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GERAIS

Estimativa para a safra 2022/23 indica uma produção de 312,2 milhões de toneladas

A estimativa para a safra 2022/23 indica uma produção de 312,2 milhões de toneladas, 15% ou 40,8 milhões de toneladas superior à obtida em 2021/22. Com a conclusão da semeadura das culturas de primeira safra em dezembro, as atenções se voltam para a evolução das lavouras e os efeitos do comportamento climático, que deverá definir a produtividade. Os números constam no terceiro levantamento da safra de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quinta-feira (8). Com relação à estimativa anterior, anunciada em novembro, quando foram projetadas 313 milhões de toneladas, os dados mostram um ajuste no volume total produzido, em função da menor produtividade do milho e redução na área de arroz.

Com a área total de plantio no país estimada em 77 milhões de hectares, a agricultura brasileira mantém a tendência de crescimento observada nos últimos anos, também com previsão de recorde. O resultado equivale a um crescimento de 3,3% ou de 2,49 mil hectares sobre a área da safra 2021/22.

Nas pesquisas realizadas para esse levantamento, a evolução da semeadura das culturas de primeira safra apresenta um leve atraso. “Essa cautela dos produtores é natural em um cenário climático que apresenta excesso de chuvas e baixas temperaturas, sobretudo em parte dos estados das regiões Sul e Sudeste, e ainda as restrições hídricas e baixa umidade do solo na Região Centro-Oeste e no Matopiba. Ainda assim, a produção estimada para a safra 2022/23 continua recorde”, afirma o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro.

No caso da soja, a terceira estimativa para a área de plantio, no atual ciclo, aponta para crescimento de 4,6% sobre a safra passada, situando-se em 43,4 milhões de hectares. A conclusão da semeadura está prevista para o final de dezembro e as condições climáticas vêm beneficiando as lavouras. “Durante o levantamento de campo, identificamos que a leve redução na produtividade sobre a estimativa do mês anterior foi compensada pelos acréscimos nas áreas, em especial no Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Minas Gerais”, afirma o diretor de Informações Agropecuárias e Políticas Agrícolas da Conab, Sergio De Zen. “Com relação à produção, a safra de soja em curso deve chegar a um volume recorde de 153,5 milhões de toneladas, 22,2% ou 27,9 milhões de toneladas acima da obtida na safra anterior”.

Para o milho, a Conab prevê uma produção total de 125,8 milhões de toneladas na safra 2022/23, com aumento esperado de 11,2% comparado à safra anterior. O plantio do milho primeira safra avançou em todas as regiões produtoras do cereal. “No Rio Grande do Sul, a diminuição e irregularidades de chuvas em novembro, aliadas a altas temperaturas, provocaram sintomas de déficit hídrico nas plantas”, esclarece a superintendente de Informações da Agropecuária, Candice Santos. “O clima afetou principalmente as áreas que se encontram no estágio reprodutivo. Diante disso, a Conab mantém o monitoramento das lavouras para avaliar os possíveis impactos, o que pode intensificar as quedas já registradas no rendimento do milho no estado”.

Outras culturas

O arroz tem área estimada em 1,5 milhão de hectares, uma redução de 9,5% em relação à safra anterior. A produção está prevista em 10,4 milhões de toneladas, com a semeadura avançando nas áreas produtoras no país. O feijão também aponta redução de 2,3% na área total a ser semeada. A produção total de feijão no país, somando-se as três safras, é estimada em 2,9 milhões de toneladas. Já o algodão deverá crescer cerca de 2,3% na área a ser semeada, totalizando 1,6 milhão de hectares, com produção prevista de 2,9 milhões de toneladas de pluma. Para o trigo, com a expectativa de aumento de 11,5% de produtividade e de 11,6% da área cultivada em relação à safra passada, este levantamento concretiza uma produção recorde de 9,6 milhões de toneladas de trigo para esta safra, valor 24,4% maior que o do ciclo anterior.

Mercado

As análises de mercado dos grãos brasileiros mostram que para a soja em grãos, houve redução das estimativas de esmagamento em 2023, passando de 51,43 milhões de toneladas para 50,68 milhões de toneladas. O motivo para isso é que, nesse levantamento, considerou-se que o percentual de mistura de biodiesel ao diesel nos três primeiros meses de 2023 será de 10% (B10). Na estimativa anterior, a estimativa era de que esse percentual seria de 12% até março (B12). Com essa redução no processamento de grãos prevista, as estimativas dos estoques finais de soja em grãos da safra 2022/23 passam de  5,28 milhões de toneladas para 6  milhões de toneladas.

Quanto ao milho, para a safra 2021/22 o destaque é o aumento das estimativas de exportações para 41,5 milhões de toneladas, considerando os altos volumes exportados em novembro e a boa expectativa para dezembro.  Dado isso, os estoques de passagem foram ajustados para 7,1 milhões de toneladas. “Para a safra 2022/23 mantivemos a perspectiva de aumento do consumo interno de milho e projeção de continuidade de demanda externa aquecida pelo milho brasileiro, o que em conjunto com uma maior produção brasileira, resultará em aumento de 8,4% nas exportações”, afirma o superintendente de Estudos de Mercado e Gestão Da Oferta da Conab, Allan Silveira. “Já as estimativas para o algodão permaneceram estáveis nesse 3º levantamento. O destaque é a redução de 0,6% dos estoques finais, em virtude da redução da produção prevista para a safra 2022/23 em relação ao último levantamento.  Já na comparação com a safra 2021/22, o consumo nesta safra 2022/23, deve ser 2,1% maior e o estoque final também deverá sofrer incremento de 20,7%”, completa.

Para o arroz, em relação ao levantamento anterior, os dados destacam a projeção de queda das exportações de 1,3 para 1,2 milhão de toneladas e redução dos estoques de passagem para a safra 2022/23. O boletim ressalta que esse movimento ocorre em meio a um cenário projetado de menor disponibilidade de grãos, em função da menor produção prevista e do provável cenário de melhores preços internos. Com isso, a perspectiva é de leve retração do estoque de passagem, saindo de um patamar estimado de 2 milhões de toneladas ao final de 2022 para 1,8 milhão de toneladas ao final de 2023 (redução de -8,0% em comparação ao projetado no mês anterior).

Para a safra de trigo, que foi iniciada em agosto/2022 e será encerrada em julho/2023, foram revisados tanto os números de produção quanto os de consumo interno, no que se refere ao uso para sementes, devido ao incremento de área plantada. A estimativa de exportação também foi ajustada, passando de 2,7 para 3 milhões de toneladas. Com a consolidação dos dados, a safra brasileira de trigo deve encerrar com estoque de passagem de aproximadamente 1 milhão de toneladas. Saiba mais

Fonte: Mapa

Painel com dados sobre Crédito Rural é disponibilizado no Observatório da Agropecuária Brasileira

Painel Temático de Crédito Rural do Observatório da Agropecuária Brasileira foi atualizado nesta terça-feira (6) e já oferece informações consolidadas e oficiais sobre os principais programas de crédito rural do Brasil. A versão contempla novidades tanto na plataforma estatística, como na plataforma geoespacial.

Na plataforma estatística, houve a implementação de novos filtros de busca e a possibilidade de acompanhamento do Plano Safra. E na plataforma Geoespacial, a grande mudança foi a disponibilização de mapas que trazem as estatísticas de forma regionalizada das aplicações de crédito por fonte de recursos, programas, produtos e atividades, individualizadas por suas finalidades.

Além disso, nessa nova versão, o usuário poderá pesquisar por modalidade do crédito, atividade, segmento e produtos, possibilitando o acesso a um conjunto maior de informações sobre os dados das operações de crédito rural. O painel também permite que o usuário acompanhe a execução do Plano Safra.

Outra novidade

O Painel Temático de Produtos Agrícolas, também disponível no Observatório, agora conta com doze novas culturas agrícolas: algodão, amendoim, aveia, cana de açúcar, canola, centeio, cevada, gergelim, girassol e mamona, sorgo, triticale. Agora, a plataforma estatística totaliza 18 produtos. As culturas de arroz, café, feijão, milho, soja e trigo já podiam ser acessadas anteriormente.

O painel contempla em um mesmo lugar informações de crédito, cultivo, custos, disponibilidades e mercado de importantes culturas agrícolas brasileiras, podendo ser visualizadas por meio da plataforma estatística e da plataforma geoespacial.

A versão possibilita visualizar informações por cada uma das safras anuais traz a visão tabular de todos os produtos juntos e totalizados por UF e região, além de destacar o Valor Bruto da Produção dos últimos dez anos. Ao selecionar a cultura, o site apresenta os custos da produção, oferta e demanda, estoques públicos, suprimento, leilões – compra e venda -, importação e exportação, entre outros dados.

Além da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que fornece grande parte dos dados, as informações integradas têm por fonte o Mapa, o Banco Central do Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério da Economia.

Observatório

O Observatório da Agropecuária Brasileira sistematiza, integra e disponibiliza um gigantesco conjunto de dados e informações da agricultura e pecuária do país – e também mundial -, tornando-se, assim, uma inovadora solução tecnológica. A ferramenta provê subsídios aos processos de tomada de decisão e de formulação de políticas públicas.

Seu objetivo é fortalecer e aprimorar a integração, a gestão, o acesso e o monitoramento dos dados e informações de interesse estratégico para o setor agropecuário e para o Brasil. O acesso ao sistema é aberto ao público, sendo algumas informações disponíveis conforme os perfis de acesso.

Fonte: Mapa

Lista de produtos que terão bônus de desconto foi divulgada

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, nesta quinta-feira (8), a relação dos produtos agrícolas que terão bônus de desconto do Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF) para agentes financeiros operadores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

O produtor recebe o bônus quando o valor do seu cultivo fica inferior ao preço de referência, permitindo desconto no pagamento ou amortização das parcelas de financiamento no Pronaf.

Os alimentos com bônus de desconto nas operações e parcelas de crédito rural são: abacaxi, banana, borracha natural cultivada, cacau cultivado (amêndoa), castanha de caju, feijão caupi, laranja, mamona (baga) e manga.

O maior bônus concedido neste mês foi para a foi para a manga no Rio de Janeiro (72,58%), seguido do feijão caupi no Tocantins (51,37%). Já a menor bonificação ficou com a castanha-de-caju na Paraíba (0,63%).

Na comparação com o mês anterior, foi incluída na lista a manga (para Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo) e excluído o triticale (São Paulo).

Outras alterações em relação ao mês anterior ocorrem em relação à castanha-de-caju, que passa a bonificar em Pernambuco e na Paraíba; para a borracha, o benefício alcançará os produtores dos estados de Mato Grosso, Paraná e São Paulo; e, por fim, para a banana, o bônus deixará de valer em Alagoas. Para os demais produtos e localidades, não houve alteração.

Os preços são válidos no período de 10 de dezembro de 2022 a 9 de janeiro de 2023, conforme a Portaria Nº 59, da Secretaria de Política Agrícola. A portaria entra em vigor no dia 10 de dezembro.

Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)
Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF)
Bônus de DEZEMBRO de 2022
Com base nos preços de NOVEMBRO de 2022
Produto UF Unidade Preço de Garantia (R$/unid) Preço Médio de Mercado (R$/unid) Bônus de Garantia de Preço (%)
ABACAXI SE kg 0,77 0,74 3,90
BANANA PB 20 kg 23,18 22,67 2,20
BANANA PE 20 kg 23,18 15,00 35,29
BORRACHA NATURAL CULTIVADA BA kg 4,46 3,90 12,56
BORRACHA NATURAL CULTIVADA MA kg 4,46 2,40 46,19
BORRACHA NATURAL CULTIVADA ES kg 4,46 4,13 7,40
BORRACHA NATURAL CULTIVADA SP kg 4,46 3,75 15,92
BORRACHA NATURAL CULTIVADA PR kg 4,46 3,00 32,74
BORRACHA NATURAL CULTIVADA MT kg 4,46 3,80 14,80
CACAU CULTIVADO (AMÊNDOA) AM kg 12,99 9,38 27,79
CACAU CULTIVADO (AMÊNDOA) PA kg 12,99 11,61 10,62
CACAU CULTIVADO (AMÊNDOA) RO kg 12,99 11,18 13,93
CACAU CULTIVADO (AMÊNDOA) BA kg 12,99 12,73 2,00
CACAU CULTIVADO (AMÊNDOA) ES kg 12,99 11,95 8,01
CASTANHA DE CAJU CE kg 4,79 4,36 8,98
CASTANHA DE CAJU PB kg 4,79 4,76 0,63
CASTANHA DE CAJU PE kg 4,79 4,52 5,64
CASTANHA DE CAJU PI kg 4,79 3,06 36,12
FEIJÃO CAUPI AP 60 kg 231,60 135,00 41,71
FEIJÃO CAUPI TO 60 kg 231,60 112,63 51,37
FEIJÃO CAUPI MA 60 kg 231,60 193,64 16,39
FEIJÃO CAUPI MT 60 kg 231,60 176,32 23,87
LARANJA PA 40,8 kg 24,23 21,31 12,05
LARANJA BA 40,8 kg 24,23 21,54 11,10
LARANJA RS 40,8 kg 24,23 19,99 17,50
MAMONA (BAGA) CE 60 kg 176,86 136,95 22,57
MANGA BA kg 1,24 0,95 23,39
MANGA RJ kg 1,24 0,34 72,58
MANGA SP kg 1,24 1,10 11,29
Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB

Dezessete estados integram a lista de novembro, são eles: Sergipe, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Amazonas, Pará, Roraima, Espírito Santo, Piauí, Amapá, Tocantins, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é o órgão responsável por coletar o preço de mercado e calcular o bônus. O desconto nas parcelas de financiamento do Pronaf é oferecido pelo Governo Federal com base no valor médio de mercado e no preço de garantia de cada produto.

Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pelo Mapa. O desconto é automático, ou seja, o agricultor não precisa solicitar.

Dentre os principais responsáveis pela variação de preços, na ocorrência de elevação ou queda das safras, estão o clima e a época do ano. A concorrência de produtos de outros estados também pode contribuir para a oscilação de preços.

Fonte: Mapa

PRODUÇÃO

Novas alternativas de defensivos de baixo impacto

O Ato n° 57 do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, publicado na última quarta-feira, no Diário Oficial da União, traz o registro de 45 defensivos agrícolas formulados, ou seja, produtos que efetivamente estarão disponíveis para uso pelos agricultores. Desses, 22 são produtos de baixo impacto, sendo 15 aprovados para uso na agricultura orgânica.

Com a publicação de hoje, 112 produtos de baixo impacto registrados em 2022. Este é, até o momento, o maior número de registros de produtos desse perfil em um mesmo ano “O ano de 2022 é o nosso novo recorde de registros de defensivos agrícolas de controle biológico. A expectativa é que este número aumente até o final do ano”, destaca o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins, André Peralta.

Os produtos considerados de baixo impacto têm ingredientes ativos biológicos, microbiológicos, semioquímicos, bioquímicos, fitoquímicos e reguladores de crescimento, podendo ser autorizados para uso em vários casos na agricultura orgânica.

Dos 22 produtos registrados na data de hoje, os produtores rurais terão interessantes alternativas, incluindo um extrato de alho e pimenta para controle do ácaro-purpureo em citros e o uso da joaninha Cryptolaemus montrouzieri na agricultura orgânica, para controle da cochonilha-rosada.

As novidades desse segmento ficam por conta dos fungicidas, como um produto a base do extrato vegetal de Rheum palmatum para controle de oídio, antracnose e mancha de alternária em mais 50 culturas agrícolas. Tem também o primeiro produto registrado à base de Trichoderma koningiopsis para controle de mancha de fusarium em todas as culturas agrícolas de ocorrência deste fungo.

Um herbicida classificado pela Anvisa na Categoria 4 (pouco tóxico) vai facilitar os produtores de alho e cebola. O produto à base do ingrediente ativo Octanoato de Ioxinila, que havia sido descontinuado no mercado, vem sendo aguardado para uso, principalmente pelos produtores da Região Sul.

Nova opção química

Também se destaca no Ato nº 57 o deferimento de produto formulado à base da nova substância Afidopiropeno para controle de insetos sugadores nas seguintes culturas: algodão, batata, feijão, fumo, melancia, melão, soja e tomate.

Os demais produtos utilizam ingredientes ativos já registrados anteriormente no país. O registro de defensivos genéricos é importante para diminuir a concentração de mercado e aumentar a concorrência, o que resulta em um comércio mais justo e em menores custos de produção para a agricultura brasileira.

Todos os produtos registrados foram analisados e aprovados pelos órgãos responsáveis pela saúde, meio ambiente e agricultura, de acordo com critérios científicos e alinhados às melhores práticas internacionais.

Fonte: Mapa

Rentabilidade do algodão pode ser baixa na safra 2022/23

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Julio Cesar Busato, afirmou que a safra 2022/23 será de rentabilidade baixa ou até mesmo neutra no ciclo que está sendo plantado. “O custo de produção subiu muito, principalmente pelo aumento dos fertilizantes e do combustível. Será um ano de ganhar muito pouco ou nada, mas plantaremos área estável ou levemente maior em relação à temporada 2021/22 olhando para o futuro”, disse Busato, em almoço com jornalistas, (5), em São Paulo (SP).

A estratégia, segundo Busato, consiste em mostrar que o País é um fornecedor contínuo de algodão. “O produtor sabe que precisa manter mercado. Achamos que a questão de fábricas paradas na Ásia é uma questão momentânea. Quando voltar o consumo, por termos mantido a área, enquanto os Estados Unidos pretendem diminuir área em 30%, vamos conquistar mais mercado”, afirmou Busato. Ele considera que o menor consumo de fibra pela China será temporário. “A política da China de covid zero traz problemas de consumo e produção com fábricas fechadas e demanda menor, mas achamos que isso é temporário. Quando o mercado voltar a consumir, teremos de ter algodão”, disse Busato.

Alexandre Schenkel, que assumirá a Abrapa para o biênio 2023/2024, afirmou que boa parte da produção já foi comercializada com 1 mil pontos de prêmio, o que permite ao produtor se manter na cultura. “Isso dá uma rentabilidade aproximada de US$ 150 por hectare. O produtor vai manter área porque já houve investimentos e tivemos ganhos”, disse Schenkel.

Exportação

O Brasil pode voltar a exportar 2 milhões de toneladas de algodão na safra 2022/23, que está sendo plantada, se produzir o projetado de 2,95 milhões de toneladas, estima o presidente da Abrapa, Julio Cesar Busato. “O consumo interno está estimado em 700 mil toneladas. Vamos exportar a diferença. Queremos voltar a produzir 3 milhões de toneladas para exportar o volume anterior à pandemia”, disse. Na safra 2021/22, o País exportou 1,68 milhão de toneladas.

Segundo Busato, há um atraso na comercialização da safra atual. A Abrapa estima que 50% da produção projetada já está vendida ante 70% da média dos anos anteriores. “O preço internacional estava em cerca de 70 centavos de dólar por libra-peso, mas produtores pararam de vender em virtude do custo estar acima disso. Agora, se o mercado ultrapassar os 70 cents , o produtor deve voltar a vender”, afirmou. O contrato futuro do algodão para março/23 na Bolsa de Nova York fechou a 83,20 cents/lb, na sexta-feira passada (2).

Sobre as condições climáticas para a safra, Busato disse que a seca que está afetando as lavouras de Mato Grosso ainda não preocupa porque o Estado só inicia a semeadura em janeiro, após a colheita da safra de soja. “Em outros Estados que estão plantando, como Bahia, Piauí e Minas Gerais, está chovendo muito, mas ainda dá tempo para ficar em boa janela de plantio. Esperamos que tenhamos uma estiagem para permitir plantar dentro da janela ideal”, concluiu.

Fonte: Abrapa

Dia mundial do solo

A FAO instituiu a data de 05 de dezembro como o Dia Mundial do Solo. Esta celebração ocorre em vários países para divulgar à sociedade que a conservação e o gerenciamento desse recurso natural são primordiais para garantir a segurança alimentar, a qualidade da vida, assegurar o futuro das gerações e a sustentabilidade global dos ecossistemas agrícolas e naturais.

Benefícios que podem passar desapercebidos, porém essenciais, são os serviços ambientais do solo. A ciência já comprovou o papel do solo nos serviços ambientais, como na provisão e regulação do fornecimento de água, controle das emissões de gases de efeito estufa, armazenamento de carbono, ciclagem de nutrientes, manutenção da biodiversidade e controle biológico.

Fonte: Embrapa

Produção brasileira de algodão deve crescer em 2022/23

A safra de algodão 2022/23 do Brasil, que está sendo semeada, deve alcançar 2,946 milhões de toneladas de pluma, avanço de 18% em relação ao ciclo anterior, diante de expectativas de melhor produtividade para a cultura, disse a associação nacional do setor Abrapa.

A área de plantio também crescerá, mas em proporção menor, com aumento de 1,3% para 1,658 milhão de hectares.

Até o final de novembro, os Estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia haviam iniciado o plantio da fibra.

Os dados foram apresentados durante evento em São Paulo, quando também foi feito o anúncio oficial da chegada de Alexandre Pedro Schenkel para a presidência da Abrapa no biênio de 2023/2024.

Fonte: Abrapa

Monitoramento das lavouras

Soja

Aa áreas de soja estão 90,7% semeadas. Em MT, a semeadura foi finalizada. Apesar do desenvolvimento adequado das lavouras, as precipitações são irregulares. No RS, o tempo instável proporcionou condições de umidade do solo favoráveis a semeadura.

O estande de plantas está adequado e a radiação mais elevada promoveu um bom desenvolvimento das plantas. No PR, 96% da área foi semeada e 93% das lavouras encontram-se em boas condições. Em GO e MG, a irregularidade das precipitações atrasa a semeadura e o desenvolvimento das lavouras. Na BA, a maioria das lavouras estão em boas condições.

No TO, o plantio está sendo concluído e as precipitações favoreceram o desenvolvimento das lavouras. No MA, a semeadura está quase finalizada no Sul.

Fonte: Conab

Arroz

As lavouras já estão 83,9% semeadas. No RS, com quase a totalidade das lavouras semeadas, o clima tem sido favorável ao desenvolvimento das plantas. Nas lavouras mais adiantadas, iniciaram-se os tratos culturais. Em SC, a área semeada está em 99,8% e onde a semeadura foi realizada mais cedo, as lavouras iniciam a fase de floração, que atingem 3,6%. No TO, o plantio evoluiu para 73% da área e as lavouras Implantadas apresentam bom desenvolvimento vegetativo. No MA, o arroz irrigado está em diversos estágios fenológicos e a colheita avança lentamente.

Fonte: Conab

Trigo

92,4% colhido. No RS, com o clima favorável, a colheita continua evoluindo e as principais regiões produtoras encerram a operação com produtividades muito boas.

No PR, a colheita está quase finalizada. A produtividade e a qualidade do grão colhido está abaixo do esperado em boa parte das regiões. Chuvas, principalmente nos Campos Gerais e Sul do estado, atrasaram a colheita e reduziram a qualidade dos grãos. Em SC, a estabilidade climática dos últimos dias permitiu o avanço da colheita. A qualidade dos grãos está desuniforme, com pH oscilando entre 72 e 82, devido as intercorrências fitossanitárias e climáticas.

Fonte: Conab

Milho (1ª safra)

O milho está 71,2% semeado. No RS, o clima quente e seca tem agravado a situação das lavouras, principalmente as mais adiantadas. Observa-se lavouras com folhas retorcidas, folhas basais em senescência e falha na formação de grãos em todo o estado, principalmente no Noroeste. Na BA, o ritmo do plantio aumentou com a regularização das chuvas, aproximando-se dos índices da safra passada.

No PI, semeadura iniciada sob boas condições de umidade no solo. No PR, 83% das lavouras são consideradas em boas condições, contra 95% da safra passada devido ao excesso de precipitações e baixas temperaturas durante o desenvolvimento.

Em SC, devido às baixas precipitações, 16% das lavouras estão em condições regulares. Em SP, foi iniciada a floração, com  percentual inferior em relação à safra passada devido a preferência pelo plantio da soja.

Fonte: Conab

Feijão (1ª safra)

62,3% semeado. 7,6% colhido. No PR, o plantio está praticamente concluído. O clima recente foi mais favorável para as lavouras, com menos chuvas e temperaturas médias maiores. As lavouras estão com 68% em boas condições, 29% regulares e 3% ruins.

Em MG, cerca de 90% da área prevista foi semeada. A maioria das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo, com uma pequena parcela iniciando a fase reprodutiva.

Em SC, as chuvas limitaram o maior avanço da semeadura e aumentam a possibilidade de incidência de doenças, favorecidas pelo excesso de umidade. No RS, iniciou-se a colheita do feijão preto,

apresentando redução do potencial produtivo em razão das chuvas e da baixa temperatura.

Fonte: Conab

MERCADO

Exportações do Agronegócio em 2022

As exportações brasileiras de produtos do agronegócio seguem intensas neste ano. Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia), mostram que, de janeiro a setembro deste ano, o faturamento com as vendas externas do setor soma US$ 122 bilhões, 28% acima do registrado no mesmo período de 2021 e já superior ao de todo o ano passado, de US$ 120 bilhões. Ou seja, ainda faltando três meses para serem contabilizados, o montante de 2022 já é um recorde anual.

Segundo pesquisadores do Cepea, as economias mundiais iniciaram 2022 em forte recuperação, sobretudo devido ao arrefecimento da pandemia de coronavírus e à consequente reabertura dos mercados, o que manteve firme a demanda por produtos agropecuários. Do lado da oferta, a guerra na Ucrânia agravou um quadro que já vinha apertado por conta da pandemia, o que levou à redução das operações entre os países produtores, com consequentes desarranjos nas cadeias globais de suprimentos e elevação do frete marítimo. O resultado foi um cenário de preços em alta forte, sobretudo no primeiro semestre, o que garantiu ao agronegócio brasileiro sucessivos recordes em suas vendas externas.

De acordo com o Cepea, os produtos do complexo da soja continuam liderando o desempenho do setor, pois a soja em grão e seus derivados representaram quase 43% do faturamento externo do agronegócio. Quanto aos destinos, o destaque segue sendo a China, representando 34% do faturamento externo do agronegócio.

Fonte: Cepea

Conjuntura do mercado internacional

Soja

Preços na Bolsa de Valores de Chicago (CBOT) fecham com a média semanal com alta de 1,11%. Mercado ainda precifica problemas climáticos na Argentina e Brasil como principal fundamento de alta e baixa. Mas outros fatores também influenciam nas oscilações de preços em Chicago como:

  • Greve dos ferroviários nos EUA que pode ou não afetar a logística americana;
  • Temor com demanda na China com aumento de caso de Covid com possível redução de demanda;
  • Manutenção do percentual de biodiesel no Brasil e menor mandato de biocombustíveis que o esperado nos EUA;
  • Demanda exportadora americana;
  • “Dollar soy” na Argentina com aumento de oferta.

Além disso, a proximidade da divulgação do quadro de oferta e demanda internacional do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos – Usda, no dia 09/12, deve influenciar nos preços internacionais na próxima semana.

Fonte: Conab

Trigo

No mercado internacional, apesar da menor oferta global e dos problemas climáticos na Austrália e Argentina (que devem comprometer as safras dos dois países) as fracas vendas semanais nos EUA, a concorrência com o trigo russo, a alta do dólar em relação às demais moedas – que tira ainda mais a competitividade do trigo dos EUA, atuaram como fatores baixistas. A média semanal Fob Golfo fechou em US$ 422,99/ton, apresentando desvalorização semanal de 2,38%.

Fonte: Conab

Milho

O volume total exportado de milho entre fevereiro/21 e janeiro/22, segundo dados da Secex atingiu 20,8 milhões de toneladas. Esse montante exportado é inferior em 40,4% ao exportado no mesmo período de 2020. Entre fevereiro e outubro de 2022, a exportação de milho foi de 28,8 milhões de toneladas, valor 134,5% superior ao mesmo período de 2021.

Fonte: Conab

Arroz

Apesar dos maiores preços internacionais, preços seguem tendência de alta em meio a boa demanda de importantes importadores do grão, especialmente países do Oriente Médio, que estão em busca de

expansão dos estoques. Segundo agente de mercado, após a instabilidade gerada pelo conflito no leste europeu, os importadores estão mais preocupados na garantia do abastecimento de alimentos, frente a uma repentina ruptura de oferta no mundo. Ademais, nota-se

que a queda nos preços dos fretes tem contribuído para este aumento das importações.

Fonte: Conab

Algodão

Apesar da ligeira queda nos preços do algodão e outras commodities que ocorreram na sexta-feira, provada pela valorização do dólar perante demais moedas, os preços na ICE subiram nessa semana. A valorização do petróleo, a alta de preços em outros mercados e as notícias de flexibilização no combate a Covid-19 na China trouxeram

mais tranquilidade ao mercado, contribuindo para redução da aversão ao risco dos compradores.

Fonte: Conab

 Indicadores Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada

Soja

Os valores da soja em grão caíram no mercado brasileiro na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio do enfraquecimento nas demandas externa e doméstica e também da desvalorização do dólar frente ao Real. Com a queda nos preços da soja em grão, as cotações dos derivados também recuaram. Além disso, grande parte dos consumidores domésticos consultada pelo Cepea sinaliza estar abastecida para o restante do ano, enquanto uma parcela menor adquire pequenos lotes, apenas para completar estoques.

 

Milho

Os preços do milho se enfraqueceram ao longo da semana passada nos portos e também em muitas praças acompanhadas pelo Cepea no interior do País. Segundo pesquisados do Cepea, os valores foram pressionados pela menor paridade de exportação. Já as vendas externas do cereal seguem aquecidas, e há sinalização de movimento intenso nas próximas semanas. A Secex indicou que saíram dos portos brasileiros 6 milhões de toneladas de milho em novembro, mais que o dobro (153%) do volume embarcado em novembro/21. Pesquisadores do Cepea ressaltam que as recentes negociações nos portos brasileiros ocorrem em um cenário de preocupações com a oferta mundial (devido à seca na União Europeia e na China), com as tensões no Mar Negro (em função dos conflitos entre a Rússia e a Ucrânia) e com o clima na América do Sul, sobretudo na Argentina.

Algodão

Os preços do algodão em pluma vêm avançando neste começo de dezembro. Apesar de o ritmo de negócios estar lento, os valores internos são influenciados pelas valorizações externas da pluma. Segundo pesquisadores do Cepea, enquanto vendedores estão firmes nos preços pedidos por novos lotes, atentos às altas na Bolsa de Nova York (ICE Futures), compradores, especialmente indústrias, utilizam a pluma de estoque e/ou de contratos a termo. Demandantes ativos adquirem apenas pequenos volumes, para necessidades imediatas, alegando dificuldades no repasse dos reajustes de preços aos manufaturados.

Trigo

A colheita de trigo caminha para a reta final em algumas regiões brasileiras. No Rio Grande do Sul, especificamente, além da possibilidade de produção recorde, agentes consultados pelo Cepea relatam que o cereal colhido apresenta boa qualidade. Diante disso, as negociações no estado seguem mais intensas que nas demais praças acompanhadas pelo Cepea. Quanto aos preços do cereal, recuaram no mercado interno, influenciados pelas desvalorizações externa e do dólar e também pela maior oferta do cereal.

Etanol

O ritmo de negócios envolvendo etanol esteve mais lento na semana passada, inclusive por conta dos jogos do Brasil na Copa do Mundo. De acordo com pesquisadores do Cepea, distribuidoras mostraram pouco interesse de fechar novas compras, esticando ao máximo seus estoques. Alguns poucos vendedores cederam aos preços de negociação, na tentativa de elevar a liquidez. Ainda assim, de modo geral, usinas estiveram firmes nos preços. O Indicador CEPEA/ESALQ semanal do etanol hidratado do estado de São Paulo fechou a R$ 2,7757/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins – alíquota zerada), queda de 1,2% frente ao do período anterior. Para o anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ fechou a R$ 3,2311/litro, valor líquido de impostos (PIS/Cofins – alíquota zerada), recuo de 0,35%.

Açúcar

Segundo pesquisadores do Cepea, com o encerramento da colheita da cana-de-açúcar da safra 2022/23 na maior parte das lavouras do estado de São Paulo, os balanços sobre a produção total e volumes já comprometidos com os contratos internos e externos têm levado usinas a limitar as quantidades direcionadas ao spot. Diante disso, a oferta do açúcar cristal branco para entrega imediata segue restrita, contexto que vem elevando as cotações do adoçante no mercado spot do estado de São Paulo. Inclusive, a alta dos preços do cristal branco no mercado doméstico fez com que as vendas internas recuperassem a vantagem sobre as exportações – lembrando que, nas três semanas anteriores, o front externo remunerava mais que o mercado interno.

Arroz

As cotações do arroz em casca estão em elevação no mercado interno, de acordo com dados do Cepea. Esse contexto altista está atrelado aos embarques recordes neste ano e à boa movimentação para novos negócios nos mercados interno e externo. As exportações brasileiras de arroz em casca já somam volume recorde nesta temporada 2022, mesmo faltando um mês para o encerramento. De janeiro a novembro deste ano, as exportações somaram 1,91 milhão de toneladas, o maior volume anual desde o início da série histórica da Secex, em 1997.

Boi

As exportações brasileiras de carne bovina in natura recuaram de outubro para novembro. Ainda assim, pesquisadores do Cepea destacam que os elevados volumes embarcados nos meses anteriores – sobretudo em agosto e em setembro, quando as vendas externas estiveram acima de 200 mil toneladas – já garantiram recorde anual para 2022. Segundo dados da Secex, em novembro, foram escoadas 148,8 mil toneladas de carne bovina, 23% a menos que em outubro. De janeiro a novembro deste ano, o Brasil já exportou 1,84 bilhão de toneladas de carne bovina, sendo 28,5% acima da quantidade escoada no mesmo período de 2021 (1,43 bilhão) e também recorde para um ano – nos 12 meses de 2021, o País embarcou 1,561 bilhão de toneladas. Até então, 2020 sustentava o volume recorde, de 1,725 bilhão de toneladas.

CLIMA

Previsão de chuva

Previsão de chuva de 5/12 a 12/12

Região Norte

A previsão indica acumulados de chuva maiores que 20 milímetros (mm) em grande parte da região, com destaque para áreas do centro-sul do Amazonas, norte de Rondônia e leste do Acre, onde podem ocorrer volumes superiores a 50 mm. Já no leste de Roraima e norte do Pará e do Amapá, os acumulados não devem passar de 40 mm.

Região Nordeste

Podem ocorrer baixos volumes de chuva, entre 20 mm e 40 mm, no oeste do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), além de áreas entre os estados de Sergipe e Alagoas. Nas demais localidades, o tempo deve permanecer seco.

Região Centro-Oeste

A previsão é de chuva em grande parte da região, com acumulados entre 20 mm e 50 mm, principalmente, no leste do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e sul e norte de Goiás. No noroeste do Mato Grosso e na área central de Goiás e do Distrito Federal, os volumes podem ultrapassar 50 mm.

Região Sudeste

A chuva será mais intensa no sul de Minas Gerais e leste de São Paulo, com valores que podem ultrapassar 50 mm. Já em áreas do leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e Espírito Santo, os volumes não devem passar de 30 mm. Nas demais localidades, são previstos acumulados entre 20 mm e 50 mm.

Região Sul

Os volumes de chuva podem ultrapassar 50 mm no oeste de Santa Catarina e do Paraná, enquanto, nas demais áreas destes estados, podem ficar entre 20 mm e 50 mm. No Rio Grande do Sul, há previsão de tempo seco com possíveis pancadas de chuva e baixos acumulados no fim da semana.

Figura 1. Mapa da previsão de chuva para 1ª semana (05/12/2022 a 12/12/2022).

 

Previsão de chuva de 13/12 a 20/12

Região Norte

Os acumulados de 50 mm devem ocorrer no sul da região, principalmente, no Tocantins, centro-sul do Pará e oeste do Acre. Já em áreas ao norte da região, os volumes serão baixos (inferiores a 30 mm).

Região Nordeste

Os maiores volumes ficarão concentrados em áreas do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e no centro-sul da Bahia, com acumulados maiores que 50 mm. No Ceará, Rio Grande do Norte e na costa leste, podem ocorrer baixos volumes (inferiores a 20 mm).

Região Centro-Oeste

Há previsão de chuva acima de 80 mm em grande parte de Goiás, Distrito Federal e leste do Mato Grosso. Nas demais áreas do Mato Grosso e oeste do Mato Grosso do Sul, os volumes de chuva podem ser maiores que 50 mm, enquanto, no leste do Mato Grosso do Sul, são previstos acumulados de 35 mm.

Região Sudeste

Os maiores acumulados de chuva podem ocorrer em grande parte do centro e norte de Minas Gerais, norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo, onde os volumes podem ultrapassar 80 mm. Já em grande parte de São Paulo e áreas do centro-sul de Minas Gerais e sul do Rio de Janeiro, podem ocorrer volumes abaixo de 50 mm.

Região Sul

São previstos baixos acumulados de chuva. Em áreas do Paraná e Santa Catarina, os volumes podem ficar em torno de 30 mm, enquanto, no Rio Grande do Sul, não devem passar de 20 mm.

Figura 2. Mapa da previsão de chuva para 2ª semana (13/12/2022 e 20/12/2022). Fonte: GFS.

Fonte: INMET

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