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Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

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GERAIS

Banco do Brasil chega a R$ 50 bilhões de crédito para Pronaf

O Banco do Brasil anunciou na última segunda-feira (17) a marca de R$ 50 bilhões em crédito rural para pequenos produtores rurais, enquadrados no Pronaf.

No Plano Safra, o banco já desembolsou R$ 93 bilhões, o que corresponde aumento de 63% em relação ao mesmo período da safra anterior.

No Circuito Agro, três carretas adaptadas irão atuar como agências móveis do banco e vão percorrer 60 mil quilômetros, entre janeiro e dezembro de 2022, visitando as principais praças do agronegócio no país e fomentando a geração de negócios para o setor. A expectativa é que o Circuito gere negócios da ordem de R$ 1,5 bilhão.

Fonte: Mapa

Garantia-Safra paga mais de 74 mil benefícios a agricultores familiares em janeiro

Foi publicada nesta terça-feira (18), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 274, que determina o pagamento do benefício Garantia-Safra para mais de 74 mil agricultores familiares, que aderiram na safra 2020/2021.

Neste mês, receberão o pagamento agricultores dos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Sergipe. O montante autorizado para esses agricultores ultrapassa R$ 63,5 milhões.

Em decorrência das medidas de enfrentamento da pandemia do Covid-19, o pagamento integral do benefício Garantia-Safra será realizado em parcela única de R$ 850, conforme publicado na Portaria nº 15, de 14 de abril de 2020.

O Garantia-Safra visa garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões sistematicamente sujeitas à perda de safra por razão da estiagem ou excesso de chuvas. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%.

Para aderir ao Garantia-Safra, também é necessário ter a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e plantar entre 0,6 a 5,0 hectares de feijão, milho, arroz, algodão e/ou mandioca. O benefício é disponibilizado obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

Fonte: Mapa

PRODUÇÃO

Embrapa e Marrocos fazem parceria em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de fosfatos

Em visita à Embrapa nesta quarta-feira (19/1), o presidente da Office Chérifien des Phosphates (OCP) no Brasil, Olávio Takenaka, afirmou ao presidente da Embrapa, Celso Moretti, o interesse da empresa marroquina em ampliar e diversificar a cooperação entre os dois países.

Hoje, a OCP é a empresa que detém o monopólio do fósforo no Marrocos, país que possui cerca de 70% das reservas mundiais conhecidas do nutriente, e é a maior fornecedora de fósforo para o Brasil (cerca de 40% das importações nacionais).

Um dos objetivos de Takenaka é envolver a Université Mohammed VI Polytechnique (UM6P) na cooperação entre a OCP e a Embrapa, para desenvolvimento de ações conjuntas de PD&I voltadas principalmente a inovações na área de fertilizantes fosfatados, priorizando a produção de bioinsumos à base de fósforo.

O presidente da Embrapa, Celso Moretti, destacou que a cooperação internacional será um dos focos da agenda da Empresa em 2022.

Fonte: Embrapa

Aprosoja Brasil lança nota oficial alertando para os prejuízos da falta de dessecante

A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) publicou uma nota oficial no dia 18 de janeiro alertando para a ameaça de prejuízos à safra de soja do país decorrentes da falta de produto para dessecação, que é a aplicação preparatória de herbicida a fim de deixar a lavoura uniforme para a colheita do grão.

A nota ainda destaca que esse problema passou a atormentar os produtores desde que a Anvisa baniu o uso e a comercialização do Paraquat em setembro de 2020. A decisão obrigou agricultores a buscarem herbicidas similares no mercado, embora apenas o Diquat tenha a mesma função e a mesma qualidade.

No entanto, a grande demanda pelo Diquat não tem sido atendida pela indústria. A Syngenta, que é a titular do registro, emitiu nota em 23 de dezembro de 2021 informando não haver produto em quantidade disponível no mercado para atender a demanda brasileira. Inclusive, a empresa não está cumprindo com as vendas já efetuadas e não tem o produto para entregar. A Aprosoja Brasil tem recebido reclamações de produtores de todo o país que compraram e ainda não receberam o produto.

A íntegra da nota pode ser acessada clicando aqui.

Fonte: Aprosoja

Situação da safra de algodão – janeiro de 2022

Apesar do excesso de chuvas nas regiões produtoras, o plantio da nova safra avança no Brasil e já ultrapassou um terço da área projetada. Até o dia 06 de janeiro de 2022, haviam sido semeados: BA (83%); GO (72%); MA (44%); MG (70%); MS (75%); MT (18%); PI (81%); PR (100%) e SP (83%). Total Brasil: 35% plantados.

De acordo com o segundo levantamento de safra 21/22 da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (ABRAPA), realizado com as associações estaduais no início de dezembro de 2021, a área plantada brasileira de algodão deverá alcançar 1,547 milhão de hectares na safra 21/22, um aumento de 13,5% em relação ao ciclo 20/21. Apesar da recuperação, a área deverá ser inferior ao semeado na temporada 19/20, pré-pandemia.

A recuperação da área se refletirá no crescimento da produção na atual safra. O volume projetado é de 2,71 milhões de toneladas, um aumento de 16,5% sobre o registrado no ciclo 20/21, revisado para 2,327 milhões de toneladas.

Fonte: Abrapa

Produção de algodão deve crescer em 2022

O ano de 2021 foi um ano positivo para a cotonicultura brasileira e as estimativas são de crescimento na atual safra. Em entrevista ao Canal do Boi, o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, fez um balanço dos desafios superados em 2021 e falou sobre as expectativas do setor para 2022.

Fonte: Abrapa

SUSTENTABILIDADE

Iniciativa de investimento pode ajudar países a cumprirem meta de diminuir as emissões de metano na pecuária

IICA e Fundo Verde do Clima fecham parceria de US$ 100 milhões para projetos de redução das emissões de metano nas Américas.

Compromisso firmado pelo Brasil e outros 100 países durante a COP-26, a redução de emissões de metano no setor agropecuário ganhou reforço. Nesta semana, o Fundo Verde do Clima (GCF, sigla em inglês) apresentou projeto para buscar reduzir as emissões de metano da pecuária das Américas, em iniciativa que será financiada com recursos da ordem de US$ 100 milhões.

O anúncio foi realizado durante a cerimônia virtual de posse do diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o argentino Manuel Otero, do qual a ministra Tereza Cristina participou enquanto presidente da Junta Interamericana de Agricultura (JIA).

Desde junho do ano passado, o Fundo credenciou o IICA para implementar projetos financiados pela sua carteira de créditos, o que permite ao organismo acesso a recursos que apoiem iniciativas de adaptação e resiliência climática da agricultura e da ruralidade nos países das Américas.

O IICA informou que primeiro passo da iniciativa, que vai contribuir para o desenvolvimento de processos produtivos mais eficientes e abrirá oportunidades tanto para o setor público quanto privado de apresentar seus projetos no continente americano, será a realização de estudos de viabilidade, a partir de um aporte inicial de US$ 1,5 milhão do GCF.

O GCF, sediado na Coreia do Sul, é um fundo criado pela Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, com uma carteira de US$ 20 milhões. A missão é ajudar países em desenvolvimento a elaborar práticas e tecnologias de adaptação às mudanças climáticas e à mitigação de seus efeitos.

Fonte: Mapa

MERCADO

Hortifruti: batata apresenta queda de preços enquanto banana tem aumento

Uma das hortaliças mais utilizadas na culinária brasileira, a batata apresentou oferta recorde em dezembro. Esse cenário proporcionou a queda de preços em quase todos os mercados atacadistas analisados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Mas enquanto o tubérculo registrou queda nos preços, a cebola seguiu com preços altos em todas as Ceasas avaliadas pela Companhia no mês de dezembro. Os aumentos alcançaram a casa dos 30% pelo menos em três mercados atacadistas: Recife/PE (37,44%), Rio de Janeiro/RJ (32,29%) e Brasília/DF (30,08%). Próximos aos 20% de aumento aparecem as Ceasas de Rio Branco/AC (24,69%), Curitiba/PR (23,50%), São Paulo/SP (20,79%), Campinas/SP (20,10%), Fortaleza/CE (20,00%) e a que abastece Belo Horizonte/MG com incremento de 19,68%.

No caso das frutas, o boletim destaca ainda a baixa nos preços da melancia, graças à maior oferta do produto no último mês de dezembro. Como a demanda ainda segue regular, com as chuvas e o efeito de substituição por outras frutas típicas de fim de ano, como ameixa e pêssego, o volume foi bem absorvido no varejo.

Apesar da melancia estar mais em conta, a banana e o mamão demonstraram alta nas cotações. O aumento dos preços da banana foi causado pela menor produção da variedade prata, por problemas climáticos, e pelas exportações, que continuaram aquecidas. No caso do mamão, além da queda na oferta, principalmente da variedade formosa, houve aumento no valor dos insumos para a produção, doenças fúngicas em decorrência das chuvas e as exportações, que aumentaram novamente.

Fonte: Conab

Indicadores Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada

PRODUTO
COTAÇÃO
Soja
As atenções de agentes do setor de soja estão voltadas ao desenvolvimento das lavouras e à colheita no Brasil, iniciada de forma ainda lenta no Paraná e em Mato Grosso. A expectativa é de que os trabalhos de campo se intensifiquem entre o final de janeiro e o começo de fevereiro. As áreas de cultivo precoce têm registrado baixa produtividade, diante das chuvas tardias, gerando preocupações quanto à oferta da safra 2021/22. O cenário mais preocupante é verificado no Sul do País. No Paraná, apenas 2% da área semeada havia sido colhida até o final da semana passada, mas as condições das lavouras estão cada dia piores. Por outro lado, produtores do Sudeste e de parte do Centro-Oeste do Brasil ainda estão otimistas quanto à safra de soja e esperam por produção volumosa nestas regiões.
Algodão
Os preços do algodão em pluma subiram com força nos últimos dias, renovando o recorde nominal da série histórica do Cepea há seis dias consecutivos e ultrapassando os R$ 6,9/libra-peso. Segundo pesquisadores do Cepea, o avanço das cotações tem sido influenciado pela elevação dos valores internacionais, pela baixa disponibilidade de pluma no spot e pela posição firme de vendedores. Além disso, o mês de janeiro é sazonalmente de preços acima da média anual, devido à maior presença compradora para renovar estoques depois do recesso de fim de ano. Atualmente, indústrias estão preocupadas com o repasse dos preços da matéria-prima, ao passo que as vendas estão enfraquecidas. Nos últimos dias, compradores e vendedores se mantiveram em disputa acirrada quanto ao preço da pluma. No entanto, na maioria dos casos, os compradores com necessidade imediata tiveram que ceder aos pedidos dos vendedores. Entre 11 e 18 de janeiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma avançou 3,65%, fechando a R$ 6,9373/lp nessa terça-feira, 18 – máxima nominal da série histórica do Cepea. Na parcial de janeiro, a alta é de 8,25%. A média do Indicador na parcial deste mês, de R$ 6,6495/lp, também é recorde nominal da série do Cepea.
Milho
Em algumas praças acompanhadas pelo Cepea, a saca de 60 kg do milho já vem sendo negociada acima de R$ 100. Produtores seguem limitando o volume ofertado em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Assim, compradores têm voltado ao spot, na tentativa de recompor os estoques, mas têm tido dificuldade para realizar novas aquisições. Estimativas sobre a produção brasileira foram divulgadas na semana passada e confirmaram as perdas da safra verão brasileira na temporada 2021/22.
Etanol
Os preços dos etanóis anidro e hidratado fecharam mais uma semana em estabilidade. Entre 10 e 14 de janeiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado em São Paulo foi de R$ 3,3516/litro, elevação de apenas 0,02% frente ao período anterior. No caso do etanol anidro, houve leve baixa de 0,17%, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,8296/litro. Mesmo com o anúncio da Petrobras no último dia 11 do aumento no preço da gasolina nas refinarias, distribuidoras se mantiveram recuadas para novas compras de hidratado, adquirindo apenas volumes pontuais. Agentes de distribuidoras consultados pelo Cepea relatam baixa liquidez no mercado desse biocombustível, ocasionada pela queda da demanda, devido ao enfraquecido poder de compra dos brasileiros.
Arroz
Os compradores de arroz em casca estiveram mais ativos no mercado nos últimos dias, inclusive elevando os valores ofertados pelo cereal, devido à necessidade de repor estoques. Agentes de tradings também estiveram interessados em novas negociações para exportação. Já do lado vendedor, segundo colaboradores do Cepea, produtores se mantiveram cautelosos e seguiram limitando o número de lotes para venda, aguardando melhor alinhamento do mercado. Nesse cenário, o preço do casca – que no dia 10 de janeiro registrou o menor patamar nominal desde 23 de junho de 2020 – passou a subir, fechando a R$ 62,54/saca de 50 kg nessa terça-feira, 18, 0,7% acima do observado na terça anterior (11). Vale ressaltar, porém, que os preços do casca vêm se mantendo na casa dos R$ 62/sc desde 30 de novembro de 2021. Segundo colaboradores do Cepea, a pouca oscilação em um período relativamente longo pode ser indicativo de que os valores chegaram ao patamar mínimo aceitável por vendedores.
Boi
Após pouco mais de três meses, os envios de carne bovina à China foram retomados na segunda quinzena de dezembro. Conforme dados da Secex, no último mês, o Brasil exportou 6,79 mil toneladas da proteína (in natura, industrializada, miúdos entre outros) ao país asiático. Aos Estados Unidos, por sua vez, os embarques de dezembro registraram novo recorde mensal, de 30,3 mil toneladas, resultado que sustentou o país norte-americano como o maior destino da proteína brasileira pelo segundo mês seguido. Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado está atrelado, entre outros fatores, ao Real desvalorizado frente ao dólar, o que torna a carne nacional bastante competitiva e atrativa aos norte-americanos. Vale ressaltar que os Estados Unidos são grandes produtores de proteína bovina, mas também são importantes demandantes – o país tipicamente exporta carne cara e importa carne barata. Em 2021, a carne brasileira foi enviada aos Estados Unidos à média de US$ 7,26/kg, avanço de 1,8% frente à de 2020 (de US$ 7,14/kg)

CLIMA

La Niña pode provocar geadas em Mato Grosso do Sul

A Embrapa Agropecuária Oeste, por meio do seu sistema de previsão de geadas, alerta para o alto risco de ocorrer geada no mês de junho de 2022 em municípios da região sul de Mato Grosso do Sul.

A instituição de pesquisa salienta que essa probabilidade é de 75%, podendo acontecer sob qualquer intensidade, desde fraca até forte.

O fenômeno La Niña se caracteriza pelo resfriamento das águas do oceano pacífico equatorial. Quando isso acontece, dadas as fortes interações que existem entre o oceano e a atmosfera, as condições climáticas mundiais passam a ser influenciadas por essa realidade momentânea.

Fonte: Embrapa

Previsão de temperatura

As temperaturas máximas deverão se manter elevadas em grande parte do Brasil, pelo menos, até o dia 23 de janeiro de 2022, com destaque para as regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

A Figura 1 apresenta a previsão de temperatura máxima para os dias 18 e 23 de janeiro às 15 horas (horário de Brasília). De maneira geral, as temperaturas deverão variar entre 26°C e 42°C, com os maiores valores esperados na Região Sul, avançando para as regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, no Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo podem alcançar a faixa dos 38°C.

Figura 1. Temperatura máxima para 18 e 23 de janeiro de 2022 às 15 horas. Fonte: INMET. Fonte: INMET

Previsão de chuva

De acordo com o modelo numérico do INMET, os maiores acumulados tendem ocorrer em áreas nas Regiões Norte, parte da Região Nordeste e centro-oeste do Brasil.

REGIÃO

PREVISÃO DE CHUVA

Sul
Os maiores acumulados são previstos no sul do Rio Grande do Sul podendo alcançar até 70 mm. Ainda no leste do Paraná e Santa Catarina, o acumulado no período pode atingir 40 mm de chuva.
Sudeste
Os maiores acumulados de chuva são esperados no sul de Minas Gerais e leste de São Paulo, com maiores acumulados variando entre 20 mm e 40 mm.
Centro-Oeste
Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer ao norte do Mato grosso e oeste de Goiás, com acumulados próximos à faixa de 60mm.
Nordeste
Os maiores acumulados de chuva se concentram ao norte do Maranhão, oeste do Piauí e lesta da Bahia, com aproximadamente 50 mm, podendo alcançar 80 mm em áreas pontuais.
MATOPIBA
Os maiores acumulados chuva se concentram no Tocantins e sul do Maranhão.
Norte
Os maiores acumulados de chuva concentram-se no norte do Pará e no Amapá, com acumulados podendo ultrapassar os 100 mm em áreas pontuais.

INMET: Previsão de tempo entre os dias 17 de janeiro e 02 de fevereiro de 2022.

Figura 2. Previsão de acumulado de chuva entre os dias 17 e 24 de janeiro de 2022. Fonte: INMET

A previsão de acumulado de chuva entre os dias 25 de janeiro a 2 de fevereiro de 2022 é apresentada na Figura 3. De acordo com o modelo de previsão numérica, as chuvas devem voltar a ocorrer de maneira mais significativa na região Sudeste e Centro-Oeste.

Na Região Norte os maiores acumulados tendem a se concentrar ao leste da região, variando entre 90 mm e 150 mm.

Na região Centro-Oeste, os acumulados de chuva também devem variar entre 90 mm a 150 mm, com maior concentração ao leste do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás.

Na região Sudeste, os acumulados de chuva devem variar de 100 mm a 150 mm em áreas ao sul de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Na Região Nordeste e área do MATOPIBA, o acumulado de chuva tende a ser próximo aos 100 mm em áreas ao sul do Maranhão, Piauí e Tocantins.

Na Região Sul, em grande parte do Rio Grande do Sul são previstos volumes de chuva inferiores aos 20 mm, nas demais áreas os maiores acumulados tendem a alcançar a faixa dos 60 mm, com maior concentração no leste de Santa Catarina e oeste do Paraná.

Figura 3. Previsão de acumulado de chuva para a 2ª semana (25 de janeiro e 2 de fevereiro de 2022). Fonte: GFS.

CURSOS E EVENTOS

Selecionamos uma série de eventos importantes no mundo Agro e que podem interessar você. Todos online e sem custos!

Data
Evento
Instituição promotora
Link de acesso
10/02/22(09:00) Anúncio do 5º Levantamento da Safra de Grãos 2021/22 Conab Clique aqui
20/01/22

(09:00)

Anúncio do 1º Boletim Hortigranjeiro Prohort 2022 Conab Clique aqui
20/01/2022 Implantação e manejo de recuperação de pastagens – Turma – 01/2022 Embrapa Clique aqui
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