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PRINCIPAIS NOTÍCIAS DA SEMANA (10/12/2020 a 17/12/2020)

Notícias Gerais

Notícias Gerais
 
O bom e velho feijão com arroz pode não chegar no prato dos brasileiros no ano que vem

O Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe) vem apontando que no ano que vem poderá faltar feijão no mercado interno brasileiro. De acordo com o Ibrafe qualquer feijão cultivado em 2021 trará bons resultados aos agricultores.

O mercado calmo dos últimos dias pode trazer incertezas ao produtor, mas o Ibrafe orienta para que sejam observados com atenção os sinais que estão chegando. Os dados divulgados pelo IBGE no dia 10/12/2020 apontam para uma redução na safra de feijão no Brasil. Os prognósticos apontam uma redução de 0,3%, 7,0% e 5,4%, na primeira, segunda e terceira safra da cultura, respectivamente.

E com isso a quantidade produzida poderá não suprir a demanda do mercado nacional. As estimativas de produção são para cerca de 2,8 milhões de toneladas, não suprindo o consumo que é de cerca de 3 milhões de toneladas. Se os prognósticos se confirmarem o Brasil terá que importar feijão para suprir a demanda interna.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/plante-feijao–porque-vai-faltar–ibrafe_443620.html

Área cultivada com algodão vem reduzindo nos últimos anos em MT

O Brasil é um dos principais exportadores de algodão do mundo. Atualmente, é o quarto maior produtor mundial de algodão estando atrás de Índia, China e EUA. Porém, os dados vêm demonstrando que está ocorrendo uma redução significativa safra após safra na área cultivada com algodão no estado do Mato Grosso, maior produtor do Brasil.

No estado do Mato Grosso do Sul projeta-se uma redução de 20% da área cultivada na safra de 2020/21. A tendência de redução já vem sendo observada nas últimas safras, pois na safra 2018/19 foram cultivados 37 mil hectares e na safra 2019/20 a área passou para 32 mil hectares.

A produção de pluma também vem reduzindo, em média, 13% ao longo dessas últimas safras. Projeta-se uma área cultivada na safra 2020/21 de 1,42 milhões de hectares no Brasil e de 23,5 hectares no estado do Mato Grosso do Sul, redução de 12%.

Alguns fatores estão relacionados com essa redução de área que a cultura vem apresentando, como fatores climáticos, desvalorização da cotação da pluma e elevação dos preços de soja e milho. A valorização dos grãos influenciou os produtores em substituírem a cultura, buscando um mercado mais lucrativo.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/mt-esta-reduzindo-area-de-plantio-de-algodao-nas-ultimas-safras_443643.html

Suinocultura apresenta recorde de abate no 3º trimestre

  O IBGE divulgou no dia 10/12/2020 os dados das pesquisas trimestrais de produção pecuária. Os dados demonstram um recorde no abate de suínos desde o ano de 1997, ano em que os dados começaram a serem monitorados. No 3º trimestre deste ano foram abatidos 12,71 milhões de cabeças de suínos no Brasil, crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2019 e 4,5% em relação ao segundo 2º deste ano. No 3º trimestre deste ano foram abatidas 956,86 mil cabeças de suínos a mais quando comparado com o 3º trimestre do ano de 2019.

Este aumento no abate de suínos está relacionado com o recorde de exportações de carne suína para o exterior, além de coincidir com o aumento do consumo interno influenciado pelos meses mais frios do ano aqui no país.

Os estados do Sul do país juntos abateram 66,5% das cabeças no 3º trimestre deste ano. Sendo o estado de Santa Catarina responsável por 29,3%, Paraná por 20,4% e o Rio Grande do Sul por 16,8%.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/com-altas-nas-exportacoes–abate-de-suinos-e-recorde-no-3–trimestre_443709.html

Abate de frango cresce e bate recorde no Brasil

No 3º trimestre do ano de 2020 foram abatidos, aproximadamente, 1,51 bilhão de cabeças de frango no Brasil, acréscimo de 2,8% em relação ao 3º trimestre de 2019 e de 7% em relação ao 2º trimestre deste corrente ano. No mês de julho foi registrado o recorde da série história de 23 anos que começa em 1997.

Este recorde foi impulsionado pela maior demanda pela proteína pelos brasileiros devido à pandemia, por ser mais acessível. Os estados do Paraná (32,9%), Rio Grande do Sul (14%) e Santa Catarina (13,5%) lideram o ranking nacional do setor.

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/aves/abate-frango-cresce-terceiro-trimestre/

2020 é o ano verde do agro brasileiro

O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) aprovou 76 defensivos biológicos até o início desse mês de dezembro. Este é um recorde de registro de produtos biológicos no Brasil, acréscimo de 76,7% quando comparado com os registros de 2019.

Dentre as principais vantagens dos produtos biológicos está a de poderem ser aplicados em qualquer cultura.

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/direto-ao-ponto/ano-verde-agro-defensivos-diz-mapa/

Confirmado 26º caso de gripe aviária no Japão

Foi confirmado na última segunda-feira (14) pelo Ministério da Agricultura do Japão o 26º caso de gripe aviária no país. Três cidades registraram novas infecções pelo vírus influenza A, H5N1, que raramente afeta seres humanos.

Na cidade de Hinata, província de Miyazaki, foi confirmada a presença do vírus em uma fazenda onde terão que ser abatidos 46 mil frangos. Também na província de Miyazaki, na cidade de Kawanami, foi confirmada a presença do vírus em uma planta de processamento e 20 mil aves serão sacrificadas. Na cidade de Miho, uma granja produtora de ovos foi isolada, pois foi detectada a presença da doença em 28 mil aves.

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/aves/japao-confirma-26o-caso-de-gripe-aviaria-mais-de-90-mil-aves-serao-abatidas/

Leste da França é atingido por gripe aviária

Foi confirmado pelo governo francês na última terça-feira (15) que cinco fazendas criadoras de patos no Leste do país foram infectadas pela gripe aviária causada pelo vírus H5N8, além da confirmação do vírus em gansos selvagens encontrados mortos na região.

Os animais serão abatidos e foram estabelecidas zonas de proteção de três quilômetros em torno dos focos e zona de vigilância de dez quilômetros. Fazendas expostas ao vírus estão sendo monitoradas.

A gripe aviária não é transmissível para os seres humanos, porém altamente contagiosa entre as aves.

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/aves/gripe-aviaria-mais-5-fazendas-sao-afetadas-pelo-virus-no-leste-do-franca/

Produção de cana-de-açúcar deve crescer 3,5%

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) disponibilizou nesta última terça-feira (15) o terceiro levantamento da safra de cana-de-açúcar 2020/21. As estimativas apontam para um crescimento de aproximadamente 3,5% na produção comparada com a safra passada. Esse acréscimo na produção fica próximo de atingir o recorde de produção obtido na safra de 2015/16, onde foram colhidas 665,6 milhões de toneladas. Para a safra 2020/21 a estimativa é que sejam colhidas 665,105 milhões de toneladas.

A estimativa da Conab é que 53,8% da produção seja destinada para a produção de biocombustível (29,8 bilhões de litros) e o restante (46,2%) deverá ser destinado para a produção de açúcar e gerar cerca de 41,8 milhões de toneladas.

A região sudeste é a principal produtora de cana-de-açúcar do Brasil, com destaque para os estados de São Paulo e Minas Gerais. Na safra 2020/21 deve ser observado um acréscimo na produção da região de 5,2%.

O mercado está aquecido neste ano de 2020. Entre os meses de abril a novembro a exportação de açúcar teve um incremento de 79,2% quando comparado com o mesmo período do ano passado. As perspectivas é que seja batido o recorde de exportação de açúcar, que é da safra de 2016/17, onde foram exportadas 28,3 milhões de toneladas.

As exportações de etanol também tiveram incremento (49,2%) quando comparada com o mesmo período de 2019.

Ver mais: https://www.conab.gov.br/ultimas-noticias/3742-producao-da-cana-de-acucar-se-aproxima-do-recorde-historico-de-2015

Acesse os números do 3º levantamento: https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/cana

 

China deve recuperar seu rebanho de suínos no 1º trimestre de 2021

Após ter seus rebanhos de suínos dizimados pela peste africana nos últimos dois anos, a China recuperou aproximadamente 90% do seu rebanho até novembro deste ano. Desta forma, 100% do rebanho de suínos no país deve ser recuperado até o final do primeiro semestre de 2021.

Porém, as exportações de carne suína do Brasil para a China devem permanecer consistentes, pelo menos nos próximos dois anos. Outros países como Japão, Coréia do Sul e Singapura estão se tornando grandes importadores da proteína brasileira. A perspectiva é de que no ano de 2021 o mercado canadense também comece a importar carne suína do Brasil.

 

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/suinos-capacidade-producao-china-recuperar-2021/

 

Brasil da salto produtivo em quatro décadas

             O Brasil se tornou nas últimas décadas um dos principais produtores de alimento do mundo. Nas últimas quatro décadas a produção de grãos no Brasil cresceu 506%, a área cultivada 64,2% e a produtividade teve um incremento de 303,8%.

A adoção de novas tecnologias alavancou o agronegócio brasileiro nestes últimos 40 anos, através de melhoramento genético e tecnológico, adoção de práticas sustentáveis, aliadas ao conhecimento técnico/científico dos consultores rurais e da expertise dos agricultores brasileiros em produzir alimento.

 

Ver mais: https://agronewsbrasil.com.br/producao-agricola-avanca-500-em-quatro-decadas/

 

  • Mercado

Noticias Mercado
Exportação de carne suína rende US$ 1 bilhão para Santa Catarina

O estado de Santa Catarina é o maior produtor de suínos do país, respondendo por 51% do faturamento e do volume exportado pelo Brasil neste ano de 2020.

O estado catarinense exportou 479,4 mil toneladas de carne suína entre os meses de janeiro-novembro de 2020, volume representa um aumento de 26,6% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

A suinocultura catarinense tem se destacado no mercado exterior por dois fatores: apresentar cuidado extremo com a saúde animal e pela demanda crescente pela carne da China. O país asiático foi responsável por mais de 60% das exportações da carne suína produzida no estado de Santa Catarina. Países como o Japão e os Estados Unidos aumentaram a demanda pela proteína catarinense neste ano de 2020.

 

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/suino/exportaca-carne-suina/

 

EUA é o principal importador de arroz brasileiro no mês de novembro

            Os Estados Unidos foram o principal importador de arroz brasileiro no mês de novembro aponta o Ministério da Economia. De acordo com os dados do Ministério os EUA exportaram mais de 72 mil toneladas de arroz tipo base casca em novembro.

Venezuela, Peru, Arábia Saudita e Cabo Verde também exportaram volumes expressivos de arroz brasileiro em novembro.

 

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/abiarroz-eua-puxam-exportacoes-de-arroz-brasileiro-em-novembro/

  

  • Política        

Notícias Politica

Joe Biden nomeia Tom Vilsack para o USDA

Joe Biden nomeou Tom Vilsack para comandar o Departamento de Agricultura do Estado Unidos (USDA) gerando críticas e elogios ao nome escolhido para a pasta. Vilsack já comandou o USDA durante o governo do ex-presidente Barack Obama no qual Biden era o vice-presidente.

O USDA é responsável por supervisionar os aspectos agrícolas do dos EUA. Regulando sementes geneticamente modificadas, fazendo seguro de lavouras, promove exportações e inspeciona unidades de processamento de carnes, ajuda na definição de diretrizes dietéticas e administra o Programa de Assistência à Nutrição Suplementar.

Vilsack possui um histórico em priorizar programas federais de nutrição e apoiar os agricultores rurais dos EUA, afirmam apoiadores. Em contraponto, a Family Farm Action, organização de agricultores e trabalhadores, afirmou que Vilsack tem um histórico de favorecimento a empresas agrícolas e de alimentos. Levantando-se assim, uma dúvida de como ele dará prioridade às comunidades em dificuldade, agravada pela pandemia.

O principal desafio de Vilsack será fortalecer o setor agrícola dos EUA. A economia agrícola dos EUA vem sofrendo nos últimos anos, devido as disputas comerciais travadas pelo atual presidente Donald Trump com a China, México e Canadá, o que levou o governo a aumentar os pagamentos para os agricultores americanos, onerando os cofres da casa branca.

 

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/tom-vilsack-usda-agro-eua/

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