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Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

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GERAIS

Bancos poderão retomar financiamentos do Plano Safra 2021/2022

O Ministério da Economia autorizou nesta sexta-feira (10) as instituições financeiras que operam com recursos do Plano Safra a retomarem parcialmente as contratações de financiamentos rurais subvencionadas no âmbito do Plano Safra 2021/2022.

A retomada das contratações será para as linhas de financiamento do Pronaf (Agricultura Familiar) incluindo investimentos, aquisição de matrizes e reprodutores, aquisição de tratores, colheitadeiras e outros veículos. Também foram liberadas outras linhas como ABC (agricultura de baixo carbono), Pronamp (médio produtor), Inovagro (inovações tecnológicas), Proirriga (irrigação) e Moderagro (modernização)

Continuam suspensas as contratações das linhas de financiamentos Moderfrota (frotas e tratores), PCA (para construção de armazéns) e Prodecoop (desenvolvimento cooperativo).

As contratações de financiamentos rurais com recursos equalizáveis estavam suspensas desde 7 de fevereiro. Nesta quinta-feira (9), o Ministério da Economia publicou em edição extra do Diário Oficial da União a Portaria 5.327, que abre crédito suplementar de R$ 1.087.605.763 para reforçar os pagamentos de equalização de taxas de juros do Plano Safra vigente, que encerra no dia 30 de junho deste ano.

O Ministério da Agricultura estima que cerca de R$ 15 bilhões em novas operações de crédito rural, com recursos equalizados, devam ser contratadas até o dia 30 de junho.

Fonte: Mapa

FAO premia atuação da Embrapa para o desenvolvimento sustentável

A Embrapa e seus empregados receberam o reconhecimento da FAO por sua contribuição à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). O Prêmio 2022 Champion Award é considerado o mais alto prêmio corporativo mundial concedido pela FAO, em reconhecimento à contribuição significativa e notável para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Enquanto a Embrapa recebeu o Champion Award, as outras duas instituições presentes na cerimônia compartilharam o recebimento do Partnership Award.

“A Embrapa é um grande símbolo do compromisso brasileiro com os pilares do desenvolvimento sustentável previstos na Agenda 2030. Há quase meio século, combate a insegurança alimentar usando as armas da ciência e da conservação da biodiversidade”. A afirmação foi feita pelo representante permanente do Brasil junto à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), embaixador Fernando Abreu, em Roma, Itália.

São exemplos de alinhamento e contribuição para o alcance dos 17 ODS:  o programa de Biofortificação de Alimentos, que já atendeu mais de 46 mil famílias em situação de vulnerabilidade social; o Projeto Bem Diverso, iniciativa conjunta da Embrapa com o PNUD, reconhecido pelas Nações Unidas, em 2020, como boa prática, capacitando mais de 3 mil agroextrativistas, técnicos e pequenos agricultores em tecnologias de manejo, restauração de ecossistemas, comercialização e políticas públicas. Destacam-se também nesta direção o projeto Quintais Orgânicos de Frutas que levou à implantação de 2.476 quintais, em 238 municípios, com 413.845 árvores plantadas, alcançando cerca de 71 mil beneficiários quilombolas, indígenas, agricultores familiares e assentados da reforma agrária.

Outro exemplo é o projeto Sisteminha Embrapa (Sistema Integrado para Produção de Alimentos), implementado em diferentes estados do Brasil e também na África. Outras duas importantes contribuições da Embrapa para a segurança alimentar são as tecnologias aplicadas na Agricultura de Baixo Carbono (ABC) e o Projeto Integrado da Amazônia, executado por 14 centros de pesquisa da Embrapa, atuando na redução do desmatamento e da degradação ambiental, com ações junto a comunidades tradicionais, com recursos do Fundo Amazônia e do BNDES.

Fonte: Embrapa

PRODUÇÃO

Carne produzida no bioma Pampa conquista selo de identificação

carne de animais criados no Pampa gaúcho já é comercializada com selo de identificação de origem. Reconhecida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a marca coletiva Apropampa, da Associação dos Produtores de Carne do Pampa Gaúcho, valoriza os produtos cárneos oriundos do bioma, facilitando o seu reconhecimento no mercado por parte dos consumidores.

Conforme o presidente da Apropampa, Custódio Magalhães, a combinação entre a variedade de pastos naturais e cultivados, o clima, as raças taurinas e sintéticas criadas e o manejo utilizado são os grandes diferenciais que formam a singularidade da carne do Pampa. Assim, para ter o selo, todas as etapas da produção devem se dar no bioma, apenas com a possibilidade de abate fora do Pampa, mas ainda assim dentro do Rio Grande do Sul.

“É 100% do Pampa. Os animais têm de ser nascidos e criados na região. Queremos nos comunicar com o consumidor. Para que ele enxergue o selo e reconheça o que há por trás”, explica.

“O Pampa é um ambiente naturalmente campestre, diverso e muito propício à atividade pecuária pastoril. E a figura do gaúcho, bem como sua cultura e tradição, se moldou por esse ambiente e por essa vocação para a pecuária. Nós não desmatamos para produzir, temos o ambiente propício, e a Apropampa pretende comunicar isso aos seus consumidores. Ao mesmo tempo, trabalhar pelo fomento à boa produção, constância e qualidade ofertadas ao consumidor, é uma necessidade. Daí outro dos eixos de trabalho entre a Embrapa e a Associação. Fazer essa parceria com a Embrapa qualifica a produção e promove a diferenciação do produto, possibilitando incremento de renda ao longo de toda a cadeia”, destacou Sant’Anna.

Conforme Sant’Anna, a Embrapa participou de todo o processo que resultou na conquista do selo, desde apoio à formação da Apropampa até estudos técnicos de delimitação da área geográfica para identificação da origem da carne. A empresa também é membro do conselho técnico regulador da associação, além de apoiar o fomento à cadeia da carne e na negociação com novos frigoríficos interessados em valorizar a proteína oriunda do Pampa.

Fonte: Embrapa

Embrapa e parceiros assinam cooperação nas áreas de apicultura e meliponicultura

A Embrapa Meio Ambiente, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) assinaram um acordo de cooperação técnica para elaboração e distribuição de conteúdo nas áreas de apicultura e meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão), em junho de 2022.

Por meio da iniciativa conjunta, as instituições ampliam sua contribuição para a profissionalização e o desenvolvimento sustentável das atividades no Brasil. A parceria prevê a elaboração de cursos, minicursos e cartilhas, além de outros materiais instrucionais para acesso gratuito nas plataformas do Senar. Os interessados pelo tema já podem acessar os primeiros cinco vídeos sobre a criação de abelhas sem ferrão, que estão disponíveis na Estante Virtual do Senar. “O potencial do Brasil com a atividade de criação de abelhas é enorme, seja com a produção de mel e outros subprodutos, seja no consórcio com a agricultura, graças ao serviço de polinização”, explica Ana Lucia Assad, diretora executiva da A.B.E.L.H.A.

Além da plataforma de cursos do Senar, os vídeos educativos sobre apicultura, meliponicultura e polinização agrícola estarão disponíveis em canais digitais da A.B.E.L.H.A. e da Embrapa.

Fonte: Embrapa

Área colhida de algodão alcança 2,6%

A colheita da safra 2021/22 de algodão atingiu 2,6% da área prevista, aponta o mais recente boletim de acompanhamento da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Entre os principais estados produtores, os percentuais são: BA (5%); GO (3,7%); MS: (3,6%); MG (4,5%) PR (90%); SP (53%). Em MT, os primeiros talhões foram colhidos para regulagem das máquinas. MA e PI iniciam a colheita nesta semana.

Fonte: Abrapa

Crescimento do trigo tropical

O Brasil é referência mundial em agricultura tropical. Na triticultura, os trabalhos de pesquisa para a tropicalização do trigo na região de cerrado do Brasil Central começaram ainda na década de 1920, com avanços e limitações que ainda desafiam a ciência e o setor produtivo. Expansão do trigo tropical: oportunidades e desafios é o tema do painel do Fórum Nacional do Trigo, no dia 28/06, em Brasília, DF, que vai contar com a participação especial do pesquisador Pawar Singh, do Centro Internacional de Melhoramento de Trigo e Milho (CIMMYT).

O Brasil tem área física de 49 milhões de hectares destinados a lavouras temporárias. No País são cultivados com grãos até 72 milhões de hectares, porque no Brasil é possível fazer até três safras agrícolas na mesma área. Desta forma, são cultivados com grãos de verão 68,5 milhões de hectares (soja, milho, arroz, algodão) e com cereais de inverno (trigo, aveia, cevada, centeio, triticale) apenas 3,5 milhões de hectares. Somente na região de Cerrado do Brasil Central, a área disponível para o cultivo de trigo tropical é estimada em 4 milhões de hectares, mas a cultura está presente em apenas 6% da área, contabilizando perto de 260 mil hectares nos estados de MG, GO, DF, MS, MT e BA.

Fonte: Embrapa

Uso do molibdênio na cultura do feijão-caupi

O molibdênio é um micronutriente para plantas e a deficiência de um deles é tão prejudicial à planta quanto à falta de um macronutriente, como nitrogênio, o fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre, apesar de os micronutrientes serem necessários em quantidade relativamente pequena. O molibdênio pode ser fornecido aos feijoeiros junto com a adubação de plantio, pelo tratamento das sementes com adubo molíbdico, pela pulverização da folhagem com solução do adubo e pelo uso de sementes ricas em molibdênio.

De acordo com Heder Braun, professor da Uema e líder da pesquisa, estudos mostram que a aplicação de molibdênio via foliar promove aumento da produtividade das lavouras de feijão-caupi.

Segundo Rogértio Vieira, pesquisador da Epamig e membro da equipe do projeto, sementes ricas em molibdênio, além de elevar o rendimento do feijão quando o solo é deficiente desse micronutriente e não é usada adubação nitrogenada suficiente, podem ter melhor qualidade fisiológica.

Fonte: Embrapa

Brasil participa de pesquisa sobre avanços no conhecimento da ferrugem da soja

O Consórcio Internacional do Genoma da Ferrugem Asiática da Soja acaba de tornar público (ainda não revisado por pares) o artigo referente aos avanços obtidos com o sequenciamento e montagem de três genomas do fungo causador da ferrugem asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi). O consórcio internacional de pesquisa ASR Genome Consortium é formado por 12 instituições de pesquisa. No Brasil, participam deste consórcio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Bayer, a Syngenta e a Universidade Federal de Viçosa (Brasil).

A pesquisadora Francismar C. Marcelino-Guimarães, da Embrapa Soja, uma das autoras do artigo, explica que a disponibilidade do genoma de referência do fungo é essencial para o avanço no conhecimento da biologia e nos fatores envolvidos na adaptabilidade deste fungo, com o intuito de acelerar o desenvolvimento de novas estratégias de controle da ferrugem-asiática.

Fonte: Embrapa

Plantas de cobertura são alternativa de manejo sustentável

A Embrapa realizou a pesquisa bibliográfica que conclui pela boa perspectiva dessa prática visando à produção sustentável, um dos focos principais da Agricultura moderna. O estudo, que servirá, ainda, para orientação dos produtores que desejem adotar esse método para conservação ambiental, teve por base pressupostos teóricos de vários autores e fontes sobre o tema.

Um dos principais desafios da agricultura moderna é produzir de forma sustentável, em ambiente ecologicamente correto, socialmente aceito e economicamente viável, para atender à demanda crescente de alimentos. Sob essa perspectiva, o Brasil se apresenta com enorme potencial para atender a essas questões, sendo o Cerrado um dos principais produtores de alimento no país. Entretanto, o uso intensivo e indiscriminado de agrotóxicos e adubação sintética, modelo recorrente na Agricultura, tem provocado graves danos ambientais aos ecossistemas e à saúde humana. Nesse ambiente, o uso adequado das plantas de cobertura constitui-se em alternativa para melhoria dos atributos físicos, químicos e biológicos do solo, aumentando a produtividade e promovendo sustentabilidade ao sistema agrícola.

Acesse mais informações clicando aqui.

Fonte: Embrapa

MERCADO

Indicadores Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada

Soja

As valorizações externa e do dólar elevaram os preços da soja no Brasil e aumentaram a liquidez doméstica, segundo informações do Cepea. A expectativa de maior consumo interno também influenciou o avanço nos preços. De 3 a 10 de junho, os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paraná e ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) subiram 4,26% e 4,24%, com respectivos fechamentos de R$ 194,93/sc e de R$ 200,25/sc de 60 kg na sexta-feira. No cenário externo, a firme demanda externa, sobretudo da China, pela soja dos Estados Unidos e o clima quente e seco no Meio-Oeste norte-americano impulsionaram os preços da oleaginosa na semana passada. Entre 3 e 10 de junho, o dólar se valorizou 4,12% frente ao Real, a R$ 4,981 na sexta.

Algodão

Diante da disparidade entre os preços ofertados por compradores e os pedidos por vendedores no spot nacional, a liquidez está reduzida no mercado de algodão em pluma, e os valores têm oscilado com certa força. Parte dos vendedores se mantém firme, enquanto outros até chegam a ser mais flexíveis, possibilitando alguns fechamentos. Do lado da demanda, boa parcela das indústrias continua afastada e/ou ofertando valores menores para novas aquisições, alegando dificuldades no repasse para seus manufaturados. Já comerciantes dão preferência para negócios “casados” e/ou compram a pluma para cumprimento de suas programações. Entre 7 e 14 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, subiu 0,55%, fechando a R$ 7,7994/lp nessa terça-feira, 14. Na parcial de junho, porém, o Indicador registra queda de 4,13%.

Milho

O movimento de queda diária consecutiva nas cotações do milho, que vinha sendo verificado desde meados de maio, foi interrompido nos últimos dias, de acordo com dados do Cepea. Esse cenário está atrelado às altas dos preços nos portos brasileiros na semana passada, que, por sua vez, foram impulsionados pela demanda mais aquecida e pelas valorizações externa e do dólar. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) subiu 0,41% de 3 a 10 de junho, fechando a R$ 85,42/saca de 60 kg na sexta-feira, 10. Compradores se mantiveram afastados na maior parte da semana, limitando as altas nos preços.

Arroz

A liquidez no mercado de arroz em casca aumentou nos últimos dias no Rio Grande do Sul, contexto que fez com que os preços reagissem. Compradores estiveram mais ativos no mercado, diante da necessidade de aquisição do casca para cumprimento de contratos já efetivados de produto beneficiado e do maior interesse em negócios para exportação. A média ponderada do estado do Rio Grande do Sul, representada pelo Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista), avançou ligeiro 0,36% entre 7 e 14 de junho, fechando a R$ 72,22/saca de 50 kg na terça-feira, 14, o maior patamar desde o encerramento de abril, em termos nominais. Quanto à produção nacional, a Conab indicou neste mês que a safra 2021/22 foi estimada em 10,6 milhões de toneladas, 0,9% inferior aos dados de maio e baixa de 9,9% frente à de 2020/21.

 Etanol

A pequena demanda pelo etanol e a incerteza da mudança tributária relacionada ao ICMS deixaram o mercado do biocombustível em ritmo lento na última semana. Segundo pesquisadores do Cepea, boa parte dos compradores seguiu adquirindo apenas pequenos volumes, ao passo que muitos vendedores estiveram firmes nos preços. Entre 6 e 10 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ semanal do hidratado foi de R$ 3,0840/litro, ligeira queda de 0,07% frente ao período anterior. No caso do anidro, houve redução de 1,32%, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,5738/litro.

Açúcar

Os preços do açúcar cristal recuaram nos últimos dias no mercado spot do estado de São Paulo. Após iniciarem a semana passada na casa dos R$ 129,00/saca de 50 kg, operam na casa dos R$ 127,00/saca de 50 kg, patamar que não era observado desde meados de agosto/21, em termos nominais. Segundo pesquisadores do Cepea, a queda dos preços esteve atrelada à flexibilidade de algumas usinas, que baixaram os valores de suas ofertas, em especial para o cristal Icumsa 180, açúcar com maior volume disponível para as negociações no spot. A oferta do açúcar cristal Icumsa 150, por sua vez, esteve mais restrita, e os preços, firmes. Pelo lado das compras, inflação e juros elevados têm desestimulado as indústrias, uma vez que as aquisições no varejo se retraem e o custo de carregar estoques aumenta.

Trigo

As cotações do trigo seguem em alta no mercado internacional e no Brasil, ainda influenciadas pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia e pela não realização de acordo entre esses países para a exportação de grãos pelo Mar Negro. Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento de alta nos valores externos foi reforçado por dados divulgados pelo USDA, apontando menor oferta mundial na safra 2022/23. Na Argentina, maior fornecedora de trigo do Brasil, a Bolsa de Cereales indicou nova redução na área semeada com o cereal. Quanto ao Brasil, apesar de estimativas apontarem safra recorde nacional neste ano, os preços seguiram em alta, acompanhando as valorizações externa e do dólar e também devido à baixa disponibilidade atual.

TECNOLOGIA

Formado o hub de inovação e sustentabilidade do agro nacional

A Embrapa e os parceiros fundadores no projeto AgNest. Um hub de inovação no formato farm lab, onde a interação entre startups, empresas e outros agentes propiciará o surgimento de ideias no contexto de inovação aberta, em um ambiente ideal para testar tecnologias e fazer networking, capaz de conectar atores do universo da ciência e dos mercados. O evento acontece dia 29 de junho, em São Paulo — SP.

O AgNest é uma iniciativa da Embrapa Meio Ambiente e Embrapa Agricultura Digital com o propósito de materializar um ambiente cooperativo, homogêneo e estratégico para a promoção de experimentos que conduzam à geração de soluções tecnológicas inovadoras para a agropecuária nacional.

Fonte: Embrapa

CLIMA

Frente fria chega ao Sul do país

A partir de segunda-feira (13), os ventos associados ao anticiclone pós-frontal podem transportar o ar frio até o Nordeste brasileiro derrubando também as temperaturas em áreas do estado da Bahia. Ainda nesse dia, há risco de geada em áreas do sudeste de Minas Gerais.

Fonte: Mapa

Com permanência do La Niña, inverno deve ter chuvas abaixo da média no Sul e no Sudeste

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste ano, a ação do fenômeno La Niña deve persistir durante todo o inverno, com tendência de potencializar as chuvas nas regiões Norte e Nordeste e reduzir a possibilidade de chuvas mais intensas no Sul e no Sudeste.

A estação é normalmente marcada pelo período menos chuvoso das regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil, enquanto os maiores volumes de chuva concentram-se sobre o noroeste da Região Norte, leste do Nordeste e parte da Região Sul do Brasil.

Além de uma menor incidência de radiação solar, a estação caracteriza-se também, pelas incursões de massas de ar frio, vindas do sul do continente, que provocam queda acentuada da temperatura do ar, resultando em valores médios inferiores a 22ºC sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Esta diminuição de temperatura, pode ocasionar:

I) Formação de geadas nas regiões Sul, Sudeste e no estado do Mato Grosso do Sul;

II) Queda de neve nas áreas serranas e planaltos da Região Sul;

III) Episódios de friagem nos estados do Mato Grosso, Rondônia, Acre e no sul do Amazonas.

Durante a estação, em função das inversões térmicas no período da manhã, são comuns as formações de nevoeiros e/ou névoa úmida nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com redução de visibilidade, impactando especialmente em estradas e aeroportos.

Com a redução das chuvas em grande parte do país nesta época do ano, tem-se a diminuição da umidade relativa do ar, que consequentemente, favorece o aumento da incidência de queimadas e incêndios florestais, bem como aumento de doenças respiratórias.

Fonte: Mapa/Inmet

Previsão de chuva

Previsão de chuva – De 14 a 20 de junho de 2022

De acordo com o modelo numérico do INMET, os maiores acumulados são previstos para o extremo norte e sul do país.

Região Norte

São previstos acumulados de chuva que poderão superar os 70 mm em Roraima e no norte do Amazonas e do Amapá. No noroeste do Amazonas, Rondônia e meio norte do Pará, os acumulados de chuva devem ficar na faixa de 20 e 50 mm. Nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos serão inferiores a 10 mm.

Região Nordeste

São previstos volumes de chuva abaixo de 10 mm em praticamente toda a região, exceto no norte do Maranhão, litoral de Alagoas e Pernambuco, onde poderá ocorrer chuvas próximas a 30 mm.

Região Centro-Oeste e Sudeste

A predominância de uma massa de ar seco durante a semana não irá favorecer a formação de nuvens de chuva em praticamente toda a região, exceto em áreas pontuais do Mato Grosso do Sul, onde volumes de chuva de até 20 mm poderão ocorrer.

Região Sul

A passagem de uma frente fria no litoral irá contribuir com áreas de instabilidade no Rio Grande do Sul, principalmente no dia 18/06. Os acumulados previstos ficam na faixa entre 20 e 60 mm no Rio Grande do Sul, enquanto no oeste Paraná e Santa Catarina, os acumulados de chuva deverão ser inferiores a 20 mm.

Figura 1. Previsão de chuva para 1ª semana (14/06/2022 e 20/06/2022). Fonte: INMET.

Previsão de chuva – De 21 a 29 de junho de 2022

De acordo com o modelo de previsão numérica GFS, a semana poderá apresentar grandes acumulados de chuva em grande parte do oeste da Região Norte, costa leste do Nordeste e região Sul do país.

Região Norte

São previstos acumulados entre 50 e 150 mm nos estados de Roraima, noroeste do Amazonas e extremo leste do Amapá. Nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos não deverão ultrapassar os 40 mm, principalmente em áreas do sul do Pará, leste de Rondônia e no Tocantins, onde não há previsão de chuvas.

Região Nordeste

São previstos maiores acumulados de chuva, de até 80 mm, na costa leste da região e norte do Maranhão. Nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos não deverão ultrapassar os 20 mm.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste

São previstos acumulados de chuva, exceto no leste da região, onde os volumes de chuva não irão ultrapassar os 20 mm.

Região Sul

Os maiores acumulados de chuva previstos se concentrarão no estado do Rio Grande do Sul, podendo superar os 100 mm no centrossul do estado. Nas demais áreas, não são previstos acumulados de chuva maiores que 70 mm, principalmente na parte norte do Paraná, onde os volumes de chuva deverão ser inferiores a 20 mm.

Figura 2. Previsão de chuva para 2ª semana (21/06/2022 e 29/06/2022). Fonte: GFS.

Previsão de temperatura

Para os próximos dias, as temperaturas máximas voltarão a subir, se mantendo acima de 26°C em grande parte do país, podendo ultrapassar os 30°C nas regiões Centro-Oeste e oeste da Região Nordeste. Já na Região Sul, a temperatura máxima prevista não deverá passar de 22°C, com menores valores previstos para o Rio Grande do Sul e região serrana de Santa Catarina.

Uma massa de ar frio está prevista para o dia 19/06, acarretando a queda nas temperaturas mínimas sobre estas regiões.

CURSOS E EVENTOS

Selecionamos uma série de eventos importantes no mundo Agro e que podem interessar você. Todos online e sem custos!

Implantação e manejo do Consórcio Milho-Braquiária

Instituição promotora: Embrapa

Data: 20/05/2022 a 20/06/2022

Inscrição: Clique aqui

Controle biológico: enfoque em manejo de lagartas com bioinseticidas

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

Qualifica Mulher

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

Medidas de Prevenção, Monitoramento e Controle da Vespa-da-Madeira

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

RENIVA – Introdução às estratégias de produção de materiais de plantio de mandioca

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

Apicultura para Iniciantes

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

Produção e Tecnologia de Sementes e Mudas

Instituição promotora: Embrapa

Data: 17/02/22 a 31/12/22

Inscrição: Clique aqui

Produção de mudas de cajueiro – enxertia

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

Viticultura Tropical no Semiárido

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

Apicultura para Iniciantes

Instituição promotora: Embrapa

Data: Contínuo

Inscrição: Clique aqui

 

Espaço para parceiros do Agro aqui

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