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Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

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GERAIS

Produção de algodão deve crescer 16,5% na safra 21/22

A produção brasileira de algodão deve crescer 16,5% na safra 21/22, e a área cultivada deve atingir 1,55 milhões de hectares. Em entrevista ao programa Mercado & Companhia, do Canal Rural, o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, comenta as projeções e explica que a retomada da área plantada se deve ao aquecimento da demanda mundial e a consequente alta nos preços na bolsa de Nova York.

Fonte: Abrapa

 Embrapa contribui para a vida saudável dos brasileiros

Com a crescente preocupação de valores nutricionais e qualidade dos alimentos, a Embrapa vem desenvolvendo variedades mais nutritivas e também as biofortificadas, buscando contribuir com os problemas de saúde pública associados às deficiências nutricionais.

Os avanços em pesquisas sobre alimentos, nutrição e saúde e suas relações trouxeram clareza ao papel da dieta na melhoria da vida do ser humano. Assim, cultivares de arroz, feijão, mandioca, frutas, legumes e hortaliças já foram lançadas no mercado, enquanto outras ainda estão em fase de finalização.

E a pesquisa tem o desafio de desenvolver tecnologias mais eficientes para a produção agropecuária, buscando contemplar as necessidades de alimentos e outros produtos de modo a garantir a saúde e segurança alimentar da população.

Dessa forma, a Embrapa, como parte do sistema de pesquisa e inovação, vem contribuindo para atender às crescentes demandas da sociedade para o desenvolvimento de uma agropecuária dinâmica, complexa e, ao mesmo tempo, mais sustentável.

Fonte: Embrapa

Mapa entrega mais de 14 mil títulos de propriedade rural

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou, na última sexta-feira, evento para marcar a emissão de 14.519 documentos titulatórios definitivos e provisórios para famílias assentadas e produtores rurais em Rondônia.

Ao todo, foram atendidas mais de 11 mil famílias de assentados da reforma agrária e mais de 3 mil de agricultores beneficiários da regularização fundiária, em 50 municípios de Rondônia. A entrega de títulos é uma das prioridades do Governo Federal. Desde 2019, o Incra já emitiu mais de 269 mil títulos para beneficiários em todo o país.

Ouça a matéria na Rádio Mapa:

Fonte: Mapa

Plataforma PronaSolos permitirá acesso a todos que produzem dados sobre solos no Brasil

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou, o segundo módulo da plataforma tecnológica do Programa Nacional de Solos – PronaSolos.

O objetivo é definir uma melhor arquitetura tecnológica para a plataforma, de forma auxiliar políticas de governança, definição e validação de perfis de usuários, estruturação de bancos de dados.

O aprimoramento tecnológico permitirá uma usabilidade e performance para que dados, informações, conhecimentos e tecnologias gerados pelo Programa sejam plenamente apropriados pela sociedade.  Desta forma, a partir de agora, todos que produzem dados de solos no Brasil, poderão contribuir e usufruir os serviços e tecnologias do PronaSolos, por meio de uma ferramenta interativa aberta ao público.

O grande diferencial da Plataforma PronaSolos, então, é integrar não somente os dados de referência, temáticos e cadastrais, produzidos por instituições como Embrapa, CPRM, IBGE, OEPAS, Universidades e Mapa, mas também trazer conteúdo de Instituições de Ensino, Pesquisa e Extensão Rural públicas e a iniciativa privada.

Fonte: Mapa

Ferramenta facilita regularização ambiental das propriedades rurais

O Serviço Florestal Brasileiro, lançou nesta terça-feira o Módulo de Regularização Ambiental do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar).

A tecnologia possibilitará ao produtor rural que tiver o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado, elaborar a minuta de proposta de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Veja como foi o lançamento:

Fonte: Mapa

PRODUÇÃO

Banco de Germoplasma do cajueiro é o maior do mundo

O maior Banco de Germoplasma de Cajueiro do Mundo, o BAG Caju, que fica na Embrapa Agroindústria Tropical, é uma das coleções de material genético pioneiras em gestão de Qualidade. A Embrapa investiu em programas de qualidade que estabeleceram padrões para a conservação das coleções de material genético, para que os recursos sirvam a diferentes gerações.

Fonte: Embrapa

Publicado o Zoneamento Agrícola de Risco Climático para o trigo

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do trigo foi atualizado para a próxima safra. Entre as mudanças, estão o melhor detalhamento no cultivo de trigo na região tropical, a avaliação de risco de frustrações pelo excesso de chuva no final de ciclo, além da inserção de atualização de ciclos de cultivares na base de dados.

No Sul do Brasil, além da geada no espigamento, o excesso hídrico na fase final do ciclo do trigo é causa frequente apontada como sinistro nos pedidos de cobertura do Proagro e do seguro agrícola privado. Para o cultivo de trigo na região tropical, estão sendo atualizadas informações no Zarc para minimizar problemas com deficiência hídrica e temperaturas elevadas.

Fonte: Embrapa

Pesquisadores alertam para o uso indiscriminado de inseticidas e a perda da resistência de lagartas à soja Bt

Populações da lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) e da broca-das-axilas tem apresentado resistência ao Cry1Ac (soja Bt de primeira geração), problema que tem se agravado nesta safra 21/22. Apesar dessa notícia negativa, é importante destacar que isso não deve impactar a performance da tecnologia de soja-Bt para o manejo de outras espécies alvo da tecnologia como a lagarta-falsa-medideira (Crysodeixis includens) e a lagarta-da-soja.

Apesar dessas populações resistentes, é importante salientar que o uso de inseticidas para seu controle deve ser feito apenas quando os níveis populacionais atingirem os níveis de ação. Para o pesquisador da Embrapa Soja, Adeney de Freitas Bueno, “o produtor deve ser cauteloso no momento de verificar a necessidade de controle, respeitando as recomendações do MIP-Soja, que indicam o momento correto de se aplicar inseticidas”. Bueno também reforça que as plantas Bt são apenas um componente das estratégias de manejo, e o MIP-Soja preconiza a associação de diferentes ferramentas sustentáveis.

Fonte: Embrapa

Vantagens de produzir a Carne Baixo Carbono (CBC)

A Carne Baixo Carbono – CBC, é uma carne diferenciada que em breve estará no mercado. Os pesquisadores da Embrapa Gado de Corte, Roberto Giolo e Gelson Feijó, vão abordar o protocolo que deve ser seguido, os passos que devem ser dados para aderir ao sistema de produção e também sobre a qualidade do produto.  As ações fazem parte da Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono. Ouça o áudio do Prosa Rural, programa de rádio da Embrapa.

Fonte: Embrapa

Primeiros casos de ferrugem-asiática são identificadas na safra 2021/22

Com a safra de soja 2021/22 em andamento, foram registradas no início de dezembro as primeiras ocorrências de ferrugem-asiática em lavouras comerciais nos estados de São Paulo e Paraná.

Além do La Niña, a ocorrência de frios intensos no inverno, com geadas em todo o Paraná e consequente eliminação de possíveis plantas de soja espontâneas, auxiliou na diminuição da população do fungo no ambiente.

O pesquisador da Embrapa Soja, Rafael Soares, ressalta que a decisão do agricultor de iniciar as pulverizações com fungicidas para o controle da ferrugem-asiática deve ser tomada com base em informações técnicas, considerando o estádio fenológico da cultura, as condições climáticas, a cultivar, o tamanho da propriedade, a presença de outras doenças, a logística de aplicação, o custo de aplicação, os fungicidas disponíveis, entre outros fatores.

A associação com fungicidas multissítios, principalmente com aqueles sítio-específicos que estão com a eficiência mais reduzida, é uma estratégia que tem melhorado o controle químico e ajudado a reduzir a pressão de seleção ao fungo.

Para conhecer um pouco mais da eficiência dos principais fungicidas no controle da ferrugem, clique aqui.

Fonte: Embrapa

Produção Integrada de Folhosas

A Produção Integrada de Folhosas – Inflorescências e Condimentares (PIFIC), foi tema de uma live apresentada por Henrique Carvalho, Chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Hortaliças e por Nede Silva, diretor-executivo do Instituto Certifica, única instituição credenciada pelo para formar profissionais especializados na certificação de Produção Integrada (PI).

PIFIC

Com a publicação da Instrução Normativa do MAPA nº 1, de 11/01/2021, que estabeleceu as normas técnicas da PIFIC, os produtores desse grupo de hortaliças já poderão certificar seus produtos com o selo “Brasil Certificado: Agricultura de Qualidade” do MAPA/Inmetro. Esta certificação é baseada em Boas Práticas Agrícolas (BPA) e na sustentabilidade, permitindo a rastreabilidade de todas as etapas de produção – com ela, dentre outras coisas, o produtor que adere à PIFIC já se insere também no arcabouço da Instrução Normativa (IN) conjunta Anvisa-MAPA nº 02, publicada em 2018, que determina a rastreabilidade de alimentos in natura desde a produção agrícola à comercialização nos pontos de venda. Com isso, torna-se necessária a identificação dos produtos, dos estabelecimentos rurais, o uso de insumos, entre outros, juntamente com as recomendações técnicas dos agentes certificadores.

Fonte: Embrapa

Embrapa lança publicação sobre o manejo da fertilidade em pastagens

 A publicação Fertilidade do solo em pastagem: como construir e monitorar, lançada pela Embrapa, conscientiza técnicos e produtores rurais sobre a importância de se fazer o manejo adequado de um dos mais preciosos recursos naturais não renováveis do planeta – o próprio solo.

De forma simples, prática e ilustrada, a obra mostra como tornar as pastagens mais sustentáveis e longevas, com estratégias de construção de solos férteis sob elas, elencando as formas diretas e indiretas de monitoramento dessa fertilidade, sem agredir o meio ambiente. O conteúdo todo do documento está no Portal Embrapa, com acesso livre ao público.

Acesse a publicação clicando aqui.

Fonte: Embrapa

MERCADO

Indicadores Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada

PRODUTO

COTAÇÃO

Soja

A valorização do dólar frente ao Real elevou o interesse de compradores externos pela soja brasileira, cenário que acirrou a disputa entre agentes dos mercados doméstico e internacional e elevou os prêmios de exportação.Esse movimento, por sua vez, foi repassado aos preços internos. Entre 10 e 17 de dezembro, o dólar se valorizou 1,23% frente ao Real, fechando a R$ 5,682 na última sexta-feira. Também de 10 a 17 de dezembro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná subiram 3,23% e 3,7%, com respectivos fechamentos de R$ 171,42/sc e de R$ 168,07/sc de 60 kg nessa sexta-feira. No campo, a escassez de chuvas tem gerado temores de queda na produtividade no Sul do Brasil. Já no Norte e Nordeste do Brasil, é o excesso de precipitações que preocupa os sojicultores.

Algodão

A liquidez está enfraquecida no mercado doméstico de algodão em pluma.Os produtores estão retraídos e/ou firmes nos preços pedidos, visto que já venderam boa parte da safra 2020/21 e estão capitalizados – esses vendedores têm como suporte os elevados preços internacionais, a paridade de exportação e o dólar. Entre 14 e 21 de dezembro, o Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma avançou 0,54%, e na parcial do mês, 2,3%, fechando a R$ 6,4047/lp nessa terça-feira, 21.

Milho

A liquidez está baixa no mercado brasileiro de milho. Nesta época do ano, o ritmo de negociação é tipicamente menor, tendo em vista que alguns transportadores, armazéns e cerealistas entram em recesso. Vendedores estão retraídos, focados no desenvolvimento das lavouras.Compradores, por sua vez, se mostram abastecidos e negociam apenas quando há necessidade. Em Campinas (SP), base para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, os preços caíram 1% entre 10 e 17 de dezembro, fechando a R$ 87,18/saca de 60 kg nessa sexta-feira, 17. Além do baixo interesse de compra, a entrada pontual de milho do Centro-Oeste e do Norte do País enfraqueceu os valores do cereal no mercado paulista.

Etanol

Após cinco semanas em queda, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado (São Paulo) subiu 1,1% entre 13 e 17 de dezembro, fechando o período com média de R$ 3,3567/litro. No caso do anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ avançou 0,99% frente à semana anterior, a R$ 3,8767/litro.Para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa diário, a média entre 13 e 17 de dezembro foi de R$ 3.428,00/m3, alta de 0,98% na mesma comparação. Segundo colaboradores do Cepea, o suporte aos valores veio da manutenção do volume de etanol hidratado negociado no mercado spot. Além disso, foi verificada uma aquisição adicional por parte de alguns compradores, devido à proximidade das festas de fim de ano, época em que a circulação de veículos aumenta. Ressalta-se, também, que, entre 13 e 17 de dezembro, a relação entre os preços do etanol hidratado e os da gasolina C se movimentou em direção aos 70% nas bombas paulistas, o que resultou em aquecimento, mesmo que não tão expressivo, da demanda por parte das distribuidoras. Do lado das usinas, a postura ainda foi de firmeza quanto aos preços, mesmo com a pressão exercida por compradores.

Açúcar

O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar cristal, cor Icumsa de 130 a 180, oscilou com certa força nos últimos dias, movimento típico para este período do ano, devido ao baixo ritmo de negócios no mercado à vista. Segundo colaboradores do Cepea, compradores costumam adquirir com antecedência, devido às férias coletivas e festas de fim de ano, diminuindo, assim, a demanda no spot paulista. Apesar da oferta restrita do cristal no correr de toda esta temporada 2021/22, algumas usinas chegaram a vender a preços mais baixos na última semana, tendo em vista as poucas oportunidades de negócios. No entanto, apesar das oscilações, o Indicador renovou a máxima nominal no dia 16, fechando a R$ 157,43/sc. No balanço da semana (de 13 a 17 de dezembro), a média do Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, foi de R$ 154,95/sc, pequena queda de 0,02% em relação à da semana anterior (de R$ 154,98/sc).

Boi

Ainda que o setor pecuário nacional esteja bastante otimista com a retomada dos envios de carne bovina à China, os preços do boi gordo e da proteína registraram apenas pequenas oscilações ao longo da última semana.

No campo, segundo colaboradores do Cepea, muitos pecuaristas passaram a restringir a oferta de gado pronto para abate, favorecidos pela melhora dos pastos – devido às recentes chuvas – e à espera de reações nos preços do animal. Além disso, por questões fiscais, produtores geralmente se afastam do mercado spot nacional neste período, indicando voltar a negociar apenas no início do ano seguinte.

Assim, no acumulado da parcial deste mês (entre 30 de novembro e 21 de dezembro), o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) acumula pequena alta de 1,69%, fechando a R$ 327,75 nessa terça-feira, 21.

Para a carne negociada no mercado atacadista, valorizações mais intensas têm sido limitadas pelos elevados preços da proteína no varejo e pela maior competitividade das concorrentes (carnes suína e de frango), especialmente diante do baixo poder de compra da maior parte da população.

CLIMA

Previsão de chuva

De acordo com o modelo numérico do INMET, a semana deverá ser marcada por muita chuva na faixa entre o norte do Mato Grosso, Goiás e de Minas Gerais, sul do Pará, Tocantins e na Bahia, com acumulados que podem ultrapassar os 200 mm.

REGIÃO

PREVISÃO DE CHUVA

Sul

As chuvas deverão variar entre 5 e 60 mm, com maiores acumulados previstos para o leste de Santa Catarina e do Paraná. Entretanto, o rápido deslocamento de uma frente fria poderá ocasionar temporais (chuva e ventos fortes) isolados entre os dias 21 e 22/12 (terça e quarta-feira).

Sudeste

A semana será marcada por fortes chuvas e totais que podem ultrapassar os 100 mm na Região Sudeste. A passagem de uma frente fria no dia 23 (quinta-feira) poderá ocasionar temporais especialmente no leste de São Paulo, no Rio de Janeiro, Espírito Santo e no centro, sul e leste de Minas Gerais. Os totais de chuva nessas áreas poderão ficar próximos aos 70 mm. Porém, os maiores totais de chuva deverão ocorrer no norte de Minas Gerais, com valores que podem ficar em torno de 100 mm.

Centro-Oeste

Os maiores totais de chuva deverão se concentrar no Mato Grosso, Distrito Federal e no norte de Goiás. Nessas áreas, os totais de chuva poderão variar entre 50 e 200 mm.

Nordeste e MATOPIBA

Os totais de chuva deverão variar entre 60 e 200 mm. As chuvas deverão se intensificar ainda mais a partir do dia 24/12 (sexta-feira).

Norte

Previsão de muita chuva também na Região Norte do Brasil, especialmente em Rondônia, Acre, Tocantins e no sul do Amazonas e do Pará, onde os acumulados de chuva poderão variar entre 40 e 200 mm.

INMET: Previsão de tempo entre os dias 20 de dezembro a 5 de janeiro de 2022.

 Figura 1. Previsão de acumulado de chuva entre os dias 20 e 27 de dezembro de 2021. Fonte: INMET

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