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Bioinsumos na cultura da soja

Manejo de pragas iniciais na soja: estabelecendo o equilíbrio biológico no agroecossistema

(Curadoria Agro Insight)

A curadoria de hoje é sobre o uso de bioinsumos na agricultura e em especial na cultura da soja. Para tanto, trouxemos a primeira parte do livro “Bioinsumos na cultura da soja”, de autoria dos pesquisadores Maurício Conrado Meyer, Adeney de Freitas Bueno, Sérgio Miguel Mazaro e Juliano Cesar da Silva.

Pesquisa, desenvolvimento e inovação com bioinsumos

Os sistemas produtivos agrícolas mundiais vêm passando por grandes transformações, por meio dos avanços tecnológicos, resultando no incremento em produtividade, aliado a preservação ambiental, ao uso racional da água e a redução do uso de agroquímicos.

Neste sentido, a agricultura regenerativa passa a ser inserida nos processos produtivos, onde as culturas agrícolas são tratadas por meio de sistemas de cultivos, não de forma individualizada, mas integradas em processos claros, dinâmicos e interdependentes.

O termo “bioinsumos” é estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa, 2021), como sendo “o produto, o processo ou a tecnologia de origem vegetal, animal ou microbiana, destinado ao uso na produção, no armazenamento e no beneficiamento de produtos agropecuários, nos sistemas de produção aquáticos ou de florestas plantadas, que interfiram positivamente no crescimento, no desenvolvimento e no mecanismo de resposta de animais, de plantas, de microrganismos e de substâncias derivadas e que interajam com os produtos e os processos físico-químicos e biológicos”.

Breve histórico do uso de bioinsumos no Brasil

Entre 1921 e 1944 foram realizadas diversas tentativas, sem sucesso, de importação e liberação de agentes de biocontrole de pragas no Brasil (Parra, 2014; Bueno et al., 2020). O primeiro projeto bem-sucedido foi a introdução em 1967 do parasitoide Neodusmetia sangwani para o controle da cochonilha das pastagens (Antonina graminis). Esse parasitoide se estabeleceu com sucesso no Brasil, tanto na região de introdução (Bahia), como em outras unidades da federação (Costa et al., 1970; Batista Filho et al., 2018; Gabriel, 2017). Outros exemplos de sucesso se sucederam, como o uso de parasitoides para o controle da broca da cana-de-açúcar que tem uma área superior a 5 milhões de hectares sob controle biológico (Bueno et al., 2020). No mercado brasileiro são disponíveis os seguintes organismos: Cotesia flavipes, Cryptolaemus montrouzieri, Diachasmimorpha longicaudata, Deladenus siricidicola, Neoseiulus californicus, Orius insidiosus, Phytoseiulus macropilis, Stratiolaelaps scimitus, Steinernema puertoricense, Trichogramma galloi, Trichogramma pretiosum e Trissolcus basalis (Bueno et al., 2020; Mapa, 2022).

Em relação aos microrganismos como agente de biocontrole, Metarhizium anisopliae foi o primeiro fungo utilizado para o controle de pragas no Brasil (Alves; Lopes, 2008; Li et al., 2010; Bueno et al., 2020).

Além deste, também Verticillium lecanii, Hirsutela verticillioides e Beauveria bassiana, entre outros, foram estudados a partir de 1930 (Charles, 1937; Viegas, 1939; Li et al., 2010). Atualmente, no mercado brasileiro estão disponíveis as seguintes espécies de microrganismos para o controle de pragas: Beauveria bassiana, Isaria fumosorosea, Metarhizium anisopliae, Paecilomyces fumosoroseus e Bacillus thuringiensis (Bueno et al., 2020; Mapa, 2022).

Para o controle de doenças de plantas, o primeiro estudo publicado utilizando antagonistas foi com Trichoderma em 1950 (Bettiol et al., 2014), mas o primeiro sucesso veio com o controle da tristeza dos citros por meio da premunização com estirpes fracas do vírus da tristeza dos citros (Costa; Muller, 1980; Bettiol, 1996), as quais são utilizadas em larga escala na citricultura brasileira até a presente data. Atualmente, os principais antagonistas utilizados no Brasil para o controle de doenças de plantas são: Aspergillus flavus, Clonostachys rosea, Paecilomyces lilacinus (Purpureocillium lilacinum), Pochonia chlamydosporia, Trichoderma asperellum, Trichoderma harzianum, Trichoderma koningiopsis, Trichoderma stromaticum, Bacillus amyloliquefaciens, Bacillus firmus, Bacillus licheniformis, Bacillus methilotrophicus, Bacillus pumilus e Bacillus subtilis (Bettiol et al., 2019; Bueno et al., 2020; Mapa, 2022).

As áreas tratadas com esses organismos estão disponíveis em Bueno et al. (2020) indicando que o Brasil é o país sob a maior área tratada com agentes de biocontrole, atingindo mais de 50 milhões de hectares em 2021.

Breve histórico do uso de bioinsumos na cultura da soja

A cultura da soja seguramente é uma das principais responsáveis pelo crescimento do uso de bioinsumos no Brasil. Além do uso da fixação biológica de nitrogênio em larga escala, também o controle biológico de pragas e doenças é utilizado em grande escala na cultura (CropLife, 2021). Neste sentido, parte da história do uso de bioinsumos no Brasil se confunde com a história da cultura da soja no país.

Possivelmente, os dois exemplos mais expressivos deste fato sejam a fixação biológica de nitrogênio e o controle biológico da lagarta da soja. Logicamente, não se pode menosprezar o controle biológico do mofo-branco na cultura com produtos à base de Trichoderma e de Bacillus. Nos parágrafos seguintes serão contextualizados os três exemplos, mas detalhes sobre fixação biológica de nitrogênio e controle do mofo-branco estão nos capítulos 8 e 18 deste livro.

Isolados do nucleopoliedrovírus da Anticarsia gemmtalis (AgMNPV) foi obtido no Brasil na década de 1970, e nos primórdios da década de 1980 a Embrapa Soja iniciou um amplo programa para o controle biológico de Anticarsia gemmatalis, a lagarta da soja, de grande importância como inseto que causa desfolha na soja (Moscardi et al., 1981; Sosa-Gómez et al., 2008). Desde as primeiras áreas demonstrativas, nas safras 1980-1981 e 1981-1982, conduzidas pela Embrapa Soja, foram verificadas reduções significativas nas populações de lagartas. A utilização do AgMNPV cresceu desde o seu início atingindo 1 milhão de hectares na safra 1989-90. Em seu início a produção do AgMNPV era totalmente artesanal sendo o vírus pulverizado após maceração das lagartas recolhidas diretamente no campo. Posteriormente, foram desenvolvidas tecnologias que viabilizou a produção comercial do AgMNPV em condições de laboratórios. Detalhes do programa estão disponíveis em Moscardi (1989), Alves et al. (1998), Moscardi et al. (2002) e Sosa-Gómez et al. (2008). No momento, 4 produtos à base de Baculovírus Anticarsia estão registrados no Mapa (Mapa, 2022). Em noticia utilizando dados de 1997 (Embrapa Soja, 1997), verifica que com a utilização do Baculovírus Anticarsia em 1 milhão de hectares de soja, o Brasil deixou de aplicar cerca de 1,2 milhão de litros de inseticidas nas lavouras brasileiras. De acordo com a Embrapa Soja (2004), entre 1983 e 2004, mais de 20 milhões de litros de inseticidas químicos deixaram de ser aplicados nas regiões produtoras de soja que adotaram o método de controle biológico. Assim, há necessidade de se calcular o volume de inseticidas químicos que não foi aplicado com o uso desta tecnologia até 2022, com as vantagens econômicas, além das ambientais. Esses números evidenciam a importância da pesquisa e desenvolvimento do controle biológico para o Brasil.

Contudo, seguindo a história de sucesso do Baculovírus Anticarsia, também estão registrados produtos à base de Baculovírus Spodopetera frugiperda, Baculovírus Helicoverpa armigera,  Baculovírus Chrysodeixis includens (Mapa, 2022), totalizando 10 produtos comerciais. O sucesso do uso de AgMNPV, que trouxe expressiva redução do uso de inseticidas químicos na cultura, com considerável ganho ambiental ao país, é devido principalmente à dedicação do Dr. Flávio Moscardi (1949 a 2012), da Embrapa Soja.

A fixação biológica de nitrogênio por meio de bactérias constitui o grupo mais importante de inoculantes. As espécies dos gêneros Bradyrhizobium, Rhizobium e Azospirillum são as mais utilizadas no país, sendo que para a cultura da soja são utilizadas a mistura de cepas de Bradyrhizobium elkanii e de Bradyrhizobium japonicum (Hungria et al., 2007) e, mais recentemente Azospirillum brasilense (Hungria et al., 2015; Prando et al., 2019; Santos et al., 2019; Santos et al., 2021). Além do menor custo para os agricultores pelo não uso de fertilizantes nitrogenados na soja (ver capítulo 8 deste livro), uma considerável redução nos impactos ambientais que o uso de N-mineral causaria também precisa ser considerada, principalmente quando se analisa os dados de Rockström et al. (2009). Essa informação é de extrema significância considerando a área cultivada pela soja na safra 2021/2022 de, aproximadamente 40,6 milhões de ha (Conab, 2022).

A adoção do uso de inoculantes na cultura da soja no Brasil na safra 2020/2021 foi de 80%, enquanto a adoção da co-inoculação Bradyrhizobium + Azospirillum foi de 26% (Globalfert, 2021; Spark, 2021).

Esses números representam, para a safra 2020/2021, uma área de 30,821 milhões de ha de soja sob uso de inoculantes e de 10,017 milhões sob co-inoculação, num total de 38,526 milhões de ha, indicando o sucesso da tecnologia desenvolvida no Brasil. Considerando a área cultivada na safra 2020/2021 a economia foi superior a US$17,8 bilhões (ver cálculo no capítulo 8). Esses dados claramente mostram não somente a importância do uso de inoculante na cultura da soja, mas a importância da pesquisa e desenvolvimento de bioinsumos para o país.

Essas bactérias, que para muitas plantas substitui a utilização de fertilizantes nitrogenados, representa uma tecnologia limpa e sustentável de grande importância principalmente para a cultura da soja no Brasil, pois bactérias do gênero Bradyrhizobium podem fixar até 300 kg/ha (Mendes et al., 2010). Contudo, também Azospirillum amazonense, Azospirillum halopraeferans, Azospirillum lipoferum, Herbaspirillum seropedicae, Acetobacter diazotrophicus e outras (Döbereiner, 1990) são reconhecidamente fixadoras de nitrogênio.

Detalhes sobre a história do desenvolvimento da fixação biológica de nitrogênio no Brasil são apresentados de forma brilhante por Solon Cordeiro de Araujo em seu livro “Caminhos, escolhas e conquistas” publicado pela Associação Nacional dos Produtores e Importadores de Inoculantes (ANPII) (Araujo, 2017). Neste livro o autor relata a sua história vivida desde os tempos de graduação na Escola de Agronomia Eliseu Maciel, da então Universidade Rural do Sul, atual Universidade Federal de Pelotas, sua convivência com os principais atores deste fantástico mundo dos inoculantes desde 1963.

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