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Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

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GERAIS

 Exportações do agronegócio passam de US$ 15 bilhões

As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 15,11 bilhões em maio de 2022, com uma alta de 14,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. O aumento do valor foi causado pela elevação nos preços médios de exportação dos produtos agropecuários brasileiros.

De acordo com levantamento elaborado pela Secretaria de Comércio de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, o volume de produtos exportados teve uma queda de 12,6% em maio, na comparação com maio de 2021. A redução de volume exportado pode ser explicada em função, principalmente, da diminuição das exportações de soja em grão, que apresentaram queda de 4,3 milhões de toneladas em maio de 2022 frente a maio de 2021.

A participação relativa do setor nas exportações totais brasileiras alcançou 51% em maio.

Nos cinco primeiros meses de 2022, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 63,62 bilhões (+29,0%), valor histórico para o período. O recorde anterior para o período (de janeiro a maio) foi em 2021, quando as exportações registraram US$ 49,33 bilhões.

Setores

Os cinco maiores setores exportadores do agronegócio foram: complexo soja (53,9% de participação); carnes (14,8% de participação); produtos florestais (10,4% de participação); complexo sucroalcooleiro (4,4% de participação); e café (4,2% de participação).

O principal setor exportador do agronegócio brasileiro é o complexo soja, que registrou um valor recorde em maio de 2022, atingindo US$ 8,15 bilhões. O valor foi 6,2% superior na comparação com o exportado em maio de 2021. O principal fator responsável por esse valor recorde foi o aumento dos preços médios de exportação dos produtos do setor, que subiram, em média, 39%.

As exportações de carnes chegaram ao montante recorde de US$ 2,23 bilhões (+34,3%). Esse valor ocorreu em função do incremento das vendas externas de carne bovina e de carne de frango. As vendas externas de carne bovina subiram 49,7% e alcançaram US$ 1,08 bilhão.

O complexo sucroalcooleiro foi o único entre os cinco principais setores exportadores do agronegócio que apresentou redução nas vendas externas. O valor exportado caiu de US$ 848,23 milhões em maio de 2021 para US$ 659,28 milhões em maio de 2022 (-22,3%). A queda ocorre em função, principalmente, da redução do volume exportado de açúcar (-36,4%).

Importações

As importações brasileiras do agronegócio somaram US$ 1,53 bilhão em maio de 2022 (+25,3%). As importações de fertilizantes somaram US$ 3,11 bilhões, com alta de 277,8% em relação a maio de 2021. O volume importado aumentou 56,7%, passando de 2,6 milhões de toneladas para 4,07 milhões de toneladas em 2022.

O principal fator responsável pelo incremento das importações de fertilizantes foi a elevação do preço médio de aquisição da tonelada, que subiu 141,2%, chegando a US$ 763,9 por tonelada.

Em maio de 2022, os cinco principais países fornecedores de fertilizantes para o Brasil foram: Rússia (US$ 881,10 milhões; 28,4% de participação); Canadá (US$ 373,09 milhões; 12,0% de participação); Marrocos (US$ 3646,60 milhões; 11,7% de participação); Estados Unidos (US$ 152,02 milhões; 4,9% de participação); e Omã (US$ 141,30 milhões; 4,5% de participação).

Fonte: Mapa

PRODUÇÃO

Mapa estabelece calendários de semeadura de soja para a safra 2022/2023

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou a Portaria nº 607 que estabelece os calendários de semeadura de soja referente à safra 2022/2023, para serem seguidos por 21 unidades da Federação.

Em relação aos períodos dos calendários estabelecidos na safra anterior, as alterações para essa nova safra levaram em consideração a análise dos dados relativos ao acompanhamento da safra de soja, realizado semanalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que evidenciam o reduzido percentual da área cultivada de soja semeada nas últimas semanas dos calendários estipulados e, consequentemente, o impacto destes cultivos tardios na resistência da praga à fungicidas.

As medidas fitossanitárias adotadas pelo Mapa atendem as sugestões de calendários enviadas pelos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal, conferindo maior autonomia para a gestão do programa no nível estadual.

O calendário de semeadura é uma medida fitossanitária, implementada no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), que visa racionalizar o número de aplicação de fungicidas e reduzir os riscos de desenvolvimento de resistência do fungo Phakopsora pachyrhizi às moléculas químicas utilizadas no controle desta praga.

A Ferrugem Asiática é considerada uma das doenças mais severas que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde a praga foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.

Fonte: Mapa

PRODUÇÃO

Monitoramento das lavouras de feijão 2ª safra

No PR, a colheita alcança 85% da área. Das lavouras remanescentes, 34% estão em boas condições, 39% em condições regulares e 27% em situação ruim, especialmente em razão das baixas temperaturas e do estresse hídrico registrados em parte do ciclo.

Em MG, o clima mais estável permitiu o avanço das operações de colheita, alcançando 68% da área total.

Na BA, a colheita foi iniciada nas áreas de feijão-caupi. Os grãos colhidos e as lavouras apresentam efeitos adversos causados pelo estresse hídrico.

O feijão-cores, que é manejado sob irrigação, segue em desenvolvimento vegetativo e floração, dispondo de ótimas condições.

Em SC, está encerrada a colheita. Ocorreram perdas de qualidade dos grãos, especialmente das lavouras mais tardias, em razão das chuvas ocorridas durante a maturação. Registra-se alguns lotes com alto índice de grãos avariados e brotados em campo.

Fonte: Conab

Monitoramento das lavouras de milho 2ª safra

A safra está 20,4% colhida. Em MT, a colheita ganha ritmo e alcança 42% da área. As produtividades têm variado em função da época de plantio, mas, no geral, as lavouras têm apresentado bom rendimento. No PR, 75% das lavouras estão com bom desenvolvimento. A colheita ainda é incipiente devido ao atraso do ciclo por conta das baixas temperaturas e do tempo nublado. Em MS, a pouca chuva favoreceu a perda de umidade nas lavouras em maturação. Observa-se o tombamento de plantas, principalmente nas bordaduras, devido ao intenso ataque de cigarrinha. Em GO, o ritmo da colheita reduziu devido a alta umidade dos grãos. As produtividades variam bastante, em função das condições hídricas diversas entre as regiões, com maior rendimento no Sul do estado. Em SP, a colheita está em seu início, com precipitações e tempo nublado prejudicando o avanço dos trabalhos. Em MG, a colheita está no início, com prioridade às áreas próximas de estradas, devido ao risco de incêndio. No TO e Sul do MA, a colheita está em andamento.

Fonte: Conab

Monitoramento das lavouras de algodão

O algodão foi 7,4% colhido. Em MT, a colheita está em fase inicial e ocorre, principalmente, em regiões onde o solo é mais arenoso e a maturação foi antecipada.

Na BA, lavouras de sequeiro seguem em fase de maturação e colheita. As lavouras irrigadas estão em fase de formação de maçãs.

No MA, foi iniciada a colheita nas primeiras lavouras semeadas. Em MS, as primeiras lavouras semeadas estão, predominantemente, em fase de maturação e colheita. As lavouras mais tardias encontram-se em fase de formação de maçãs. As condições climáticas são favoráveis à cultura.

Em GO, a fase predominante das lavouras é de maturação.

A colheita avança em algumas regiões. As lavouras irrigadas encontram-se em fase de formação de maçãs. No PI, a colheita foi iniciada no Sul do estado, sob condições climáticas favoráveis.

Fonte: Conab

Aparelho mede a velocidade da infiltração de água no solo

A Embrapa Pesca e Aquicultura apresentou as vantagens do Sistema TACS – Tríplice Anéis Concêntricos Semi-automatizados, uma tecnologia desenvolvida pela empresa para medir a velocidade de infiltração básica de água no solo. A apresentação ocorreu durante um dia de campo, que abordou a “Importância da caracterização físico-hídrica do solo para as atividades agropecuárias”, o pesquisador Divonzil Gonçalves Cordeiro, da Embrapa Pesca e Aquicultura, apresentou a importância do uso do Permeâmetro de Guelph – um equipamento para medir a infiltração de água no solo para obtenção da condutividade hidráulica da terra próxima à saturação.

Na sequência, o pesquisador Deivison Santos apresentou as vantagens do Sistema TACS – Tríplice Anéis Conceitos Semi-automatizados. “Estamos testando a melhoria do equipamento. Como o solo tem uma variabilidade muito grande, precisamos sempre fazer repetições em campo. O equipamento oferece vantagens por ter três anéis e obter repetições, aumentando a qualidade dos dados obtidos”, explicou Gonçalves.

Fonte: Embrapa

 Polinização artificial do maracujazeiro em ambiente protegido

O cultivo em ambiente protegido tem mostrado inúmeras vantagens ao produtor. Quem acompanhar a pesquisadora Teresinha Albuquerque, da Embrapa Roraima, vai ficar por dentro das dicas e orientações necessárias para adotar o método que, além de propiciar o aumento da qualidade dos frutos, também propicia o aumento de renda para quem adota a técnica.

Fonte: Embrapa

RenovaCalc vai incorporar o óleo de palma na rota de biodiesel

A Embrapa Meio Ambiente e seus parceiros, por demanda da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do setor produtivo de biocombustíveis, contribuíram recentemente com a atualização da RenovaCalc, a calculadora que estima a intensidade de carbono de biocombustíveis, para expressar de forma adequada a nota de eficiência energético-ambiental (NEEA) do biodiesel de palma no Brasil, no âmbito do programa RenovaBio.

A pesquisadora Cristina Moore, bolsista de inovação, desenvolveu o modelo para a obtenção do Inventário de Produção (IP) médio de palma de óleo, usado como base para a definição do IP padrão utilizado na composição da rota do biodiesel de palma na RenovaCalc.

Anna Leticia Pighinelli, analista da Embrapa Meio Ambiente, relata o quanto o uso de dados específicos da produção de palma e de biodiesel leva a um ganho de qualidade no âmbito do RenovaBio. “Atualmente, na RenovaCalc, quando o produtor informa o uso de óleo de palma para a produção de biodiesel, a pegada de carbono deste óleo considerada para os cálculos é pré-estabelecida por um valor existente na base de dados do Ecoinvent. Não é um valor para o Brasil e pode não refletir corretamente a produção da palma no País. Ao permitirmos que o produtor informe seus dados de produção e de extração do óleo de palma, iremos calcular a pegada de carbono com dados nacionais e mais próximos da realidade dos produtores brasileiros”, explica ela.

Marília Folegatti, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente e coordenadora do projeto, comenta que a ANP está empenhando esforços para a inclusão da nova versão da rota de biodiesel no sistema informatizado que abrange a RenovaCalc.

Fonte: Embrapa

Nova cultivar de batata de duplo propósito

Desenvolvida pelo Programa de Melhoramento Genético de Batata da Embrapa, a variedade possui características que lhe conferem versatilidade culinária.

O baixo teor de açúcares e a concentração de 21% de matéria seca garantem qualidade à BRS Potira para ser frita ou cozida. No campo, o destaque é o potencial produtivo de mais de 50 toneladas por hectare.

Fonte: Embrapa

MERCADO

Indicadores Cepea- Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada

Soja

As cotações do óleo de soja recuaram nos últimos dias, pressionando os valores do grão, conforme apontam dados do Cepea. Entre 17 e 24 de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) recuou 5,32%, a R$ 188,96/sc de 60 kg na sexta, 24. O Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná caiu 4,95%, fechando a R$ 184,07/saca de 60 kg. As baixas limitaram a realização de negócios, apesar da alta do dólar. A desvalorização do óleo de soja, por sua vez, esteve atrelada às quedas nos preços do óleo de palma e do petróleo. Expectativas de que a safra 2022/23 dos Estados Unidos seja elevada –  favorecida pelo clima –, de recessão global e de novo lockdown na China intensificaram a pressão sobre as cotações.

Algodão

Os preços do algodão em pluma estão em queda nos mercados externo e interno. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, são alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas, operam atualmente nos patamares observados no início deste ano. Parte dos vendedores segue mais flexível em suas pedidas, mas, ainda assim, alguns compradores ofertam valores ainda menores, limitando a liquidez. A demanda, por sua vez, está enfraquecida. Segundo pesquisadores do Cepea, muitos compradores estão atentos aos avanços da colheita e do beneficiamento, que têm elevado o número de lotes da safra nova disponibilizados no spot, e, com isso, têm expectativa de conseguirem negócios a preços inferiores. Entre 21 e 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, caiu 12,7%, fechando a R$ 6,4822/lp nessa terça-feira, 28, o menor valor desde o dia 5 de janeiro de 2022 (R$ 6,4446/lp). Na parcial de junho, a baixa é de expressivos 20,3%.

Milho

Influenciados pelo avanço da colheita da segunda safra, que tem sido beneficiada pelo clima seco na maior parte das regiões produtoras, e pela consequente pressão de compradores, os preços do milho voltaram a cair, segundo dados do Cepea. Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa fechou a R$ 85,65/saca de 60 quilos nessa sexta-feira, 24, recuo de 0,78% em relação à sexta anterior, 17. As desvalorizações mais significativas foram observadas nas regiões que avançaram mais com a colheita, como os estados de Mato Grosso e Paraná. A Conab indica que a colheita da segunda safra alcançou os 11% até o dia 18 de junho, avanço frente aos 4,9% da semana anterior.

Arroz

Os preços médios do arroz em casca vêm se recuperando neste primeiro semestre de 2022 em relação à segunda metade do ano passado. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem da menor oferta, sobretudo frente às estimativas iniciais – atualmente, a disponibilidade interna está prevista para ser a menor em três anos. Ainda conforme pesquisadores do Cepea, os maiores preços internacionais e paridades de exportação e importação também influenciaram a recuperação das cotações domésticas. Mesmo assim, a média semestral está bastante inferior à registrada no mesmo período de 2021. Nesta parcial de junho (até o dia 28), a média do Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) está em R$ 72,48/sc de 50 kg, elevação de 16% frente à de dez/21 (R$ 62,47/sc de 50 kg), em termos nominais. Porém, na parcial do primeiro semestre de 2022 (até o dia 28 de junho), a média do Indicador está em R$ 70,97/sc de 50 kg, 16,2% inferior à da primeira metade de 2021 (R$ 84,67/sc, a maior da série do Cepea para o período), também em termos nominais. Na comparação com o segundo semestre de 2021 (R$ 70,65/sc), o avanço é de 0,5%. Assim, apesar de a média semestral deste ano ser a segunda maior para o período, em termos nominais, desde 2005, quando a série do Cepea para esse produto se iniciou, o cenário é de preocupação para o setor produtivo. Os custos de produção se elevaram, assim como os preços de produtos concorrentes em área, o que gera perda de competitividade para a orizicultura.

Etanol

A liquidez esteve baixa no mercado de etanol ao longo da última semana, sobretudo na sexta-feira, 24, quando foi publicada a mudança tributária em esfera federal. Em meio à expectativa dos agentes do mercado, foi aprovada a Lei Complementar nº 194 (de 23 de junho de 2022), que zera a alíquota de PIS/Cofins dos etanóis hidratado e anidro combustíveis e outros fins a partir do dia 24 de junho de 2022. No mesmo dia, foi sancionado o Projeto de Lei que limita a 17% o ICMS sobre o diesel e a gasolina e outros produtos e serviços. Com a Lei complementar em vigência, os agentes do mercado de etanol ficaram focados na realização dos ajustes necessários no sistema de cada empresa. Quanto aos preços, segundo colaboradores do Cepea, foram sustentados pela menor disponibilidade do biocombustível no spot paulista, visto que vendedores de muitas usinas deixaram o mercado. Além disso, os agentes de outras unidades ativas estiveram firmes em suas ofertas. Nesse cenário, de 20 a 24 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ semanal do hidratado do estado de São Paulo foi de R$ 3,0644/litro (valor líquido de impostos), alta de 1,75% frente ao do período anterior. No caso do anidro, houve elevação de 1,2%, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,5693/litro (valor líquido de impostos).

Açúcar

As negociações envolvendo o açúcar cristal estiveram mais aquecidas no mercado spot de São Paulo ao longo da última semana, contexto que foi favorecido pelo fato de alguns compradores terem adquirido quantidades mais expressivas do adoçante. No período, os preços médios estiveram entre R$ 126,00 e R$ 127,00/saca. No balanço da semana (de 20 a 24 de junho), a média do Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, foi de R$ 126,68/saca de 50 kg, pequena retração de 0,22% em relação à da semana anterior (de R$ 126,96/sc). Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), as cotações do açúcar demerara seguiram em queda, devido à valorização do dólar frente ao Real, que, vale lembrar, estimula as exportações brasileiras, aumentando a oferta no mercado global. Além disso, as desvalorizações do petróleo tipo Brent na maior parte da semana também pressionaram as cotações do demerara, tendo em vista que esse cenário pode levar usinas a intensificarem a participação do açúcar no mix de produção, aumentando a oferta do adoçante e, consequentemente, o volume a ser exportado pelo Brasil.

Trigo

Os preços externos do trigo caíram de forma expressiva ao longo da semana passada, influenciados pelo avanço da colheita do cereal nos Estados Unidos, pela desvalorização do milho – substituto na alimentação animal – e por expectativas de safra recorde na Rússia. Os primeiros vencimentos negociados na CME Group (Bolsa de Chicago) e na Bolsa de Kansas caíram para os menores patamares desde o fim de fevereiro deste ano, antes do início do conflito entre Rússia e Ucrânia. Na Rússia, a consultoria nacional SovEcon elevou as estimativas de produção interna de trigo para 89,2 milhões de toneladas, um recorde. Esse aumento foi justificado pela maior área destinada ao cereal e pelo clima favorável no país. Já no Brasil, apesar das desvalorizações no mercado externo, os preços permanecem em alta, ainda sob influência da elevação do dólar e da baixa disponibilidade do trigo nacional. Colaboradores do Cepea informaram, inclusive, que está sendo necessário importar o cereal de países vizinhos, Argentina e Paraguai, para suprir a demanda interna no curto prazo.

CLIMA

Previsão de chuva

Previsão de chuva – De 28 de junho a 04 de julho de 2022

De acordo com o modelo numérico do INMET, os maiores acumulados são previstos para o extremo norte e sul do país.

Região Norte

São previstos acumulados de chuva que poderão superar os 90 mm no extremo norte de Roraima, do Pará e do Amapá. No noroeste do Amazonas e do Pará, os acumulados de chuva deverão ficar na faixa de 40 e 70 mm. Nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos serão inferiores a 10 mm.

Região Nordeste

São previstos volumes de chuva abaixo de 10 mm em praticamente toda a região, exceto no norte do Maranhão, onde poderá ocorrer chuvas próximas a 40 mm.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste

A predominância de uma massa de ar seco durante a semana não irá favorecer a formação de nuvens de chuva nas regiões.

Região Sul

A passagem de uma frente fria irá contribuir com áreas de instabilidade no Rio Grande do Sul, principalmente entre os dias 28 e 29/06. Os acumulados previstos ficarão entre 20 e 70 mm no extremo sul do país. Nas demais áreas, os acumulados de chuva deverão ser inferiores a 10 mm.

Figura 1. Previsão de chuva para 1ª semana (28/06/2022 e 04/07/2022). Fonte: INMET.

Previsão de chuva – De 05 a 13 de julho de 2022

Região Norte

São previstos acumulados entre 60 e 100 mm nos estados de Roraima, norte do Pará, noroeste do Amazonas e extremo leste do Amapá. Nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos não deverão ultrapassar os 50 mm.

Região Nordeste

São previstos maiores acumulados de chuva, de até 120 mm, na costa leste da região. Enquanto na faixa norte da região, são previstos chuvas entre 30 e 70 mm. Nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos não deverão ultrapassar os 30 mm.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste

Não são previstos acumulados de chuva.

Região Sul

Os maiores volumes de chuva previstos se concentrarão no Estado do Rio Grande do Sul, podendo chegar a 80 mm no centrossul do estado. Nas demais áreas, não são previstos acumulados de chuva maiores que 30 mm.

Figura 2. Previsão de chuva para 2ª semana (05/07/2022 e 13/07/2022). Fonte: GFS.

 CURSOS E EVENTOS

Selecionamos uma série de eventos importantes no mundo Agro e que podem interessar você. Todos online e sem custos!

Implantação e manejo do Consórcio Milho-Braquiária – Turma 2

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Data: 20/05/2022 a 20/06/2022

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Controle biológico: enfoque em manejo de lagartas com bioinseticidas

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Data: Contínuo

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Qualifica Mulher

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Medidas de Prevenção, Monitoramento e Controle da Vespa-da-Madeira

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

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RENIVA – Introdução às estratégias de produção de materiais de plantio de mandioca

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Data: Contínuo

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Apicultura para Iniciantes

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Data: Contínuo

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Produção e Tecnologia de Sementes e Mudas

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Data: 17/02/22 a 31/12/22

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Produção de mudas de cajueiro – enxertia

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Data: Contínuo

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Viticultura Tropical no Semiárido

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Data: Contínuo

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Apicultura para Iniciantes

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Data: Contínuo

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Espaço para parceiros do Agro aqui

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