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Viabilidade da fruticultura de clima temperado no semiárido brasileiro

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Hoje vamos tratar da diversificação da fruticultura no semiárido brasileiro. A pesquisa está avançando no desenvolvimento de tecnologias para a produção de espécies que a há alguns anos não se imaginaria que pudessem ser cultivadas nessa região, como é o caso das frutíferas de clima temperado. Mas será que já se avançou a ponto de ser viável tal cultivo? Vamos analisar o exemplo da pereira, através do trabalho de Lima et al. (2018), que estudou a viabilidade econômica desse cultivo, com o nível tecnológico disponível atualmente.

Análise econômica da cultura da pera cultivada no Semiárido Brasileiro

O mapa da fruticultura brasileira vem se diversificando. O Vale do São Francisco está entre essas áreas de crescimento, dadas às condições climáticas favoráveis ao cultivo mediante o uso de novas tecnologias e baixo preço da terra e mão de obra. Conforme Vidal (2015), no Polo Petrolina/PE-Juazeiro/BA existe um empresariado agrícola que detém capital e conhecimento, atribuído em grande parte pelo desenvolvimento da agricultura irrigada.

A concentração da produção de frutas no Vale é voltada para a produção e exportação de manga e uva. Ambas as culturas são responsáveis por atrair investimentos e também por gerar emprego e renda (LIMA et al., 2009). Contudo, isso expõe a região a uma vulnerabilidade de mercado, devido às variações comerciais de destino desses produtos. Dessa forma, ter um leque maior de frutas, ou seja, diversificar os cultivos nos perímetros irrigados do semiárido pode ser uma estratégia para as oscilações no mercado, crises econômicas e aumento de concorrência com consequentes reduções de rentabilidade, por exemplo.

De acordo com Leão (2014), as mudanças no mercado externo têm mostrado que o arranjo produtivo nesta região é bastante sensível e vulnerável. Direcionar parte da produção para o fluxo interno parece ser uma alternativa para diminuir um pouco dessa dependência, não somente para os pequenos produtores, mas inclusive para os grandes. A diversificação das culturas e variedades comercializadas também é importante para atender as demandas de consumidores com perfis diferentes no mercado interno, promovendo uma estratégia mais equilibrada do desenvolvimento territorial.

Contudo, existe pouca informação sobre o mercado das frutíferas de clima temperado, como a pereira, para subsidiar os produtores em suas tomadas de decisões. Deste modo, o que se propõe neste trabalho é analisar a rentabilidade e desempenho econômico da pera produzida no Vale do São Francisco. Para isto, foram estudados os custos de produção e rentabilidade no atual estágio de manejo dos pomares e realizadas diversas análises.

Dessa forma, espera-se contribuir para a viabilidade das atividades e o desenvolvimento regional. Os resultados podem ainda ser utilizados pelos responsáveis por  políticas públicas com o intuito de desenvolver o meio rural do semiárido e balizar os tomadores de decisão para fazer investimentos. O presente trabalho apresenta, na sequência, um panorama do setor frutícola do Polo do Vale do São Francisco. Na terceira parte, apresenta-se a metodologia empregada seguida dos resultados e considerações finais.

A Fruticultura no Vale do São Francisco

O Vale do São Francisco é a região que margeia o rio São Francisco nos estados de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. O clima predominante é o semiárido com cerca de 6 a 8 meses secos, as precipitações pluviométricas são em média de 400 a 650 mm que ocorrem de forma irregular, concentradas entre novembro e março. A região possui relevo plano, o que facilita o manejo e a mecanização de diversas culturas (BEZERRA SÁ et al., 2009).

Essa área tem recebido diversos investimentos em irrigação federal e governamental por ter se tornado conhecida internacionalmente em virtude de seu destaque na produção de frutas tropicais. Esse bom desenvolvimento é devido à crescente participação na produção e exportação dos cultivos a nível nacional, principalmente de manga e uva de mesa. Mão de obra, disponibilidade de recursos hídricos próximos, condições de clima e solo favoráveis, além da proximidade aos grandes mercados e portos marítimos do Nordeste podem explicar o bom desenvolvimento do local (SILVA et al., 2015).

A sub-região que mais se desenvolve é aquela compreendida pelas cidades de Juazeiro (Bahia) e Petrolina (Pernambuco) que se tornou o maior conglomerado urbano do Semiárido chamado de Polo Petrolina-Juazeiro, composto por 8 municípios, sendo eles, Petrolina, Lagoa Grande, Orocó e Santa Maria da Boa Vista, situados no Estado de Pernambuco, além de Casa Nova, Curaçá, Juazeiro e Sobradinho, na Bahia, com população estimada, para o ano de 2015, em 761.733 habitantes (IBGE, 2017).

A atividade agrícola neste Polo surgiu nos anos 1950. Até então, baseava-se em culturas de ciclos curtos e sequeiro, cujas produtividades eram incipientes e de baixo valor agregado, além da pecuária. Contudo, com o objetivo de aumentar a renda, gerar emprego e melhorar as condições dessa região, o Governo Federal, através de investimentos da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (CODEVASF), os projetos de irrigação surgiram, modificando as características da agricultura da Região. Com isso, a partir da década de 90 do século XX, a fruticultura dominou o espaço, colocando o Polo JuazeiroBA/Petrolina-PE em uma das grandes referências na fruticultura irrigada (ARAÚJO; SILVA, 2013 e BRANCO; BARROS, 2014).

A agricultura irrigada e, mais especificamente a fruticultura irrigada, promoveram a modernização e dinamismo na economia do semiárido nordestino e também na estrutura urbana das cidades, gerando emprego e renda, além da adoção de técnicas de produção mais eficientes com novas tecnologias no processo produtivo e no pós-colheita, possibilitando ganhos de produtividade, visando atender à demanda interna e também à demanda internacional (SILVA et al., 2015 e BARBOSA et al., 2016). Segundo os dados da CODEVASF (2014), existe no Polo Petrolina-Juazeiro 360 mil hectares irrigáveis sendo atualmente 120 mil hectares destinados à atividade agrícola. Cerca de mais de 1 milhão de toneladas de frutas são produzidas por ano na região, dentre elas, destacam-se banana, manga, coco, goiaba, uva e maracujá A fruta mais produzida no Vale, em 2016, foi a manga, com 363.160 toneladas.

Contudo, a fruta que possuiu maior valor da produção foi a uva, com 650.432 milhões de reais. Pode-se observar uma redução na quantidade produzida da uva, goiaba e limão. As demais frutas tiveram variação positiva. Essa redução pode estar relacionada com o período de estiagem que a região enfrenta, ou seja, a irrigação não foi suficiente, e a produção diminuiu. Além da escassez de água, outros problemas como a falta de assistência técnica, falta de conhecimento de técnicas agrícolas e baixa escolaridade de parte dos produtores, contribuíram para a diminuição da safra (BARBOSA et al., 2016). No caso específico da goiaba, a praga nematoide prejudica fortemente o cultivo da goiabeira.

Segundo Lopes, Oliveira e Sarmento (2013), aumentar as áreas de plantação com as mesmas culturas, podem causar problemas na comercialização dessas frutas já consolidada no mercado. E a falta de opções de novos cultivos tem levado os produtores a persistirem nos plantios de manga e uva, o que vem ocasionando ofertas concentradas em determinados meses, causando grandes perdas e problemas na comercialização desses produtos. Desde 2005 vêm sendo realizados experimentos com culturas de clima temperado e tropical úmido nos perímetros irrigados Senador Nilo Coelho e Bebedouro, ambos em Petrolina. Esses plantios são feitos em estações experimentais e em áreas de produtores que possuem interesse em participar do projeto. Os resultados são promissores e têm demonstrado a possibilidade de produção dessas frutas no Semiárido (CODEVASF, 2013).

A pereira requer 500 a 1500 horas de frio para superar a fase de dormência. Entretanto, existem espécies que possuem baixas necessidades em frio. Alguns programas de melhoramento criaram diversas cultivares, como é o caso das variedades de pera, Triunfo e Princesinha, oriundas de pesquisas do Instituto Agronômico de Campinas (AIC), as quais possuem baixas necessidades em frio e apresentaram uma excelente capacidade de adaptação e produção no Vale do São Francisco. Além do mais, sistemas de manejo, utilização de indutores de brotação, uso de fitorreguladores, nutrientes minerais e aditivos agrícolas permitem um melhor equilíbrio entre crescimento vegetativo (brotação) e desenvolvimento reprodutivo (frutificação) (PUTTI et al., 2003; OLIVEIRA et al., 2015; MIRANDA et al., 2015).

Apesar da pera ainda não ter entrado na fase comercial, houve uma excelente floração e frutificação nas plantas, dessa forma, as pesquisas também apontam um resultado promissor, com produção entre 40 e 60 toneladas da fruta por hectare, com possibilidade de duas safras por ano. Além das variedades Triunfo e Princesinha, outras estão demonstrando potencial de produção nos perímetros irrigados do semiárido brasileiro são a Packham’s, Schimidt, Cascatense, Hossui, Kossui, Centenária e Limeira (LOPES et al., 2012; OLIVEIRA et al., 2013a, 2013b).

Nos estudos de Lopes e Oliveira (2012) e Silva et al. (2014), os autores encontraram diferenças nas variedades de peras estudadas, o peso, o formato e a poupa dos frutos variaram de acordo com as características de cada espécie. A Limeira apresentou-se estatisticamente com maior teor de sólidos solúveis, a variedade Triunfo foi a melhor para firmeza de polpa, já a Princesinha demonstrou menor acidez e a espécie Schimidt, teve maior peso do fruto. Esses estudos contribuem na hora do produtor optar por uma variedade, levando-se em conta, a finalidade do fruto, seja para processamento ou consumo in natura.

Esse novo processo de diversificação de produção poderá sustentar os projetos de irrigação em tempos de crise, mantendo o emprego e renda na Região, além de ser um escape para fugir dos altos e baixos do mercado, garantindo fluxo de caixa aos produtores de pequeno ou grande porte. A proposta é fortalecer a cadeia produtiva de frutas, integrando os produtores por meio do sortimento, além da introdução de novas tecnologias, potencializando o agronegócio e a agricultura familiar do Vale do São Francisco.

Análise da viabilidade econômica da pereira

Foram construídos 2 fluxos de caixa nos períodos de 10 anos e 5 anos, envolvendo variáveis de despesa e receita para analisar os custos de produção e viabilidade econômica da pera produzida de forma irrigada no Vale do São Francisco. As análises foram realizadas considerando uma área de produção de 1 hectare.

Já as variáveis chaves escolhidas compreendem: preço da pera, produção por hectare, mão de obra, insumos, operação com máquinas, despesas administrativas, investimento com sistemas de irrigação, investimento na formação dos pomares e investimento em instalações.

Após os resultados dos fluxos de caixa, com o intuito de verificar a rentabilidade, foram utilizados alguns indicadores de viabilidade econômica, como:

  • Valor Presente Líquido (VPL)
  • Taxa Interna de Retorno (TIR)
  • TIR modificada (TIRM)
  • Payback Descontado (PPD)
  • Análise Benefício/Custo (B/C).
Conclusão

Com base nas informações colhidas, foi possível determinar os fluxos de caixa representativos do cultivo de pera; calcular os principais indicadores de viabilidade econômica de projetos (neste caso, VPL, TIR, TIRM, PPD e relação benefício-custo), construir cenários prováveis e calcular os principais indicadores de risco usando o @risk. Foram utilizadas duas Taxas Mínimas de Atratividade (TMA) que representa o percentual mínimo de retorno que um projeto deve gerar para ser aceito. A taxa que representa a rentabilidade do investidor aplicar nesta fruta e ter a mesma rentabilidade caso ele investisse em títulos públicos ou na caderneta poupança é de 12%, que equivale a estimativa da Selic, a segunda taxa é 35% que é a estimativa de retorno do produtor investir na pera e ter a mesma rentabilidade da cultura da manga.

Por meio dos indicadores de viabilidade econômica selecionados, concluiu-se que no cenário 1 (horizonte de 5 anos) em nenhuma taxa o empreendimento foi viável. Todos os indicadores de viabilidade não mostraram nenhuma vantagem ou ganho. O VPL foi negativo, a TIR e TIRM foram menores que a TMA, na relação benefício/custo os seus benefícios totais não excedem os custos totais, além disso, o tempo para se recuperar o valor inicial investido (payback) ultrapassa o tempo estipulado no cenário 2 que foi de 10 anos (em ambas as taxas, 12% e 35%). Esse resultado é confirmado na análise de risco por meio da distribuição acumulada de probabilidade, onde a 35%, por exemplo, em nenhum nível de probabilidade os indicadores alcançaram seus valores mínimos.

No cenário 2, a cultura da pera é viável apenas se aplicada a taxa de 12%. Se analisar o mesmo cenário com uma taxa de 35%, não há rentabilidade, pois, os indicadores de viabilidade econômica não mostraram retorno ao investidor. Podemos dizer então, que nesta fase ou pelo menos com os dados disponíveis até o momento desta pesquisa, a cultura de pera na Região do Vale do Submédio São Francisco não teria a mesma rentabilidade da manga, dessa forma, os produtores não estariam dispostos a investir nessa fruta. Contudo, ainda é cedo de para afirmar se a pera é ou não viável economicamente por se se tratar de um estudo pioneiro neste tema, outras pesquisas estão e continuaram em andamento.

A análise de sensibilidade indicou que as variáveis que mais afetam os indicadores de viabilidade econômica utilizados, em ambos os cenários, foram o preço e a produtividade. Outro aspecto analisado foi a avaliação de cenários de riscos de um investidor pessimista (<25%), otimista (>90%) ou conservador (>75%), onde observou-se também, em qualquer cenário, que apenas as variáveis preço e produtividade são relevantes. O que indica que o produtor deve estar atento às técnicas de manejo aplicadas e também às formas de comercialização das frutas. As demais variáveis tiveram pouca ou nenhuma influência sobre os indicadores, independente do cenário.

Em termos gerais, pode-se concluir que a Região do Vale é um grande potencial brasileiro para a produção de frutas, com reais possibilidades de se tornar um diferencial de competitividade a favor do setor frutícola do País. Porém, deve-se considerar que para isso é necessário que haja melhorias no setor e desenvolvimento de novas investigações com o intuito de transformar as vantagens naturais em competitivas. Adicionalmente, novas pesquisas precisam ser elaboradas. Do mesmo modo, trabalhos que avaliem diversas culturas e regiões possibilitarão dimensionar e identificar as melhores técnicas de manejo e adaptação de culturas.

BIBLIOGRAFIA E LINS RELACIONADOS

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Tags: Desempenho economico, Indicador de viabilidade, Vale do São Francisco

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