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PRINCIPAIS NOTÍCIAS DA SEMANA (03/12/2020 a 09/12/2020)

Gerais

                                          

Arroz dourado poderá ser comercializado a partir de 2023

O Instituto de Pesquisa do Arroz das Filipinas (PhilRice) divulgou que já foi iniciado o período de comentário público, que é de 60 dias, para a propagação comercial do arroz dourado, ou Golden Rice.

O Golden Rice é uma variedade geneticamente modificada visando a produção de provitamina A. Tendo que passar ainda por processos regulatórios e burocráticos, a variedade de arroz dourado pode chegar ao mercado a partir de 2023.

A nova variedade de arroz já foi avaliada quanto a sua segurança em cinco países, incluindo as Filipinas, país de origem do Golden Rice, e a PhilRice está confiante que todos os padrões regulatórios serão atendidos. Contudo, caso haja oposição para a sua propagação comercial o processo poderá levar mais tempo para ser concluído.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/arroz-dourado-so-sera-comercializado-em-2023_443218.html

 

Internet 5G para o agronegócio é lançada em Goiás

Foi lançada no último dia 03/12 a rede de internet móvel de quinta geração (5G) voltada para o Agro de maneira experimental, em Rio Verde no estado de Goiás.

A operadora Claro será responsável pela ativação do sinal de internet através de uma licença de demonstração que terá validade de um ano. Esta é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Governadoria em parceria com outras instituições.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/rede-movel-5g-para-o-agronegocio-e-lancada-em-goias_443246.html

 

Como será a pecuária brasileira em 2021?

Neste ano de 2020, a pecuária brasileira teve resultados expressivos, com um aumento significativo no preço do boi gordo. Sendo que animais terminados no mês de novembro deste ano foram comercializados com valor acima de R$ 280,00 a arroba, visto que, a arroba do boi gordo teve um aumento no final do ciclo, proporcionando um maior lucro ao produtor.

Contudo, a pecuária brasileira passou por grandes desafios devido a pandemia da Covid-19, pois observou o aumento dos custos da ração para os animais e a queda dos contratos futuros.

Outro ponto importante para a manutenção dos preços elevados foi a grande retenção das fêmeas para ciclos produtivos futuros, o que diminuiu a oferta de animais e consequentemente de carne para o consumidor.

A demanda foi impulsionada por dois fatores. O primeiro foi a grande procura pela carne brasileira pelo mercado chinês, pois a carne brasileira se tornou competitiva pela desvalorização do câmbio. O segundo fator é o auxílio financeiro governamental que foi liberado para parte da população brasileira devido à pandemia, que afetou no consumo de alimentos no mercado interno.

A pecuária brasileira poderia atender um maior percentual do mercado chinês se este não fosse tão seletivo quanto a qualidade dos animais. Desta forma, o boi que não está apto ao mercado chinês é absorvido no mercado interno.

Os prognósticos apontam de forma positiva para a manutenção dos preços em alta. Porém, os pecuaristas devem olhar de forma cautelosa, pois a compra de animais para a reposição também está valorizada, o que pode prejudicar os resultados, quando este animal estiver pronto para o abate.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/2021-sera-favoravel-para-pecuaria-brasileira-_443323.html

 

As entregas de fertilizantes avançam 5% no país

 A importação de adubos se manteve de forma aquecida nos últimos meses, o que fez as projeções de entregas de fertilizantes serem revisadas. A projeção inicial era de uma demanda de aproximadamente 37,32 milhões de toneladas, com esta revisão, as perspectivas aumentaram 5%, passando para 38,05 milhões de toneladas.

O mercado brasileiro já internalizou cerca de 25,15 milhões de toneladas de NPK entre os meses de janeiro-outubro, aumento de 12,7% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Esta forte demanda está relacionada com o otimismo dos produtores de grãos, visto que os grãos vêm se mantendo valorizados. E com isso o ritmo de demanda deve permanecer pelos próximos meses.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/brasil-tem-avanco-de-5–nas-entregas-de-fertilizantes_443344.html

https://www.grupocultivar.com.br/noticias/stonex-estima-avanco-de-5-0-das-entregas-de-fertilizantes-em-2020

 

Agro cresce 2,4% em 2020

O setor agropecuário brasileiro, mesmo com o enfrentamento à pandemia e a desvalorização cambial nos custos de produção, teve um crescimento de 2,4%, entre os meses de janeiro e setembro deste ano, quando comparados com o mesmo período do ano de 2019.

Neste ano, os setores da indústria e serviços foram impactados de forma significativa pela pandemia e tiveram queda de 5,1% e 5,3%, respectivamente.

Os destaques do setor ficam por conta do café (21,6%), cana (3,5%), algodão (2,5%) e do milho (0,3%), no terceiro trimestre deste ano.

O produto interno bruto (PIB) cresceu cerca de 7,7% no terceiro trimestre deste ano quando comparado com o segundo. Porém, quando comparado com o terceiro trimestre do ano de 2019, observa-se uma retração de 3,9% do PIB. De janeiro a setembro deste ano a retração é de 5%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Ver mais: https://www.grupocultivar.com.br/noticias/setor-agropecuario-cresce-2-4-em-2020

 

UFRJ lança cultivar de arroz derivada do arroz vermelho

 A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciou uma nova cultivar de arroz que é derivada do arroz vermelho, recomendada para a região sudeste do Brasil.

Esta nova cultivar se destaca pela sua alta produtividade, boas características nutricionais, elevados teores de proteína e presença de substâncias antioxidantes. Apresenta também rendimento médio de beneficiamento de 72,6% e rendimento de grãos inteiros de 66%.

A recomendação de cultivo desta nova cultivar é para sequeiro.

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/cultivar-derivada-do-arroz-vermelho-se-destaca-pela-alta-produtividade/

 

  • Mercado

 

O que pode influenciar os preços da soja no início de 2021 no Brasil?

O preço da cultura da soja apresentou algumas quedas nesses últimos dias no país. Esta retração no preço da oleaginosa está relacionado com a desvalorização do dólar frente ao real, a diminuição das negociações de contratos futuros na Bolsa de Chicago e pela diminuição da demanda pelas empresas esmagadoras do grão no Brasil.

Porém, três fatores devem ser os principais influenciadores da manutenção dos preços em alta. As perspectivas apontam para uma menor disponibilidade do grão no mercado, redução na produção brasileira devido as fortes estiagens em algumas regiões do país e pela troca de governo nos Estados Unidos.

O primeiro fator está relacionado com a tendência de redução da produção de soja no Hemisfério Norte, fazendo com que as atenções se voltem para a América do Sul, em especial para o Brasil e Argentina. O fator climático pode causar queda na produção brasileira, já que as estiagens atrasaram a semeadura e dificultaram o estabelecimento da cultura em algumas regiões do país, podendo reduzir o teto produtivo. O terceiro fator é a eleição de Biden, que possivelmente adotará uma postura mais moderada nas tratativas com a China, o que pode minimizar a tensão entre os países, e pode prejudicar o Brasil em relação a exportação de soja para o país asiático.

Porém, para que os preços da cultura se mantenham em alta é fundamental que a moeda americana não desvalorize e se mantenha em R$ 5,10 ou suba.

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/precos-da-soja-comeco-2021/

 

Brasil importa soja americana para abastecer o mercado interno

 O Brasil importou 30,5 mil toneladas dos Estados Unidos para abastecer o mercado interno. A carga chegou no dia 3 deste mês no Porto de Paranaguá, no Paraná. Este é o maior volume da oleaginosa já importado dos Estados Unidos deste o ano de 1997.

Mesmo sendo o principal produtor de soja do mundo, o Brasil vem importando a oleaginosa para atender a demanda interna. Este fato está relacionado com o preço do grão no mercado internacional e com as vantagens cambiais, que fez com que quase a totalidade da produção brasileira fosse vendida para o mercado exterior.

O Brasil importou este ano, 625 mil toneladas de soja, de acordo com o Ministério da Economia. Os principais fornecedores de soja para o Brasil são o Paraguai com 589 mil toneladas e o Uruguai com 36,3 mil toneladas.

A soja vinda do Estados Unidos passou por inspeções e liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Agricultura e Receita Federal. A previsão é de que a descarga leve em torno de 5 dias, dependendo das condições climáticas.

Ver mais: https://www.canalrural.com.br/projeto-soja-brasil/soja-importacao-eua-descarregada-paranagua/

 

Mato Grosso já comercializou 62% do milho da safra 20/21

 O estado do Mato Grosso já comercializou quase a totalidade da safra de milho de 2019/20, totalizando 97,90%, com um aumento de 5,96% no preço médio da saca.

Mesmo com as vendas do cereal estando retraídas neste mês de dezembro, já foram negociados 62,69% da produção de milho da safra de 2020/21, a um preço médio de R$ 43,50 reais por saca. Os produtores da região norte do estado foram os que mais comercializaram o produto, as estimativas apontam que 73,38% do produto da região já foi vendido.

O recorde fica por conta da safra 2021/22, que registra uma comercialização de 6,65% da produção estimada por um preço médio de R$ 39,95 reais por saca.

 

Ver mais: http://www.imea.com.br/imea-site/relatorios-mercado-detalhe?c=3&s=2

https://bucket-xiruexterno-2.s3.sa-east-1.amazonaws.com/3/809881640863047681/1072771756246114304-.pdf?X-Amz-Expires=432000&X-Amz-Algorithm=AWS4-HMAC-SHA256&X-Amz-Credential=AKIAIOZVUSV4HGV74RLA/20201209/as-east-1/s3/aws4_request&X-Amz-Date=20201209T183813Z&X-Amz-SignedHeaders=host&X-Amz-Signature=5ac4da14373644811a8ca15c565df1b5e802621c717d188aadb584a9597b17cc

 

Exportação de suco rende mais de US$ 1.4 bilhão para o Brasil

 O Brasil vem se destacando no cenário mundial também pela exportação de sucos. Mesmo com a redução da demanda de suco por alguns países neste ano, o produto já rendeu US$ 1.446 bilhão entre os meses de janeiro e novembro para o país. Mesmo assim, a tendência é de que as exportações de suco neste ano fiquem abaixo do volume exportado no ano passado, onde o produto rendeu US$ 2.109 bilhões.

Neste ano os mercados do Oriente Médio, Ásia e África passaram a demandar mais o produto brasileiro. Com destaque para a Arábia Saudita, Coréia do Sul e Indonésia, que juntos foram responsáveis por 10,8% da demanda.

A Europa segue liderando o mercado mundial de suco e é responsável por movimentar US$ 947 milhões.

A demanda por suco no Oriente Médio vem crescendo e possui potencial para crescer ainda mais. Porém, o mercado de sucos vem demandando o selo Halal, que comprova que a produção seguiu todas as normas de jurisprudência islâmica em toda a cadeia produtiva, incluindo o armazenamento e o transporte.

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/brasil-ja-exportou-mais-de-us–1-4-bilhao-em-sucos_443534.html

 

  • Clima

                                            

O fenômeno La Niña deve permanecer até fevereiro de 2021

 O fenômeno La Niña deve permanecer neste último mês do ano de 2020. Os prognósticos demonstram uma probabilidade de 100% desta ocorrência. Esses prognósticos apontam que o fenômeno permanecerá atuando no primeiro Bimestre do ano de 2021, com 99% de chance de ocorrência.

Como as águas do Oceano Pacífico estão frias desde julho deste ano, devido ao fenômeno, os seus efeitos permanecerão atuando no primeiro trimestre do ano de 2021, segundo o NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional).

Desta forma, o mês de fevereiro de 2021 terá chuvas abaixo da média no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Em Matopiba as precipitações devem ficar acima da média.

 

Ver mais: https://www.agrolink.com.br/noticias/la-nina-tem-99–de-chance-de-ir-ate-fevereiro_443317.html

 

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