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Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

Principais Notícias da Semana no Mundo Agro

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GERAIS

Expectativa da Abrapa para o agronegócio em 2022

Em uma reportagem especial, o programa AgroCultura faz um balanço do ano que passou e apresenta as perspectivas para 2022.  De acordo com o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, os produtores de algodão estão otimistas com o aquecimento da demanda mundial.

Fonte: Abrapa

Agricultores receberam R$ 4,1 bilhões em indenizações de seguro rural em 2021

Os dados agregados são disponibilizados para diversos segmentos, dentre eles o de seguro rural das atividades agrícolas, aquícolas, de florestas e pecuária, que são passíveis de participação no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Nessas atividades, as 15 companhias seguradoras habilitadas no PSR, pagaram R$ 4.172.321.434,00 em indenizações aos agricultores entre janeiro e novembro de 2021, que representa um aumento de 81% sobre os R$ 2.305.316.668,00 pagos no mesmo período de 2020. O ano de 2020 fechou com total de R$ 2,5 bilhões em pagamentos de sinistros.

Contratações de seguro rural disparam em 2021

Em 2021, o programa liberou R$ 1,181 bilhão em apoio aos produtores. Isso possibilitou que 121 mil agricultores com 217 mil apólices em 14 milhões de área segurada conseguissem proteger R$ 68 bilhões em capitais segurados. O PSR mais que triplicou os resultados em relação a 2018. O programa tem 15 companhias seguradoras habilitadas e mais 3 seguradoras devem entrar no mercado em 2022, ou seja, pode chegar a 18 seguradoras, frente às 11 companhias que atuavam em 2018.

Fonte: Mapa

PRODUÇÃO 

Mapa amplia os períodos de vazio sanitário da soja para 2022

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, nesta quinta-feira (3), a Portaria nº 516 que estabelece os períodos de vazio sanitário para cultura da soja que deverão ser seguidos pelos estados produtores em todo o país durante o ano de 2022. Essa medida fitossanitária é uma das mais importantes para o controle da ferrugem asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi.

O vazio sanitário é o período contínuo, de no mínimo 90 dias, em que não pode plantar e nem manter vivas plantas de soja em qualquer fase de desenvolvimento na área determinada. O objetivo é reduzir ao máximo possível o inóculo da doença, minimizando os impactos negativos durante a safra seguinte.

A Ferrugem Asiática é considerada uma das mais severas doenças que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde o fungo foi relatado em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.

Fonte: Mapa

Embrapa promove capacitação sobre a cultura do mamão

O mamão é atualmente a 5° fruta mais consumida no Brasil, ficando atrás da banana, laranja, melancia e maçã. A fruta foi o assunto da última edição do evento Capacitação em Fruticultura Tropical. O treinamento on line ocorreu na terça-feira (1°) e a palestra técnica sobre sistema de produção do mamão no Cerrado foi conduzida pelo pesquisador Nilton Junqueira, da Embrapa Cerrados.

Fonte: Embrapa

Apodrecimento de grãos e vagens de soja na safra 2021/2022 preocupa produtores

O apodrecimento de grãos e vagens em estádio final de formação em lavouras de soja vem sendo observado com maior frequência em algumas regiões brasileiras, desde a safra 2019/2020, em especial na região do médio-norte do estado de Mato Grosso, causando redução significativa de produtividade em lavouras com alto potencial produtivo, principalmente nas primeiras semeaduras.

Em visitas realizadas nas lavouras da região, observou-se diferença entre as cultivares quanto à intensidade de apodrecimento de grãos e vagens, identificando-se algumas cultivares sem o problema ou com menor incidência.

Observou-se resposta da aplicação de fungicidas, que amenizam, mas não resolvem o problema, com variação entre os diferentes programas aplicados pelos produtores. Muitas lavouras com apodrecimento de grãos e vagens são expostas a aplicações regulares de fungicidas e apresentam boa sanidade foliar. O apodrecimento pode ocorrer em toda a planta, mas com maior intensidade nos terços médio e inferior e se inicia na fase final de enchimento de grãos, próximo à maturação fisiológica.

Fonte: Embrapa

Embrapa atualiza o livro “Doenças do Tomateiro”

A produção de tomate, uma das principais hortaliças na mesa do brasileiro, é ameaçada por centenas de doenças causadas por vários tipos de patógenos, como fungos, oomicetos, bactérias, vírus e nematoides. Existem ainda os distúrbios fisiológicos, também chamados de doenças abióticas, que, juntas, provocam grandes perdas de produtividade, além de afetarem a qualidade do produto.

A correta identificação das causas das doenças e indicações de formas sustentáveis para seu controle foram a mola propulsora para a elaboração da terceira edição do livro “Doenças do Tomateiro”, lançado pela Embrapa Hortaliças no final de 2021.

Os interessados podem adquirir o livro Doenças do Tomateiro por meio do Setor de Vendas da Embrapa Hortaliças, pelo telefone (61) 385-9009, ou pela internet (www.cnph.embrapa.br).

Fonte: Embrapa

Importação de fertilizantes bate recorde

As importações de fertilizantes pelos produtores brasileiros atingiram nível recorde no ano passado, chegando a 41,6 milhões de toneladas entre janeiro e dezembro de 2021.

Apesar do porto de Paranaguá, no estado paranaense, ainda ser a principal porta de entrada para o recebimento do produto, outras rotas têm conquistado um maior espaço. Santos, por exemplo, registrou um aumento na entrada de fertilizantes com um direcionamento ao Mato Grosso e estados do Sudeste e Centro-Oeste em torno de 53%, saindo de 6,6 milhões de toneladas para 10,1 milhões de toneladas.

Fonte: Conab

Custo de produção do arroz aumenta na safra 2022

As projeções de produção e consumo de arroz para 2022, no entanto, mostram uma situação apertada para a lavoura de arroz no Brasil. Enquanto a produção esperada é de 11,4 milhões de toneladas, as estimativas são de que o consumo nacional ficará, também, em 11 milhões de toneladas; importaremos 1 milhão de toneladas e deveremos exportar outros 1,4 milhão de toneladas.

As estimativas para a projeção de área plantada de arroz mostram que deverá ocorrer redução de área nos próximos anos. A área de arroz vem caindo ano a ano, segundo a Conab, e no Rio Grande do Sul está estagnada ou com ligeira tendência de aumento. As adversidades climáticas (escassez de chuva na região Sul; excesso de chuvas no Tocantins) podem limitar a produtividade na safra 2021/22.

Na safra 2021/22 os custos de produção do arroz tiveram altas consideráveis, especialmente devido à alta de preços dos insumos utilizados na lavoura.

Para se ter uma ideia, em março de 2021 a Conab divulgou que numa lavoura de arroz de terras altas em Sorriso (MT) na safra 2021/22 se esperava produzir 3.250 kg/ha (~54,17 sc 60 kg) ao custo total de R$ 5.363,02/ha, ou seja, custo médio de R$ 99,00/sc 60 kg.

Fonte: Embrapa

Consórcios forrageiros elevam produtividade de soja

Alternativas para rotação de culturas na segunda safra em sistemas de plantio direto na palha e em sistemas de integração lavoura-pecuária, os consórcios forrageiros contribuem para melhoria de atributos químicos e físicos do solo.

Pesquisas indicaram melhor ciclagem de nutrientes, manutenção da porosidade do solo e acúmulo de carbono. A consequência é aumento na produtividade da soja semeada na sequência.

De acordo com o professor da UFMT Arthur Behling, para um bom sistema de plantio direto, é necessária a produção de cinco toneladas anuais de matéria seca por hectare. Nesse quesito, todos os consórcios avaliados superaram em muito a meta. Destaque para as combinações de Paiaguás com nabo forrageiro, com 14,2 t/ha a e o consórcio sêxtuplo, com 14,08 t/ha a cada ano. A maior parte dessa matéria seca é composta pelas braquiárias, oscilando de 76% no consórcio de feijão-guandu Iapar 43 com Paiaguás a 100% no consórcio de Piatã com trigo mourisco.

Fonte: Embrapa

MERCADO

Desvalorização dos produtos agropecuários pressionam ippa/cepea

No último trimestre de 2021 o IPPA/Cepea (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários) recuou 1,1%, em termos reais, frente ao trimestre imediatamente anterior. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, esse cenário esteve atrelado às quedas observadas para o IPPA-Grãos e para o IPPA-Pecuária, de 2,9% e de 5,6%, respectivamente.

No caso do IPPA-Grãos/Cepea, a baixa se deve às desvalorizações registradas para o arroz (-11,5%), milho (-9,8%) e soja (-1,4%), também entre o terceiro e o quarto trimestres de 2021. Quanto ao IPPA-Pecuária/Cepea, as quedas nos preços da arroba bovina (-5,8%), do frango (-7,2%), do leite (-6,6%) e dos ovos (-6,4%) que influenciaram o resultado.

Por outro lado, o IPPA-Hortifrutícolas/Cepea avançou 8,8% entre o terceiro e o quarto trimestres de 2021, reflexo das fortes altas registradas para a batata (21,7%), tomate (19,4%), banana (7,9%) e uva (35,6%). O IPPA-Cana e Café/Cepea, por sua vez, avançou 13,3%, impulsionado sobretudo pela valorização do café (31,3%), já que o aumento na cana ocorreu em menor intensidade (7,0%).

2021 x 2020 – De janeiro a dezembro de 2021, o IPPA/Cepea avançou 4,5% em comparação a 2020. Neste caso, o resultado esteve atrelado aos aumentos observados para o IPPA-Grãos/Cepea, de expressivos 10,0%, e para o IPPA-Cana e Café/Cepea, de fortes 14,1%. Ressalta-se que, no grupo de grãos, o Índice foi impulsionado pelas significativas valorizações do algodão (27,2%), do milho (16,9%) e da soja (8,0%) no ano passado. No caso do segundo grupo, o café foi o maior responsável pelo avanço do índice, já que o preço do produto subiu mais de 30% em 2021 frente a 2020.

Já o IPPA-Pecuária/Cepea recuou 3% de 2020 para 2021 e o IPPA-Hortifrutícolas/Cepea, fortes 18%.

Fonte: Cepea

Indicadores Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada

Histórico dos indicadores ao longo do ano.

PRODUTO COTAÇÃO
Soja A demanda por soja tem superado a oferta no mercado interno, levando os preços a registrarem recordes nominais. Indústrias domésticas e compradores internacionais estiveram mais ativos nas aquisições da soja brasileira nos últimos dias. Porém, as compras foram limitadas pela baixa oferta. Isso porque a entrada vagarosa da safra e as incertezas quanto ao rendimento têm deixado sojicultores reticentes nas comercializações de grandes volumes.

O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 1,7% entre 21 e 28 de janeiro, a R$ 180,32/sc de 60 kg no dia 28 – o valor nominal mais alto da série do Cepea, iniciada em jul/97. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) registrou recorde nominal da série do Cepea, a R$ 184,22/sc de 60 kg, na quarta-feira, 26. No dia 28, porém, a média recuou para R$ 183,80/sc de 60 kg, com alta de 2% em sete dias.

Algodão O Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma subiu quase 9% no acumulado de janeiro, fechando a R$ 6,9822/lp no dia 31 – no dia 20, especificamente, atingiu R$ 7,0845/libra-peso, o maior patamar nominal da série histórica.

O impulso veio especialmente da baixa oferta no spot nacional, sobretudo de pluma de qualidade superior, que levou os compradores com maior necessidade a ceder e pagar preços maiores para conseguir fechar novos negócios. Além disso, o suporte também veio das altas nos preços internacionais, que elevaram a paridade de exportação, mesmo diante da desvalorização do dólar.

Milho Dentre as principais regiões produtoras de safra verão de milho (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais), os preços recuaram apenas nos mercados mineiro e paulista nos últimos dias. No Sul do País, apesar de as cotações avançarem com menor intensidade do que nas semanas anteriores, as altas prevaleceram, impulsionadas pelas condições climáticas adversas.

Especificamente na região de Campinas (SP), referência para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, as cotações recuaram 0,95%, fechando a R$ 97,40/sc de 60 kg na sexta-feira, 28 – no entanto, no acumulado de janeiro (até o dia 28), a alta é de quase 8%. O menor interesse por parte dos consumidores pressionou as cotações.

Etanol Na comparação com os meses de janeiro de anos anteriores, o volume de etanol hidratado negociado pelas usinas de São Paulo no primeiro mês de 2022 é o mais baixo desde 2002, segundo dados do Cepea – quantidade ainda menor tinha sido registrada pelo Cepea em novembro de 2021. Em relação a dezembro de 2021, o volume negociado em janeiro foi 17% inferior. A sequência de negócios pontuais tem caracterizado o mercado de etanol em toda a região Centro-Sul do Brasil – um volume pequeno de combustível tem sido absorvido pelas distribuidoras no mercado spot, com contratos extras de abastecimento para o período de entressafra. Incertezas quanto ao consumo de etanol – devido à nova variante do coronavírus, ômicron – e a desvantagem do preço do hidratado frente ao da gasolina C nas bombas justificam a baixa liquidez. Nas bombas do estado de São Paulo, a relação de preços entre o etanol hidratado e a gasolina C segue favorecendo o combustível fóssil – em janeiro, a relação foi de 76,3%, contra 78,1% em dezembro/21. A média do preço da gasolina foi de R$ 6,354/litro, e a do hidratado, de R$ 4,847/litro, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Açúcar No primeiro mês oficial da entressafra 2021/22, a média dos preços do açúcar cristal negociado no mercado spot do estado de São Paulo registrou queda. Um dos principais motivos da baixa foi a demanda desaquecida, que se acentuou na segunda quinzena de janeiro. Por essa razão, usinas paulistas optaram por reduzir os valores, em especial os do tipo Icumsa 180. Quanto ao tipo Icumsa 150, as usinas ainda conseguiram negociar a preços estáveis no mercado, devido à oferta mais restrita. Em janeiro (até o dia 28), a média do Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, foi de R$ 151,67/saca de 50 kg, baixa de 2,19% em relação à média de dezembro. Apesar do recuo dos preços, a média de janeiro/22 ficou 30,04% superior à de janeiro/21 – valor deflacionado pelo IGP-DI base dezembro/21.
Arroz  O preço médio do arroz em casca registrou alta em janeiro, interrompendo um período de quatro meses consecutivos de queda. A média mensal do Indicador do arroz em casca ESALQ/SENAR-RS (58% grãos inteiros, com pagamento à vista) fechou a R$ 62,80/saca de 50 kg, 0,53% acima de dezembro. Nessa terça-feira, 1º, o Indicador ultrapassou a casa dos R$ 66,00/sc, fechando a R$ 66,02/sc, significativa alta de 4% frente à terça anterior, 25 de janeiro. Segundo colaboradores do Cepea, além do aumento das demandas doméstica e para exportação, esse cenário também está atrelado à baixa oferta no Rio Grande do Sul. Apesar da previsão de crescimento de 1,9% na disponibilidade nacional do casca nesta temporada – devido ao maior estoque inicial –, a produção e a produtividade brasileiras podem diminuir, refletindo, principalmente, o clima desfavorável nos principais estados produtores (RS e SC) em janeiro. Com a colheita da safra 2021/22 prevista para se iniciar neste mês, é possível que novos ajustes negativos nas estimativas sejam realizados ainda em fevereiro. Vale ressaltar que, na média entre as safras 2017/18 e 2021/22, o RS foi responsável por 70,5% da oferta nacional de arroz, e SC, por 10,5%.
Boi As exportações brasileiras de carne bovina in natura iniciaram 2022 em ritmo aquecido. Segundo dados da Secex, o volume de carne bovina escoado pelo Brasil ficou acima de 140 mil toneladas, um recorde para o mês e com avanços de 10,7% sobre a quantidade de dezembro/21 e de 31% sobre a de janeiro/21. Quanto aos preços da arroba no mercado interno (Indicador CEPEA/B3, mercado paulista), a média de janeiro atingiu R$ 338,46, um recorde, em termos reais, considerando-se a série completa de médias mensais deflacionadas (IGP-DI), aumentos de 5,5% na comparação mensal e de 2,36% na anual.

CLIMA

Clima favorece a safra no centro-norte do país

Nas primeiras semanas deste ano, o clima continuou favorecendo os cultivos do centro-norte brasileiro. O desenvolvimento dos cultivos de verão em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Pará, Rondônia e Matopiba foi beneficiado por bons volumes pluviais. A análise faz parte da edição de janeiro do Boletim de Monitoramento Agrícola, Cultivos de Verão (Safra 2021/2022), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta sexta-feira (28).

Por outro lado, a restrição hídrica e as altas temperaturas têm prejudicado o desenvolvimento dos cultivos de verão na metade oeste do Paraná, no oeste de Santa Catarina e no noroeste e centro do Rio Grande do Sul.

Fonte: Conab

 Previsão de chuva

Previsão de chuva acumulada entre os dias 31 de janeiro e 07 de fevereiro de 2022

De acordo com o modelo numérico do INMET, os maiores acumulados são previstos em grande parte da Região Sudeste, Centro-Oeste e norte do país.

REGIÃO PREVISÃO DE CHUVA
Sul Não estão previstos grandes acumulados de chuva que ultrapassem os 40 mm, principalmente no leste dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, além da porção mais sudeste do Paraná.
Sudeste A previsão indica volumes de chuva significativos nas regiões central e da Zona da Mata em Minas Gerais e parte do Rio de Janeiro, podendo ultrapassar os 150 mm. Para o estado de São Paulo e porção centro-oeste de Minas Gerais são previstos acumulados de chuva entre 60 e 150 mm.
Centro-Oeste Os volumes de chuva poderão ocorrer entre 100 e 200 mm em áreas do sul do Mato Grosso e centro-norte do Estado de Goiás. Em áreas do norte do Mato Grosso do Sul, são previstos valores de chuva entre 60 e 100 mm.
Nordeste São esperados acumulados abaixo de 10 mm em praticamente toda a porção leste da região, enquanto na porção oeste, os acumulados previstos não ultrapassam os 100 mm, com destaque para o extremo oeste do Estado da Bahia, onde não se descarta a ocorrência de chuvas mais fortes.
Norte São esperados maiores acumulados de chuva no sul de Tocantins e do Pará, no Acre e Amapá, com acumulados ficando entre 80 e 150 mm.

Figura 1. Previsão de acumulado de chuva entre os dias 31 de janeiro e 07 de fevereiro de 2022. Fonte: INMET

Previsão de chuva acumulada entre os dias 08 e 16 de fevereiro de 2022

De acordo com o modelo de previsão numérica GFS, a semana poderá apresentar grandes acumulados de chuva em parte da Região Norte, sul das regiões Centro-Oeste e Sudeste e norte da Região Sul do país.

REGIÃO PREVISÃO DE CHUVA
Sul Há tendência de maiores acumulados de chuva principalmente nos estados do Paraná e Santa Catarina, chegando a possíveis 100 mm de chuva. Já no Rio Grande do Sul, as chuvas poderão ocorrer entre 5 e 60 mm.
Sudeste Os acumulados de chuva poderão ultrapassar os 70 mm, principalmente em São Paulo e sul de Minas Gerais, enquanto no norte de Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro, este acumulado poderá ficar entre 5 e 30 mm.
Centro-Oeste As chuvas deverão ser superiores a 100 mm, principalmente em áreas do centrossul do Mato Grosso do Sul e noroeste do Mato Grosso. Em Goiás, são esperados menores acumulados de chuva e inferiores a 90 mm.
Nordeste Por sua vez, são previstos os menores acumulados de chuva que não deverão ultrapassar os 30 mm em praticamente toda a região.
MATOPIBA Os acumulados de chuva previstos poderão variar entre 40 e 80 mm.
Norte São esperados acumulados entre 50 e 125 mm nos estados do Acre, Rondônia e Amapá, além de parte do sul dos estados do Amazonas e Pará. Nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos não deverão ultrapassar os 50 mm.

Figura 2. Previsão de chuva para 1ª semana. Fonte: GFS.

Temperatura

Para os próximos dias, as temperaturas máximas se manterão elevadas, acima de 34°C, em grande parte da Região Sul até o dia 03 de fevereiro de 2022, com ligeira redução tanto da máxima, quanto da temperatura mínima nos dias seguintes. Também são previstos altos valores de temperatura máxima nas regiões Nordeste e nos estados de Roraima e oeste do estado do Amazonas, com valores acima de 30°C

A Figura 3 apresenta a previsão de temperatura máxima para o dia 2 de fevereiro às 15h (horário de Brasília). De maneira geral, as temperaturas deverão variar entre 26°C em grande parte da porção central do país, chegando a 44°C no oeste do estado do Rio Grande do Sul.

Figura 3. Previsão de temperatura máxima para o dia 2 de fevereiro de 2022 às 15h. Fonte: INMET.

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