante de incertezas quanto às perdas no estado do Rio Grande do Sul. De modo geral, pesquisadores do Cepea apontam que a liquidez segue limitada, devido à “queda de braços” entre agentes. Os novos dados de oferta e demanda divulgados pela Conab na semana passada ainda não captaram os impactos das enchentes no RS. A Companhia estima que pelo menos 8% da área gaúcha para a cultura registrará perdas reflexo das chuvas volumosas. Já a Emater-RS divulgou no dia 16 de maio que a colheita no RS avançou pouco, correspondendo a 86%, enquanto, em 2023, as atividades estavam praticamente finalizadas neste período. Fonte: (Cepea 23/05/2024). Crédito imagem: freepik

Foto grátis vacas em um campo verde em um dia ensolaradoBOI. Negócios seguem lentos e preços em queda. O ritmo de negócios envolvendo boi gordo no mercado físico nacional está lento, e a pressão sobre os valores de animais para abate se mantém, resultando em novas baixas diárias nos preços da arroba nas diferentes praças acompanhas pelo Cepea. Com clima mais seco na maior parte das regiões, pecuaristas consultados pelo Cepea que ainda têm lotes prontos para venda têm tido dificuldade para resistir aos valores menores propostos pela indústria. Na parcial de maio (até o dia 21), o Indicador do Boi Gordo CEPEA/B3, que tem como referência o mercado paulista, acumula queda de 1,85%. Quanto às exportações de carne bovina in natura, estas vêm registrando bom desempenho neste mês de maio, conforme apontam dados da Secex. Os embarques diários apresentam média de 10,694 mil toneladas até o dia 17 deste mês, totalizando 128,33 mil toneladas no período. O atual ritmo de escoamento está acima do observado em abril/24, quando os embarques diários tiveram média de 9,456 mil toneladas, e também do de maio do ano passado, quando esteve em 7,656 mil toneladas. Fonte:  Cepea (Cepea 23/05/2024). Crédito imagem:  freepik

Foto grátis visão da xícara de caféCAFÉ: Ritmo lento de colheita limita oferta no Spot. Preços reagem. Após recuar fortemente no início de maio, os preços domésticos do café vêm reagindo nesta segunda quinzena. Segundo pesquisadores do Cepea, são poucos os lotes que têm entrado no mercado spot, sobretudo de arábica, em meio ao ritmo ainda lento da colheita desta variedade na maioria das regiões brasileiras. Colaboradores consultados pelo Cepea indicam que, apesar do clima seco, favorável para esta fase inicial de trabalhos, a colheita soma entre 5% e 10% da produção esperada nas praças de Graça (SP), da Zona da Mata de Minas Gerais e do Noroeste do Paraná. Ressalta-se que o tamanho pequeno do grão (peneira) até o momento vem preocupando cafeicultores, ainda conforme colaboradores do Cepea. No Cerrado de Minas Gerais, importante região de arábica, as atividades estão nos estágios mais iniciais, como normalmente acontece, já que essa praça começa a colher um pouco mais tarde que as demais. Fonte: Cepea (Cepea 23/05/2023) .  Crédito imagem: freepik

Foto grátis vista superior de frango cozido temperado com batatas na superfície escuraFRANGO: Carne ganha competitividade frente a concorrentes. Enquanto a carne de frango registra pequena desvalorização em maio, frente ao mês anterior, as concorrentes apresentam altas nos preços – todas negociadas no atacado da Grande São Paulo. Como resultado, pesquisas do Cepea mostram que a competitividade da proteína avícola tem crescido frente às concorrentes. Para o frango, pesquisadores do Cepea explicam que a pressão sobre os valores vem da baixa demanda em grande parte da primeira quinzena de maio (com exceção da semana do Dia das Mães), o que levou agentes atacadistas a baixarem os preços no intuito de evitar aumento de estoques. No caso da carne suína, levantamento do Cepea aponta que as cotações iniciaram maio alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês. Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado. Fonte. Cepea (Cepea 23/05/2024). Crédito imagem:  freepik

 

CLIMA

PREVISÃO DE CHUVA 

(20 de maio e 5 de junho de 2024)

Primeira semana – 20/05/2024 a 27/05/2024

A semana poderá apresentar acumulados de chuva que poderão ultrapassar 60 milímetros (mm) – tons em laranja – em áreas das Regiões Norte e Nordeste. Isso se deve à combinação do calor e alta umidade que continua influenciando as instabilidades nas regiões e provocando chuvas intensas. A figura 1: apresenta a previsão de chuva acumulada entre os dias 20 e 27 de maio. De acordo com o modelo numérico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a semana poderá apresentar acumulados de chuva que poderão ultrapassar 60 mm (tons em laranja), principalmente em áreas das Regiões Norte e Nordeste. Isso se deve à combinação do calor e alta umidade que continua influenciando as instabilidades nas regiões. Em áreas da Região Sul, um sistema frontal deverá favorecer a ocorrência de volumes de chuvas significativos.

Região Norte: a combinação do calor e alta umidade irá provocar pancadas de chuvas no decorrer da semana, com valores maiores que 60,0 mm em áreas do centro-norte do Amazonas e do Pará, bem como nos estados de Roraima e Amapá. Nas demais áreas, não se descartam pancadas de chuvas isoladas com menores acumulados.

Região Nordeste, há previsão de chuvas especialmente entre os Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco a partir de quinta-feira, dia 23. As instabilidades nestas áreas são provocadas devido ao transporte de umidade do oceano para o continente que favorecerão a ocorrência de chuvas, podendo superar os 40 mm. Não se descartam pancadas de chuvas isoladas em áreas da faixa norte, desde o Maranhão até o Rio Grande do Norte. Enquanto no interior da região, a previsão é de tempo quente e sem chuva.

Região Centro-Oeste: o tempo quente e seco irá predominar pelo menos até quarta-feira, porém a partir de quinta-feira o avanço de um sistema frontal sobre o Mato Grosso do Sul e sul do Mato Grosso poderá ocasionar chuvas nestas áreas, além de acentuado declínio de temperaturas.

Região Sudeste: o tempo será quente e seco, exceto em áreas São Paulo e Rio de Janeiro onde deve ocorrer chuvas rápidas e passageiras. No Espírito Santo, a previsão é de pancadas de chuvas isoladas mais para o final da semana.

Região Sul: a semana começa com tempo bom e sem chuva, mas a partir do dia 22, áreas de instabilidade associada a uma baixa pressão que avança em direção ao nordeste da Argentina e oeste do Rio Grande do Sul, dará origem a um sistema frontal no 23, provocando chuvas intensas no Rio Grande do Sul, que poderá vir acompanhadas de raios e rajadas de vento. Esse sistema irá se deslocar pela região e também deve influenciar áreas das Regiões Centro-Oeste e Sudeste nos dias subsequentes. Desta forma, o Inmet destaca a importância de acompanhar as atualizações da previsão do tempo e avisos meteorológicos especiais no site e nas redes sociais.

Figura 1: Previsão para a 1ª semana (20/05/2024 a 27/05/2024):

Segunda semana (28/05/2024 a 05/06/2024):

A figura 2: apresenta a previsão de chuva para a segunda semana, entre os dias 28 de maio e 05 de junho de 2024. De acordo com o modelo de previsão numérica, a semana poderá apresentar volumes de chuva maiores que 70 mm no norte da Região Norte e costa leste da Região Nordeste.

Região Norte: os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no centro norte do Amazonas e do Pará, além de áreas do oeste do Acre, Roraima e Amapá, com acumulados que podem superar 60 mm. Nas demais áreas, os volumes devem ser inferiores a 40 mm.

Região Nordeste: a previsão é de chuvas em forma de pancadas que podem superar os 60 mm em áreas litorâneas. Em áreas próximas da costa, não se descartam pancadas de chuvas isoladas com menores acumulados. E interior da região, tempo quente e seco.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste: a previsão é de tempo seco e quente, exceto no leste da Região Sudeste, onde podem ocorrer chuvas rápidas e passageiras, com volumes inferiores a 50 mm.

Região Sul: a previsão é de tempo seco e quente, exceto no leste da região, onde podem ocorrer chuvas rápidas e passageiras.

Figura 2: Previsão para a 2ª semana (28/05/2024 a 05/06/2024)

Fonte: INMET – INFORMATIVO METEOROLÓGICO N°19/2024

EVENTOS E CURSOS AGRO

Confira aqui e aproveite a oportunidade!

DATA DE INÍCIO: 30 de maio de 2024 08:00
CATEGORIA: curso
Mais informações e inscrições: Agroagenda 23/05/2024
Evento on-line e gratuito
DATA DE INÍCIO: 30 de maio de 2024 08:00
CATEGORIA: Curso
Mais informações e inscrições: Agroagenda 23/05/2024
Evento on-line e gratuito
DATA DE INÍCIO: 27 de maio de 2024 08:00
CATEGORIA: Curso
Mais informações e inscrições: Agroagenda 23/05/2024
Evento on-line e gratuíto
DATA DE INÍCIO: 29 de maio de 2024: 18:30
CATEGORIA: Congresso
Evento on-line
Mais informações e inscrições: Agroagena 23/05/2024
 INSCRIÇÕES:  Graduação:  R$29,99 / Estudante de pós-graduação e Profissional: 34,99
                               
DATA DE INÍCIO: 29 de maio de 2024 8:00
DATA DE TÉRMINO: 01 de junho de 2024 21:00
CATEGORIA: Feira
ENDEREÇO: Show Agro – Coopernorte – Rodovia BR – 010, Km 1675 – Inocêncio Oliveira, Paragominas – PA, 68625-970
Mais informações e inscrições: Agroagenda 23/05/2024
Evento presencial e gratuito 
DATA DE INÍCIO: 29 de maio de 2024 – 14:30
DATA DE TÉRMINO: 29 de maio de 2024 -15:30
CATEGORIA: Live
Mais informações e inscrições: Agroagenda 23/05/2023
Evento on-line, ao vivo e gratuíto 
Transmissão: YouTube 

 

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Tags: Açúcar, algodão, áreas degradadas, Arroz, biodiversidade brasileira, boletim metereológico, Café, cerrado, clima, Cursos e eventos agro, desastres ambientais, Etanol, feijão, Frango, girassol, importação, Indústria têxtil, milho, monitoramento de lavouras, pesquisa, Previsão de chuva, soja, trigo

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