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Nutrição e fertirrigação da videira

Nutrição e fertirrigação da videira

A uva é a quarta fruta mais produzida no Brasil, ficando atrás apenas da laranja, banana e melancia, respectivamente. Todo ano são produzidas cerca de 1,6 milhões de toneladas de uva.

No Brasil, a grande diversidade ambiental possibilitou a formação de diferentes polos de produção. Temos a viticultura de regiões temperadas (com um período de repouso hibernal), de áreas subtropicais (a videira é cultivada com dois ciclos anuais) e a viticultura tropical (possível a realização de até três ciclos vegetativos por ano).

Mas independente das características específicas de cada região produtora, a fertilização da videira deve ser realizada na quantidade e no momento certos, de acordo com a necessidade de cada fase desenvolvimento da cultura. Nesse contexto, a fertirrigação surge como um método de fertilização mais eficiente e sustentável.

A fertirrigação acelera o processo de absorção pelas plantas, pois, o tempo de chegada do fertilizante às raízes das plantas é muito reduzido, já que o mesmo é rapidamente incorporado à solução do solo, garantindo o máximo alcance pelo sistema radicular.

1. EXTRAÇÃO DE NUTRIENTES

A existência de polos produtores com diferenças bastante significativas em relação às condições edafoclimáticas, aos genótipos e à expectativa de produção, implicam em uma ampla variação das quantidades de nutrientes extraídas do solo pela cultura da videira (Tabela 1).

A extração de um nutriente significa que todo o nutriente utilizado pelas plantas, tanto a quantidade que retorna para o sistema (restos de folhas e poda), quanto à que é exportada pela colheita.

Tabela 1. Quantidades de macro e micronutrientes extraídos do solo pela cultura da videira.

Nutriente Quantidade mínima Quantidade máxima
(kg/ha)
Nitrogênio (N) 7,7 156,0
Fósforo (P) 1,3 28,0
Potássio (K) 10,2 192,0
Cálcio (Ca) 10,0 146,0
Magnésio (Mg) 3,5 39,0
(g/ha)
Boro (B) 17,0 380,0
Cobre (Cu) 25,0 910,0
Ferro (Fe) 250,0 2000,0
Manganês (Mn) 13,0 4093,0
Zinco (Zn) 20,0 585,0

Fonte: Albuquerque et al. (2005).

A ordem dos nutrientes mais extraídos também pode variar, mas os três principais macronutrientes são N, K e Ca. Já entre os micronutrientes, as maiores extrações são de Fe, Cu, Mn e Zn.

2. EXPORTAÇÃO DE NUTRIENTES

A exportação de nutrientes está relacionada à quantidade de cada nutriente que é retirada da área de cultivo pela colheita.

Os macronutrientes mais exportados pela colheita das uvas são o N, K, P e o S, respectivamente.  Para os micronutrientes, os mais exportados são Zn e Fe.

O conhecimento da exportação de nutrientes por cada tonelada de uva produzida é importante na definição da quantidade de fertilizante que deve ser aplicado para a sua reposição no solo da área de cultivo, visando a manutenção da capacidade produtiva das plantas.

Tabela 2. Quantidade de macro e micronutrientes exportados por uma tonelada de uvas frescas das cultivares Itália e Benitaka cultivadas no Submédio São Francisco (SILVA, 2012).

Cultivar

Macronutrientes

Micronutrientes

N

P K Ca Mg S B Cu Fe Mn Zn
————–  (kg/ton) ————– ————–  (g/ton) ————–
Itália 1,14 0,99 6,18 0,23 0,25 0,46 5,53 1,10 21,38 1,72 19,22

Benitaka

1,01 0,82 6,28 0,19 0,18 0,39 5,94 3,51 19,34 1,84

33,80

3. DEFICIÊNCIA DE NUTRIENTES 

A deficiência de nutrientes pode ser caracterizada por meio de sintomas visíveis nas folhas, ramos e frutos. No entanto, quando os sintomas de deficiência se manifestam, a produção das plantas e a qualidade dos frutos já foi comprometida. Por essa razão, é expressamente recomendado monitorar o vinhedo por meio de análises foliares, evitando-se, o aparecimento de sintomas de deficiência.

 Tabela 3. Sintomas visuais de deficiências de macronutrientes em videira (SILVA et al., 2010).

Nutriente Idade da folha Sintomas no limbo foliar Sintomas adicionais
N Velhas As folhas ficam pequenas e de coloração amarelada Baixo desenvolvimento vegetativo e radicular, encurtamento dos entrenós, brotações contorcidas e avermelhadas, baixo percentual de pegamento dos frutos, cachos pequenos e desuniformes, resultando numa baixa produtividade.
P Velhas Clorose nas folhas e pecíolos de cultivares de uvas brancas e presença de antocianina (coloração roxo-violeta) em cultivares de uvas tintas, evoluindo para necrose e secamento. Causa ainda redução no desenvolvimento do sistema radicular, retardamento no crescimento e escassa lignificação dos tecidos.
K Velhas Amarelecimento internerval em cultivares de uvas brancas, seguida de necrose da zona periférica do limbo que vai progredindo para o interior do tecido internerval. Em cultivares de uvas roxas,

as folhas apresentam, inicialmente, uma coloração arroxeada entre as nervuras, seguindo-se de necrose

progressiva dos tecidos do limbo.

Retarda a maturação e promove a produção de cachos pequenos, frutos duros, verdes e ácidos.
Ca Jovens Manifesta-se por uma clorose internerval e marginal, seguida de necrose das margens do limbo, podendo ocasionar, ainda, a morte dos ápices dos ramos. Causa a paralisação do crescimento dos ramos e das raízes, devido a morte dos tecidos dos ápices meristemáticos, retardando o desenvolvimento da planta.
Mg Velhas Clorose internerval, mas as nervuras permanecem verdes. Em cultivares de uvas brancas, as manchas cloróticas evoluem até a necrose dos tecidos do limbo. Em cultivares de uvas tintas, as manchas se tornam arroxeadas, evoluindo para necrose do tecido. Provoca redução do desenvolvimento da planta e da produtividade.
S Jovens Clorose semelhante à da deficiência de N. A carência de S dificilmente será diagnosticada em videira, já que o S está presente na composição dos fertilizantes químicos e orgânicos que são incorporados ao solo, bem como nos defensivos agrícolas que contém S.

 Os macronutrientes são demandados em maiores quantidades e por isso são mais frequentes os sintomas de deficiência. Entretanto, isso não quer dizer que os micronutrientes são menos importantes, uma vez que também são essenciais para que a planta complete o seu ciclo.

Tabela 4. Sintomas visuais de deficiências de micronutrientes em videira (SILVA et al., 2010).

Nutriente Idade da folha Sintomas no limbo foliar Sintomas adicionais
B Jovens Provoca diminuição dos internódios, morte do ápice vegetativo e envassouramento. Além de aborto excessivo de flores, raleando os cachos.
Cu A carência de Cu não é comum na videira. Mas o excesso pode causar: clorose das folhas e dos ramos novos, desenvolvimento reduzido da parte aérea e do sistema radicular, baixa germinação do pólen, resultando em baixa fertilização das flores, com uma queda acentuada de bagas. Esse excesso pode ocorrer em consequência da aplicação de fungicidas cúpricos.
Fe Jovens Clorose internerval do limbo, com sucessiva necrose da margem do limbo e queda das folhas. Sua deficiência é conhecida como clorose férrica e se manifesta em videira estabelecida em solos calcários e com pH elevado.
Mn Velhas Clorose marginal e internerval não bem definida.
Zn Jovens Internódios curtos, com folhas pequenas e cloróticas, com uma faixa verde ao longo das nervuras principal e secundária.

4. DIAGNÓSTICO DA CONDIÇÃO NUTRICIONAL

A análise foliar é importante para se avaliar a condição nutricional das plantas. A época adequada para amostragem é o período de florescimento.

Coletam-se as folhas com pecíolo, na posição oposta ao primeiro cacho, a partir da base do ramo. Coletar uma folha por planta, num total de 50 a 100 folhas/ha para formar uma amostra.

Os teroes de nutrientes considerados adequados são apresentados na Tabela 5.

Tabela 5. Concentração de nutrientes no pecíolo, limbo e na folha completa da videira na fase de pleno florescimento (TERRA, 2003).

Tecido vegetal N P K Ca Mg S B Cu Fe Mn Zn
———————- g/kg ———————— —————– mg/kg —————–
Pecíolo 13-18 2,3-2,8 22-27 9-14 4,3-4,8 1,4-1,9 35-43 13-17 97-105 47-53 33-38
Limbo 28-33 2,4-2,9 6-11 12-17 3,0-3,5 2,7-3,2 35-43 18-22 97-105 67-73 23-28
Folha 30-35 2,4–2,9 15-20 13-18 4,8-5,3 3,3-3,8 45-53 18-22 97-105 67-73 30-35

A análise química do solo é fundamental para se fazer a recomendação de nutrição e adubação.

Inicialmente, procede-se a divisão da área da propriedade em subáreas homogêneas. Para cada subárea, deve-se coletar 20 amostras simples a uma profundidade de 0-20cm e outras 20 a uma profundidade de 20-40cm.

Em parreirais já estabelecidos, deve-se fazer a amostragem após a colheita e antes de efetuar a adubação.

5. CALAGEM E ADUBAÇÃO

 5.1. Calagem e gessagem

A calagem dever ser feita no mínimo 3 meses antes do plantio das mudas e é recomendada quando a saturação por bases está abaixo de 60% e os teores de Ca e Mg são inferiores a 1,6 e 0,7 cmolc dm-3, respectivamente, nas profundidades de 0-20 cm e 20-40 cm.

Outro método utilizado é o índice SMP, para o solo atingir pH 6,0 com incorporação na camada de zero a 20 cm de profundidade.

No caso de ser necessária a calagem após a implantação do vinhedo, aplicar o calcário na superfície sem incorporação.

Recomenda-se a utilização de gesso apenas em algumas situações, tais como: a) solos com excesso de sódio (Na); b) solos que apresentem teores elevados de alumínio na camada subsuperficial (20-60 cm); e c) solos com relação Ca:Mg próxima de 1:1. Nos dois últimos casos, o gesso deve ser aplicado juntamente com o calcário dolomítico.

A quantidade de gesso a ser aplicada deve ser definida em função da análise química e da textura do solo, e associada à quantidade de calcário, na dose de 1/3 a 1/4 da quantidade recomendada de calcário.

A dose de gesso deve ser estimada entre 0,5 ton/ha em solos de textura arenosa e 2,5 ton/ha em solos de textura argilosa.

5.2. Adubação de pré-plantio

Os fertilizantes fosfatado e potássico indicados na adubação de pré-plantio devem ser aplicados a lanço na área total e incorporados na camada de zero a 20 cm de profundidade.

Fase

N P no solo (mg/dm-3) K no solo (cmolc/dm-3)

Solo arenoso

<11

11-20 21-40 >40 <0,16 0,16-0,30 0,31-0,45

>0,45

Solo argiloso

K x 100/CTC

<6

6 – 10 11- 20 >20 <5 5 – 10 11 – 15

>15

kg/ha —— kg/ha de P2O5 —— —————– kg/ha de K2O —————–
PLANTIO

160 120 80 40 30

CRESCIMENTO

260 160 120 80

40

Fonte: Dados da Embrapa Semiárido/SILVA et al., 2010.

A recomendação de adubação deve ser feita com base na produtividade esperada (Tabela 7) e nos resultados da análise de solo realizada antes da poda de produção. Nesse momento será reposta a quantidade de cada nutriente exportada pela colheita. Por essa razão, é fundamental considerar a estimativa de produção.

5.3. Adubação de produção

Nesse momento será reposto a quantidade de cada nutriente que será exportada pela colheita. Por essa razão, é fundamental considerar a estimativa de produção.

Tabela 7. Adubação de produção da videira, em função da produtividade e análise de solo.

Produção esperada

N P no solo, mg.dm-3 K no solo, cmolc.dm-3

Solo arenoso

<11

11-20 21-40 41-80 >80 <0,16 0,16-0,30 0,31-0,45 >0,45

Solo argiloso

Kx100/CTC

<6 6-10 11-20 20-40 >40 <5 5-10 11-15

>15

ton/ha

kg ha-1 ————– kg/ha-1 de P2O5 ————– ————– kg/ha-1 de K2O ————

< 15

60-150 120 80 40 20 0 100 75 50

0

15 – 25

60-150 160 120 80 40 0 200 150 75

50

26 – 35

60-150 200 160 120 60 0 300 225 100

75

> 35

60-150 240 200 160 80 0 400 300 150

100

Fonte: Dados da Embrapa Semiárido/SILVA et al., 2010.

 6. FERTIRRIGAÇÃO

A fertirrigação é uma das maneiras mais eficientes e econômicas de fornecer nutrientes às plantas. Possibilita a aplicação dos fertilizantes em quantidades compatíveis às necessidades das diferentes fases do ciclo da cultura, o que aumenta a eficiência do uso de nutrientes pelas plantas e, consequentemente, a sua produtividade e qualidade.

6.1. Sistema de fertirrigação

Os sistemas de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) são os mais indicados para o cultivo da videira.

A irrigação localizada apresenta alta eficiência de aplicação, economia de água, energia e mão-de-obra, além de permitir a fertirrigação e de não interferir nos tratos fitossanitários.

6.2. Frequência de fertirrigação

A frequência da fertirrigação depende da curva de absorção de nutrientes ao longo do ciclo da planta, do tipo de solo, das condições climáticas (principalmente precipitações), do sistema de irrigação utilizado e do manejo da irrigação.

Uma recomendação geral é a realização da fertirrigação 1 a 2 vezes por semana, ou até mesmo diariamente, nesse caso, apenas no sistema por gotejamento.

6.3. Solução de fertirrigação

Antes da preparação de uma solução de fertilizantes envolvendo várias fontes de nutrientes, deve-se verificar se há compatibilidade entre elas (Tabela 8). A incompatibilidade entre fontes pode causar entupimento das tubulações e dos emissores.

Um exemplo clássico é o Ca, ele não pode ser injetado com outro fertilizante que contém sulfato, pois pode ocorrer a formação de precipitados.

O ácido fosfórico também não pode ser injetado via água de irrigação que contenha mais que 50 mg/dcm3 de cálcio, pois poderá formar precipitados de fosfato de cálcio.

Na Tabela 8, são apresentados os principais fertilizantes utilizados na fertirrigação e a compatibilidade entre eles.

Tabela 8. Compatibilidade entre os fertilizantes empregados na fertirrigação.

Fertilizante* UR NA SA NC NK CK SK FA MS MQ SM AF AS AN
Ureia (UR) C C C C C C C C C C C C C
Nitrato de amônio (NA) C C C C C C C C C C C C
Sulfato de amônio (SA) I C C SR C C C C C C C
Nitrato de cálcio (NC) C C I I I SR I I I C
Nitrato de potássio (NK) C C C C C C C C C
Cloreto de potássio (CK) SR C C C C C C C
Sulfato de potássio (SK) C SR C SR C SR C
Fosfatos de amônio MAP e DAP(FA) I SR I C C C
Fe,Zn,Cu Mn Sulfato (MS) C C I C C
Fe,Zn,Cu Mn Quelato (MQ) C SR C I
Sulfato de magnésio (SM) C C C
Ácido fosfórico (AF) C C
Ácido sulfúrico (AS) C
Ácido nítrico (AN)

* C = compatível; SR = solubilidade reduzida; I = incompatível. Fonte: Villas Bôas et al. (1999).

O procedimento de fertirrigação compreende 3 etapas distintas:

a) o sistema de irrigação deve funcionar durante um quarto do tempo de irrigação, para equilibrar hidraulicamente as unidades de rega.

b) a injeção dos fertilizantes no sistema de irrigação.

c) o sistema de irrigação deverá continuar funcionando, visando complementar o tempo total de irrigação, lavar completamente o sistema de irrigação e carrear os fertilizantes da superfície para camadas mais profundas do solo.

Como regra geral, é recomendado iniciar o processo com fertilizante potássico, seguido dos fertilizantes nitrogenados.

Quando é utilizado o ácido fosfórico como fonte de P, deve-se aplicá-lo no final da fertirrigação, pois ele também proporciona a limpeza do sistema de irrigação.

Caso seja aplicado mais de um fertilizante por vez, as soluções de cada fertilizante devem ser preparadas em separado, e misturadas na proporção desejada, de acordo com as necessidades nutricionais das plantas.

BIBLIOGRAFIA E LINKS RELACIONADOS

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– CONCEIÇÃO, M. A. F.; SILVA, D. J.; PINTO, J. M. Irrigação e fertirrigação na cultura da uva. In: SOUSA, V. F. de; MAROUELLI, W. A.; COELHO, E. F.; PINTO, J. M.; COELHO FILHO, M. A. (Ed.). Irrigação e fertirrigação em fruteiras e hortaliças. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2011. Disponível em: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/199772/1/Manejo-da-fertirrigacao-523-551.pdf

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– DAVI JOSÉ SILVA, D.J.; FARIA, C.M.B. de; ALBUQUERQUEM, T.C.S. Nutrição, calagem e adubação. In: Sistema de Produção – Cultivo da Videira. Sistemas de Produção, 1 – 2a. edição, ISSN 1807-0027 Versão Eletrônica, Agosto/2010. Disponível em: http://www.cpatsa.embrapa.br:8080/sistema_producao/spuva/nutricao.html

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– VILLAS BOAS, R. L.; BULL. L. T.; FERNANDES, D. M. Fertilizantes em fertirrigação. In: FOLEGATTI, M. V. Fertirrigação: citurs, flores, hortaliças. Guaíba: Agropecuária, 1999. cap. 4, p. 293-353.

TERRA, M. M. Nutrição, calagem e Nutrição e Adubação. In: POMMER, C. V. (Ed.), Uva: tecnologia de produção, pós-colheita, mercado. Porto Alegre: Cinco Continentes, 2003. p. 405-475.

 

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