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Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

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GERAIS

Nordeste+Sustentável avança em suas ações

Já em vigor, a nova fase de ações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para a região Nordeste, norte do Espírito Santo e de Minas Gerais, o Nordeste+Sustentável dará ênfase à sustentabilidade nas suas três abordagens: social, ambiental e econômica, promovendo a melhora socioeconômica dos produtores e a valorização de produtos e processos relacionados com a bioeconomia.

Ampliando as diretrizes propostas na primeira etapa (AgroNordeste), o Nordeste+Sustentável agregará novos parceiros e programas de incentivo à melhoria dos sistemas produtivos e da preservação dos recursos naturais. Com destaque para a parceria entre o Mapa e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que vai disponibilizar US$ 230 milhões para o fortalecimento de cadeias produtivas, o apoio à regularização ambiental e à produção sustentável.

Entre as novas ações propostas para Nordeste+Sustentável estão a ampliação da assistência técnica a novos mercados e a incorporação de inovações tecnológicas na produção agropecuária, em especial aquelas relacionadas à redução das emissões de carbono e de convivência com a seca.

Coordenado pela Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI/Mapa), o Nordeste+Sustentável dará continuidade às ações da primeira fase, quando mais de 30 mil produtores rurais foram atendidos nos 11 estados de atuação. ​Um novo protocolo de intenções com as organizações parceiras será firmado ainda na primeira quinzena de abril.

Fonte: Mapa

Brasil poderá vender carne de frango para a Polinésia Francesa

O Brasil poderá iniciar as exportações de carne de frango para a Polinésia Francesa. O comunicado que autoriza as vendas foi enviado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) pelas autoridades sanitárias da Polinésia Francesa.

Segundo a publicação, os estabelecimentos frigoríficos que hoje embarcam para a União Europeia poderão exportar carne de frango para o território ultramarino localizado no Sul do Oceano Pacífico. As vendas deverão atender o mercado de food service do país, especialmente para a rede hoteleira, que tem no turismo o principal setor econômico.

Com o novo mercado aberto, o Brasil passa a ter nove registros de aberturas para produtos do setor agropecuário neste ano, e reforça o reconhecimento dos players internacionais pela qualidade e elevados controles sanitários estabelecidos pelos exportadores brasileiros.

Em janeiro, o Egito abriu mercado para o algodão e a Argélia para bovino vivo. Já em fevereiro, o Chile autorizou as importações de mucosa intestinal, ovos férteis e aves de um dia (codorna), o Panamá para sêmen bubalino, o México de carne suína e a Malásia de gelatina bovina. Em março, tivemos a abertura do México para carnes bovina, além da carne de frango da Polinésia.

Fonte: Mapa

Após milhares de amostras analisadas, Brasil segue livre de influenza aviária

Para demonstrar que as aves domésticas comerciais e de subsistência do Brasil se encontram livres de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em conjunto com os Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária (OESA), intensificou as ações de vigilância para a doença. Desde julho de 2022, já foram coletadas mais de 35 mil amostras de soros e aproximadamente 11.200 pools de suabes de traqueia e cloaca de aves em cumprimento ao Plano de Vigilância de Influenza Aviária e Doença de Newcastle.

“As ações visam detectar precocemente casos de IAAP, demonstrar a ausência da doença na avicultura comercial e monitorar a ocorrência de cepas de influenza aviária com importância para a Saúde Pública”, explica a coordenadora de Assuntos Estratégicos do Departamento de Saúde Animal, Anderlise Borsoi.

As amostras coletadas pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) de todos os estados são analisadas na Rede de Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA). Até o momento, foram realizados 10.350 ensaios a partir dos suabes e todos deram negativos para influenza aviária.

Quanto às amostras de soro, já foram realizados 33.236 testes de ELISA (técnica utilizada para detectar ou medir o nível de anticorpos). Deste total, apenas 0,3% das amostras (93) resultaram positivas para a presença de anticorpos para o vírus influenza A. As amostras positivas foram tipificadas e anticorpos para os subtipos H1, H9, H13 e H16 do vírus influenza A foram detectados, subtipos estes de baixa patogenicidade e que não comprometem a avicultura nacional.

As ações de vigilância passiva, ou seja, aquelas voltadas para a investigação de casos suspeitos da doença, também se intensificaram. Neste ano, até 24 de março, foram encaminhadas ao LFDA-SP, laboratório de referência nacional e internacional para o diagnóstico da influenza aviária, 1.639 amostras coletadas pelo SVO em atendimento a 54 casos suspeitos de influenza aviária em todo território nacional.

“Esse número é seis vezes maior do que o número de notificações recebidas pelo Laboratório no mesmo período de 2022”, relata o coordenador-geral de Laboratórios Agropecuários, Rodrigo Nazareno. Todas as amostras suspeitas analisadas pelo LFDA-SP, que conta com estrutura biossegura nível NBA3 para manipulação deste tipo de material, obtiveram resultados negativos para influenza aviária.

Até este momento, os testes executados na Rede LFDA em atendimento ao Plano de Vigilância do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) evidenciam que, por ora, não há circulação de influenza aviária de alta patogenicidade no território nacional.

Fonte: Mapa

PRODUÇÃO

Uva niagara de Jundiahy recebe reconhecimento como Indicação Geográfica

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) reconheceu a Indicação Geográfica (IG) da uva niagara rosada de Jundiahy, na categoria Indicação de Procedência. A grafia da palavra com as letras “h” e “y” foi um dos maiores desafios do grupo de produtores dos municípios de Jundiaí, Louveira, Itupeva, Jarinu e Itatiba para conseguir a indicação geográfica. De acordo com os articuladores envolvidos no processo, a primeira reunião para iniciar a demanda aconteceu em 2009.

De acordo com Francisco José Mitidieri, auditor fiscal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a conquista é mais um exemplo de um trabalho que envolve articulação de muitas pessoas que se engajaram, contribuíram e acreditaram durante todos esses anos de prospecção e de sensibilização, que fazem parte da metodologia que o Mapa utiliza.

A grafia de Jundiahy se explica porque no passado, entre o final do século 19 e início do século 20, a uva era cultivada numa imensa área de terra que se chamava Jundiahy. Depois os municípios foram desmembrados, mas a uva passou a ser conhecida como a ‘uva de Jundiahy’.  No processo de reconhecimento da IG, no início de 2022, o INPI teria solicitado que a grafia fosse trocada por Jundiaí, o que foi descartado pelos produtores.

“Essa grafia com ‘y’ foi o ponto de união dos municípios que produzem a uva atualmente. Eles se reconhecem como membros daquele território, por produzirem a uva niagara rosada, terem colonização parecida e na mesma época, cultivarem no mesmo solo. Eles têm uma sensação de pertencimento”, afirmou. Mitidieri tem fotos das primeiras reuniões em que o Mapa acompanhou os produtores, em 2012. Ele, pessoalmente, se juntou ao grupo em 2014, orientando sobre a metodologia.

Além desse apoio, a equipe do Mapa em Brasília emitiu um documento chamado ‘instrumento oficial’, que atesta a notoriedade da região e a inserção daqueles produtores na delimitação geográfica que demandou a IG. O parecer é emitido após análise de uma série de documentos e é uma das exigências do INPI para conceder a indicação de procedência.

Isabel Harder, diretora de Agronegócio da Prefeitura de Jundiaí, contou que essa resistência à grafia antiga e a delimitação do território foram os momentos mais complexos de todo o processo. “Foi muito complicado definir o território que seria reconhecido, e nesse ponto, a participação do Mapa foi fundamental. O ministério nos deu um norte”, disse ela.

Isabel está particularmente feliz porque a IG é formalizada no momento em que o surgimento da uva niagara rosada na região completa 90 anos. Segundo ela, uma mutação da uva branca foi descoberta em 1933 por Antônio Carbonari, que hoje dá nome ao parque onde é realizada todos os anos a tradicional Festa da Uva.

“Agora vamos iniciar um processo de divulgação e valorização dessa indicação de procedência. A gente sabe que nossa uva tem um aroma marcante, mas agora queremos provar isso, buscando um processo de denominação de origem”, afirmou.

O caderno de especificações da produção, criado durante o processo, será fundamental para que os produtores interessados em se beneficiar do reconhecimento cultivem a uva dentro dos padrões estabelecidos.

Rene José Tomasetto, presidente da Associação Agrícola de Jundiaí, disse que os cinco municípios contemplados reúnem entre 700 e 800 produtores de uva. Ele contou que a primeira festa da uva na região aconteceu em 1934, logo após a descoberta da uva rosada. “Antes só existia a uva branca por aqui.” A festa ocorre em quatro finais de semana entre janeiro e fevereiro, às sextas, sábados e domingos.

A ideia, de acordo com o Tomasetto, é atrair mais turistas à região e despertar o interesse pela niagara rosada de Jundiahy. O presidente da associação explicou também outra confusão de grafia. Muitas pessoas acham que niagara tem acento, mas ele confirma que não. Niágara é o nome das famosas cataratas do Canadá. A uva do interior paulista, segundo ele, não tem acento. A IG de Jundiahy é a 102ª IG brasileira registrada no INPI.

A conquista é comemorada pelo grupo também por ter sido divulgada dois dias antes da instalação do Fórum de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas do Estado de São Paulo. A solenidade que marca a criação desse colegiado acontece na próxima quinta, dia 6 de abril, na Superintendência de Agricultura e Pecuária de São Paulo.

Fonte: Embrapa

Normas para tipificação do algodão

O algodão é uma commodity especial sobre a qual a subjetividade incide, deixando sua comercialização mais complexa. Entre o que o olho do vendedor e o do comprador veem, há muito mais do que o alinhamento entre a expectativa e a realidade. Por isso o mercado internacional criou regras para a sua tipificação. A classificação internacional da fibra começou com os americanos, em 1906, com a criação da Divisão de Algodão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estabeleceu a padronização da qualidade da fibra, em um sistema que existe até hoje. Antes, apenas baseada na acuidade visual do classificador. Depois, com o avanço da tecnologia, a classificação passou a ser feita, também, com o suporte de instrumentos capazes de analisar até o que não estava explicitamente à vista, as chamadas características intrínsecas do algodão.
Visual ou instrumental, a classificação do algodão em pluma obedece a parâmetros reconhecidos globalmente. Seus resultados são como uma “língua”, fluentemente falada e entendida pela oferta e a demanda, em qualquer lugar do planeta. As regras, portanto, são fundamentais para evitar ruídos nas transações do produto. Para que os resultados da análise, sobretudo instrumental ou tecnológica, sejam fidedignos, existe um conjunto de procedimentos que precisam ser cumpridos, já na coleta das amostras que serão processadas. Eles tratam do manuseio do material, definem o lugar preciso de onde as amostras serão retiradas do fardo, estabelecem o tamanho, o peso, o tipo de acondicionamento, a forma como serão lacradas, dentre muitos outros fatores. Só assim, com critério, se pode garantir a confiabilidade dos resultados de classificação.
No Brasil, todas as regras estão claramente definidas na Instrução Normativa nº24, publicada em 14 de julho de 2016. A IN24 é o Regulamento Técnico do Algodão em Pluma, definido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Ela define o padrão oficial de classificação, com os requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação, além da marcação ou rotulagem. A instrução vai no nível do detalhe, desde a definição do básico – o algodão em si – até as características da pluma, os possíveis problemas, as margens de tolerâncias e todas as condições que precisam ser levadas em consideração para a validade do resultado das análises. A IN é a “Bíblia” do classificador, e precisa ser entendida, também, por quem produz e quem beneficia o algodão.
Na Abrapa, o trabalho de conscientização para a importância do cumprimento da IN24 é tão antigo quanto a própria norma. Isso porque, no mesmo ano da sua publicação, foi lançado para o mundo, precisamente, em Liverpool, na Inglaterra, o programa Standard Brasil HVI. O SBRHVI é o compromisso assumido internacionalmente pelos cotonicultores brasileiros com a qualidade da classificação de algodão no Brasil. O programa, como o nome em inglês sugere, padronizou a análise de fibra no país e colocou todos os laboratórios “na mesma página”.
O SBRHVI é estruturado sobre três pilares, o Centro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), o Banco de Dados da Qualidade e a Orientação aos Laboratórios. Trata-se de uma iniciativa de sucesso que está contribuindo para fortalecer a imagem do Brasil como origem de qualidade e confiabilidade e fazendo com que o algodão brasileiro venha sendo, cada vez mais, priorizado nas aquisições de pluma da indústria em todo o mundo.
Sem a IN24, o programa SBRHVI não se sustenta, e, sem ambos, um grande esforço realizado até aqui seria perdido. Por isso não cansamos de ressaltar a importância do cumprimento da norma, nas algodoeiras e nos laboratórios.
Fonte: Abrapa

 

Embrapa disponibiliza calendário de floração de plantas no Semiárido para alimentação de abelhas-sem-ferrãos

A Embrapa Semiárido (Petrolina-PE) disponibiliza aos produtores da região o calendário de plantas meliponícolas, ou seja, que são fontes de alimento (pólen e néctar) para as abelhas-sem-ferrão. O calendário contém a época de floração, o nome popular e científico das plantas, se são nativas ou não, sua família, bem como informações sobre os recursos oferecidos. Faça o download do calendário AQUI .

Fruto dos estudos realizados pela Embrapa e parceiros, a listagem conta com 62 espécies de plantas visitadas por abelhas-sem-ferrão nativas do Vale do São Francisco, tais como a mandaçaia (Melipona mandacaia) e a abelha-branca (Frieseomelitta doederleini). Devido à ausência de ferrão, essas abelhas são menos agressivas, permitindo a criação mesmo em áreas urbanas, sem risco de acidentes ou ataques a pessoas.

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Semiárido, Márcia de Fátima Ribeiro, a meliponicultura, que é a criação das abelhas-sem-ferrão, pode ser uma boa opção de atividade econômica para a agricultura familiar. No entanto, a manutenção dessas colônias no Semiárido precisa ser bem planejada para que se obtenha sucesso e retorno financeiro. Isso porque durante a época mais seca, que compreende o período de novembro a abril, a maior parte das plantas fica sem flores, deixando de fornecer alimento para as abelhas.

“É importante que o produtor entenda quais plantas são mais indicadas para a alimentação das abelhas e em quais períodos essas plantas emitem flores. Dessa forma, ele poderá realizar a instalação de meliponários em locais mais apropriados, com presença de plantas que floresçam em diferentes épocas, para que as colmeias tenham alimento constante durante todo o ano”, ressalta Ribeiro.

A pesquisadora completa que outra possibilidade é o incremento do pasto meliponícola com o plantio das espécies relevantes. “O importante é que exista uma diversidade e abundância de espécies, de tal forma que sempre haja alguma oferta de alimento para as abelhas na natureza”, completa.

Acesse: Calendário de plantas para abelhas-sem-ferrão: Submédio do Vale do São Francisco

Fonte: Embrapa

Orientações sobre a influenza aviária na avicultura de pequena escala

Essa doença atinge aves como galinhas poedeiras e frangos de corte, além de aves criadas no fundo de quintal e, também, aves silvestres. A gripe aviária é uma doença séria, que tem se espalhado por toda a América, mas que felizmente ainda não chegou ao Brasil. Neste programa, a equipe da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC) vai trazer informações para criadores de aves saberem o que fazer para a gripe aviária ficar longe do País e também o que fazer caso a doença chegue por aqui.

Fonte: Embrapa

Milho orgânico é debatido com agricultores

Avanços e lacunas para a produção e comercialização de milho orgânico foram temas de diálogo entre produtores rurais e representantes de instituições durante dia de campo na Fazenda Vista Alegre, em Capim Branco-MG.

Entre os assuntos, estiveram em discussão: segurança alimentar e nutricional, sociobiodiversidade, patrimônio genético, alfabetização ecológica, culinária, políticas públicas e balanço econômico da produção orgânica de milho.

Foram apresentadas as experiências do Projeto Crioulo, com resgate de milhos para grãos, fubás e pipocas. O produtor Lucas Sousa falou sobre o trabalho desenvolvido. Além de ampliar a oferta de produtos orgânicos da Fazenda Vista Alegre, a ideia do projeto é ampliar e fortalecer a rede de pequenos produtores locais, gerar renda, preservar a biodiversidade e ampliar a variedade de alimentos.

O Projeto Crioulo atua com o tripé: agricultura, comunicação e comércio. Pela internet, são feitas vendas, divulgados os resultados dos trabalhos da fazenda e os pratos criados, com milhos crioulos, por chefes de cozinha ligados à biodiversidade brasileira.

O pesquisador Walter Matrangolo apresentou o projeto “Sistema de produção de milho orgânico na região Central de Minas Gerais”, desenvolvido pela Embrapa Milho e Sorgo, com participação direta de membros do setor produtivo. O trabalho visa analisar tecnologias para o desenvolvimento e a melhoria da produção de milho orgânico, com identificação de opções de cultivares e avaliação do uso de insumos biológicos.

Matrangolo falou sobre os benefícios do controle biológico conservativo. Já o pesquisador Jason Duarte apresentou dados sobre custos de produção e rentabilidade de milho orgânico.

Políticas públicas, como PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) foram abordadas por Walfrido Albernaz e Frank Martins, extensionistas da Emater-MG. Os produtores puderam debater as possibilidades do mercado institucional para o fortalecimento da agricultura familiar.

Em visita ao campo, foram discutidas técnicas de plantio e de manejo das lavouras de grãos orgânicos.

Ao final da programação, os participantes do evento foram agraciados com um almoço feito por chefes de cozinha, que preparam receitas com utilização de fubás e pipocas de milho crioulo cultivados na fazenda.

Segundo Matrangolo, algumas convergências foram identificadas no encontro. “Ouvimos relatos importantes sobre avanços da pesquisa e viabilidade econômica da produção de milho crioulo orgânico. Provamos o potencial gastronômico do milho, degustando muitas delícias. Ao mesmo tempo, foi identificada a necessidade urgente de investimentos que garantam a segurança alimentar e nutricional das crianças em idade escolar da região. Esses temas se entrelaçaram nesse rico dia de troca. Quem sabe, a partir daí, seja possível viabilizar que nossas crianças tenham  a merenda feita com milho crioulo orgânico: bolo de fubá, broa, biscoito, canjiquinha, mingau, polenta, angu, pamonha, pipoca”.

Para conferir um vídeo sobre o dia de campo, clique aqui.

Fonte: Embrapa

Monitoramento das lavouras

Arroz – 50,7% colhido.

No RS, a colheita na Fronteira Oeste está mais adiantada. Cerca de 50% das lavouras estão colhidas e apresentam as maiores perdas devido à estiagem. Na região Sul, a colheita está mais atrasada, com 35% da área colhida e apresentando melhores produtividades. Em SC, 69% da área semeada foi colhida e as lavouras em maturação totalizam 27%. A produtividade é variável, condicionada, principalmente, pela disponibilidade de irrigação ocorrida ao longo do ciclo. Contudo, 95% das lavouras estão boas, 4% médias e 1% ruins. Em GO, a colheita avança, principalmente, no Leste, sendo finalizada em São Miguel do Araguaia. No MA, as lavouras de sequeiro se encontram em boas condições, sendo iniciada a colheita nas regiões da Baixada Maranhense e do Médio Mearim. As demais áreas permanecem entre os estágios fenológicos de desenvolvimento vegetativo e maturação. No MT, a colheita alcançou 21,5% e o clima favorável tem contribuído para o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo da cultura resultando numa produtividade elevada.

Milho (2ª safra) – 96,3% semeado.

Em MT, a semeadura foi concluída e a regularidade das chuvas tem proporcionado um bom desenvolvimento. No PR, o plantio evolui devido ao tempo mais seco, mesmo estando fora da janela ideal. As lavouras continuam em boas condições. Em MS, o excesso de umidade no solo continua atrasando as operações de plantio, mesmo com a redução das precipitações. Em GO, as lavouras encontram-se em boas condições de desenvolvimento e a incidência de cigarrinha e lagarta-do-cartucho estão inferiores às da última safra. Algumas áreas iniciaram o estágio reprodutivo. Em SP, o plantio está atrasado em decorrência do atraso da colheita e alongamento do ciclo da soja. Em MG, a maioria das áreas está em desenvolvimento vegetativo e apresentam bom desenvolvimento. No TO, as lavouras estão em boas condições e as primeiras áreas semeada iniciaram a fase reprodutiva. No MA, na região de Balsas, as lavouras estão em boas condições. No restante do estado, o plantio deve se encerrar nos próximos dias. No PI, a semeadura foi finalizada e as lavouras se estabelecem em boas condições, favorecidas pelos bons níveis de umidade do solo. No PA, as condições climáticas favorecem a cultura.

Feião (2ª safra)

Na BA, o plantio do feijão cores atingiu 2/3 da área prevista. As lavouras apresentam boas condições, especialmente, as áreas irrigadas. O feijão-caupi está todo semeado e o seu desenvolvimento tem sido mais irregular, devido as condições climáticas instáveis e a não utilização de irrigação nessas lavouras. Em MG, o plantio está em fase final, restando poucas áreas a serem semeadas. A preocupação atual é a escassez de chuvas em algumas regiões, especialmente, onde estão as lavouras em floração e enchimento de grãos. No PR, as melhores condições climáticas na última semana permitiram a conclusão do plantio. A maior parte das lavouras está em desenvolvimento vegetativo e as demais em fase reprodutiva. No geral, as lavouras estão em boas condições, com perdas pontuais por irregularidade climática em parte do ciclo. No RS, as chuvas generalizadas no Planalto Médio, favoreceram, principalmente, aquelas lavouras de sequeiro e que ainda estavam em desenvolvimento vegetativo ou início da floração. Em SC, as condições gerais das lavouras continuam boas. As condições climáticas têm sido favoráveis ao desenvolvimento das culturas.

Soja – 74,5% colhida

Em MT, a colheita está praticamente finalizada e verificam-se boas produtividades. No RS, a colheita avança no estado. As lavouras precoces apresentam baixos rendimentos na Campanha e na Fronteira Oeste. No PR, o tempo mais seco acelerou a colheita, que têm apresentado boa qualidade e produtividade acima do esperado. Em GO, a redução nas precipitações permitiu o rápido progresso na colheita e verificou-se produtividades abaixo do esperado na região Norte. Em MS, a colheita está sendo concluída com bons resultados. Em MG, o tempo seco favoreceu o avanço na colheita, mas permanece atrasada em relação à safra passada. Na BA, a cultura se encontra em maturação e colheita, que alcança 60% da área e com boas produtividades. Em SP, a redução das chuvas permitiu forte evolução na colheita. No TO, as chuvas impossibilitaram o avanço na colheita e, em algumas áreas dessecadas, afetou a qualidade da soja. No MA, as chuvas persistentes atrasaram a evolução da colheita. No PI, a colheita segue em ritmo normal, confirmando, de maneira geral, as boas produtividades. Em SC, a maioria das lavouras está em boas condições e a colheita alcança 20% da área. No PA, a colheita segue no polo de Paragominas, mas muitas áreas estão em estágios reprodutivos e em maturação.

Algodão – 100 % semeado

100% semeado. Em MT, as chuvas menos intensas e mais esparsas contribuíram para o bom desenvolvimento e o manejo da cultura. A maioria das lavouras se encontram na fase reprodutiva. Na BA, os cultivos apresentam boas condições de desenvolvimento. As lavouras irrigadas ainda estão em desenvolvimento vegetativo, enquanto as mais precoces de sequeiro já iniciaram a maturação. Em MS, a redução das chuvas facilitou os tratos culturais, resultando em lavouras com boas condições fitossanitárias e de produtividade. No Sul do MA, as lavouras estão em boas condições. As lavouras de primeira safra iniciaram a formação de maçãs, e as de segunda safra estão em floração. No PI, as lavouras, em sua maioria, estão desenvolvendo em condições favoráveis. Em MG, as lavouras estão, principalmente, em fase de formação de maçãs, apresentando boas condições vegetativas e sanitárias. Em GO, a redução das precipitações e o aumento da incidência luminosa favorecem a cultura. A maioria das lavouras estão em floração e algumas lavouras no Sudoeste iniciam a formação das primeiras maçãs.

Fonte: Conab

MERCADO

Indicadores Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada
Soja

O mercado mundial de soja está atento à colheita na América do Sul e às primeiras estimativas de intenção de plantio nos Estados Unidos. Segundo pesquisadores do Cepea, enquanto a safra brasileira segue em bom ritmo e caminha para produção recorde, na Argentina, o início da colheita fez com que as estimativas fossem novamente reajustadas para baixo. Esse contexto na Argentina acabou elevando os preços do complexo soja nos Estados Unidos e limitando o movimento de baixa no Brasil nos últimos dias. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a produção de soja na Argentina está estimada em 25 milhões de toneladas, 44,4% abaixo da média das últimas cinco safras. Pesquisadores do Cepea destacam que, assim, a necessidade de a própria Argentina importar o grão para processamento interno deve aumentar, ao mesmo tempo em que demandantes externos de farelo e de óleo tendem se direcionar ao Brasil e aos Estados Unidos. Para o Brasil, esse é um ambiente favorável em ano de oferta possivelmente recorde, ao mesmo tempo que as variações positivas de preços podem atrair mais produtores a semearem a soja nos Estados Unidos na safra 2023/24.

Milho

O preço do milho fechou março em baixa. De acordo com informações do Cepea, enquanto produtores têm necessidade de escoar a produção da safra de verão, compradores nacionais e externos limitam as aquisições. Vendedores estão mais flexíveis nos valores e dispostos a realizar entregas imediatas. Do lado da demanda, agentes consultados pelo Cepea sinalizam ter estoques para o curto prazo, enquanto outros aproveitam as oportunidades atuais de maior oferta para adquirir o cereal a valores mais baixos. EXPORTAÇÃO – As compras no spot estão em ritmo muito lento, mas os embarques seguem intensos. Até a terceira semana de março (18 dias úteis), o Brasil exportou 1,13 milhão de toneladas de milho, volume 99% maior que o do mesmo período do ano passado, segundo a Secex, e superior às 900 mil toneladas estimadas pela Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) para este mês.

Algodão

Os preços internos e externos do algodão em pluma caíram ao longo de março, devido à pressão das condições econômicas adversas globais e no Brasil, que geraram receio entre agentes e limitaram as vendas de manufaturas. Entre 28 de fevereiro e 31 de março, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, recuou expressivos 10,01%, fechando a R$ 4,6572/lp no dia 31. A média mensal do Indicador em março foi de R$ 4,8618/lp, sendo 7,2% inferior à de fevereiro/23 e 30,40% abaixo da de março/22. Esta é a menor média desde dezembro/20, quando chegou a R$ 4,7510/lp, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de fevereiro/23).

Arroz

Entre janeiro e março deste ano, a média mensal ponderada do arroz em casca no Rio Grande do Sul, representada pelo Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), recuou 6,13%, passando de R$ 91,36/saca de 50 kg para R$ 85,75/sc no último mês. Historicamente, o movimento é de baixa no primeiro trimestre do ano, devido à colheita nas principais regiões produtoras do Mercosul. Apesar da queda, a média do Indicador no primeiro trimestre de 2023, de R$ 88,11/sc, é a segunda maior já vista para o período, atrás apenas da registrada nos primeiros três meses de 2021 (de R$ 88,20/sc) – vale lembrar que a série do Cepea se iniciou em 2005.

Trigo

Os preços externos do trigo subiram nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, as altas estiveram atreladas ao clima seco em áreas de inverno dos Estados Unidos, à desvalorização do dólar, que favorece exportações norte-americanas, e à possibilidade de a Rússia suspender as exportações de trigo e/ou aumentar as tarifas de exportação do país, na tentativa de elevar as cotações. Já no mercado brasileiro, os valores do cereal estão praticamente estáveis, tendo em vista que o ritmo de negócios tem sido pontual. Agentes de moinhos consultados pelo Cepea se mostram abastecidos, enquanto, do lado vendedor, muitos estão focados na finalização da colheita da safra de soja e de milho, seguida pela semeadura da segunda safra de milho. 

Açúcar

O mercado spot do estado de São Paulo encerrou o mês de março com a média de preços do açúcar cristal branco em R$ 132,00/saca de 50 kg, pequena variação negativa de 0,07% em relação à de fevereiro/23. Segundo os colaboradores do Cepea, no último mês da entressafra 2022/23, compradores se mostraram abastecidos para o período, enquanto a oferta de açúcar disponível para vendas adicionais foi limitada, sobretudo para os tipos de melhor qualidade, como o cristal tipo Icumsa até 180.

Etanol

Os preços médios dos etanóis anidro e do hidratado do estado de São Paulo na temporada 2022/23, encerrada oficialmente no dia 31 de março, tiveram significativas quedas reais frente aos da safra anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, as baixas estiveram atreladas ao desempenho das vendas de combustíveis no Brasil, especialmente do hidratado, que perdeu a competitividade com a gasolina C nas bombas. No caso do anidro, a performance foi melhor, com o suporte vindo dos volumes exportados. No balanço da safra 2022/23 (de abril/22 a março/23), o anidro se desvalorizou 14,7% e o hidratado, 15,1%, considerando-se os Indicadores mensais CEPEA/ESALQ deflacionados pelo IGP-M de março.

Boi

De janeiro a março deste ano, as exportações brasileiras de carne bovina in natura somaram 411,08 mil toneladas, abaixo apenas das vendas registradas no mesmo período de 2022 (queda de 12,36%), quando os envios foram recordes para um primeiro trimestre, segundo dados da Secex. Já frente ao primeiro trimestre de 2021, observa-se forte aumento de 19,75% no volume escoado ao mercado externo. Pesquisadores do Cepea indicam que a suspensão dos envios de carne bovina à China por um mês evitou que o resultado fosse ainda melhor em 2023. No mercado brasileiro, as vendas externas em bom desempenho também influenciaram a recuperação dos preços do boi gordo, sobretudo na segunda quinzena de março. No acumulado do último mês, o Indicador CEPEA/B3 (estado de São Paulo) avançou expressivos 10,45%, fechando a R$ 295,95 no dia 31.

CLIMA

Previsão de chuva

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) concluiu a previsão do tempo para as próximas duas semanas. Na primeira, entre os dias 3 e 10 de abril, os maiores acumulados de chuva devem ocorrer em áreas do sul da Região Norte, norte do Nordeste e oeste do Centro-Oeste. Veja figura 1 (tons em vermelho e rosa no mapa).

Já em grande parte do Sul e Sudeste do País, sul do Nordeste e norte da Região Norte, a previsão é de tempo seco na maioria dos dias. Veja figura 1 (tons em branco e azul no mapa).

Confira, abaixo, a previsão do tempo detalhada para cada região do Brasil nas próximas duas semanas:

Previsão para a 1ª semana (03/04/2023 a 10/04/2023)

Região Norte

São previstos volumes maiores que 60 milímetros (mm) em grande parte do centro-sul da região, podendo ultrapassar 100 mm em áreas centrais do Amazonas, leste de Rondônia e sul do Pará. Nas áreas do extremo norte da região, principalmente em Roraima, Amapá e noroeste do Pará, o tempo deve ficar seco ao longo da semana.

Região Nordeste

Previsão de chuvas intensas em grande parte da faixa norte da região, com volumes que podem ultrapassar 80 mm no nordeste do Maranhão, norte do Piauí, noroeste do Ceará e na divisa entre os estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Em áreas do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), os acumulados de chuva devem ficar entre 20 e 80 mm. Já no litoral da costa leste, podem ocorrer baixos volumes (menores que 50 mm). Nas áreas centrais e do norte da Bahia, sul de Pernambuco e do Piauí, o tempo permanecerá seco.

Centro-Oeste

São previstos volumes significativos, podendo ultrapassar 80 mm em parte do oeste e sul de Mato Grosso, áreas centrais e do noroeste de Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás por causa do calor e da umidade. Nas demais áreas, a chuva deverá ser inferior a 70 mm. No nordeste de Mato Grosso do Sul, sul e leste de Goiás e no Distrito Federal, a previsão é de tempo seco, com possibilidade de pancadas de chuva.

Região Sudeste

O tempo seguirá quente e seco durante toda a semana, principalmente em áreas do oeste de São Paulo, leste de Minas de Gerais e no Espírito Santo. No litoral sul de São Paulo, podem ocorrer baixos volumes (menores que 40 mm).

Região Sul

A previsão indica pouca chuva (acumulados menores que 50 mm) em áreas centrais do Paraná e do litoral de Santa Catarina. Nas demais áreas, o tempo ficará seco em boa parte da semana, principalmente em áreas do centro-sul do Rio Grande do Sul..

Figura 1. Previsão de chuva acumulada para a 1ª semana (03/04/2023 a 10/04/2023). Fonte: INMET.

Na segunda semana, entre os dias 11 e 18 de abril, a previsão do Inmet indica grandes acumulados de chuva, maiores que 100 mm, na faixa norte do Brasil. Já em grande parte do centro-sul do País e na costa leste do Nordeste, são previstos baixos volumes, inferiores a 50 mm. Veja figura 2.

Previsão para a 2ª semana (11/04/2023 a 18/04/2023)

Região Norte

São previstos acumulados de chuva maiores que 70 mm em praticamente toda a região. No extremo norte e em áreas do oeste do Amazonas e de Rondônia, os volumes podem passar de 100 mm. Já em parte do norte do Tocantins, devem ser inferiores a 50 mm.

Região Nordeste

Os acumulados podem ultrapassar 100 mm no extremo norte da região. Nas demais áreas e, também, no MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), a previsão é de volumes menores que 50 mm.

Região Centro-Oeste

São previstos volumes maiores que 60 mm em áreas do norte de Mato Grosso e Goiás. Por outro lado, no sul dos dois estados, os acumulados deverão ser menores que 50 mm. Já no Mato Grosso do Sul, o modelo indica volumes abaixo de 30 mm.

Região Sudeste

Em praticamente toda a região, a previsão indica baixos acumulados, com volumes inferiores a 60 mm, principalmente, em parte do estado de São Paulo e sul do Rio de Janeiro.

Região Sul

Os volumes de chuva não devem passar de 50 mm em grande parte da região, com exceção do oeste de Santa Catarina e do Paraná, onde os acumulados podem superar 60 mm.

Figura 2. Previsão de chuva para a 2ª semana (11/04/2023 a 18/04/2023). Fonte: GFS.

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