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Você conhece o sistema iLPF e quais os seus benefícios?

Você conhece o sistema iLPF e quais os seus benefícios?

Curadoria Agro Insight

O setor agropecuário brasileiro bate recordes sucessivos de produção ano após ano. Em 2021 a estimativa é de um aumento de 11,8% no Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP).

Por outro lado, o custo ao agroecossistema tem sido elevado, com o aumento da degradação do solo e das águas, assim como, uma maior necessidade de insumos importados para repor as propriedades químicas do solo e para controlar pragas e doenças associadas ao desequilíbrio do agroecossistema, resultando em aumento do custo de produção.

Nesse contexto, os sistemas integrados de produção oferecem alternativas reais para a superação dos problemas citados, bem como a redução aos riscos climáticos e de mercado, aumentando a sustentabilidade do agronegócio.

Dentre esses sistemas, a integração Lavoura, Pecuária e Floresta (iLPF) consiste na combinação de uma alta diversidade, associada a componentes sociais, econômicos e ambientais.

1. O QUE É O SISTEMA iLPF?

É definida como uma estratégia de produção sustentável que integra atividades agrícolas, pecuárias, e florestais, realizadas na mesma área.

A implantação desses sistemas leva em conta os princípios de rotação de culturas e do consórcio entre culturas de grãos, forrageiras e espécies arbóreas, para produzir na mesma área, grãos, carne ou leite e produtos madeireiros e não madeireiros ao longo do ano.

Segundo KICHEL (2012), o sistema iLPF é a produção de carne, leite, grãos, fibras, energia, produtos florestais, dentre outros, na mesma área, em plantio consorciado, em sucessão ou rotação, buscando efeitos sinérgicos e potencializadores, entre os componentes envolvidos naquele agroecossistema.

O objetivo do iPLF é intensificar o uso da área, através da integração espacial e temporal dos componentes do sistema produtivo, para atingir patamares cada vez mais elevados de qualidade do produto, qualidade ambiental e competitividade.

2. PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DO iLPF

A produção de grãos visa aumentar a rentabilidade da área e após a colheita, as pastagens podem aproveitar os nutrientes residuais da lavoura na produção de forragem. Além disso, estima-se que tanto a biomassa quanto os produtos de madeira podem reter algo em torno de 110 a 200 mg/ha de carbono (CERRI et al., 2009).

Outra contribuição importante do sistema iLPF é a diminuição de gastos com insumos, onde de ter a pastagem reformada, terá uma maior proporção de grãos para formulação das dietas dos animais, menor demanda por defensivos agrícolas e melhor aproveitamento da mão de obra.

2.1. Benefícios agronômicos (KICHEL, et al., 2014):

  • Melhoria dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, em função do incremento da matéria orgânica;
  • Maior desenvolvimento do sistema radicular, tornando a planta menos suscetível ao déficit hídrico e possibilitando uma maior ciclagem de nutrientes;
  • Controle mais eficiente de pragas, doenças e plantas daninhas;
  • Maior eficiência no uso de insumos e energia;
  • Sistema adaptado às pequenas, médias e grandes propriedades.

2.2. Benefícios ambientais (KICHEL, et al., 2014):

  • Redução da necessidade de abertura de novas áreas agrícolas;
  • Melhor aproveitamento dos recursos naturais pela complementariedade e sinergia entre espécies anuais, arbóreas e animais;
  • Diminuição do uso de agrotóxicos;
  • Redução do risco de erosão;
  • Maior recarga de água e melhoria da qualidade da água;
  • Melhoria das condições microclimáticas, como fornecimento de sombra aos animais e redução do vento nas áreas de lavoura;
  • Aumento da biodiversidade;
  • Maior ciclagem de nutrientes;
  • Aumento da capacidade de biorremediação do solo;
  • Menor emissão de metano pela pecuária;
  • Mitigação de gases de efeito estufa;
  • Criação de paisagens originais e favorecimento do turismo rural.

2.3. Benefícios econômicos e sociais (KICHEL, et al., 2014):

  • Incremento da produção com redução do custo produtivo;
  • Aumento da competitividade, pela maior qualidade e benefícios ambientais obtidos;
  • Redução de riscos operacionais e de mercado, devido a diversificação da matriz produtiva;
  • Aumento da oferta de alimentos seguro;
  • Maior geração de empregos e renda;
  • Melhoria da imagem da produção agropecuária;
  • Maior relevância da produção sustentável.

2.4. Benefícios para as lavouras (KICHEL, et al., 2014):

  • Rotação de culturas com a diminuição de pragas e doenças;
  • Produção de palhada e acumulo de matéria orgânica
  • Menor custo de produção pela otimização no uso de máquinas, mão de obra e insumos;
  • Recuperação de nutrientes lixiviados;
  • Maior estabilidade do microclima.

2.5. Benefícios para a pecuária (KICHEL, et al., 2014):

  • Maior ambiência e conforto térmico aos animais, se refletindo em maior tempo de pastejo e produtividade;
  • Maior produção de carne e leite;
  • Produção de maior qualidade;
  • Manutenção da capacidade produtiva das pastagens;
  • Aumento da capacidade de suporte das pastagens;
  • Aumento da oferta e da qualidade de alimentos;
  • Redução da idade de abate;
  • Redução da idade da primeira cria e produção de leite;
  • Redução do intervalo de partos;
  • Aumento do valor nutritivo das forrageiras.

2.6. Benefícios para o componente florestal (KICHEL, et al., 2014):

  • Maior crescimento em diâmetro das árvores, devido ao maior espaçamento;
  • Menor custo de implantação;
  • Melhor qualidade da madeira;
  • Maior proteção contra fogo em áreas de risco;
  • Permite a produção de madeira de qualidade, reduzindo a pressão sobre as florestas.

3. PRINCIPAIS ESPÉCIES UTILIZADAS NO SISTEMA iLPF

As espécies que podem ser utilizadas nos sistemas iLPF são dependentes das condições climáticas da região e do objetivo do sistema produtivo. Entretanto, pode-se sugerir algumas espécies que já possuem uma maior densidade de informações nesse sistema (Tabelas 1, 2 e 3).

 

Tabela 1. Culturas de lavoura utilizadas no sistema iLPF (SILVA et al., 2020).

Espécie Característica
Principais culturas de lavoura utilizadas no iLPF
Milho O milho possui inúmeras aplicações na propriedade agrícola, sendo utilizado na alimentação animal na forma de grãos, de forragem verde ou conservada, na forma de rolão e silagem (ALVARENGA et al., 2006).

Uma das vantagens do milho em comparação com outras culturas, principalmente cereais, consiste na sua qualidade na consorciação com capim. Vantagem observada pela competividade do consorcio visto que o porte dessa planta, exerce depois de estabelecidas, grande supressão em relação a demais espécies que crescem no local. A disponibilidade de herbicidas graminicidas seletivos ao milho, possibilita obter resultados excelentes com a consorciação milho com planta forrageira (ALVARENGA et al., 2006).

Sorgo

 

Constitui uma opção viável, para atender a demanda dos produtores, devido a composição química ser semelhante ao milho, possibilitando uma fermentação adequada, consequentemente esse alimento tem a disponibilidade de conservação na forma de silagem, outro fator interessante é a sua elevada taxa de proteína bruta em algumas variedades e maior tolerância a seca (ALVARENGA et al., 2011).

O sorgo consiste num tipo de planta típica de clima quente, com características xerófilas, que além de apresentar uma relativa baixa exigência em termos de fertilidade do solo, possui alta tolerância a estresses abióticos como: deficiência hídrica, solos com alto teor de salinidade e encharcamento. Em relação à característica de encharcamento, o sorgo se torna tolerante quando é plantado após a lavoura de arroz, em sistemas de iLPF.

 

Tabela 2. Espécies forrageiras/gramíneas utilizadas no sistema iLPF (SILVA et al., 2020).

Espécie Característica

Principais forrageiras/gramíneas utilizadas no iLPF

Calopôgonio (Calopogonium mucunoides) Trata-se de uma leguminosa forrageira, nativa do trópico brasileiro, destacando em sua capacidade de vegetar satisfatoriamente em condições de acidez elevada, solos de baixa fertilidade e apresentar alta tolerância à seca (NASCIMENTO et al., 2004). Além de apresentar alto potencial para adubo verde, produzindo aproximadamente 5 t/ha por ano de matéria seca (MS). 
Amendoim forrageiro (Arachis pintoi) Apresenta grande valor nutritivo, quando comparada a outras leguminosas, sendo utilizada na alimentação animal, em todas as épocas do ano. É uma leguminosa que quando utilizada na interação na forma de consorcio, tendo em vista sua relevância na produção animal, principalmente nos períodos de águas, devido a disponibilidade de forragem (BARCELLOS et al., 2008).

Além disso, o amendoim forrageiro constitui de uma leguminosa perene que compete com outras plantas de incidência espontânea, levando à interferência direta no ciclo reprodutivo delas, proporcionando redução de mão de obra empregada no controle da vegetação, sem interferência no fornecimento de N (PERIN et al., 2003).

Estilosantes (Stylosanthes ssp) O estilosantes constitui de uma leguminosa tropical, tendo sua produção prejudicada em locais de geadas, elevadas umidades de ar e temperaturas elevadas (KARIA et al., 2002). Uma das principais limitações desta leguminosa, seria sua limitação edafoclimática baixa permeabilidade em solos, recomenda seu uso para solos com textura arenosa.

O estilosantes apresenta uma relativa adaptação a solos ácidos e baixa exigência em fertilidade do solo. Porém a correção do solo tem grande importância na produtividade nas pastagens consorciadas, corrigindo principalmente deficiências nutricionais do solo (ANDRADE et al., 2003). 

Brachiaria brizantha O gênero Brachiaria é a gramínea mais plantada no Brasil, sendo utilizada em todas as fases de cria, recria e engorda, tendo em vista o manejo adequado. O capim marandu constitui um capim de alta produção de matéria seca, boa adaptabilidade e bom valor nutritivo (COSTA et al., 2005).

Gramínea de crescimento cespitoso, possui rizomas muito curtos, intenso afilhamento nos nós superiores ao colmo. Em relação a sementes, são ligeiramente maiores a outros cultivares de braquiárias (MARTUSCELLO et al., 2009).

Xaraés

 

Planta forrageira cespitosa, tendo uma característica importante que é enraizar nos nós basais e apresentar altura média de 1,5 m. o capim xaraes é indicado em solos de média fertilidade, bem drenados e de textura média (MARTUSCELLO et al., 2005).

Embora seu desempeno seja inferior ao capim Marandu, o capim Xaraés com maior velocidade de rebrota e maior produção de forragem, garantindo alta capacidade de suporte e maior produtividade por área (EUCLIDES et al., 2008).

Brachiaria decumbens cv. Basilisk Ocupa aproximadamente 55% das pastagens, fato comprovado pelo mercado de sementes, movimentando cerca de 115 milhões de dólares. Esta alta produção é justificada, principalmente pela sua adaptabilidade a diversos sistemas de produção e a diversas condições edafoclimáticas (MARTUSCELLO et al., 2009).
Panicum maximum cv. Mombaça Originalmente africana, essa gramínea forrageira apresenta crescimento cespitoso, perene, possuindo de 12 a 18 % de proteína bruta na matéria seca, sendo bastante utilizada no pastoreio e silagem. A fertilidade do solo desempena importante papel no desenvolvimento do Mombaça, na sua produtividade e concentração de nutrientes nas folhas (BRAZ et al., 2004).

 

De maneira geral, não existe um ideotipo de espécies florestais para o iLPF, sendo este influenciado pela região e finalidade do sistema. Sendo assim, a escolha da espécie florestal depende da finalidade do plantio; condições edafocl-imáticas do local de plantio (sítio); existência de conhecimentos agrossilviculturais; produtividade e rentabilidade do plantio; disponibilidade de sementes melhoradas ou clones (WRUCK, 2017).

Tabela 3. Espécies florestais utilizadas no sistema iLPF (SILVA et al., 2020).

Espécie

Finalidade comercial da espécie

Configuração do plantio iLPF
Eucalyptus spp.

 

·  Serraria; Mourões e lascas tratadas;

·  Escoras para construção civil;

·  Energia, carvão e lenha.

·  Distância entre renques de 2-4m;

·  1 a 3 linhas por renque.

Tectona grandis ·  Serraria;

·  Mourões e lascas tratadas;

·  Energia, lenha.

 

·  Linhas simples no espaçamento;

·  60m2/árvore

·  160 arvores/ha inicial e 150 árvores/ha final.

Hevea brasiliensis ·  Látex.

 

·  Linhas únicas no espaçamento 8×2,5m;

·  500 pts/ha.

4. EXEMPLO DE iLPF

Históricamente, a propriedade da família Kudiess trabalha de forma integrada com lavoura de grãos e pecuária, no Rio Grande do Sul. Nos anos 2000, os irmãos Manfred e Ruben Kudiess passaram a atuar no mercado de sementes, como primeiros multiplicadores do trigo de duplo propósito, com cultivares desenvolvidas pela Embrapa destinadas ao pastejo dos animais com posterior colheita de grãos.

O uso da tecnologia exigiu a profissionalização para trabalhar com sistemas integrados, com a atualização constante dos conhecimentos diante da necessidade de validar o produto para os clientes.

Após quase 20 anos trabalhando com integração lavoura-pecuária (ILP), o produtor Ruben Kudiess decidiu apostar também no componente florestal e, em 2019, destinou 54 hectares para integrar lavoura de grãos com engorda de bovinos e produção de madeira. O sistema ILPF corresponde a 5% da propriedade e conta com 18 renques de árvores, cada renque com três fileiras de eucaliptos, totalizando 600 árvores por hectare.

No total dos 54 hectares com ILPF, 14% da área foi destinada ao eucalipto, cobrindo cerca de 8 ha. A partir do quinto ano, deverá começar o raleio com a extração de lenha, que deverá suprir parte do secador de grãos, com excedente para comercialização.

Entre as vantagens do sistema ILPF, Ruben Kudiess faz questão de destacar o bem estar-animal: “O gado gosta de SPA: Sombra, Pasto e Água. Em função do conforto térmico, estimo o aumento no ganho de peso dos animais entre 15 a 20%, melhorando também a conversão alimentar”.

O microclima criado pelas árvores favorece tanto o solo quanto os animais, protegendo das geadas no inverno e do sol no verão. “Com as árvores atuando como quebra-vento e sombra, a umidade do solo também deve melhorar, o que pode representar um aumento de até 60% no crescimento das pastagens, especialmente em anos de estiagem”, estima o produtor. Segundo ele, o benefício também pode ser observado no inverno, quando as árvores podem reduzir o impacto das geadas, garantindo a oferta de pastagens por mais tempo.

Veja o depoimento do produtor:

 5. CONSIDERAÇÕES

Além de todas as vantagens já mencionadas, o sistema iLPF é uma das tecnologias incentivadas pelo Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Programa ABC). Esse programa foi criado em 2010 pelo Governo Federal e concede benefícios e créditos para os agricultores que querem adotar técnicas agrícolas sustentáveis.

A taxa de juros do Programa é a menor fixada para o crédito rural destinado à agricultura empresarial. Além disso, o prazo de pagamento pode chegar a 15 anos.

BIBLIOGRAFIA E LINKS RELACIONADOS

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CERRI, C.C.; MAIA, S.F.M.; GALDOS, M.V.; CERRI, C.E.P.; FEIGL, B.J.; BERNOUX, M. Brazilian greenhouse gas emissions: the importance of agriculture and livestock. Scientia Agricola, v.66, n.6, p.831-843, 2009.

KICHEL, A. N. COSTA, J. A. A. da ALMEIDA, R. G. de PAULINO, V. T. Sistemas de Integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF)- Experiências no BRASIL. Boletim de Indústria Animal, Nova Odessa, v. 71, n. 1, p. 94-105, 2014. Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/995520/1/APSistemas.pdf

SILVA, J.W.T.; SOUZA, B.M.L.; SILVA, C.M. Sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Ciência Animal, v.30, n.3, p.71-84, 2020. Disponível em: http://www.uece.br/cienciaanimal/dmdocuments/7.%20x%2001.%2022.%20REVISA%CC%83O%20-%202019%20-%20Sistema%20integrac%CC%A7a%CC%83o%20lavoura-pecua%CC%81ria-floresta.pdf

ALVARENGA, R. C.; NETO, M.M.G; RAMALHO, J. H.; GARCIA, J.C.; VIANA, M.C.; CASTRO, A.A.D.N. Sistema e Integração Lavoura- Pecuária: O Modelo implantado na Embrapa Milho e Sorgo. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2006. 9p. (Circular Técnica, 93).

ALVARENGA, R.C.; RODRIGUES, J.A.S.; SANTOS, F.C.; GONTIJO NETO, M.M.; VIANA, M.C.M. A cultura do sorgo em sistemas integrados lavoura-pecuária ou lavourapecuária floresta. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2011. 14p. (Circular Técnica, 172).

NASCIMENTO, J.T.; SILVA, I.F.; Avaliação quantitativa e qualitativa da fitomassa de leguminosas para uso como cobertura de solo. Ciência Rural, v.34, n.3, p.947-949, 2004.

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BARCELLOS, A.O.; RAMOS, A.K.B.; VILELA, L.; MARTHA JÚNIOR, G.B. Sustentabilidade da produção animal baseada em pastagens consorciadas e no emprego de leguminosas exclusivas, na forma de banco de proteína, nos trópicos Brasileiros. Revista Brasileira de Zootecnia, v.37, supl.1, p.51-67, 2008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbz/a/KwNbj7GpY83JLJFfxWRGNxr/?lang=pt

ANDRADE, C.M.S; GARCIA, R.; COUTO, L.; PEREIRA, O.G.; SOUZA, A.L. Desempenho de Seis Gramíneas Solteiras ou Consorciadas com o Stylosanthes guianensis cv. Mineirão e Eucalipto em Sistema Silvipastoril. Revista Brasileira de Zootecnia, v.32, n.6, p.1845-1850, 2003.

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BRAZ, A.J.B.P.; SILVEIRA, P.M.; KLIEMANN, H.J.; ZIMMERMANN, J.P. Acumulação de Nutrientes em folhas de Milhetos e dos Capins Braquiárias e Mombaça. Pesquisa de Agropecuária Tropical, v.34, p.83-87, 2004.

WRUCK, F.J. Sistemas de iLPF no bioma Cerrado. 2017

Espaço para parceiros do Agro aqui

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